Governo corta R$ 42 bi em gastos e eleva imposto sobre folha de pagamento de empresas

O objetivo do governo federal é fechar o rombo de R$ 58,2 bilhões no orçamento para atingir meta fiscal, de déficit primário de R$ 139 bilhões, fixada para 2017.

A equipe econômica do governo Michel Temer anunciou nesta quarta-feira (29) uma série de medidas, de aumento da arrecadação e de corte de gastos, para fechar o buraco de R$ 58,2 bilhões no orçamento e tentar atingir a meta fiscal fixada para 2017, que é de déficit de R$ 139 bilhões.

As medidas anunciadas foram:
Bloqueio de R$ 42,1 bilhões em gastos públicos
Receita extra com a reoneração da folha de pagamento: R$ 4,8 bilhões
Receitas extras com relicitação de 4 hidrelétricas: R$ 10,1 bilhões
Receita extra com a equiparação da alíquota de IOF de cooperativas de crédito, com a cobrada de bancos: R$ 1,2 bilhão

Portanto, o bloqueio de gastos, hoje em R$ 42,1 bilhões, pode ficar menor mais para frente.

O ministro da Fazenda anunciou que 50 setores serão excluídos da possibilidade de pagar imposto sobre a folha de pagamentos com base em um percentual da receita bruta - que representava uma tributação menor.
Entre 2012 e 2016, a renúncia fiscal com a desoneração foi de R$ 77,9 bilhões, segundo dados da Receita Federal. Atualmente, cerca de 40 mil empresas de mais de 50 setores da economia se beneficiam do programa.

3 comentários:

Anônimo disse...

O traíra, traindo os empresários que o ajudaram a derrubar a Dilma e o PT e que sairam dizerndo que no dia seguinte a derrubada de Dilma tudo iria melhorar? Uma vez traira sempre traíra......


Anônimo disse...

É um traíra mesmo, traiu tua gangue e mandou vocês para a lata do lixo da história.

Anônimo disse...

Pacote econômico baseado em responsabilidade, ética, competência, honestidade feito no país:
- eliminação de banquetes para amigos
- eliminação de cartão corporativo
- eliminação de funcionários para ex-presidentes e ex-governadores
- eliminação de múltiplas aposentadorias recebidas por políticas
- eliminação do valor de pagamentos de pensões/aposentadorias cujo somatório for superior ao teto
- eliminação do valor de pagamentos de salários (fora da iniciativa privada) cumulativos cujo somatório for superior ao teto
- devolução dos valores roubados dos cofres públicos
- auditoria em todos os órgãos públicos
- eliminação dos planos de saúde vitalícios
- eliminação de carros oficiais
- eliminação de auxílios para aumentar salários
- diminuição das verbas de gabinete
- diminuição drástica de CC's
- cobrança dos inadimplentes
- tributação para entidade filantrópicas
- tributação para cooperativas

É muita coisa a esperar de um político brasileiro. Um pouco disto só será possível se a população começar a se importar com a política para deixar de acreditar nas mentiras proferidas diariamente por 100% dos políticos.