Artigo, Ricardo Arnt, Folha - Os 100 anos de Jânio Quadros

Esta foto é emblemática, porque Jânio, no governo federal, parecia não saber para onde queria ir.

Na Folha de S. Paulo de hoje, Ricardo Arnt conta aspectos relevantes, pitorescos e dramáticos vividos pelo ex-presidente Jânio Quadros, que  nesta quarta-feira teria completado 100 anos. Jânio Quadros foi o pivô da pavorosa crise política de 1961, ao renunciar inopinadamente e deixar o País à beira de uma guerra civil.

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Jânio era sublime e sórdido. Tinha encenações geniais, como tomar injeção na veia em comício para simular esgotamento, ou comer sanduiche de banana para impressionar os pobres. Mas o corifeu da prosódia moralista não prestava contas sobre a sua moralidade. Perseguia as casas de massagem e os maiôs de misses, mas era um mulherengo agressivo. Voltou à política, em 1974, apoiando os militares que o cassaram, condenando a anistia. Reconquistou a prefeitura de São Paulo, em 1985, liderando uma coalização conservadora. Sua vida é um desfile de ironias. Foi denunciado como corrupto pela filha, que internou numa clínica psiquiátrica à força. Morreu em 1992 e a conta do seu internamento no Hospital Albert Einstein foi paga pela construtora Andrade Gutierrez. Deixou 66 imóveis para a família.

CLIQUE AQUI para ler mais. O resumo é do ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, na edição de hoje da sua newsletter diária.

3 comentários:

Anônimo disse...

Janio Quadros era um Trump mais inteligente.O Famoso porra louca no dito popular.

Anônimo disse...

UM LOUCO, EGOCENTRICO, IRRESPONSAVEL , UM PSICOPATA .!!!

Anônimo disse...



A foto mais parece o caminhar do Polenta, na condução do RS, mais perdido do que cusco em dia de mudança.