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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Reprovação do governo Dilma sobe para 68% em junho

A popularidade do governo Dilma Rousseff despenca e o número de brasileiros que considera o governo ótimo ou bom caiu de 12%, em março, para 9%, em junho. Já a avaliação negativa da presidente aumenta de 64% para 68%, o pior já registrado pelo Ibope. O levantamento, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), acaba de ser divulgado, na manhã desta quarta-feira. O percentual daqueles que consideram o governo ruim ou péssimo bateu o recorde de 29 anos de pesquisa e superou a marca do ex-presidente José Sarney, em julho de 1989, que havia alcançado 64% de reprovação.

O levantamento informa ainda que 83% desaprovam a maneira de governar da presidente e 78% não confiam em Dilma Rousseff. "As maiores reduções da popularidade ocorrem nos estratos em que a presidente tende a ser melhor avaliada, ou seja, entre as pessoas com renda familiar baixa, os que residem na região Nordeste, os que possuem baixo grau de instrução e na faixa da população com 55 anos ou mais", diz a pesquisa.

Sindicato obtém liminar para impedir demissões em massa na IPA, uma das sistemistas da GM de Gravataí

O sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí conseguiu suspender, hoje, 60 demissões empreendidas por uma das sistemistas da GM, a IPA,que fornece tanques para os carros da montadora. A ameaça inicial da empresa era promover 110 demissões, alegando que a empresa Continental, outra sistemista (fornece para-choques) retirou máquinas que estavam na sua fábrica, sem qualquer aviso prévio, tudo porque ambas desentenderam-se no âmbito da produção conjunta que faziam de um dos itens dos carros da GM.


Na terça-feira, na Justiça do Trabalho, todos sentarão na mês para negociações. 

O Sindicato alegou que as demissões violam os acordos trabalhistas em vigor e válidos para todo o complexo. 

C&A confirmou ao editor que fechará só em julho sua loja do BarraShoppingSul

A C&A confirmou esta noite que está em pleno processo de encerramento da sua loja do BarraShoppingSul, Porto Alegre. O editor recebeu há pouco o comunicado da empresa, que está no Brasil desde 1976 A &A tem quatro lojas em Porto Alegre e outras cinco em outras cidades, além da loja virtual. Ao inaugurar loja em Palmas, Tocantins, este mês, a rede varejista completou círculo de presença em todo o País.

A loja do Barra é âncora do shopping.

Leia a nota enviada ao editor:

A C&A esclarece que está em processo de encerramento das atividades de sua loja localizada no BarraShoppingSul, em Porto Alegre. A previsão é que a loja encerre definitivamente suas atividades durante o mês de julho. A empresa está avaliando a transferência dos funcionários da loja para unidades próximas.
Os clientes poderão contar com uma das quatro lojas presentes na capital, Porto Alegre, outras cinco lojas no Estado, além da Loja Virtual (www.cea.com.br). A C&A segue seu plano de investimentos no Brasil, país onde está presente desde 1976. Nos últimos 18 meses, a empresa já abriu 35 novas lojas e em junho inaugurou sua primeira unidade no estado de Tocantins, ampliando sua presença para todas as capitais brasileiras.

Câmara vai adiante na discussão sobre redução da maioridade penal. Votação sairá ainda hoje.

Prossegue o debate e votação da nova proposta que reduz a maioridade penal, mas até o momento as discussões são todas sobre filigranas regimentais.

O adesivo ao lado foi distribuído na Câmara e é apresentado pelos defensores da proposta.

PT, PSOl, PDT e PSB continuam unidos pela proteção aos bandidos juvenis, mas todos os demais Partidos, em menor ou maior grau, já deciram voto pela justiça aos bandoleiros.

Neste momento, 21h15min, uma visita inesperada ao pleário, no caso a do senador José Serra, que na outra Casa do Congresso também já apresentou proposta sobre o assunto.

Justiça Federal nega novo habeas a Alexandrino. "Solto, ele pode cometer novos crimes", diz juiz do TRF-4, Porto Alegre.

O risco de novos crimes e a prova de que ocorreram fraudes na Petrobras justificam a prisão preventiva de executivos investigados. É o que afirma o juiz federal Nivaldo Brunoni, convocado para atuar no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, ao negar liberdade para o executivo Alexandrino de Salles Alencar, ex-diretor da Braskem — petroquímica controlada pelo grupo Odebrecht.

A informação é desta noite. Eis a nota do site Conjur sobre o caso (CLIQUE AQUI para ler a decisão na íntegra). 

Brunoni está temporariamente no lugar do desembargador federal João Pedro Gebran Neto, que vinha analisando — e, geralmente, negando — pedidos de liminares apresentados por réus da operação “lava jato”, que investiga corrupção na Petrobras.

A defesa de Alencar reclamava que a prisão tinha o objetivo de forçar a Odebrecht a assumir irregularidades. Depois que a empreiteira divulgou comunicados na imprensa contra as prisões, o juiz federal Sergio Fernando Moro disse que a postura da empresa demonstraria o risco de reiteração delitiva. Para a advogada Dora Cavalcanti, Moro havia extrapolado “os limites da razoabilidade”. Ela afirmou ainda que a prisão preventiva tem sido usada para transformar investigados em delatores.

Brunoni respondeu que essa última alegação não faz sentido, porque “há delatores presos e não delatores em liberdade”. Ele apontou que o presidente afastado da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa, decidiu colaborar depois de ter conseguido liberdade provisória.

Ele disse ainda que também há provas documentais mostrando transações financeiras irregulares. Assim, a prova da materialidade e os indícios de autoria justificam a prisão, concluiu. Brunoni disse ainda que “o risco de reiteração é concreto”, pois “não há sinais de que o grupo tenha cessado suas atividades”, “nem mesmo após a operação ‘lava jato’ ter sido deflagrada”.


