A crise e a força da Nação

Não é preciso carregar nas tintas para afirmar que a dimensão social da crise que atinge o País é grave.       

Não é preciso carregar nas tintas para afirmar que a dimensão social da crise que atinge o País é grave. O desemprego atingiu patamar recorde registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com 12,132 milhões de pessoas em busca de uma vaga. Até mesmo a atividade econômica informal, que geralmente cresce em tempos de crise, retrocedeu pelo segundo ano consecutivo – informou recentemente a Fundação Getúlio Vargas (FGV) –, em razão da forte e duradoura recessão.

É cada vez maior o número de pessoas, em todas as faixas etárias, que não têm perspectivas profissionais. E mesmo quem está empregado sofre os efeitos da crise, pela diminuição do poder aquisitivo do salário – corroído pela inflação dos últimos anos – ou pela aflição com a possibilidade de perda do trabalho. A crise faz com que os sonhos e projetos – pessoais, familiares ou profissionais – sejam adiados, à espera de dias melhores.


Não se trata apenas – como se isso já não fosse doloroso o suficiente – de viver as agruras do presente. A crise torna a população mais vulnerável perante os riscos inevitáveis do futuro.

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5 comentários:

Anônimo disse...

Palavras bonitas ao vento....o governo governa para o governo..os trabalhadores privados não são representados nos parlamentos e os servidores são superrepresentados...o pais é um imeso palheiro seco a espera de uma fagulha...

Fernando disse...

Vivemos a mais sórdida ditadura do setor publico, políticos e corporações de funcionários públicos que se apoderam da renda e patrimônio da população brasileira para se servir. Acreditam verdadeiramente que devem ser mantidos como senhores feudais com suas castas de diferentes niveis, quase divinos, por Deus escolhidos, por terem feito um concurso publico. Esta mudança não sera feita com negociações, mas sim pelo braço forte de estadistas respaldados pela grande maioria da população que tem seus direitos usurpados por esta minoria organizada e barulhenta.

Mordaz disse...

12 milhões que não pagam a previdência, somado aos outros milhões que não recolhem, e aí está o rombo da mesma. Se não têm emprego para os jovens, aonde achar para quem tem mais de cinquenta? E com tudo isto o governo ainda estimula a homossexualidade e as uniões inférteis.

Anônimo disse...

A poucos dias a ex presidenta Dilma requisitava mais alguns direitos que tinha e não ganhava. E como fica os direitos do povo trabalhador que foiusurpado por ela? Quem nos indeniza? Quem nos representa para adquirí-los? Melhor tirar dela o que já ganhou e distribuí-lo ao povo, pois foi pela sua incompetência, irresponsabilidade e corrupção que o país faliu.

Unknown disse...

O remédio é realizar plebiscito popular para tudo, mas que seja respeitado(não como o do desarmamento)!!!
Outro remédio é convocar o Conselho da República(previsto em nossa Constituição e com poderes constitucionais) para reformular nossa retrógrada "Constituição Cidadã" que se mostrou uma "Constituição Bandida" já que os comunistas que a exigiram o são(vide história recente)e sua prática insustentável!!!