PF indicia ex-presidente do BNDES e mulher de Pimentel

Luciano Coutinho e o casal Pimentel.

Em relatório encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito da Operação Acrônimo, a Polícia Federal concluiu que o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), atuou com o auxílio do ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Luciano Coutinho para favorecer o Grupo Casino ao não liberar empréstimo para viabilizar a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour. Na época dos fatos investigados, Pimentel chefiava o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e presidia o Conselho de Administração do banco público.
Segundo a PF, Pimentel e Coutinho se articularam para impedir a concretização de um empréstimo do BNDES para o empresário Abilio Diniz, que na época buscava apoio do banco público para a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour. Em fevereiro de 2011, Diniz apresentou o projeto de fusão a Coutinho, que teria autorizado a realização de estudos técnicos sobre a operação. À época, Diniz e os franceses do Grupo Casino disputavam o controle do Pão de Açúcar.

A PF aponta no relatório que o Casino, contrário à compra, teria efetuado pagamentos para uma empresa que cedeu 40% dos valores à mulher de Pimentel, Carolina de Oliveira. Para os investigadores, o repasse seria uma contrapartida à inclusão de uma cláusula em desfavor de Diniz.

A cláusula tratava da obrigatoriedade do Pão de Açúcar não possuir qualquer disputa judicial com os franceses para poder ter acesso ao dinheiro do BNDE

18 comentários:

Alberto disse...

E nos bastidores Vampirão Temer prepara as asas da liberdade na base de emendas, acordos, promessas de $$$, e nós pagando a conta...

Anônimo disse...

JURISTA DIZ QUE STF SE OMITE DIANTE DE NOVAS VIOLAÇÕES DE TEMER
Wilson Dias/Agência Brasil
"O Governo Federal vem atacando direitos fundamentais de maneira clara e aberta, beneficiando-se da conivência do Supremo. Diante da flagrante inconstitucionalidade das últimas medidas, a questão do trabalho escravo e da expansão da competência da Justiça Militar não tardarão a bater novamente às portas do tribunal", escreve a jurista Juliana Cesario Alvim Costa
22 DE OUTUBRO DE 2017 ÀS 12:54 // TV 247 NO YOUTUBE Youtube

Anônimo disse...

Por falar em gente da esquerda, recomendo aos nossos amiguinhos que ainda acreditam nessa mherda, que leiam "Uma vida em seis tempos", de Leôncio Basbaum (só em sebos). Foi um comuna honesto e dedicado. Doou sua vida ao Partidão. Fudeu-se todo, explorado que foi.

Anônimo disse...

Quem era o LLadrão chefe dele ?!!

Anônimo disse...

Esquerdalha não lê, só absorve o que já vem mastigado pelos "intelectuais"...

Unknown disse...

Até que enfim este crápula é indiciado!!!

Anônimo disse...

PASSE URGENTE, anonimo das 22 de outubro de 2017 21:41, também as 21:55, no CAIXA da PETROBRAS para devolver o DINHEIRO desviados que recebestes! ANTES que a PF chegue primeiro.



Anônimo disse...

Infelizmente vai parar por aí, indiciamento.

PF faz um trabalho exemplar mas as orcrin's mandam no resto e nada dá.

jorge.alves ribeiro disse...

Esse ex-presidente do BNDES já deveria ser indiciado há muito tempo.

jorge.alves ribeiro disse...

Esse ex-presidente do BNDES já deveria ser indiciado há muito tempo.

Anônimo disse...

Bem feito pro Abílio. Quem mandou fazer chazinho para receber a guerrilheira?

Anônimo disse...

Fundador do MBL faz apologia ao tráfico, ao sexo grupal e ataca símbolos religiosos. Será alvo de protesto?

Mauro Donato - 23 out 2017 - DCM

O grupo fascistóide MBL, responsável pela onda moralista que já causou o fechamento da Queermuseu, o cancelamento de peças de teatro e instaurou um clima de paranóia em museus e patrocinadores acarretando em prejuízo e paralisações no meio cultural, poderia, em favor da coerência, pregar o boicote e até mesmo a extinção da banda Bonde do Rolê.

O líder do conjunto, Pedro D’Eyrot, é um dos fundadores do MBL. Esteve lá em Brasília, ao lado de seus coleguinhas kataguiris e também de Eduardo Cunha, botando pilha no golpe ao lado do grupo que arrota moral e bons costumes.

Mas seu lado artístico não coaduna com os ‘valores da família brasileira’.

Para convidar as pessoas a assistirem o clipe de sua música Vida Loka, ele postou nas redes sociais: “Vai ser o vídeo mais putanheiro e subversivo de toda a história dessa banda. Vai decorando a letra ‘Eu e meus amigo vamo abri uma padaria; não vai vendê pão pronto, só vai vendê FARINHA”.