O juiz convocado não comentou o argumento da defesa sobre o comunicado divulgado pela Odebrecht. Até agora, o TRF-4 derrubou apenas duas prisões decretadas por Moro, que se baseavam na notícia de que advogados se encontraram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Ao roubarem da Petrobrás, diretor da estatal aviosava ao tesoureiro do PT: "Metade é do PT e metade é da casa"

Nesta reportagem,m o site da revista Veja de hoje, www.veja.com.br, revela que o tesoureiro do PT cobrava propina em bilhetes, diz delator, conforme informou o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, que  afirmou em depoimento que o PT começou a receber dinheiro sujo da Petrobras em 2004

Leia tudo:

"O Duque (foto à direita) falava: 'Isso aqui é metade do partido, metade da casa'. E eu cuidava da parte da casa", Pedro BaruscoO ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco, um dos delatores da Operação Lava Jato, confirmou em depoimento ao juiz Sergio Moro, que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto atuava como interlocutor do partido na arrecadação de propina de contratos da Petrobras. Mais: disse que Vaccari mandava bilhetes exigindo o pagamento de dinheiro sujo.

Segundo Barusco, a arrecadação de vantagens indevidas na estatal era "endêmica" e "institucionalizada" e abasteceu o PT pelo menos desde 2004.

Conforme o delator, os cofres do PT passaram a receber propina da Petrobras há pouco mais de onze anos, mesmo período em que Barusco e o então diretor de Serviços da estatal Renato Duque também deram início ao rateio de vantagens indevidas recolhidas de empreiteiras.
Na diretoria chefiada por Duque, a propina era normalmente de 1% dos valores dos contratos, sendo 0,5% para funcionários da estatal e 0,5% para o PT. "O Duque falava: 'Isso aqui é metade do partido, metade da casa'. E eu cuidava da parte da casa", relatou ele. "Na gestão do João Vaccari como tesoureiro do partido, era ele quem tomava conta dessa parte da propina", completou. Questionado sobre repasses ao PT, foi direto: "Nas tabelas que eu fazia de divisão sempre tinha".

De acordo com o ex-gerente, em um primeiro momento cabia a Renato Duque repassar verbalmente as exigências de propina feitas pelo PT a partir de bilhetes de Vaccari. Por fim, no final de 2010, o próprio Barusco se encontrou com o ex-tesoureiro em reuniões, em hotéis em São Paulo ou no Rio de Janeiro, em que era discutida a partilha do dinheiro. "Começou com uns bilhetinhos", disse. Em pelo menos uma oportunidade Pedro Barusco se encontrou com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, responsável pelas finanças do partido no período do escândalo do mensalão.

A arrecadação de dinheiro sujo por meio da Diretoria de Serviços da Petrobras chegou a ser tão grande que o próprio delator disse ter sugerido métodos para dar vazão aos recursos, como a abertura de contas bancárias no exterior. "Ele [Duque] me pedia de tempos em tempos para fazer prestação de contas e depois ele começou a me pedir algumas quantias em dinheiro quinzenalmente, semanalmente e fui contabilizando esses pagamentos a ele", disse. Por volta de 2010 e início de 2011, quando já estava para sair da Petrobras, Barusco informou que "praticamente toda a propina recolhida na diretoria ia para Duque".

Barusco arriscou uma razão pela qual grandes empreiteiras, hoje investigadas no petrolão, concordavam em desembolsar o dinheiro. "Acho que as empresas julgavam que a situação era boa para elas, que elas se sentiam comandando o mercado, tinham encomendas e não queriam que as coisas mudassem. Era para manter aquele status quo", disse. "Eles recebiam tratamento especial por pagar propina."

Duque e o ex-tesoureiro João Vaccari faziam uma espécie de encontro de contas para ver se a propina estava sendo paga dos dois lados. "Não era o propósito específico [fazer o encontro de contas], mas às vezes aconteciam [conversas como]: 'Ele pagou para mim e não pagou para casa? Ah, tá te pagando? Porque para mim não está pagando'", revelou.

Nova PEC sobre redução da maioridade penal poderá ser aprovada por 323 deputados

A TV Câmara transmite ao vivo os novos debates sobre a redução da maioridade penal, porque ainda esta noite poderá ser votada outra proposta.

Desta vez, segundo o editor soube há pouco junto à assessoria do deputado gaúcho Onyx Lorenzoni, a proposta poderá ser aprovada.

Os prognósticos são de que o 'sim" obterá 323 votos, bem mais do que os 303 da derrota desta madrugada.

Eduardo Cunha mostra autoridade e leva à votação nova proposta de redução da maioridade penal

A Câmara voltou a discutir estas noite, por iniciativa dos Partidos aliados ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma nova emenda, avaliada com mais "branda", e que deverá ser posta em votação ainda nesta quarta.

Cunha afirmou que os líderes dos partidos querem votar a matéria hoje. 

O peemedebista disse ainda que a nova proposta que será votada foi costurada pelos líderes

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da maioridade penal foi à votação na madrugada desta quarta-feira. Apesar de ter obtido a maioria numérica dos votos (303), não conseguiu a chamada maioria constitucional, que é de 308 votos, e foi rejeitada. O texto apresentado por Bessa previa a redução da maioridade penal para os crimes hediondos (estupro, roubo seguido de morte, tortura, entre outros) além de outras modalidades, como o tráfico de drogas e a lesão corporal seguida de morte.

