Subprocurador Geral da República difama Moro na Alemanha. "O juiz é gatuno e criminoso", diz ex-ministro Aragão.

Estes professores gaúchos assinaram ataques a Moro na Alemanha, exigindo censura para fala do juiz: José Carlos Moreira da Silva Filho – PUC/RS – Pontifikale Katholische Universität Rio Grande do Sul; José Luiz Bolzan de Moraes – UNISINOS – Universität Vale-Rio-dos-Sinos/Rio Grande do Sul; Jurandir Malerba – UFRGS – Bundesuniversität Rio Grande do Sul/ FU – Freie Universität Berlin

Desde o meio da semana, o Facebook do editor registra informações e comentários de leitores sobre a palestra que o juiz Sergio Moro proferiu na Universidade de Heidelberg, na Alemanha. Nela, ocorreram manifestações de brasileiros na plateia a favor e contra o juiz. Um cartaz o chamada de “meu herói”; outro, de “bandido”. Na sua intervenção, o juiz negou o caráter político da Lava Jato: “A operação não é uma bruxa caçadora (…). Não joga com a política. Nenhuma prisão aconteceu com base em opiniões políticas, mas em evidências de que crimes foram cometidos”.

A presença de provocadores a soldo da esquerdalha brasileira, capitaneadas por gente do PT, nem foi o mais grave, coisa que aconteceu de verdade ano caso dos acadêmicos de esquerda que enviaram um abaixo-assinado em alemão para o professor Markus Pohlmann, da Heidelberg, atacando o juiz. 

Pior do que isto foi a despudorada e odienta manifestação de José Eugênio de Aragão, último ministro da Justiça de Dilma, subprocurador-geral da República e professor de Direito Internacional Público na Universidade de Brasília. Ele resolveu difamar Moro. Enviou uma mensagem espantosa ao professor Pohlmann. Ele se orgulhou tanto de seu feito que espalhou o texto, no original, em alemão, e uma tradução de própria lavra. Chama Moro de “criminoso”, “gatuno” e “causador de zorra”.

CLIQUE AQUI para ler o que escreveu o ex-ministro.

30 comentários:

Mordaz disse...

Para os que já esqueceram, José Eugênio de Aragão era o braço direito de Rodrigo Janot até Dilma nomeá-lo para Ministro da Justiça.

Anônimo disse...

O ex-ministro da justiça não sabe que isso é crime? Moro não vai processá-lo criminalmente? Isso é calúnia, injúria e difamação. E, além disso, também é passível de uma boa ação cível por dano moral. Já há um estudo em andamento sobre esses "professores" (quem são, o que fazem, e quem paga suas despesas). Vamos ver.

sempre mais disse...

Será que pode provar o que diz? Caso contrário, o que está fazendo é crime.

Anônimo disse...

Parece que Moro concorda, visto que não reage!!

Anônimo disse...

Tenho um amigo que mora na Alemanha e me disse que a maioria dos que vaiaram Moro são estudantes que conseguiram bolsa no desgoverno Dilma e por isso são eternamente gratos, não estão nem aí pelas dificuldades por que passam o povo brasileiro, por outro lado, felizmente uma maioria que aplaudiu e portaram a bandeira do Brasil. Salve Sérgio Moro!

Anônimo disse...

Juiz Sérgio Moro ser difamado por um cidadão desse naipe, só pode ser considerado um elogio, sem credibilidade nenhuma um pau mando petralha.

Anônimo disse...

Só véio estalinista que congelaram no tempo! Nossa! Uma multidão não é mesmo?

Jean Valente disse...

Demonstrativo do padrão do "(des)governa diuma pt & cabeças feitas estagnadas no tempo".
Demonstrativo da síndrome do escorpião, ou da serpente, como queira.
É de admirar que uma criatura que se intitula "sube" Procurador da República, ex-Ministro de Estado e Professor de uma Universidade empregue palavras e expressões "abisurdas", na melhor demonstração de lesa pátria.
Ainda há tempo para acordar!

Anônimo disse...

Cadê a manchete do Padilha? É peixe? Cadê o PRIMO?

Anônimo disse...

