segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Entenda por que razão o comércio gaúcho melhorou seu nível de confiança na economia

A elevação da expectativa ainda é insuficiente para mudar os planos de investimentos das empresas do comércio. O indicador ainda se encontra em patamar pessimista, abaixo de 100,0 pontos.

O resultado do Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul, aos 96,3 pontos, apresentou elevação de 23,7% sobre o mesmo período do ano passado, dado que revela um gradual processo de redução do pessimismo do empresariado, conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Fecomércio-RS.

Foi o que o presidente Luiz Carlos Bohn mandou dizer ao editor.

De acordo com ele,  “os comerciantes estão percebendo melhora no cenário atual frente ao passado recente, mesmo com a atividade econômica ainda fraca”. Bohn salientou, no entanto, que a recuperação vem ocorrendo sobre níveis de confiança bastante deprimidos.

O crescimento apurado em dezembro foi de 26,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo 142,1 pontos. 

CLIQUE AQUI para ler toda a análise.


7 comentários:

Anônimo disse...

Não podem dizer diferente por medo de uma debandada geral em associações, entidades e outros, precisam continuar recebendo as mensalidades.

Anônimo disse...

Empresário sério não gasta com percepção de melhora, gasta quando tem dinheiro em caixa.

Anônimo disse...

melhorou vendendo menos, demitindo e lucrando menos? Como se faz essa matemática?

Anônimo disse...

"embromation" para dizer que a situação econômica do país está uma m... e num cenário de curto, médio e longo prazo, continuará uma m...

Venderam a idéia de que bastava tirar Dilma e o PT para que o país voltasse a crescer.

Deram com os burros na água. Não querem admitir que Temer é um incompetente e não tem a capacidade e liderança para tirar o país do atoleiro!

Anônimo disse...

Globo e FHC criticam os abusos do Ministério Público (no ano 2000):

26/12/2016 - O cafézino

Por Pedro Breier, correspondente policial do Cafezinho

O interesse público pede principalmente algo bastante elementar: que guardem suas denúncias para o fim do processo investigativo e não as alardeiem no início, quando são apenas suspeitas. Assim se age nos sistemas democráticos, diferentemente do que acontece em regimes autoritários.
Parece um blog sujo criticando o espalhafato do MP na Lava Jato, mas é um trecho do editorial do jornal O Globo do dia 15 de agosto de 2000.

A pérola foi resgatada por Rodrigo Aguiar e publicada em seu facebook.

É a enésima evidência de que toda a argumentação da mídia corporativa em seus editoriais é apenas questão de aparência.

O que realmente importa para os barões da imprensa brasileira é se o governo da vez é amigo ou inimigo.

Um trecho do post do Rodrigo:

No início dos anos 2000, o procurador federal Luiz Francisco de Souza atazanava tucanos ligados ao presidente FHC.

Era RIDICULARIZADO pela chamada grande imprensa: um falso paladino, falso asceta (dirigia um fusca 1985) e petista. Tratamento não apenas diferente, mas CONTRÁRIO ao recebido pelos procurados da lava jato.

O jornal O Globo era o mais preocupado com a -cito um editorial- "ofensiva contra a imagem do próprio presidente da República".

Ao analisar ações de membros do MPF que se aproximavam do gabinete presidencial, o mesmo editorial dizia ser "incorreto que se confundissem INDÍCIOS COM PROVAS, possibilidades com certezas e, acima de tudo, DESEJOS COM FATOS".

Os "desejos", no caso, seriam as motivações político-partidárias do procurador. O Globo pedia calma. Estava correto.

Agora, encontre esse bom senso em quaisquer edições globais nos últimos anos.
O bom senso foi para o espaço com o PT no poder.

Delações premiadas vazadas, supostas delações, início de investigação, áudio envolvendo a presidenta e o ex-presidente da República, depoimento de porteiro do prédio que talvez, quem sabe, teria sido do Lula: qualquer coisa é divulgada com estardalhaço pelo mesmo veículo que criticava a falta de cuidado do MP na divulgação de "apenas suspeitas".

Agora o MPF faz suas pirotecnias e até power points sob aplausos entusiasmados dos amigos do FHC.

Já que falamos no príncipe dos sociólogos, outro trecho desse mesmo editorial do Globo: "Fernando Henrique, em entrevista a Miriam Leitão, transmitida pela Globonews, afirmou que insinuações e acusações paradas na metade minam a crença na democracia e dão a impressão de que 'todos são iguais e tudo é uma podridão'".

Quando a Lava Jato estava dando sua contribuição essencial para derrubar o governo petista FHC não viu problema nenhum nas acusações furadas do MPF.

