Afonso Hamm tenta reverter desligamento da Fase B da Usina de Candiota, RS

A Fase B de Candiota será pauta da reunião agendada pelo deputado federal Afonso Hamm com o secretário de Minas e Energia, Fábio Lopes Alves e com secretário-adjunto, Ildo Wilson Grudtner, na próxima quarta-feira, 26, às 11h, em Brasília. Irá junto o prefeito de Candiota, Adriano Castro dos Santos, além do presidente do Sindicato dos Mineiros, Wagner Lopes Pinto Mineral.

A Fase B é uma das principais geradoras de energia do complexo termelétrico, com capacidade instalada de 320 megawatts. A principal atividade econômica do município é a extração do carvão mineral, que abastece as usinas. Há ambiente de insegurança diante da notícia de que o desligamento da termelétrica é iminente.

Após não ter atendido as exigências do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), emitido pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2011, a Fase B da usina foi desligada em fevereiro deste ano.

5 comentários:

Anônimo disse...

Acho muito estranho o IBAMA aplicar pesadas multas ao Complexo de Candiota em razão de questoes ambientais e fazer 'olho grosso' para a termoelétrica do Itaqui no estado do Maranhão. Enquanto o carvão gaucho e deixado de lado pelo atual governo como se vê no RS uma usina que traz carvão da Colômbia é privilegiada. Sera pelo motivo que a termoelétrica de Itaqui se localiza no Estado\Reino do ministro do meio ambiente Sarneyzinho Jr. ???? Há um cheiro de podre em tudo isso...Se as maiores reservas de carvão mineral fossem em São Paulo tenho certeza que o tratamento em relação ao mineral seria outro.

Anônimo disse...

Parabéns ao deputado Afonso Hamm pela iniciativa em prol de um segmento quevgeracrenda e desenvolvimento para milhares de familias da empobrecida Metade Sul do RS. Esse deputado nos representa !!!

Anônimo disse...

É a vanguarda do atraso forçando politicamente a manutenção do atraso em Candiota, Bagé e região.
A Fase B, assim como a Fase A, já está com a vida útil vencida. Há anos foi autuada pela descarada poluição emitida. E os equipamentos para controle de emissões nunca foram instalados. Passava a boa parte do tempo parada. A Fase C inaugurada há poucos anos também vive parada e já falam e gastar mais algumas centenas de milhões para reforma-la.
Tudo isso para queimar um carvão que daria retorno incomparavelmente maior se fosse processado em indústrias carboquímicas na região, e produzir uma energia muito mais cara que a eólica, que a vanguarda do atraso também trava na região.
Rola incompetência, corporativismo, corrupção e politicagem. A CGTEE dá prejuízos de centenas de milhões e mesmo assim os sindicalistas promovem greves para receber participação nos "lucros". E recebem!
A Politicagem para reabrir a Fase B serve para mostrar a tacanhice das forças que controlam a região, e porque esta ficou parada no tempo.

Anônimo disse...

Vanguarda do atraso é querer convencer a população que a energia eólica e a fotovoltaica são capazes de atender a demanda cada vez maior por energia, em nossa sociedade pós-moderna. Se a termoeletricidade a carvão não fosse viável a maior geradora privada do Brasil e uma das maiores do mundo não estaria construindo um complexo em Candiota (Termopampa, em Seival) com capacidade para mais de 600 MW. Se fosse verdade as maiores potêencias industriais do planeta, como Alemanha, Rússia, Estados Unidos, Austrália e Japão NÃO TERIAM A BASE DE SUA GERAÇÃO TÉRMICA NO CARVÃO MINERAL. Sobre a gaseificação é sim a solução para a geração de energia e produção de indústrias carboquímicas. As reservas de carvão no RS são imensas e despertam muita cobiça por parte de grupos privados internacionais, afinal a energia é poder e desenvolvimento, sendo INERENTE AO CRESCIMENTO DE QUALQUER SOCIEDADE DO MUNDO CIVILIZADO. Já existem pesquisas na Unipampa Bagé sobre a gaseificação do carvão com resultados surpreendentes, Se houvesse vontade política, temos condições de gerar na região da campanha muito emprego, renda e desenvolvimento !

Anônimo disse...

É uma produção de energia tão "moderna e sustentável" a empresa que está construindo a termelétrica de Seival, já quer se livrar do projeto antes de terminar a obra.