domingo, 15 de janeiro de 2017

Próximo acordo da fila será o RS

Ao desistir da convocação extraordinária da Assembléia para que os deputados examinassem a parte mais dura do seu pacote de reorganização administrativa e ajuste fiscal, o governador Ivo Sartori estava de olho no ajuste mais ambicioso ainda que fechará com o governo Temer. A Assembléia aceitará com menor resistência qualquer medida que já tiver o respaldo do STF ou do Congresso.

Logo depois do acordo de recuperação fiscal do Rio de Janeiro, que será fechado na semana que vem, o Ministério da Fazenda iniciará conversações com o Rio Grande do Sul. 

A garantia foi dada ontem pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Ele espera abrir as discussões entre o final de janeiro e início de fevereiro. Minas Gerais também está na fila:

— Acertado o plano do Rio de Janeiro, o governo começa a negociação com o Rio Grande do Sul. Os moldes serão os mesmos adotados no caso do Rio de Janeiro.

Previsto para ser concluído na próxima semana, o socorro financeiro ao Rio reúne um cardápio rígido de medidas para cobrir um rombo de R$ 19,3 bilhões só em 2017. O plano, que passará pela homologação do Supremo Tribunal Federal (STF), deve durar de três a quatro anos, período no qual o Estado ficará livre do pagamento das parcelas da dívida com a União.

9 comentários:

Anônimo disse...

Padilha, teu lugar é a cadeia.

Alberto disse...

Não vamos esquecer que o 'ético' Padilha prometeu aeroporto, pista...

Anônimo disse...

O mais engraçado nisto tudo seu polibio que no RJ dois ex governadores foram presos por desviarem bilhões de reais e darem incentivos fiscais fraudulentos que segundo o jornal o globo daria para pagar por 10 anos a folha do estado. Agora vem este governo ladrão( temer e padilha os dois estão confirmados na lista da oldebrecht) querer que o trabalho pague o pato. Tem casos que só uma revolução salva

Anônimo disse...

Levem esse Sr e o Temer para Bangu I. Façam valer a lista da oldebrecht. Como essas criaturas vão determinar alguma coisa.

Anônimo disse...

Com a crise na Segurança do jeito que vai, com 'os gaúchos sendo abatidos', como diz o editor, com crise nos Presídios e o Governador, o Padilha, o Temer e o Meirelles vão querer reduzir jornada de trabalho e confiscar 20% dos vencimentos de policiais? Tudo isso em áreas essenciais do serviço público?
Pelo visto vai ser um ano complicado, de recrudescimento da violência... Lamentável

Anônimo disse...

Padilha ministro ...
A que ponto chegamos !

Anônimo disse...

esse rouba sem menor pudor, e sem ser incomodado pela imprensa gaúcha...ACM o chamava de eliseu quadrilha...acho que sabia de algo....e nosso editor, claro, tambem não se preocupa com estes fatos....

Anônimo disse...

Padilha negocia apoio, este fará mais um grande acordo PARA ELE. Quem lembra da imobiliária Eliseu Padilha na praia. Vendia terrenos e pegava o dinheiro. O processo foi engavetado. Grande par$$$eiro. Kkkkkkkk

Anônimo disse...


Quem conhece o Padilha, sabe do que ele é capaz.

O Polenta e seus asseclas, não dão ponto sem nó, quando abriram mão da convocação extraordinária da ALRS, sabia-se que neste angu haviam caroços, e está aí a confirmação.