Agora, a opinião dos Marinho sobre a nomeação de juízes que “pensam como o governo” para os tribunais:

Como se esse não fosse invariavelmente o comportamento de governos, em qualquer lugar do mundo. É inadmissível que qualquer político profissional com um mínimo de experiência não considere usual esse comportamento. Alguém já terá ouvido falar, na história da República, de um ministro do Supremo Tribunal Federal escolhido por outro critério?
Claro que essa é a opinião da Globo para quando o governo é amigo. Quando é inimigo, nomear juízes que “pensam como o governo” para o STF é aparelhamento, bolivarianismo, lulopetismo, etc., etc.

Anônimo disse...

É fácil entender por que não há panelaços contra Temer:

26 Dec 2016/Paulo Nogueira - DCM

Uma das queixas mais frequentes entre os simpatizantes de Dilma é esta: onde foram parar as panelas?

A cada denúncia de corrupção, a questão reaparece nas redes sociais: e aquele pessoal que batia panela o tempo todo?

Pois bem.

Houve nas redes sociais registros de panelas no pronunciamento de Temer no Natal.

Mas nada comparável aos panelaços de antigamente.

Que houve com elas, as panelas? O fato é que elas já não são as mesmas.

Os panelaços eram não exatamente contra a corrupção. Eram contra o PT e Dilma. Por isso sumiram.

Qualquer coisa servia de pretexto para ir para a janela do apartamento com uma panela. Os tolos estavam sendo manipulados, mas pensavam estar fazendo história.

Era uma atitude que para sempre estará vinculada a uma classe média reacionária e visceralmente analfabeta política.

É um tipo de gente que aceita corrupção nos outros, e até em si própria. Mas no PT qualquer boato, qualquer suspeita de corrupção é um horror de proporções ciclópicas.

Outra diferença vital entre as panelas está na mídia.

A imprensa decide a repercussão que vai dar a qualquer manifestação. O jornalismo de guerra dá volume máximo para protestos contra o PT, e mínimo ou nenhum para os outros.

Ainda que houvesse uma adesão maciça às panelas na fala televisiva de Temer, isto não teria sido notícia.

Há panelas e há panelas. Aquelas que vinham envoltas em xingamentos contra Dilma e o PT só sairão das cozinhas quando — e se — o PT voltar ao poder.

Até lá, pode esquecer.

OS e AA Paneleiros(as) são: (Paula...)
1) Americanizados
2) Globalizados
3) Corruptos e Sonegadores enrustidos
4) Elitistas
5) Classe Média, que acha que é rica (ou poderá ser)
6) Analfabetos em Política
7) Eles podem roubar, mas, os petralhas* não
* qualquer "pobre" ou "bolivariano". Não precisa ser do PT !!!
8) Os americanos podem depenar o Brasil, mas, as empresas brasileiras têm que ser SANTAS (como o Alckmin...)

Anônimo disse...

Blog do Polibio....

Natal das Dúvidas marcou queda das vendas do varejo em Dezembro

Conforme prévia da AGV foram compras feitas com tíquete médio abaixo do projetado, principalmente em Porto Alegre e Região Metropolitana. Na média estadual, o tíquete variou entre R$ 50 e R$ 60 por presente. Nesta segunda-feira, o editor tomou café da manhã com Vilson Noer, presidente da AGV, de quem ouviu o balanço a seguir.

Compras com tíquete médio baixo marcaram o Natal de incertezas do comércio gaúcho, com desempenho de 4 a 5% inferior ao ano de 2015. Um levantamento prévio feito pela entidade revela que o cenário foi distinto se comparadas as vendas de Porto Alegre e Região Metropolitana e o interior do Estado. Isso porque a renda da safra agrícola determinou gastos maiores em cidades que têm sua economia voltada à produção agrícola. Em Porto Alegre, as vendas caíram entre 1% e 2% sobre 2015, disse a CDL.

A avaliação é do presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), Vilson Noer, para quem o temor em relação às expectativas dos próximos meses afetou a disposição dos consumidores. Para o dirigente, foi o Natal da dúvida diante das desconfianças e incertezas com a economia do país. “Desemprego, juros altos, inflação ascendente são preocupações muito presentes na mente das pessoas. O reflexo foram compras com valores médios baixos com relação ao ano anterior”, comenta.

A sondagem indicou que produtos como roupas, cosméticos, livros, bijuterias e decoração concentraram o interesse dos clientes, com crescimento nas vendas à vista e cartões de crédito, em detrimento as possibilidades de parcelamento do crediário.