DISSE QUE ALEMANHA É UMA NAÇÃO CRIMINOSA E GATUNA.

ESPERAMOS QUE ISSO NÃO FIQUE ASSIM, E NÃO É O DR. MORO QUE DEVE FAZER ALGO.

É A NÍVEL DE RELAÇÕES EXTERIORES, POIS OFENDEU TODO O POVO ALEMÃO.

Anônimo disse...

Um viado entupido metido a moralizador que ganha salário de maraja

Anônimo disse...

Vindo da Alemanha um país que está se destruindo pelo Marxismo e pelo Islã Radical não duvido nada que aplaudam esses sanguessugas!

Anônimo disse...

Aplique-se a lei, somente isto sobre este cara. Façam ele em juízo repetir tudo o que colocou na internet, se confirmar, é calúnia, difamação e assédio moral direto, caso contrário, se disser que não foi ele que prove quem fez a lambança, caso contrário além de tudo mostrará que é um mentiroso, basta agora cumprir a lei. Há professores de universidades gaúchas metidos no meio deste caso de difamação, calúnia e assédio moral e nossas universidades estão começando a mostrar que não são puros santuários difusores do conhecimento e da verdade, as investigações da PF que o digam!

Anônimo disse...

Se o juiz de primeiro grau moro não gostou, que processe o Procurador Geral. Talvez assim, a Justiça agilize o grampo ilegal perpetrado pelo juiz de primeiro grau contra Presidente da República e o vazamento do grampo para a imprensa na anti vespera da votação do impedimento na Camara.

Se grampear Presidente e divulgar o grampo para a imprensa é legal, então eu to loco.

Anônimo disse...

Esse ex-Ministro da Justiça, foi o mais breve da história do Ministério da Justiça. Não tem a menor credibilidade.
Petista, foi indicado por seu alinhamento ideológico. O Juiz MORO começou desconhecido e hoje é uma figura famosa e admirada em todo o BRASIL, do Oiapoque ao Chui, e no mundo jurídico internacional. É louvado por seus méritos, pelos resultados da LAVAJATO. Não é pouco, em um País em que autoridades são cooptadas por empreiteiras e sucumbem pela força do dinheiro fácil, da PROPINA. Os criminosos costumam usar essa linha de defesa, enlamear o nome dos bons, dos honestos, dos bem intencionados, dos que combatem a corrupção, para confundir a opinião pública e colocar todos sob desconfiança .!!!

Anônimo disse...

A pergunta de um site alemão sobre a foto Moro-Aécio mostra a miséria da imprensa brasileira.

10 Dec 2016 - Paulo Nogueira - DCM

Alguém fez uma pergunta séria para Moro. Questionaram-no sobre a infame foto na qual aparece com Aécio numa festa da IstoÉ.

A imagem viralizou e provocou indignação em todos os que não idolatram Moro. Aquilo não era uma conduta digna de um juiz.

A pergunta era óbvia. Qualquer jornalista a faria na primeira chance, diante da repercussão da fotografia.

Mas não um jornalista brasileiro.

Moro é completamente blindado contra assuntos inconvenientes pelos repórteres das grandes companhias jornalísticas. Eles sabem que seus patrões não vão gostar de vê-lo de alguma forma constrangido.

Isso significa que a pergunta só poderia ter sido feita pela mídia de fora. E foi o que aconteceu. Foi o site alemão DW que aproveitou a ida de Moro à Alemanha para uma palestra para tocar no caso.

Só assim os brasileiros ficaram sabendo que Moro admitiu que a foto foi “infeliz”. Ele acrescentou uma justificativa oca e tola: era uma festa pública e Aécio não é investigado pela Lava Jato.

Mas admitiu a infelicidade da foto.

A explicação não se sustenta. Aécio não é ainda investigado, mas sobre ele recaem massivas suspeitas. Fora isso, é líder de um partido amplamente considerado como favorecido por Moro. Na plateia da palestra, manifestantes anti-Moro brandiam cartazes em que o acusavam de ser um “juiz do PSDB e da TV Globo”.

Moro parece não ter noção de que a um juiz não basta ser isento. Ele tem que parecer isento. Moro, ao contrário, parece estar empenhado em mostrar, ou até provar, que tem um lado.

