A cada 5 horas, um gaúcho de Porto Alegre é abatido a tiros. Foram 778 no ano passado.

Má gestão, leniência na aplicação das leis e frouxidão moral e ética da sociedade, estão por trás de tudo. 

Os dados levantados pelo jornal Zero Hora na secretaria gaúcha da Segurança Pública demonstram que a morte virou rotina em Porto Alegre, conforme conta a reportagem assinada por Eduardo Torres e que ocupa duas páginas inteiras do diário.

O gráfico mostra que o governo estadual passou a perder o controle da área da segurança pública a partir do primeiro ano do governo Tarso Genro, mas foi ao caos no governo Sartori, que herdou curva geometricamente ascendente e descontrolada iniciada no último ano do governo do PT.

Entre 2011, primeiro ano de Tarso, e 2016, segundo ano de Sartori, os homicídios na Capital aumentaram 87,4%, os latrocínios mais do que dobraram (112,5%) e a taxa de homicídios + latrocínios acusou aumento de 88,4%.

Em 2011, 413 gaúchos de Porto Alegre foram assassinados, número que pulou para 778 no ano passado.

Na região metropolitana, a cada 5 horas e 12 minutos um gaúcho é assassinado. Quase a metade disto ocorre em Porto Alegre. Um terço deles não registra antecedentes criminais.