De fato, a letra só fica nisso, e mesmo sucinta pode ser entendida como apologia ao tráfico, certo?

No vídeo sucedem-se cenas de ‘putaria’, consumo de drogas, sexo explícito, beijos entre gays, a dois, a três, festas de orgias.

Em determinado take, o anticorrupto Pedro D’Eyrot cospe no rosto de uma garota. O vídeo é proibido para menores no Youtube.

Em seus shows ao vivo, o Bonde do Rolê leva símbolos religiosos (católicos, veja você, amigo TFP) ao palco para servirem de cenário em atos libidinosos.

D’Eyrot (esq.) com os amigos do MBL em audência na Câmara
Quando esteve mais prolixo e conseguiu traçar mais do que as 3 linhas de Vida Loka, Pedro escreveu a letra de Tieta (até para dar título às músicas ele demonstra a que veio):

“Malandro tá ligado, cu de bêbado não tem dono

Deu mole no peludo eu viro, pego e como

Na hora do buraco eu não vejo diferença

Essa história de boiola pra mim é tudo crença

Se deu mole com a rosca

Chega aqui e leva vara

Vô entra até fedê merda

Cu é tudo igual, é buraco e rodela

Vale mais dois cu que uma buceta”

Como se vê, essa Tieta não tem nenhuma ligação com Jorge Amado ou Caetano Veloso.

Pedro D’Eyrot também poderia esclarecer se sente algum desconforto quando participa de festivais que recebem dinheiro da Petrobras, via Lei Rouanet, como o festival Bananada, produzido pela ‘A Construtora Música e Cultura’.

Nada menos que R$ 2,5 milhões foram captados para a edição que teve a participação do Bonde.

Por fazer parte da turma que tem na ponta da língua discursos mirabolantes de crítica a Chico Buarque e demais artistas ‘de esquerda’ que ‘mamam nas tetas’ de estatais, Pedro e companhia não deveriam ser fiéis ao liberalismo?

Não acham um despropósito utilizar dinheiro público para injetar em sem-vergonhices de artistas vagabundos?

Onde está a defesa do casamento e da família tradicionais, a proteção a crianças, adolescentes e jovens, cadê a luta contra o sexo pervertido e contra a ideologia de gênero?

Essa turma do MBL não vale o que come.

Anônimo disse...

L. Carlos Prestes.

Anônimo disse...

Lula lidera entre católicos e evangélicos, mas manipulação da Folha faz parecer o contrário:

23/10/2017 - 10:56 - Cíntia Alves

Jornal GGN - Folha de S. Paulo manipulou a última pesquisa Datafolha duas vezes para fazer parecer que a candidatura de Lula vem caindo entre um segmento da população: o que se declara evangélico. Mas os dados do estudo mostram o contrário: Lula lidera a disputa para 2018 mesmo neste nicho, deixando para trás Jair Bolsonaro, Marisa Silva e João Doria.

A primeira manipulação de Folha ocorre no título e no primeiro parágrafo da matéria "Evangélicos impulsionam Bolsonaro e Marina e derrubam Lula, diz Datafolha".

O título dá a entender os candidatos do PSC e Rede crescem enquanto Lula cai numa avaliação em que só o nicho evangélico é levado em consideração. Mas a afirmação é desmentida pelos dados da pesquisa Datafolha do final de setembro.
Entre evangélicos, Lula tem 32% das intenções de votos, seguido por Bolsonaro (21%) e Marina (17%). João Doria aparece com 7%.

Os cenários não incluiem Ciro Gomes (PDT) nem Geraldo Alckmin (PSDB). Por outro lado, constam nomes que não chegam a 2% da intenção de votos, como o de João Amoêdo, do Partido Novo.

No cenário em que Doria não disputa pelo PSDB, a distância entre Lula e Bolsonaro cai um pouco, mas o petista ainda lidera com 29% entre evangélicos, ante os 22% do deputado do PSC e os mesmos 17% de Marina. Embora tenha ejetado Doria deste quadro, Folha não inseriu pontuação possivelmente angariada por Alckmin.

Mesmo diante dos números, Folha força a barra e diz que "Bolsonaro e Marina disparam na preferência evangélica, com pelo menos 21% e 17% das intenções de voto, respectivamente."

O Folha fez para passar a impressão de que Lula foi "derrubado" nessa pesquisa foi comparar os índices do ex-presidente na pesquisa de opinião em nível nacional (onde ele aparece com 35% das intenções de voto) com essa pesquisa que só leva em conta o eleitorado que se disse evangélico (onde Lula, mesmo assim, lidera com 29%, de acordo com a própria Folha). Ou seja, uma diferença de 3 pontos percentuais entre duas pesquisas completamente distintas deu à Folha a licença poética de cravar que o "conforto" do petista em 2018 "vai minguar um bocado".

