quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Análise - Envelhecimento populacional e a necessidade de reforma da saúde pública e da previdência social brasileiras

* Os autores são Cássia Kely Favoreto Costa, Riovaldo Alves de Mesquita, Sabino da Silva Porto Júnior, Ely Mitie Massuda.

Ao longo da história a estrutura demográfica brasileira foi constituída por populações de baixo crescimento vegetativo, com altas taxas de natalidade e de mortalidade. Por sua vez, no século XX, o país experimentou uma aceleração do crescimento populacional. Tal fato desencadeia mudanças no padrão de demanda por serviços de saúde e no custo de financiamento da previdência social. Nesse contexto, o objetivo central do artigo é verificar o comportamento da taxa de crescimento econômico do Brasil que tende a desacelerar nas próximas décadas, em virtude do envelhecimento populacional. Na pesquisa, objetiva-se também analisar a dinâmica demográfica brasileira de 1900 a 2050. A partir da teoria do crescimento econômico, utilizou-se a função de produção do tipo Cobb-Douglas para estimar as taxas de crescimento da produtividade da força de trabalho do país. Com base nessa média estimada e nas projeções populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) simulou-se a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 2009 e 2050. De acordo com os resultados, verificou-se que o envelhecimento populacional reduzirá a taxa de crescimento da economia, em virtude da menor oferta de trabalho. Tal escassez ocorre devido à diminuição do número de jovens, ou seja, a quantidade de trabalhadores em idade de se aposentar passará a superar o de novos ingressantes na força de trabalho. Concluiu-se que o crescimento da produtividade da força de trabalho provavelmente será insuficiente para estabilizar o custo da saúde pública e da previdência como percentual do PIB.

CLIQUE AQUI para ler tudo. O material está em PDF.

13 comentários:

Anônimo disse...

Tudo muito bem.Mas, antes da Reforma seria importantíssimo fazer-se uma AUDITORIA na Previdência, pois há controvérsias contábeis e jurídicas. Uns dizem que há deficit, outros que há superavit. Se houver deficit, seria importante apontar as causas desse deficit e corrigi-las. Uns falam em falhas na administração do sistema, outros dizem que há excesso de isenções, outros que há dívidas bilionárias, por parte de empresas, outros argumentam que os recursos da Previdência são usados para outros fins. Assim, primeiro esclarecer a opinião pública, depois poderia ser dado inicio à Reforma, no Congresso Nacional. !!!

Anônimo disse...



Fecho em gênero, numero e grau com o anônimo das 17:23. Não se fala em auditar a previdência mas somente que o sistema está quebrado. Que me lembre deste Antonio Brito (ex governador do RS), é sempre a mesma informação.

Anônimo disse...

POLÍBIO! CHEGA DE COLOCAR NOTÍCIA RUIM E AGORA IDOSA DECRÉPITA! FALTA UM PEELING E UM PREENCHIMENTO NA MOÇA! POR FAVOR!

Mordaz disse...

Mas nasce tanta gente que o governo já criou o casamento gay e a pensão para homossexuais.

Anônimo disse...

Essa anállise da previdência é muito superficial. Tem que fazer um estudo detalhada para saber onde está o rombo. Quantos pagam, quantoso não pagam, qual é a dívida com o INSS. Cinquenta porcento dos trabalhadores estão sem carteira assinada. Por que? empregado custa muito caro paras empresas, principalmente, para as pequenas, micro e empreendores. Tem que fazer reforma trabalhista, baratear o custo do empregado. Tem os "trabalhadores rurais" que recebem aposentadorais e nunca contribuíram.
Ao meu ver, reforma trabalhista é mais urgente do que reforma previdenciaria.

Anônimo disse...

Como a população não irá envelhecer?

Sou solteiro e não tenho filhos. Casar é caro e ter filhos mais caro ainda.....

Dr. FAÇANHA disse...

Brasileiro está vivendo mais? Onde, no Nordeste, no Norte? Viver na velhice, não é viver, é vegetar.

Anônimo disse...

Qualquer reforma da previdência deveria começar com a separação do dinheiro da previdência do caixa do tesouro.
Sabem quando ?

Anônimo disse...