Após a rejeição do texto apresentado por Bessa, líderes da oposição e de partidos da base se uniram e apresentaram uma nova emenda, encabeçada pelo PSD. A principal diferença entre o texto rejeitado e o apresentado é que a nova emenda retira o tráfico de drogas e o roubo qualificado (com uso de arma de fogo, por exemplo), do conjunto de crimes que poderia resultar na redução da maioridade penal.
Segundo a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Jandira Feghali, a apresentação desta emenda é um "golpe" ao regimento interno. Segundo ela, a emenda apresentada nesta quarta não poderia ir a votação por ser muito parecida com o texto rejeitado pelo plenário. "Espero que o bom senso prevaleça e que não dê um golpe no regimento da Casa", afirmou. Jandira afirmou que se o texto for posto na pauta, parlamentares contrários à redução a maioridade penal deverão tentar obstruir a votação.

Bang & Olufsen já vende em Porto Alegre.

A marca de eletrônicos mais desejada do mundo já pode ser encontrada em Porto Alegre. 

Considerada um dos maiores ícones mundiais em matéria de design, a Bang & Olufsen é reconhecida não apenas pelo luxo, mas principalmente pelo desenvolvimento de produtos que unem tecnologia de ponta, precisão sonora e acabamento artesanal. 

Por conta deste design diferenciado, a B&O como é conhecida também, é a única marca de eletrônicos que tem produtos expostos em museus renomados, como o MOMA, em Nova York. Em Porto Alegre ela está sendo representada pela Smartb, empresa gaucha que domina o mercado de alto padrão em audio, video e automação a mais de 20 anos. Mais detalhes pelo fone (51) 3333-1712 ou pelo email beo@terra.com.br

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Na Grécia, o governo esquerdista joga para a torcida, mas quer mesmo é entregar tudo para permanecer no euro

Vale a pena ler esta análise curta e consistente da consultoria Empiricus, enviada há pouco para o editor:

Bolsas internacionais estão mais animadas nesta quarta-feira, confiando que a Grécia permanecerá na Zona do Euro depois do referendo marcado para domingo.

A estratégia do primeiro-ministro Alexis Tsipras é a de jogar para a torcida.

Pessoalmente (inclusive através do Twitter), ele recomenda votar contra as medidas de austeridade.

Mas, se o povo votar a favor, ele concorda em atender aos anseios populares.

As pesquisas indicam que a maioria votará a favor, até por uma questão de aversão ao risco.

Votando a favor, você sabe que o país fará sacrifícios e ficará com o euro.

Votando contra, ninguém tem ideia do que pode acontecer

Conheça o novo CEO da Vivo no Sul do Brasil

A partir hoje, a Regional Sul da Vivo, que abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, tem novo comando – o executivo gaúcho Jackson Rodrigues.

Jackson Rodrigues retorna a Porto Alegre depois de cinco anos representando a empresa em outras praças. Atuou no Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina, como diretor territorial.  Administrador de Empresas com pós-graduação em Recursos Humanos e Finanças pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/URI, especializações em Gestão Estratégica de Negócios pelo IBEMEC, e Finanças Internacionais pela Universidade de Lisboa, Jackson responderá pela estrutura e equipes da empresa responsável pelo atendimento a 874 cidades nos três estados. Ele tem 15 anos dedicados à Telefônica Vivo.

MPF poderá liberar videos com Vaccari Neto na cena do crime. Eram estas as provas exigidas por Dilma ?


O Ministério Público Federal poderá vazar a qualquer momento algumas das provas que colocam os dirigentes do PT, ministros e coordenadores das campanhas presidenciais de Lula e Dilma na cena do crime.

A revista Veja revelou na sua edição desta semana a existência de pelo menos um conjunto de provas que incriminam João Vaccari Neto, o tesoureiro nacional do PT, agora preso no ´Paraná.

É só revelá-lo.

Conta Veja:

- Nos documentos que anexou ao processo, Ricardo Pessoa incluiu videos das câmeras de segurança da empresa, que colocam o tesoureiro na cena do crime.

Vaccari Neto costumava visitar Ricardo Pessoa nos sábados de manhã, escrevia valores num pedaço de papel, que depois rasgava e distribuía por várias lixeiras, tudo para não ser gravado.

Os videos, com som, são apenas uma das provas.

Depois de 20 anos, Clenir Wengenowicz sai do comando da Vivo no RS

Clenir Wengenowicz desligou-se ontem da posição de CEO da Vivo no RS. Ela vai agora para o varejo, conforme nota a seguir sobre a compra da TOK. Clenir é casada com um dos donos da rede Lebes, mas sempre teve atividade independente. Nos últimos 20 anos, comandou a Vivo no Estado.

O novo CEO é Jackson Rodrigues.

Delator narra em detalhes como pagou propinas para Zé Dirceu, ex-presidente do PT e ex-ministro de Lula

Lobista detalha à Lava Jato pagamento de propina para DirceuMilton Pascowitch celebrou acordo de delação premiada na segunda-feira. Segundo jornal, ela detalhou envolvimento do mensaleiro no esquema do Petrolão. 

A reportagem é do site www.veja.com.br de hoje. Leia tudo:

O empresário Milton Pascowitch contou, em depoimento prestado à força-tarefa da Operação Lava Jato, que intermediou pagamento de propina ao PT e ao ex-ministro da Casa Civil e mensaleiro condenado José Dirceu para garantir contratos da empreiteira Engevix com a Petrobras. Segundo reportagem desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo, o mais novo delator do escândalo do petrolão relatou que Dirceu se tornou uma espécie de "padrinho" dos interesses da empreiteira na estatal. Ligado ao ex-homem-forte do governo Lula, o lobista Pascowitch fechou acordo de delação premiada com a Justiça, homologado na segunda-feira pelo juiz federal Sérgio Moro.

