sábado, 25 de fevereiro de 2017

Doleiro Lúcio Funaro diz que José Yunes mente no caso Padilha

O doleiro Lúcio Funaro negou nesta sexta-feira as declarações dadas pelo ex-assessor especial da Presidência da República José Yunes à PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre um episódio envolvendo a entrega de um pacote a Yunes a pedido do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. De acordo com o seu advogado, Bruno Espiñeira, Funaro disse o seguinte:

1) Padilha não pediu nada a ele.
2) A versão de Yunes é mentirosa.

Eliseu Padilha disse em Porto Alegre que não conhece Funaro e que o caso narrado por Yunes é fantasioso.

Ele se colocará à disposição da Justiça para uma acareação com Yunes, Padilha e o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho. Funaro está preso em Brasília desde julho de 2016.

Segundo delação de Melo Filho, delator da Odebrecht,m parte do dinheiro foi entregue à campanha por meio de Yunes. O ex-assessor da presidência nega ter sido operador da campanha de Temer. À época em que a delação de Melo Filho vazou, Padilha negou participação no episódio.

13 comentários:

Anônimo disse...

Grupo Schahin pede inquérito contra Funaro por comprar juiz arbitral:

25/02/2017

Jornal GGN - Ontem (24), o Grupo Schahin pediu a abertura de um inquérito policial para a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) sobre a compra de uma decisão de arbitragem contra a empresa na CCBC por Lúcio Funaro, que está preso desde o ano passado pela Operação Lava Jato.

Segundo o grupo Schahin, a compra da decisão foi apontada em delação premiada de Alexandre Margotto, ex-sócio de Funaro. Em 2014, a arbitragem da Câmara de Comércio deu razão para Funaro, que cobrava uma indenização milionária da Schahin por um acidente ocorrido em 2008. Em 2015, a Justiça anulou a decisão.

Na delação, Margotto entregou uma troca de mensagens de celular em que diz para Funaro que eles compraram o relatório. O ex-sócio de Funaro disse que foram pagos R$ 750 mil pela sentença favorável.

Também nesta sexta-feira, Funaro foi citado em entrevista de José Yunes, advogado e amigo do presidente Michel Temer. Yunes disse que Funaro retirou um envelope em seu escritório a pedido de Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil. ...

PS:Quem compra juiz arbitral, tem moral para desmentir alguém?

Anônimo disse...

Senhor editor:
Essa coluna tem por título:
Faça um comentário.
Logo,notícia colada não é comentário.
Ante o exposto,requeiro que V.Sª.se digne em não publicar notas que não sejam
opiniões anônimas,mas sim coladas de outros.
N.T.
P.D.
Anônimo.

Anônimo disse...

Padilha para presidente!
Kkkkkk

Anônimo disse...

Não há dúvidas que estamos frente a uma guerra de facções.

Anônimo disse...

Padilha é a cara do PMDB.
Cada semana aparece uma roubalheira nova

Anônimo disse...

Como Temer e Padilha caíram na armadilha de Cunha:

25/02/2017 - Brasil 247

Jornalista Andrei Meireles, do site Os Divergentes, questiona "o caminho tortuoso da entrega" do dinheiro que teria chegado ao escritório de José Yunes, amigo de Michel Temer, em "envelopes"; "Não há motivo plausível para a Odebrecht, com seu estruturado departamento de propina, ter optado por um modo tão amador para um pagamento dessa envergadura", observa; "Na interpretação de quem conhece esse jogo, quem deu, intermediou e operou o pagamento ali quis carimbar a entrega", completa...

Anônimo disse...

pmdb e pt agiram juntos anos e anos

Anônimo disse...

Padilha é a cara do PMDB,e Luladrão, Zé Dirceu, Tarso Genro e Marco Maia são a cara do que, mesmo?

Anônimo disse...

Não! Só se fossem a Dilma e o Lula!

26/02/2017 - Conversa Afiada

Aqui fotos......

MT, da lista de alcunhas da Odebrecht e sua mulher, D Marcela, passam o Carnaval na base de Aratu, na Baia de Todos os Santos.