Sua tendenciosidade é ao mesmo tempo ostensiva e impune. Até Lula e seus advogados partirem para um confronto que já deveria ter-se iniciado há tempos, ninguém jamais cobrou decoro de Moro.

A mídia tem um papel vital nisso. É cúmplice. É inteiramente chapa branca com ele.

Exatamente por isso uma pergunta tão óbvia como a que tratou da foto com Aécio jamais seria feita por jornais e revistas brasileiros. O jornalismo de guerra protege seus soldados, mesmo que à custa da verdade.

Devemos a um site alemão a primeira pergunta de verdade feita a Moro.

E agradecemos. Foi uma grande pergunta que nos fez lembrar o quanto a imprensa brasileira é pequena.

A IMPRENSA brasileira não é "pequena", ela é corrupta, de direita, golpista, uma horda de fascistas querendo se apresentarem como livres ao falarem o que querem. Eles representam o que há de mais sujo e imundo dentro de uma ideologia que nunca explicou nada, a não ser seu egocentrismo reacionário e violento: a ideologia burguesa.

Anônimo disse...

Esbirro esquerdopata petista elite vermelho, que nem está aí para o sofrimento do povo, querem apenas garantir os seus nas universidades, aplicando lavagem cerebral em nossos jovens e dando apoio à ORCRIM. Podres.

Anônimo disse...

Esse José Eugênio de Aragão é louco. Já deveria estar internado num manicômio em cela fechada. É só olhar para a cara dele que já se vê que o indivíduo não é normal. Só de olhar já dá para sentir cheiro de fumaça.

Hendges/ Nascimento disse...


Será que os acadêmicos externarão algum repúdio aos desvios de dinheiro da UFRGS, praticados por seus colegas?

Anônimo disse...

Quanto de "mortandela" ganharam ou deixaram de ganhar para tal feito?

Anônimo disse...

EL PAIS

Sérgio Moro pede desculpa por “polêmica”de áudios de Lula e isenta Dilma:

Em resposta a Zavascki, do STF, juiz diz que gravações mostram ex-presidente tentando obstruir Justiça.

São Paulo 31 MAR 2016

Juiz Sérgio Moro se desculpa por divulgação de áudios de Lula e Dilma.

Depois de ter tomado uma das decisões mais controversas da Lava Jato - a divulgação dos grampos telefônicos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 16 de março, incluindo uma conversa dele com a presidenta Dilma Rousseff -, o juiz federal Sérgio Moro pediu desculpas pela "polêmica" causada. Em ofício enviado nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), o magistrado, responsável pelos processos da operação na primeira instância em Curitiba, afirmou que “jamais" foi sua intenção "provocar tais efeitos", em provável referência aos protestos contra o Governo engrossados após a divulgação dos áudios na TV. Mais à frente, Moro afirma que a retirada do sigilo dos grampos não teve como objetivo “gerar fato político-partidário, polêmicas ou conflitos”. Na peça, ele também admite que pode ter “se equivocado em seu entendimento jurídico” com relação à divulgação das conversas contendo autoridades com foro privilegiado. Moro isenta Dilma de qualquer intenção criminal (...)

SE O PRÓPRIO JUIZ MORO ADMITE que pode ter se equivocado ao grampear e divulgar audio da Presidente da República, quem somos nós para discordar...

Anônimo disse...

Teori reafirma ilegalidade dos grampos e abre porta para investigar Moro:

14/06/2016

Jornal GGN - Ao enviar ao juiz Sergio Moro as investigações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal (STF), reafirmou a ilegalidade dos grampos de Lula com Dilma Rousseff.

Na página 8 da decisão, Teori contraria tanto a tese defendida por Moro, quanto pelos procuradores da Operação Lava Jato, de que a captura dos áudios de um detentor de foro privilegiado teria sido uma consequência do "acaso" - teoria também endossada pelos ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux.

Além de apontar a violação da responsabilidade da Suprema Corte para julgar casos referentes a políticos - que possuem foro privilegiado -, o ministro também enfatizou o "grave" erro de Sergio Moro ao "fazer juízo de valor" sobre as "referências e condutas" de políticos e, "mais ainda" ilegal, expõe Zavascki, foi o juiz de primeira instância retirar o sigilo dos áudios interceptados.