Dono da consultoria Jamp Engenheiros Associados, Pascowitch foi contrato pela Engevix para aproximá-la do PT e facilitar negócios na Petrobras. Ele é um dos elos entre a empreiteira e a Diretoria de Serviços da petroleira, que era ocupada por Renato Duque, indicado pelo PT ao cargo. O lobista foi preso no final de maio pela Polícia Federal. Com a delação, ele foi autorizado a cumprir prisão domiciliar com o uso de uma tornozeleira eletrônica. O empresário pagou parte da sede da JD Assessoria e Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu, apontada pelos investigadores do petrolão como um dos possíveis propinodutos para lavar dinheiro desviado da Petrobras. A empresa Jamp Engenheiros Associados, de propriedade do empresário, desembolsou 400.000 reais dos 1,6 milhão de reais utilizados na aquisição do imóvel que sediava a JD, em São Paulo. Mais: uma empresa de Milton Pascowitch também comprou um imóvel em nome de Camila, filha de Dirceu, no bairro da Saúde, na capital paulista.

Em seu depoimento, segundo a Folha, o lobista disse que começou a operar o esquema de repasse de propina a partir de 2008 e que, entre aquele ano e 2011, a Engevix pagou 1,1 milhão de reais à consultoria de Dirceu, a JD Assessoria e Consultoria. Entre 2011 e 2012, foram pagos mais 1,5 milhão de reais pela empresa de Pascowitch ao ex-ministro.

O Ministério Público Federal investiga há meses a Jamp, considerada uma empresa de fachada suspeita de ser usada para lavar dinheiro do escândalo do petrolão. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, disse que Dirceu fazia "lobby internacional" em nome da empreiteira, enquanto Pascowitch atuava como mediador das "relações partidárias" da construtora. A Engevix pagou pouco mais de 1 milhão de reais à JD Assessoria e Consultoria, empresa de Dirceu, conforme mostrou o site de VEJA. Pascowitch já havia sido detectado também na lista de supostos clientes da "consultoria" de José Dirceu. No rol de contratantes compilados pela Receita Federal, aparece a Jamp - ela pagou 1,457 milhão de reais para Dirceu.


Sigilos - Condenado no julgamento do mensalão por corrupção ativa, José Dirceu é alvo de inquérito na Lava Jato e teve os sigilos fiscal e bancário quebrados em janeiro após o Ministério Público, em parceria com a Receita Federal, ter feito uma varredura nas empreiteiras investigadas na Lava Jato em busca de possíveis crimes tributários praticados pelos administradores da OAS, Camargo Corrêa, UTC/Constran, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, Engevix e Odebrecht. Os investigadores já haviam suspeitado que as empreiteiras cujas cúpulas são alvo de investigação, unidas em um cartel fraudaram contratos para a obtenção de obras da Petrobras, utilizavam empresas de fachada para dar ares de veracidade à movimentação milionária de recursos ilegais.

Rosatom, da Rússia, rompe parceria das usinas atômicas com Camargo Corrêa. Negociações com Eletrobras e Eletronuclear estão paradas

O editor recebeu esta manhã a informação a seguir da publicação "Relatório Reservado", segundo a qual a Lava Jato empobreceu também o urânio brasileiro. O desenfreado cerco às grandes empreiteiras praticamente paralisou o programa nuclear nacional. 

Leia tudo:

Que o diga a russa Rosatom, virtual parceira do governo brasileiro para a instalação de novas usinas atômicas. Nem mesmo as boas relações entre Dilma Rousseff e Vladimir Putin e os seguidos acordos bilaterais entre os dois países resistiram ao juiz Sergio Moro. A aliança entre a Rosatom e a Camargo Corrêa, que já haviam assinado um memorando de entendimentos para investimentos na área nuclear, desintegrou-se, informa o Relatório Reservado. Forçada pelas circunstâncias, a construtora cancelou qualquer novo projeto no setor. Desde então, os russos seguem em busca de um nome para ocupar o vazio deixado pela Camargo Corrêa, de preferência também uma grande empreiteira - afinal, que outro setor no Brasil tem tamanha familiaridade com o negócio? Praticamente todas as construtoras do primeiro time criaram uma área de defesa e segurança: a Odebrecht, por exemplo, participa do projeto de montagem do primeiro submarino nuclear brasileiro. Neste momento, no entanto, é mais fácil os russos acharem césio 137 sob o asfalto da Rua das Flores, em Curitiba, do que encontrar uma grande construtora que não tenha sido atingida pela radioatividade do petrolão.

Uma coisa puxa a outra. Nos últimos meses, as conversações entre a Rosatom e o governo brasileiro esfriaram consideravelmente. Havia a expectativa de que a própria presidente Dilma Rousseff fizesse uma viagem à Rússia no mês de maio, quando se encontraria com Vladimir Putin para dar continuidade ao projeto. No entanto, a visita não se confirmou. Ruim para a Rosatom, que apostou um monte de fichas no programa nuclear brasileiro. A companhia instalou uma subsidiária no país, a Rusatom Overseas Network, montou uma representação no Rio de Janeiro e designou um de seus mais promissores executivos para comandar os sete funcionários locais, Ivan Dybov. Muito barulho por nada. Por ora, a Rosatom fechou apenas um contrato com a Comissão Nacional de Energia Nuclear para o fornecimento de molibdênio-99, usado na medicina nuclear.

Rede gaúcha Tok,. 24 lojas, é vendida após quase 40 anos nas mãos de Mauro Tornaim

Clenir Wengenowicz e Luís Gustavo Masiero adquiriram a  marca do fundador Mauro Tornaim. -
        
Com uma rede de 24 lojas espalhadas pelo Rio Grande do Sul e Paraná, a TOK, principal marca própria de moda feminina do Sul do país passa a ser controlada por Clenir Wengenowicz e Luís Gustavo Masiero. 

Uma das mais reconhecidas marcas do varejo gaúcho muda de mãos perto de chegar aos 40 anos de história. 

Não foram revelados valores. 

