domingo, 15 de janeiro de 2017

Brigadiano aposentado abre fogo e frustra assalto ao Supermercado Nacional, zona Sul de Porto Alegre

Sem polícia alguma nas ruas (a Brigada, FNS e Polícia Civil costumam agir somente de modo reativo), foi preciso que um brigadiano aposentado abrisse fogo contra os bandidos para frustrar ma tentativa de assalto ao supermercado Nacional da Avenida Wenceslau Escobar, Porto Alegre. Foi ontem a tarde.

Os ladrões encheram um carrinho de supermercado com leite em pó para nenês.


A caçada aos ladrões terminou cerca de 10 quilômetros depois, na Estrada Costa Gama, ambos na zona sul de Porto Alegre, após uma série de tiroteios. Dois suspeitos foram presos e outro fugiu a pé.

8 comentários:

Anônimo disse...

Brigadiano aposentado abre fogo contra bandidos....pra quem nao sabe isso e criminoso combatendo crimunoso.......na reserva ele nao pode portar arma e PF nao da porte....... como aposentado ele deixa de ser policial e como cidadao tem k respeitar as leis.

Anônimo disse...

Ontem a tarde, passou um carro da FN de Segurança, aqui na minha rua, eu conversava com um vizinho, e perguntei aos gaiatos se não estavam perdidos, foi por volta das 16h30min na Praça dom Pedro.

Alberto disse...

'Coitados', estavam apenas roubando uns leitinhos...

Anônimo disse...

TRATA-SE PELA NOTÍCIA DE FURTO DE LEITE E NÃO DE ROUBO OU ASSALTO! EM TODO O CASO... .

Anônimo disse...


Arrumou sarna para se coçar !
Maria do Ossário e promotores vão para cima dele.
Os assaltantes são vítimas, o supermercado é um vilão capitalista !

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

É por isso que defendo o direito do cidadão ter uma arma. Um jovem após sair das Forças Armadas pode continuar a ser um soldado civil protegendo a sociedade.

Anônimo disse...

que negocio louco, roubar leite agora

Anônimo disse...


Esta estória está mal contada, experiente policial da reserva preocupado com meia-dúzia de latas de leite em pó, coloca em risco sua vida e seu carro em perseguição de 10Km sob fogo inimigo.

A considerar que o PM era um cliente da multinacional e que portanto deveria estar seguro -assim como os demais clientes- fazendo as suas compras, em uma situação que estando em seu juízo perfeito e com a experiencia adquirida nos anos de profissão, não deveria reagir ou sequer perseguir -sozinho- meliantes envolvendo-se em um tiroteio, colocando em risco a vida de terceiros.

Ou estaria a serviço do supermercado, complementando a sua baixa renda, parcelada pelo Polenta?