Não há controvérsias de qualquer natureza. A previdência para os privados não é deficitária neste momento. Mas quando se adicionam os milhares de beneficiários que nunca contribuíram e que foram contemplados com benesses múltiplas o sistema entra no vermelho. E se forem considerados os funcionários públicos, então o descalabro é total. Não há como escapar de uma reforma profunda e impopular. A Alemanha fez, a Espanha também e a Grécia nem se fala.
Houve sim uso indevido da receita previdenciária para fazer Brasília (viva o Juscelino!), a Transamazônica (vivam os militares!), Itaipu (esta ainda produz algo), hospitais, prédios suntuosos e por aí afora. Se tivessem comprado ouro em barras talvez houvesse dinheiro para cuidar dos "velhinhos". Mas como ninguém pensou nisso...

Anônimo disse...

SEGUNDA FOI DEBATIDO NO PROGRAMA FALA QUE EU TE ESCUTO NA RECORD A 1 E 15 DA MADRUGADA SOBRE A REFORMA DA PREVIDENCOA E FOI FALADO POR ENTENDIDOS NO ASSUNTO Q TEM SIM COMO FAZER A REFORMA SEM AUMENTAR ASSIM OS ANOS DE TRABALHO, OLHEM A GRAVAÇAO DO PROGRAMA É BEM INTERESSSANTE AS FALAS DOS Q LIGARAM DANDO OPINIAO. E CADE A GRANA DESTES ANOS TODOS O TRABALHADOR JA CONTRIBUIU CADE A GRANA...

Anônimo disse...

Anônimo das 17: 59 , sobre a Previdência supostamente deficitária fala-se desde a metade dos anos 80. O tema é recorrente. Também desde aquela época nunca se cogitou abrir a CAIXA PRETA da Previdência, dar mais transparência a algo de interesse de todos os brasileiros . Por esta razão, creio também que AUDITAR a Previdência seria fundamental, inclusive para dar mais respaldo político à Reforma.!!!

Anônimo disse...

Dizem que os trabalhadores de hoje pagam os aposentados. Gostaria que alguém me explicasse onde foram parar os trinta e poucos anos que eu e minha empresa depositaram mensalmente nos cofres da previdência. Por interesse na matéria, busquei toda a história da previdência desde a sua criação e como foram aplicados os recursos poupados. Neste período o governo federal deixou de depositar a sua parte, utilizou os recursos para outros fins, concedeu exoneração para empresas, concedeu anistia a dívidas, houveram fraudes e o trabalhador está sendo convidado a pagar a conta que já pagou. Refiro-me ao sistema privado de aposentadoria pois o sistema público é realmente um muito deficitário. Falta transparência e uma auditoria, divulgada para a população é mandatória antes de se iniciar uma reforma no INSS. E que seja devolvido o fator previdenciário roubado de quem já estava no sistema sob alegação de que não existe direito adquirido para a previdência vinculado ao INSS, o direito é somente para os funcionários públicos, cujas regras valem comente para os novos ingressos.

Anônimo disse...

Este pessoal que faz a análise da previdencia não faz o princiapal dever que é calcular o quanto foi poupado pelo trabalhdor durante os 35 anos de trabalho, pois ele contribuiu para uma previdência, um instituto que tem obrigação de poupar os valores que recebe de seus contribuintes, se fosse uma seguradora privada o INSS já tinha sido fechado pela SUSEP a muio tempo atrás.
A conta é simples basta ver que um trabalhador que receber R$ 1.000,00 por mês contribui com R$ 80,00(8%) e a empresa mais R$ 200(20%) total de R$ 280,00 por mês por 35 anos (35 x 13,3) incluindo o terço das férias e o 13º salário. No final terá acumula um capital de mais de r$ 400.000,00(QUATROCENTOS MIL REAIS) se fosse aplicado com uma taxa 0,5%(meio por cento) ao mês, veja que é obrigação de qualquer instituto de previdência montar um fundo para os seus contribundes, ou não previdência. Os mongues italianos criando uma caixinha para que quando ficassem velhinhos pudesem tirar sustento, dai colocando uma parte dos donativos num local e ali ficava formando um monte que foi chamado de "MONTEPIO", monte das piedades, daí surgiram as ideías das previdências.