segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Artigo, Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira - Não se destina a favorecer uma classe em detrimento da sociedade brasileira

Nos últimos dias, a imprensa tem veiculado matérias sobre a Reforma da Previdência que versam sobre supostas propostas para alteração do tempo de serviço; estabelecimento de idade mínima de transferência para a reserva remunerada; e mudanças das remunerações pagas aos militares das Forças Armadas.

A Marinha do Brasil esclarece que os três Comandos Militares e o Ministério da Defesa vêm promovendo um diálogo responsável e profícuo com o Governo, a fim de que seja preservada a segurança constitucional conferida ao Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas. Temos apresentado as peculiaridades que envolvem nossa profissão, as quais a diferenciam das demais, e impedem que os militares sejam submetidos às mesmas modificações que compõem a Reforma da Previdência, atualmente em discussão no Congresso Nacional.

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15 comentários:

Anônimo disse...

Sr. Polibio militares no Brasil sao pateticos, nao de ouvidos a esses botocudos barrigudos. O pais em plena convulsao social, com ameacas de guerra civil da parte do MST e do PT/CUT em 2013, e eles quietinhos, comendo do bom e do melhor, sem nada pra fazer a nao ser aguardar seus polpudos soldos.

Militares no Brasil, alem disso, sao anti-capitalistas, adoram criticar paises de primeiro mundo como sendo exploradores de nossa "patria". Tambem vem no brasileiro medio algo irrealista, nao assumem que aqui vale apenas o trinomio samba praia e cachaca.

Em suma, o Brasil precisa de capitalistas como Doria, Trump, Caiado, etc.

Anônimo disse...

Não dá mais pra reclamar para o Gen. Golbery, muito menos de suas crias, LULA/PT e CUT!

O que se faz hoje repercute no futuro. Exemplo: Getulio Vargas criou a Petrobras, nas primeiras décadas uma doença simples hoje um câncer que tem que ser extirpado.

Anônimo disse...

Pronunciamento equilibrado, no entanto, ainda ancorado, segundo minha modesta opinião, numa visão medieval do papel das forças armadas. Nem ao mar, e nem ao rochedo. Creio que uma busca junto ao que se pratica no mundo ocidental poderá orientar a elaboração de uma rede de proteção (termo utilizado pelos comandantes militares), atual e em linha com o que a sociedade pode e deve custear. Os privilégios porem, precisam ser extirpados, onde quer que existam.

Fernando Bender disse...

Vão conseguir unir os militares no objetivo de resgatar a nação.

Anônimo disse...

Todos ligados ao estamento estatal tem necessidades especiais.. e só quem paga a conta não tem necessidades especiais...essa conversinha para boi dormir já encheu...ou se é uma republica ou se é essa m.. de pais que somos...privilégios do tempo da colonia vão ter que acabar...ou o povo vai incendiar este pais de ponta a ponta...

Anônimo disse...

Palhaçada.. fim dos privilégios do estamento estatal...

Anônimo disse...

Senhor Almirante,como assim não se destina proteger uma casta?
Se destina sim!!!!!
Forças Armadas,Judiciário,Politicos,todos têm suas polpudas aposentadorias ,
às vezes duas,três aposentadorias acumuladas,obtidas por meios legais,mas antiéticos por leis feitas na calada da noite.
Tudo pago com impostos do povo e indústria ,que são os que produzem riquezas para sustentar privilegiados que nada produzem,a não ser leis que lhes beneficiem.

Anônimo disse...

O Brasil e as FF.AA servirão de piada pelo mundo. Militar se aposentar(nem dá mais prá dizer que foram para a reserva) aos 65 anos. Será um exército de idosos. Idosos comandando soldados com 19 anos.

- O militar, 24 horas por dia, está disponível para o comando. 365 dias por ano, por 30 anos, e depois que vai prá reserva, ainda continua a espera de ser chamado, isso até os 64 anos.

- No Paraguai tem um ditado...:" AMANTE E EXÉRCITO TEM QUEM PODE". Se o Brasil não pode sustentar as FF.AA, acabem com elas. Em no máximo dez anos, o Brasil se dividirá em várias republiquetas bananeiras.

Anônimo disse...

Omissão é cumplicidade, paguem as FA's o preço de seu afrouxamento moral, por que tratamento diferenciado se são tão iguais?

Anônimo disse...

Vejam que afirmação do Almirante; " a fim de que seja preservada a segurança constitucional conferida ao Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas. Temos apresentado as peculiaridades que envolvem nossa profissão, as quais a diferenciam das demais, e impedem que os militares sejam submetidos às mesmas modificações que compõem a Reforma da Previdência, atualmente em discussão no Congresso Nacional."
Ou seja são uma casta de privilegiados, vivem na zona de conforto, noutro Brasil? Dizer que se impede que sejam submetidos as mesmas leis dos demais brasileiros? isso é uma afronta a todos nós que pagamos a conta. Para que servem as FA? Para si próprios? Temos uma guerra interna e eles não se preocupam? Claro a mídia tem medo deles.
Eles saõ servidores da pátria e a patria somos nós, ou não?
Joel

Anônimo disse...




Os políticos são o único peso da nação, só fazem leis para se beneficiarem.

A previdência está quebrada por má gestão dos políticos, que agora querem um esforço do povo para sana-la, enquanto os verdadeiros culpados, ou por ladroagem ou incompetência fica de fora do esforço. Será que já não basta, a alta conta paga pelo contribuinte, para manter as mordomias?

Entrarão eles na reforma da previdência?

O Polenta vai ter mais uma aposentadoria de R$ 33.000,00, apos 4 anos de maus serviços prestados ao RS.

Paulo Sergio da Veiga Rocha disse...

Sigo a opinião do anônimo das 11:10. Como tudo e todos, devem da melhor forma possível se adaptar a realidade.

ganhatudo disse...

Os Policiais do Brasil que vivem recebendo balas de fusil em sua direção, e muitos morreram e continuaram morrendo em defesa da sociedade também querem um sistema de proteção social, nos moldes dos militares.
Afinal onde é mesmo que acontecem as guerras que o Brasil participa?
São no dia a dia da vida dos policiais civis e militares.
E quem poderá protegê-los, bem como suas familias?

Anônimo disse...

Estabilidade não é o bastante?

Anônimo disse...

Um terminologia rebuscada para esconder o óbvio: não queremos trabalhar até os 65 anos e queremos aposentadoria integral. Que assim seja, mas para todos os brasileiros, não para apenas algumas carreiras de Estado.