Saiba de que modo o TCE do RS buscou mais proximidade com os gestores do interior do RS

O TCE do RS está classificado como o primeiro em transparência no Brasil. A avaliação é da Estrutura Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem, de Dinheiro, Ministério da Justiça.

Ao lado, o presidente atual do TCE, Marco Peixoto.

Muito pouca gente sabe, mas o Tribunal de Contas do RS, TCE, possui não apenas instalações físicas, mas também pessoal em oito cidades do interior, que escolheu como seus braços regionais, tocando suas atividades mais perto dos gestores municipais. Uma nova unidade regional, a nona do interior, sairá antes do final do ano, em Osório, abrangendo todo o Litoral Norte. Muitos profissionais lotados nas regionais acabam sendo chamados para a Capital. Um dos casos mais conhecidos é o do conselheiro Cesar Miola, que foi presidente do TCE na gestão anterior a de Marco Peixoto. As reuniões complementam ferramentas como o Gabinete das Cidades e até mesmo a Escola Superior de Gestão e Controle (este ano, 1.200 diretores de escolas fizeram seus cursos de gestor). O Índice de Efetividade da Gestão Municipal é outra ferramenta de mensuração da efetividade das políticas públicas municipais.

O TCE do RS, 80 anos de existência, possui 800 servidores e orçamento anual de R$ 460 milhões, atendendo os 495 municípios do RS (Prefeituras, Câmaras, órgãos municipais e estaduais). Este ano, oito encontros regionais já reuniram 3 mil prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e gestores municipais de diversas áreas. Mais dois encontros estão programados: Caxias, e Passo Fundo, nos dias 6 e 22 de junho.

Outra novidade deste ano foi a implementação do Gabinete das Cidades, que é pioneiro no gênero, no Brasil.

Nota do editor - O editor convidou-se e visitou o TCE durante duas horas, segunda-feira à tarde.