Mauro Tornaim, criador da marca, deixa a empresa que fundou em 1977, ao abrir de cara duas lojas, uma na Azenha outra na Protásio Alves. “Estou muito feliz por poder encerrar meu ciclo na TOK com a certeza que a marca, sua cultura e produto diferenciado serão a plataforma de um grande projeto que os novos controladores da empresa pretendem desenvolver”, declara Tornaim, que a partir de agora foca seu dia-a-dia na gestão da Mentor Empreendimentos, sua holding de investimentos.
     
Com cerca de 300 colaboradores diretos, presente nos principais shoppings de Porto Alegre e Curitiba e com lojas nas maiores cidades do Rio Grande do Sul, a trajetória da TOK se mistura com a história do varejo gaúcho, e o investimento feito na aquisição da empresa demonstra a confiança dos empresários no mercado, apesar do momento de instabilidade da economia brasileira.

A empresa
A Tok é uma empresa que nasceu em Porto Alegre em 1977, atuando no varejo de moda jovem unissex, a partir de 1994 mudou o foco e passou a atuar exclusivamente com moda feminina, com produção própria. Com 24 lojas, a empresa está nos principais shoppings do Rio Grande do Sul e no Paraná. Hoje a Tok é uma marca muito presente entre as mulheres de 18 a 30 anos, das classes B e C, traduzindo a moda e as tendências e respeitando a essência da mulher. Com a proposta de ser simples e ao mesmo tempo surpreendente , os pilares da marca se baseiam em vestir-se bem, com custo benefício adequado, atendimento diferenciado e uma forte experiência de marca.  

Estes senhores sorriem sem a menor razão

Desta turma da foto ao lado, a metade está diretamente sendo investigada no âmbito da Lava Jato, Petrolão, portanto na iminência de se transformarem em réus e até serem presos como corruptos da pior espécie, e a outra metade frequenta o mesmo caso, embora de forma indireta, como é o caso de Sarney, cuja filha, Roseane, é também investigada pela Polícia Federal e MPF. 

Certamente por causa disto, todos sorriem.

É que em movimento para reaproximar o PMDB, ex-presidente Lula pediu, em café da manhã na casa do presidente do Senado, que Renan Calheiros, ontem, pedindo que o Partido ‘releve os problemas com Dilma Rousseff, fique mais perto e ajude o governo a sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu Lula, que repetiu refrão que fez em reunião na segunda-feira com parlamentares do PT.

Lula gostaria de continuar chefiando e se beneficiando da organização criminosa montada pelo PT.

Contrariada com intervenção federal, Yeda não irá à convenção nacional do PSDB

A ex-governadora Yeda Crusius disse esta manhã ao editor que não irá à convenção do PSDB em Brasília.

A convenção foi agendada para o dia 5.

Yeda não gostou da intervenção federal no PSDB do RS.

Servidores do Judiciário terão aumento salarial de 78%

O Senado aprovou ontem por 62 votos a zero um projeto de lei que concede reajuste salarial de até 78% aos servidores do Judiciário. Segundo o Ministério do Planejamento, a despesa suplementar será de 25,7 bilhões de reais nos próximos quatro anos.

E ?

Dilma ocupa suíte da Bonequinha de Luxo no Hotel St. Regis, US$ 11 mil por noite

CLIQUE AQUI para examinar mais fotos das suítes de luxo do St. Regis.


Sem nenhum cuidado sequer diante dos problemas que enfrenta, a presidente Dilma Roussef voltou a repetir Maria Antonieta às vésperas da decapitação e  a esnobar na nova visita a Nova Iorque, onde já ocupou suíte de luxo no Waldorf Astória, poque desta vez custou 11 000 dólares por noite a suíte em que ela se hospedou no Hotel St Regis, na esquina da Quinta Avenida com a Rua 55.


O colunista de Veja, Lauro Jardim, informa hoje  que "Dilma ocupou por duas noites a suíte Tiffany, decorada pelo diretor de design da grife cobiçada por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo.

CDL de Porto Alegre quer novo Ajustar no RS

A CDL de Porto Algre insiste com Sartori para que o governo estadual edite nova fase do programa Ajustar, criado por Tarso para reduzir multas e juros, além de ampliar prazos para pagamentos de dívidas do ICMS.


O presidente Gustavo Schiffino disse que foi nesta terça a tarde a reunião mais recente que examinou os problemas do ilegal descumprimento do Imposto de Fronteira, o Difa, revogado ano passado pela Assembléia, e por isto quer pelo menos, de imediato, um novo Ajustar, enquanto o caso não é resolvido na secretaria da Fazenda. 

Pesquisa da Fecomércio revela que crise amplifica problemas dos inadimplentes

O percentual de famílias gaúchas com contas em atraso que não terão condições de pagá-las nos próximos 30 dias voltou a crescer em junho, mostrando um aumento de consumidores inadimplentes e a dificuldade que as famílias enfrentam para se organizar diante do novo cenário da economia. O percentual de famílias sem a perspectiva de pagamento de dívidas em atraso no horizonte de 30 dias atingiu 13,1% em junho deste ano, contra 4,4% no mesmo mês do ano anterior. O dado faz parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor – PEIC-RS, divulgada nesta quarta-feira (1) pela Fecomércio-RS. O levantamento ouviu 600 famílias no Rio Grande do Sul.
     
Conforme a PEIC-RS, o mês se encerrou com um aumento significativo no percentual de famílias gaúchas endividadas. O índice alcançou 60,5% contra 54,0% apurados no mesmo período do ano passado. Considerando a média de 12 meses, o endividamento dos gaúchos apresentou leve alta, passando de 55,1% em maio para 55,6% em junho. Apesar da alta na comparação anual, o nível de endividamento ainda está abaixo do padrão histórico. “Nos últimos meses, a demanda por crédito ficou mais restrita pelos juros mais altos e pela menor confiança dos consumidores. Além disso, houve também restrições por parte dos ofertantes de crédito. Tudo isso ajuda a explicar a dinâmica recente do endividamento das famílias”, comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. Ele destacou também a importância do consumo consciente, com a necessidade de as famílias manterem suas contas em dia para que possam continuar comprando.
     
