segunda-feira, 17 de abril de 2017

Calçadistas vão a Padilha para manter desoneração da Folha

O setor calçadista brasileiro vai amanhã a Padilha para se queixar. 

O editor conversou com industriais e exportadores gas´puchos de calçados, que estão inconformados com a reoneração da Folha do setor, alegando que o governo Dilma Roussef só implementou o benefício depois que a indústria calçadista comprovou avanços nas exportações e na ampliação de postos de trabalho.

"Fomos piloto desse tipo de política, junto com o ramo de confecções, mas agora somos penalizados", disse ao editor o diretor da Bibi Calçados, Rosnei Alfredo da Silva.

Depois dos dois ramos, 600 outros entraram na lista, que virou uma gandalha só.

Os calçadistas também reclamarão da política cambial, jáque o dólar a R$ 3,10, irreal, prejudica as exportações. Os industriais querem dólar a R$ 3,40.

6 comentários:

Anônimo disse...

Além de condições especiais de tributação querem definir o câmbio para garantirem seus lucros!

Capacidade e competência para que, se o Estado sempre foi paternalista e protecionista com eles!

Anônimo disse...

só levando propina para o Quadrilha, pois esse lacaio é movido a propina,,, e o editor que fala calma e mansa quando os corruptos são do lado dele....hipócrita.

Anônimo disse...



Se o argumento do Governo foi o de manter a desoneração para os setores que meias empregam , tinha que ter começado pelo setor calçadista!

É o setor de maior densidade de mão de obra no Brasil. Mas será que o Governo está preocupado com empregos?

Anônimo disse...


A maioria dos políticos somente se movimentam a favor de uma causa por votos ou propina.

João Paulo da Fontoura disse...


+++ Foi um erro da política econômica do PresiDANTA Dilma; Não tem como, não há salvação, TODOS temos que contribuir com a parcela da Previdência. Desonerar a folha de pagamento neste item, pode haver boa intenção, mas não funciona. Jamais seremos competitivos na indústria de calçado popular (a não ser calçado de luxo, aquele com valor agregado maior!). Resolvendo o problema da indústria da ação trabalhista, já é um grande passo. Não dá para alguém trabalhar um anos, ganhar um total de 15 mil reais, e entrar com uma ação pedindo (e ganhando!!! - incrível!!!) 50 mil reais. Isso é o que quebra a indústria de calçado. O governo em hipótese alguma deve meter-se na questão da paridade cambial. Dólar, ao fim e ao cabo é uma mercadoria, deve ser regulado - sempre - pelo mercado. Fora disso, tragédia logo ali na frente. Abraços.

Anônimo disse...

Esses aí torcem para q a economia vá pro brejo e o Real fique bem desvalorizado...e imposto bem baixinho...Não pensam duas vezes em arredar o pé do RGSul...e se mandar para o nordeste.