Com isso, o ministro do Supremo determinou que "está juridicamente comprometida" a decisão de Moro de abrir o sigilo dos grampos e de considerar "válidas" as interceptações, adiantando, assim, juízo de valor em tema que não é de sua competência.

O trecho anulado foi a conversa em que Dilma diz a Lula que estava lhe enviando o termo de posse como ministro da Casa Civil para ele "usar apenas em caso de necessidade". Á época, Moro adiantou-se e entendeu que seria uma atuação do Planalto para interferir nas investigações, ao nomear Lula na equipe ministerial, supostamente trazendo a ele o chamado "foro privilegiado", no qual o ex-presidente só poderia ser julgado pela Suprema Corte.

As decisões de Teori Zavaski, que mais uma vez colocam em xeque a atuação de Sergio Moro, que negligenciou o artigo 29 do CPP (Código Código Processo Penal). O Decreto Lei 3689/41 prevê que se juízes tomarem conhecimento de prática de crime, devem enviar ao Ministério Público Federal, responsável por entrar com pedido de denúncia para ação penal.

Como o ministro tomou a decisão em resposta a uma reclamação da presidente afastada Dilma Rousseff, que tinha como objeto específico a gravação das conversas entre ela e o ex-presidente Lula após a determinação de encerramento das interceptações, Teori não determinou a investigação da conduta de Moro, apesar de criticar no despacho.

Tampouco determinou a nulidade de todos os grampos feitos por Moro envolvendo Lula.

Por outro lado, ao anular o trecho de Dilma e enviar ao juiz da Vara Federal de Curitiba os autos que investigam o ex-presidente, Zavascki teve a precaução de determinar que uma cópia dos autos e todo o conteúdo interceptado - e, com isso, não somente envolvendo Dilma - ficará mantida na Procuradoria-Geral da República.

Isso porque um pedido de inquérito PGR (Inq, 1989), tramitando no Supremo e ainda não analisado, busca apurar o suposto crime de interferência nas investigações da Lava Jato por autoridades com prerrogativa de foro.

Mas, além, abre portas para um pedido de investigação da conduta de Sérgio Moro na Lava Jato, sobre os grampos, a falta de competência do magistrado para investigar e julgar políticos, e medidas controversas adotadas no curso das apurações.

SE O STF DIZ QUE O AUDIO da Presidente é ilegal é justo que quem provocou essa ilegalidade seja punido na forma da Lei. Ou a Lei não se aplica a todos?

Anônimo disse...

Agora o Moro deve estar tomando whisky importado com o Aécio Mineirinho.

Anônimo disse...

Esses alunos que foram para Alemanha estudar com o dinheiro público, recurso esse tirado do suor do trabalhador. Eles esqueceram que aqui no Brasil proliferou a miséria em todos os sentidos. 12 milhões de desempregados, saúde precária, educação vergonhosa. Poderia citar inúmeros problemas que a corrupção e os corruptos deixou no Brasil. Isso é um câncer e deve ser extirpado o mais rápido possível, e devemos apoiar a pessoa que se propuser tomar essa atitude, mas deve ser feito.

Anônimo disse...

O País tem direito à lista e à delação da Odebrecht, por Tereza Cruvinel:

DOM, 11/12/2016 - do Brasil 247

Quando divulgou a conversa ilegalmente grampeada entre Lula e Dilma, o juiz Sergio Moro alegou “interesse público” no assunto. Acrescentou que os governados têm o direito de saber o que fazem (inclusive na intimidade) os governantes. Os mesmos argumentos , e muitos outros, podem ser invocados pela sociedade para exigir a divulgação da “lista da Odebrecht”, contendo mais de 300 nomes de políticos que receberam “capilés” da empreiteira, logo posta sob sigilo por Moro. Por que nela há pessoas “com foro” ou porque ela não atende a seuis critérios de seletividade? Da mesma forma, a sociedade tem direito de exigir do Ministério Público que aceite a proposta da construtora para uma “colaboração definitiva”, afastando a suspeita de que a recusa se relaciona com a amplitude do esquema de financiamento partidário-eleitoral que a Odebrecht planejava desnudar.