O percentual de famílias com contas em atraso também cresceu, passando de 20,0% em junho/2014 para 23,3% em junho/2015. “Os juros altos e a inflação persistente são fatores determinantes para o aumento do percentual de famílias que não têm condições de honrar suas dívidas”, ponderou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

     
A pesquisa ainda evidencia estabilidade na parcela de renda comprometida com o pagamento de contas. Na média em 12 meses, permaneceu em 30,1% (junho/2015), contra 30,0% em maio de 2015. O tempo de comprometimento, também na média de 12 meses, registrou um pequeno recuo, saindo de 7,7 meses em maio desde ano para 7,6 meses em junho último. O cartão de crédito segue liderando como o principal meio de dívida dos gaúchos, detido por 83,9% dos entrevistados, seguido por carnês (21,5%) e financiamento de veículos (18,6%).

Grécia recua, mas Alemanha avisa que não acredita mais em Atenas

As agências internacionais informam esta manhã que oprimeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, escreveu aos credores internacionais dizendo que a Grécia pode aceitar a oferta de resgate mais recente se algumas condições forem alteradas, mas a Alemanha expressou ceticismo ao mesmo tempo em que disse que a porta ainda está aberta a negociações.

Em troca, Atenas pediu um empréstimo de 29 bilhões de euros para cobrir todos os pagamentos de serviço de dívida que vencem nos próximos dois anos.

A chanceler alemã Angela Merkel não acredita mais nos gregos. Sobre o referendo de domingo, ela avisou, apoiando a consulta:

- A Grécia tem o direito de fazer seu referendo sobre as propostas européias, mas os europeus também têm o direito de responder conforme o resultado do voto.

Na carta, vista pela Reuters, Tsipras pediu para manter o desconto do imposto sobre valor agregado para ilhas da Grécia, adiar os cortes de gastos com defesa e também a eliminação progressiva do complemento de renda para pensionistas mais pobres.

"Como podem notar, nossas alterações são concretas e respeitam totalmente a robustez e credibilidade do projeto do programa geral", escreveu o líder esquerdista grego.

Os ministros das Finanças da zona do euro vão discutir o pedido grego em teleconferência marcada para às 12h30 (horário de Brasília), mas a reação inicial de ministros e autoridades foi de que a carta contém elementos que os ministros acharão difícil aceitar.

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que a Grécia não cumpriu suas obrigações, mas que a porta para negociações permanece aberta.

Com longas filas se formando em caixas automáticos um dia depois de a Grécia se tornar a primeira economia avançada a dar calote no FMI, e com sinais de que a oferta de notas está ficando baixa, Tsipras está sob crescente pressão política para alcançar um acordo.

Embora a carta dele seja datada de 30 de junho, ela chegou após os ministros do Eurogrupo terem encerrado uma teleconferência na terça-feira à noite. Uma autoridade da UE disse que ela havia sido recebida por volta da meia-noite, quando o resgate internacional do país expirou e quando ele deu calote no pagamento ao FMI.


Mas o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schaeuble, jogou água fria sobre as esperanças de um rápido avanço, dizendo que a carta chegou tarde demais e que ainda não está claro o que a Grécia deseja.

Só 9% aprovam o governo Dilma Roussef, diz Ibope

Da mesma forma que vem registrando o Instituto Paraná Pesquisas nos Estados onde vai fazendo amostragens, a aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT) chegou a 9% segundo pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgada nesta quarta-feira. De acordo com a pesquisa, 9% dos entrevistados consideravam o governo Dilma como "ótimo ou bom". A pesquisa indica ainda que 21% dos entrevistados avaliam o governo como "regular" e 68% dos entrevistados classificam o governo como "ruim ou péssimo".

Na pesquisa anterior, divulgada em março de 2015, o percentual dos entrevistados que avaliavam o governo como "ótimo ou bom" era de 12%. Os que classificavam o governo como "regular" totalizavam 23% e os que avaliavam o governo como "ruim ou péssimo" somavam 64%.
O índice de reprovação de 68% é o pior da série histórica da pesquisa em 29 anos.

Esta é a segunda pesquisa CNI/Ibope divulgada desde o início do segundo mandato da presidente petista. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Os menores índices de avaliação de governo registrados pela pesquisa foram nos meses de junho e julho de 1989, durante a gestão do ex-presidente José Sarney (PMDB). Nesses dois meses, o percentual dos entrevistados que classificou o governo como "ótimo e bom" foi de 7%.
Já em relação à aprovação à maneira de governar, a série histórica da pesquisa CNI/Ibope começou a ser feita durante o governo do ex-presidente Fernando Collor (PTB), mas foi sistematizada a partir do primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Os 15% de aprovação obtidos por Dilma são o índice mais baixo de toda a série histórica registrada pela pesquisa.
A pesquisa avaliou também o índice de confiança na presidente Dilma. Segundo o Ibope, em junho, 20% dos entrevistados afirmaram confiar na presidente. Em março deste ano, o índice chegava a 24%. Na série histórica, apenas Sarney obteve um índice de confiança menor que Dilma. Em junho de 1989, apenas 16% dos entrevistados diziam confiar no então presidente.
Já os que afirmaram não confiar na presidente Dilma em junho deste ano somam 78%. Em março, este índice era de 74%. Novamente, apenas Sarney superou Dilma neste quesito. Em junho de 1989, 80% dos entrevistados afirmavam não confiar no presidente.