A segunda manipulação de Folha consiste em recortar e dar destaque ao nicho evangélico, que representa 32% da população brasileira, quando os católicos ainda são maioria: 52%.

Também entre católicos, Lula lidera a corrida presidencial para 2018. Curiosamente, com ainda mais vantagem do que entre os evangélicos. Nesse segmento, o petista tem preferência de 40%, seguido por Bolsonaro (13%), Marina (12%) e Doria (7%). Quando Doria não está no páreo, Lula continua com 40%, Bolsonaro fica com 14% e Marina, 11%. (...)

Anônimo disse...

TRIO DE TRAMBIQUEIROS .!!!

Anônimo disse...

Datafalha e merda é a mesma coisa tem que dar um balão de oxigênio para o lula da uti, porque sabem que será vergonhosamente derrotado. Nós queremos Lula como candidato para Bolsonaro patrolar e humilhar esse bandido.

Anônimo disse...

Turma de Dallagnol não entrega originais de documentos questionados por Lula:

23/10/2017 - 16:45

Jornal GGN - Os procuradores de Curitiba não possuem os originais de documentos que a defesa de Lula questionou em um incidente de falsidade. A informação consta em uma resposta oficial [em anexo] encaminhada por Deltan Dallagnol ao juiz Sergio Moro no último dia 20. Segundo o líder da força-tarefa da Lava Jato, os originais estão em um banco de dados na Suécia, onde supostamente a Odebrecht mantém registros de pagamentos de propina.

"(...) informa o Ministério Público Federal que os documentos constantes do evento 999 da Ação Penal, como já exposto por diversas vezes, foram extraídos diretamente de cópia dos discos rígidos relacionados ao sistema 'Drousys', fornecidos pela Odebrecht S/A. que se encontravam armazenados em servidor localizado na Suécia - cf. Relatório Técnico n' O11/2017-SPEA/PGR (evento lO, OUT2, destes autos) e Relatório de Análise n' 7/2017 (evento 999. ANEX02)", escreveu Dallagnol.

Os documentos questionados pela defesa de Lula são dois recidos bancários idênticos, porém, assinados de maneiras diferentes - um dos papéis, apresentado pelo Ministério Público, tem duas assinaturas, ao passo em que a outra versão, de Marcelo Odebrecht, possui apenas rúbrica.

Moro determinou que a turma de Dallagnol informasse "se ainda existem os documentos originais, antes da digitalização e inserção no sistema de contabilidade paralela da Odebrecht. Ee, se positivo, para que os apresentem na Secretaria do Juízo em cinco dias."

O incidente de falsidade de Lula contra a Lava Jato foi apresentado antes de um pedido formal, por parte de Dallagnoil, para que a defesa do ex-presidente entregasse as versões originais de comprovantes de pagamento de aluguel devido a Glaucos da Costamarques. A defesa informou a Moro que possui os originais e pediu algumas providências para entregá-las. Moro negou e determinou a apresentação no prazo de 48 horas, que já expirou.

Anônimo disse...

Para Moro, mídia deve ser usada "independentemente da culpa" do investigado:

23/10/2017

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro admitiu ao Estadão, ainda que indiretamente, que a operação Lava Jato expõe os investigados na mídia "independentemente da culpa", apenas para "contrabalançar" o suposto "poderio" ou influência que essas figuras poderiam exercer com o intuito de fugir do processo.

A declaração foi dada em entrevista divulgada nesta segunda (23), para promover um fórum sobre Lava Jato e Mãos Limpas promovido pela Estadão. Moro vai palestrar nesse evento, ao lado do procurador de Curitiba Deltan Dallagnol e de magistrados italianos.

Na entrevista, Moro foi questionado sobre como a Mãos Limpas se diferencia da Lava Jato. Ele respondeu apontando os fatores imprensa e opinião pública como o possível ingrediente do sucesso da operação brasileira. É quando ele sugere que se o Judiciário não agir para "contrabalançar" o poderio dos investigados, estes últimos tentarão intervir para "gerar impunidade".

"A Mãos Limpas ilustrou que, sem o apoio da imprensa e da opinião pública, é muito difícil a condução de processos contra criminosos poderosos. Estes têm poder político e econômico que pode ser utilizado indevidamente para gerar impunidade, independentemente da culpa", disparou. "Então, é necessário contrabalançar esse poderio, não só com a ação firme da Justiça, mas com o apoio da opinião pública", disse Moro.

Leia a entrevista completa aqui. (...)