STF afasta Renan da presidência do Senado.

Ontem, nas ruas, o povo gritou "Fora, Renan !"

O ministro Marco Aurélio Mello acaba de afastar o senador Renan Calheiros da presidência do Senado.

O ministro disse que, por ser réu, o senador não pode estar na linha de sucessão do presidente da República.

O ministro atendeu pedido da Rede.

"Defiro a liminar pleiteada, afastando não do exercício do mandato de senador, mas do cargo de presidência do Senado", sentenciou Marco Aurélio.

Na semana passada, por oito votos a três, o STF transformou Renan em réu.

10 comentários:

Anônimo disse...

Antes tarde do que nunca. Parabéns Ministro Marco Aurélio, sua decisão veio ao encontro da Sociedade. Não seria mais possível tanta afronta ao povo brasileiro manter esse parlamentar na presidência do Senado. Não sei o que é pior para o Senado se Renan Calheiros ou Jorge Viana do PT. Os iguais permanecem na presidência.

Anônimo disse...

Já pensou seu Maria Louca se nós tivéssemos comido mais alfafa??? hehehe....

Anônimo disse...

Polibio, qual partido vai tomar providência com relação ao Presidente da Câmara dos Deputados? O cargo de Presidente da Câmara é de brasileiro nato e o Deputado Rodrigo Maia é chileno.

"Art. 12
(...)
§ 3º - São privativos de brasileiro nato os cargos:
I - de Presidente e Vice-Presidente da República;
II - de Presidente da Câmara dos Deputados;
III - de Presidente do Senado Federal;
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;
V - da carreira diplomática;
VI - de oficial das Forças Armadas.
VII - de Ministro de Estado da Defesa (acrescido pela Emenda 23/99)"

Anônimo disse...

A meu ver foi a segunda melhor notícia do ano. Só não supera o Impeachment da Dilma.

Anônimo disse...

Isdo tem cheiro de feijão queimado e podre.

Anônimo disse...

BLOG DO JORNALISTA POLIBIO BRAGA....


5 mil gritam "Fora Renan", defendem a Lava Jato e evitam "Fora Temer" em Porto Alegre

Pelo menos 5 mil pessoas ocuparam as duas pistas da avenida Goethe, no trecho entre as ruas Mostardeiro e 24 de outubro, todas elas protestando contra as maiorias da Câmara e do Senado que se colocaram ao lado da corrupção, conforme ficou demonstrado na votação de quarta-feira de madrugada, quando foi aprovada a Lei da Intimidação. É número suficiente para o primeiro ato público de rua, chamado durante o governo Temer para aprofundar as consignas de 2014 e o clamor pelo impeachment de Dilma Roussef. Em Porto Alegre, o centro nervoso da concentração do Parcão, onde saiu o evento, foi um caminhão de som do MBL, desaparecido dos demais Estados. As consignas desta tarde foram gritos de guerra contra os corruptos mais conhecidos, com ênfase para Renan Calheiros, Lula e Dilma. O apoio à Lava Jato e sobretudo ao juiz Sérgio Moro, pautou os discursos, cartazes e gritos da multidão. Um grupo poderoso de gente do Ministério Público, todos de preto, marcaram presença diante do caminhão de som. Ninguém gritou Fora Temer. Os manifestantes deixaram claro que o problema principal não é o presidente Temer, de quem se espera mais.

Os líderes do MBL, que há apenas um mês apoiaram valentemente a eleição do prefeito Marchezan Júnior, não quiseram ler os nomes dos deputados que votaram com os corruptos, entre os quais o próprio tucano, que é deputado federal. Em outras cidades, a lista dos votantes foi exibida para conhecimento dos manifestantes.

O ato público de Porto Alegre começou as 15h e terminou as 17h.

TEM OUTRO POST NO BLOG, onde o editor aparece. Então se o editor estava no Protesto, por analogia também gritou "fora Renan", ora o Ministro do STF MARCO AURÉLIO apenas "ouviu" as vozes da Rua? Ou é mentira?

AGORA O SENADO está em boas mãos do PT, Senador Jorge Viana que não responde e nem é indiciado em processo no STF. Vai botar ordem na casa.

Anônimo disse...

Estranho, o ministro que já há um bom tempo vem defendo as causas petralhas, acha que o Renan não pode exercer a presidência do senado mas pode continuar senador!

Anônimo disse...

JUSTIÇA BLOQUEIA R$ 38 MI DE BRAÇO DIREITO DE TEMER:

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O juiz Leonardo de Araújo Costa Timiati determinou o bloqueio de R$ 108 milhões em bens do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de mais cinco sócios dele em duas fazendas localizadas no Parque Estadual Serra Ricardo Franco, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, por degradação ambiental; os montantes bloqueados devem servir para a recuperação das áreas degradadas; a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso identificou o desmate irregular de 82,75 hectares na Fazenda Paredão, sem autorização ou licença ambiental; já na Fazenda Cachoeira foi constatado o desmatamento irregular de 735 hectares na área rural, sem autorização ou licença expedida pela secretaria.

5 DE DEZEMBRO DE 2016

247 - O juiz Leonardo de Araújo Costa Timiati determinou o bloqueio de R$ 108 milhões em bens do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de mais cinco sócios dele em duas fazendas localizadas no Parque Estadual Serra Ricardo Franco, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, por degradação ambiental. As decisões foram dadas no dia 30 de novembro. Conforme o magistrado, os montantes bloqueados devem servir para a recuperação das áreas degradadas.

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso identificou o desmate irregular de 82,75 hectares na Fazenda Paredão, sem autorização ou licença ambiental. Por causa dos danos, o magistrado mandou bloquear R$ 69.896.312,85 em bens do ministro e de outros seis sócios dele.

Já na Fazenda Cachoeira foi constatado o desmatamento irregular de 735 hectares na área rural, sem autorização ou licença expedida pela secretaria, além do uso de ocupação do solo em desacordo com o Sistema Nacional de Unidade de Conservação (Snuc). Por causa da devastação, foi lavrado pela secretaria um auto de infração, segundo a decisão. Pelos danos ambientais causados nessa área, o juiz determinou o bloqueio de R$ R$ 38,2 milhões em bens do ministro e de outras quatro pessoas.

Na decisão consta que, conforme o Cadastro Ambiental Rural (CAR), Padilha e os outros são proprietários da Fazenda Cachoeira.

PADILHA É O próximo a ser traído pelo traira, três já dançaram: Cunha, Geddel e Renan.

ganhatudo disse...

O correto, no meu entender, especificamente neste caso, seria declarar o Renan impedido de exercer o cargo de Presidente se ista possibilidade viesse a ocorrer e neste caso ceder a vez ao seguinte na limha de sucessão, a Presidente do STF.

Anônimo disse...

Cristo foi condenado pela multidão que gritava na frente do PÕncio Pilatos, nem sempre a voz do povo é a voz de Deus.....