A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 21 de junho e ouviu 2002 pessoas em 141 municípios de todo o Brasil. O grau de confiança é de 95%.


Mercado de imóveis de luxo vai na contramão da crise

Imóveis de alto padrão continuam sendo um nicho que não sofre com as quedas do mercado, nem em Poerto Alegre e tampouco em mercados mais maduros como São Paulo e Rio. Eles são uma eterna aposta do segmento.

Em SP e Rio, esses imóveis são oferecidos por até R$ 22 milhões, mas em Porto Alegre os preços não passam de R$ 8 milhões. Em SP e Porto Alegre, existem casos de valores ainda maiores, mas em geral os preços pesquisados pelo editor são estes. Na Capital gaúcha, há concentração nos bairros Bela Vista.

No mercado imobiliário brasileiro esse modelo de imóvel resiste ao tempo e à instabilidade da economia. Quem está no segmento, seja um corretor ou um comprador, sabe que se trata de um investimento seguro  e, em momentos de baixa do setor, ainda há demanda.

Esse público alvo pode exigir e pagar por isso. 

Esse tipo de imóvel geralmente é bem localizado, não tem menos de 300 metros quadrados e dispõe dos mais modernos equipamentos e novas tecnologias para tornar o cotidiano desse comprador  tão exigente uma experiência única.

A oferta restrita – que favorece a manutenção da demanda– é um dos pontos que estimula o mercado de luxo, segundo especialistas. Mesmo depois do boom imobiliário, este mercado não teve excesso de oferta, como ocorreu com os segmentos de dois e três dormitórios, de até 100 m². Isso fez com que as unidades de alto padrão continuassem sendo atendidas de acordo com a procura.

O investimento em imóveis de luxo não é tão sensível às crises econômicas, pois seus consumidores têm um patrimônio formado, dependendo menos do crédito imobiliário. Essa maior independência em relação ao crédito faz com que o número de distratos no segmento também seja menor, garantindo a liquidez dos empreendimentos.

Veja como votou cada deputado do seu Estado. Pressione os que votaram contra a redução.

Acompanhe na lista a seguir, o voto de cada deputado federal do seu Estado, tudo no âmbito da decisão desta madrugada na Câmara, relativamente ao substitutivo da PEC que reduz a maioridade penal. O substitutivo tratava apenas de crimes hediondos. A PEC principal ainda será votada e valerá para qualquer tipo de crime.

A proposta de ontem foi rejeitada por apenas 5 votos, porque precisava de 308 votos para completar 2/3.

Pressões sobre os deputados poderão inverter os votos "não".