Melhor que fiquem lá.

Se fossem para o Campo Grande, ouviriam o "fora Temer" da Banda Baiana System.

No Curuzu, se ousassem acompanhar o Ilê, teriam que fugir, como o ACM Neto, que saiu corrido, sob vaias, depois de censurar e invadir as moradias da orla da cidade.

O casal Temer deverá permanecer em Aratu.

Como fazia Dilma, frequentemente.

Então, o PiG freneticamente, alucinadamente, cercava a Marinha para obter um flagrante da Presidenta de maiô.

Fosse ela ainda Presidenta - como deveria ser - estaria hoje na primeira página dos pigais jornais impressos e desde ontem na abertura do jornal nacional.

Fosse o Lula presidente - como será em 2019 -, e estaria ele de caixa de isopor na cabeça, a levar a cervejinha gelada para o pic-nic de Carnaval.

A foto supostamente desmoralizante, imagem proletária de um nordestino sem dedo que ousou governar a Casa Grande, disputaria também a atenção dos pigais espectadores com a Bruna Marquezine e a Sabrina Sato.

Mas, a D Marcela não corre nenhum risco.

O PiG não quer vê-la de biquíni.

Não que ela, supostamente, não esteja à altura de um reduzido figurino, mas porque o PiG é porco.

Como o Governo que mantém, preso, com pasta de cevada, num cercado.

Na Base de Aratu.

PHA

Anônimo disse...

Jobim esculhamba Moro!

É o juiz da "ação-espetáculo"!

26/02/2017 - Brasil 247

O Conversa Afiada reproduz trechos de entrevista de Nelson Jobim ao Estadão, em comatoso estado:

A Lava Jato tem ferido os direitos das defesas, por exemplo?

Há exageros. Inclusive nas prisões que são feitas em Curitiba (sede da operação sob responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro), em que as coisas vão se prolongando e resultam em delações. Outro exemplo, condução coercitiva. Ela só é admissível quando alguém se nega a ir em uma audiência em que foi previamente intimado. Mas não se admite que alguém que não foi convocado para depor seja levado coercitivamente para depor.

A do Lula foi arbitrária?

Sim, não tenha dúvida. Isso é muito bom quando você está de acordo com o fim, mas quando o fim for outro... O dia muda de figura quando acontece contigo. O que nós temos de deixar claro é essa coisa da exposição dos acusados. Vão pegar um sujeito em um apartamento e aparece gente com metralhadora, helicóptero. Tudo isso faz parte daquilo que hoje nós chamaríamos de ação-espetáculo, ou seja, a espetacularização de todas as condutas. O Judiciário não é ambiente para você fazer biografia individual. Biografia se faz em política.

O sr. acredita em "desmonte" da Lava Jato?

Não, isso faz parte do discurso político. Evidente que quem está sendo perseguido vai querer fazer isso (desmontar), agora se afirmar que está acontecendo, é só discurso. Evidente que você tem de afastar a prática de violências de qualquer natureza. Nós não podemos pensar de que se algo foi malfeito, autoriza que seja mal feito também a forma de persegui-los.

Por exemplo?

A divulgação da gravação da presidente Dilma com Lula depois que havia encerrado o tempo de gravação, autorizado pelo próprio juiz que havia determinado a gravação. Você acha isso legítimo? Qual é a consequência disso? Esse episódio é seríssimo. Houve algum processo para verificar se houve algum abuso? Há um inquérito sobre isso? Que eu sabia, houve várias tentativas por parte dos interessados e que não aconteceu nada. Lembro bem que chegaram até a dizer: ‘Casos excepcionais requerem medidas excepcionais’.

Luiz Vargas disse...

A cirurgia do grileiro litorâneo será no duto propinário ou no canal propinário?

Anônimo disse...

Temer ainda não se deu conta da encrenca em que se meteu ao admitir publicamente ter pedido dinheiro para o PMDB a Marcelo Odebrecht num jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014.

Anônimo disse...

Noblat se recusa a esclarecer publicação que anteciparia sentença de Moro