Artigo, Mário Mendes, Veja - Oh, que delícia de greve!

Observando o ribombar de comentários, opiniões e convocações para a Greve Geral marcada para essa sexta, 28 de abril. Tem a turma do “vamos mudar o Brasil”, a turma do “deixa disso”, a turma do “no passaran“, a turma dos “fiéis dos Santos dos Últimos Dias” – aquela que entende os motivos dos que não apoiam o movimento mas não perdoa uma falseta e te esfolará vivo, alegremente e com grande entusiasmo, no dia da vitória da Revolução – e a turma do “contra tudo que está aí” – a salvação dos sem bandeira.

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O pequeno manual de comportamento grevista avisa, entre outras coisas, que não se deve ir “à restaurantes de qualquer espécie” – melhor deixar para outro dia conhecer aquele vegano hispter,  que dizem ser tão simpático, na Zona Oeste de SP – a “qualquer shopping mesmo que seja só na praça de alimentação” – não diz nada sobre o cinema e o combo balde de pipoca + refri 1 litro – nem “abastecer seu carro justo nesse dia”, ir “à academia” nem “à faculdade”. Quer dizer, nem pensar naquela azaração/ficada dos embalos de sexta à noite. Mas em nenhum momento menciona que é proibido incorporar a greve geral ao feriadão do Dia do Trabalho. Entendi que está liberado.

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7 comentários:

Cesar disse...

Cada um pensa diferente. Não sou de fazer greve, não gosto de populista socialista, não gosto do governo federal anterior e nem deste que está aí. Trabalho há 39 anos e não consigo me aposentar. Mais um jeito de calcular a minha aposentadoria e será o quarto pedágio que vou entrar na minha vida. Por conta disto hoje não vou sair de casa para trabalhar porque este governo que está aí é o mesmo que fez tudo com Dilma e Lula. Não merece nenhum crédito sobre qualquer coisa que digam sobre déficit isto ou aquilo. Não acredito em nada do que falam. Quero que saiam logo do poder e quero eleição o mais rápido possível. Do congresso nem vou digitar nada sobre ele porque todos aqui sabem o que eles fazem.

Anônimo disse...

Cesar, ignorante!

Incoerente, não gosta de populista socialista e nem de políticos.Sem políticos temos autoritarismo, ditadura;

Se trabalhastes 39 anos e não está aposentado é porque és realmente um ignorante, nada sabia ou nunca quiseres saber sobre suas contribuições previdenciárias. Mesmo que soubesse, assim se espessa: "não acredito em nada que falam"

Queres eleições o mais rápido possível mas provavelmente votastes pelo presidencialismo em 1993 contra o parlamentarismo, que aí sim teríamos retorno as urnas rapidamente.


Anônimo disse...

Perfeito César, parabéns.
Nessa briga só quem se ferra é o trabalhador honesto, que cumpre seu dever.

Anônimo disse...

MÍDIA GLOBAL DESTACA A GREVE GERAL QUE OS NACIONAIS ESCONDERAM:
Enquanto a mídia nacional tentou esconder ou minimizar a greve geral contra as reformas previdenciária e trabalhista que deixou o país em letargia nesta sexta-feiira (28), a mídia internacional deu destaque ao movimento que ganhou as ruas do país; jornais como El País, Clarín, BBC, The Wall Street Journal e Deusth Welle destacaram a paralisação em suas páginas na internet; "Os sindicatos decidiram desafiar (o presidente Michel Temer) nas ruas e nesta sexta-feira o submetem a uma prova de fogo com a convocação de uma greve geral que encontrou apoio inesperado além das tradicionais alas da esquerda", diz o espanhol El País; "Em São Paulo - maior cidade do país - a maioria dos ônibus e das linhas de trem e metrô não estão operando. Poucas pessoas estão nas ruas e a sensação é que de hoje é feriado", destaca a BBC

Anônimo disse...

Doria, que chama trabalhador de ‘vagabundo’, foi trabalhar de helicóptero. Prefeito de São Paulo, que chamou de "vagabundos" e "preguiçosos" os trabalhadores que acordam às 5h, mas decidem lutar por seus direitos retirados em reformas do governo Temer, disse mais cedo que chegaria para trabalhar sem problemas porque os manifestantes "acordam tarde"; no entanto, o motivo foi outro: ele chegou de helicóptero, enquanto obrigou os servidores da Prefeitura a irem mesmo com a cidade sem ônibus, trens e metrô

Anônimo disse...

Ei, Cesar, não basta trabalhar; tem que pagar; e trabalho na firma do pai, sem registro nem contribuição não conta; e só 35 anos são necessários; há milhares de brasileiros aposentados com quarenta e poucos anos de idade. País rico é outra coisa!

Cesar disse...

Dá para se ver quem é ignorante: Não perguntou minha idade, ignora o próprio nome e ofende se escondendo. Não perguntou com que idade comecei, onde trabalhei e onde trabalho. Idéia fixa de brasileiro que responde o que pensa direto na parte mais fácil de entender. Quanto ao parlamentarismo, nem me lembro se votei porque sou ignorante. Como se o sistema de comando mudaria alguma coisa de governo neste país que o que precisa mudar são as pessoas que chamam os outros de ignorantes e os que estão no poder além de uma revisão geral na lei de gerson. Minhas contribuições estão pagas desde setembro de 1978 portanto um pouco menos de 39 anos. Faz as contas e descobre onde trabalho e porque não posso me aposentar conforme a lei. Faltam exatos 10 meses e 3 dias. Com a tua inteligência é fácil descobrir