O desinteresse de Moro e dos procuradores pelas revelações da construtora transpareceu já na noite de terça-feira, conforme registrou este blog. O Jornal Nacional , ao noticiar a Operação Xepa, que fez buscas e apreensões em várias unidades da Odebrecht, destacou trechos da nota pública da empresa, passando ligeiramente sobre o trecho em que afirma não ter a construtora “responsabilidade dominante” pelos fatos apurados e pela existência de “um sistema ilegítimo e ilegal de financiamento do sistema partidário-eleitoral”. A seguir, William Bonner informa que “nossos repórteres” ouviram do Ministério Público que tal acordo não havia sido assinado e que seria analisado segundo as prioridades da Operação Lava Jato. O desinteresse do Ministério Público confirmou-se nesta quarta-feira logo que começaram a ser divulgados nomes da oposição que figuram na lista da Odebrecht, tais como Aécio Neves, José Serra, Rodrigo Maia e Eduardo Cunha, para ficar só em quatro importantes lanceiros do impeachment. Moro colocou o material sob sigilo e os procuradores praticamente descartaram a delação da Odebrecht.

A sociedade tem o direito de conhecer este “sistema ilegal e ilegítimo” de financiamento do conjunto de partidos que a representa. Quando diz que não tem “responsabilidade dominante” por sua existência, a Odebrecht diz implicitamente que não o criou sozinha, que ele não nasceu agora, nos governos do PT, que ele envolve um conjunto de empresas e partidos, enfim, que este é o sistema político-eleitoral que temos, fomentador da corrupção. A lista contém informações que remontam aos anos 1980. Se o objetivo é passar o país a limpo, tal sistema precisa ser conhecido para ser desmontado e substituído. Moro, em seu já muito citado artigo sobre a Operação Mãos Limpas da Itália, refere-se à necessidade de “deslegitimação” do sistema partidário que lá estava fortemente associado à corrupção. Já a Lava Jato parece querer deslegitimar apenas uma parte do sistema partidário, composta pelo PT e partidos aliados.

A divulgação da lista iluminaria uma parte do porão. Mas a “colaboração definitiva”, expressão cunhada pela Odebrecht para indicar a disposição de seus dirigentes de falar tudo o que sabem, e certamente sobre todos, é fundamental para o completo desvelamento do esquema. Na colaboração eles não apenas citariam nomes mas apontariam mecanismos operacionais ainda não de todo conhecidos. A parte ainda lúcida da sociedade, que não se deixou cegar pelo ódio, que mesmo não gostando do PT percebe a seletividade do processo, tem o direito de conhecer a lista e as revelações da Odebrecht. Depois do desgaste com as ilegalidades cometidas contra Lula, Dilma e outros políticos grampeados, a Lava Jato faria bem em afastar as evidências de que seu propósito não é uma faxina mas sim uma chacina política.

Unknown disse...

Pau nesta esquerdalha canalha...Moro, ações neles!!!

Anônimo disse...

ESTE MINISTRO EH UMA SEM VERGONHA COVARDE DEVERIA SER PROCESSADO POR CALUNIA E DIFAMAÇAO

Anônimo disse...

Parabéns Aragão por denunciar as violações ocorridas nos processos da lava-jato. Os juízes não estão acima da lei e se a violam se igualam aqueles que estão julgando.

Não se vergue aos lambe botas que ficam idolatrando falsos ídolos ou messias.

Seria bom se lessem e entendessem a obra de Nietzsche "Assim falou Zaratrusta", talvez assim se libertassem desse colonialismo e messianismo barato que nos levou a este caos.

Não existe salvador da pátria.

Anônimo disse...

Vamos ligar os fatos. Houve delação de um alto dirigente da Odebrecht citando meio mundo de políticos. A lista foi vazada e agora comenta-se que querem anular a delação em virtude desse vazamento. Ora, está difícil de descobrir quem foi o autor? Olha aí as impressões digitais. Elementar, meu caro watson...

Anônimo disse...


Eu quero ver o que vai fazer o PGR!!