DEM
Alberto Fraga (DF) Sim
Alexandre Leite (SP) Sim
Carlos Melles (MG) Sim
Claudio Cajado (BA) Sim
Efraim Filho (PB) Sim
Eli Corrêa Filho (SP) Sim
Elmar Nascimento (BA) Sim
Felipe Maia (RN) Sim
Hélio Leite (PA) Sim
Jorge Tadeu Mudalen (SP) Sim
José Carlos Aleluia (BA) Sim
Mandetta (MS) Não
Marcelo Aguiar (SP) Sim
Mendonça Filho (PE) Sim
Misael Varella (MG) Sim
Moroni Torgan (CE) Sim
Onyx Lorenzoni (RS) Sim
Pauderney Avelino (AM) Sim
Paulo Azi (BA) Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende (TO) Não
Rodrigo Maia (RJ) Sim
Total DEM: 21
PCdoB
Alice Portugal (BA) Não
Aliel Machado (PR) Não
Carlos Eduardo Cadoca (PE) Não
Chico Lopes (CE) Não
Daniel Almeida (BA) Não
Davidson Magalhães (BA) Não
Jandira Feghali (RJ) Não
Jô Moraes (MG) Não
João Derly (RS) Não
Luciana Santos (PE) Não
Orlando Silva (SP) Não
Rubens Pereira Júnior (MA) Não
Wadson Ribeiro (MG) Não
Total PCdoB: 13
PDT
Abel Mesquita Jr. (RR) Não
Afonso Motta (RS) Não
André Figueiredo (CE) Não
Dagoberto (MS) Não
Damião Feliciano (PB) Não
Félix Mendonça Júnior (BA) Não
Flávia Morais (GO) Não
Giovani Cherini (RS) Não
Major Olimpio (SP) Sim
Marcelo Matos (RJ) Abstenção
Marcos Rogério (RO) Sim
Mário Heringer (MG) Não
Pompeo de Mattos (RS) Não
Roberto Góes (AP) Não
Ronaldo Lessa (AL) Não
Sergio Vidigal (ES) Não
Subtenente Gonzaga (MG) Não
Weverton Rocha (MA) Não
Wolney Queiroz (PE) Não
Total PDT: 19
PEN
André Fufuca (MA) Sim
Junior Marreca (MA) Sim
Total PEN: 2
PHS
Adail Carneiro (CE) Não
Carlos Andrade (RR) Sim
Diego Garcia (PR) Não
Kaio Maniçoba (PE) Não
Marcelo Aro (MG) Sim
Total PHS: 5
PMDB
Alberto Filho (MA) Sim
Alceu Moreira (RS) Sim
Aníbal Gomes (CE) Sim
Baleia Rossi (SP) Sim
Carlos Bezerra (MT) Não
Carlos Henrique Gaguim (TO) Sim
Carlos Marun (MS) Sim
Celso Jacob (RJ) Sim
Celso Maldaner (SC) Não
Celso Pansera (RJ) Não
Daniel Vilela (GO) Sim
Danilo Forte (CE) Sim
Darcísio Perondi (RS) Não
Dulce Miranda (TO) Não
Edinho Bez (SC) Sim
Edio Lopes (RR) Sim
Eduardo Cunha (RJ) Art. 17
Elcione Barbalho (PA) Não
Fabio Reis (SE) Sim
Fernando Jordão (RJ) Sim
Flaviano Melo (AC) Sim
Geraldo Resende (MS) Sim
Hermes Parcianello (PR) Sim
Hildo Rocha (MA) Sim
Hugo Motta (PB) Sim
Jarbas Vasconcelos (PE) Não
Jéssica Sales (AC) Sim
João Arruda (PR) Não
João Marcelo Souza (MA) Não
José Fogaça (RS) Não
Josi Nunes (TO) Não
Laudivio Carvalho (MG) Sim
Lelo Coimbra (ES) Não
Leonardo Picciani (RJ) Sim
Leonardo Quintão (MG) Sim
Lindomar Garçon (RO) Abstenção
Lucio Mosquini (RO) Sim
Lucio Vieira Lima (BA) Sim
Manoel Junior (PB) Sim
Marcelo Castro (PI) Sim
Marcos Rotta (AM) Sim
Marinha Raupp (RO) Não
Marquinho Mendes (RJ) Sim
Marx Beltrão (AL) Sim
Mauro Lopes (MG) Sim
Mauro Mariani (SC) Sim
Mauro Pereira (RS) Sim
Osmar Serraglio (PR) Sim
Osmar Terra (RS) Não
Pedro Chaves (GO) Sim
Rogério Peninha Mendonça (SC) Sim
Ronaldo Benedet (SC) Sim
Roney Nemer (DF) Sim
Saraiva Felipe (MG) Não
Sergio Souza (PR) Sim
Simone Morgado (PA) Não
Soraya Santos (RJ) Sim
Valdir Colatto (SC) Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PB) Sim
Vitor Valim (CE) Sim
Walter Alves (RN) Sim
Washington Reis (RJ) Não
Total PMDB: 62
PMN
Antônio Jácome (RN) Sim
Dâmina Pereira (MG) Sim
Hiran Gonçalves (RR) Sim
Total PMN: 3
PP
Afonso Hamm (RS) Sim
Arthur Lira (AL) Sim
Beto Rosado (RN) Sim
Cacá Leão (BA) Sim
Conceição Sampaio (AM) Não
Covatti Filho (RS) Sim
Dilceu Sperafico (PR) Sim
Dimas Fabiano (MG) Sim
Eduardo da Fonte (PE) Sim
Esperidião Amin (SC) Sim
Ezequiel Fonseca (MT) Sim
Fernando Monteiro (PE) Sim
Guilherme Mussi (SP) Sim
Jair Bolsonaro (RJ) Sim
Jerônimo Goergen (RS) Sim
Jorge Boeira (SC) Sim
José Otávio Germano (RS) Sim
Julio Lopes (RJ) Sim
Lázaro Botelho (TO) Sim
Luis Carlos Heinze (RS) Sim
Luiz Fernando Faria (MG) Sim
Marcelo Belinati (PR) Sim
Marcus Vicente (ES) Sim
Mário Negromonte Jr. (BA) Sim
Missionário José Olimpio (SP) Sim
Nelson Meurer (PR) Sim
Odelmo Leão (MG) Sim
Paulo Maluf (SP) Sim
Renato Molling (RS) Sim
Renzo Braz (MG) Sim
Ricardo Barros (PR) Não
Roberto Balestra (GO) Sim
Roberto Britto (BA) Sim
Ronaldo Carletto (BA) Sim
Sandes Júnior (GO) Sim
Simão Sessim (RJ) Sim
Toninho Pinheiro (MG) Sim
Waldir Maranhão (MA) Não
Total PP: 38
PPS
Alex Manente (SP) Sim
Arnaldo Jordy (PA) Não
Carmen Zanotto (SC) Não
Eliziane Gama (MA) Não
Hissa Abrahão (AM) Não
Marcos Abrão (GO) Não
Moses Rodrigues (CE) Sim
Raul Jungmann (PE) Não
Roberto Freire (SP) Não
Rubens Bueno (PR) Não
Sandro Alex (PR) Sim
Total PPS: 11
PR
Aelton Freitas (MG) Sim
Altineu Côrtes (RJ) Sim
Anderson Ferreira (PE) Sim
Bilac Pinto (MG) Sim
Cabo Sabino (CE) Sim
Capitão Augusto (SP) Sim
Clarissa Garotinho (RJ) Não
Dr. João (RJ) Sim
Francisco Floriano (RJ) Sim
Giacobo (PR) Sim
Gorete Pereira (CE) Sim
João Carlos Bacelar (BA) Sim
Jorginho Mello (SC) Sim
José Rocha (BA) Sim
Laerte Bessa (DF) Sim
Lincoln Portela (MG) Sim
Lúcio Vale (PA) Sim
Luiz Cláudio (RO) Sim
Luiz Nishimori (PR) Sim
Magda Mofatto (GO) Sim
Marcio Alvino (SP) Sim
Marcos Soares (RJ) Sim
Maurício Quintella Lessa (AL) Sim
Miguel Lombardi (SP) Sim
Milton Monti (SP) Sim
Paulo Feijó (RJ) Sim
Paulo Freire (SP) Sim
Remídio Monai (RR) Sim
Silas Freire (PI) Sim
Tiririca (SP) Sim
Vinicius Gurgel (AP) Sim
Wellington Roberto (PB) Sim
Zenaide Maia (RN) Não
Total PR: 33
PRB
Alan Rick (AC) Sim
André Abdon (AP) Sim
Antonio Bulhões (SP) Sim
Beto Mansur (SP) Sim
Carlos Gomes (RS) Sim
Celso Russomanno (SP) Sim
César Halum (TO) Sim
Cleber Verde (MA) Sim
Fausto Pinato (SP) Sim
Jhonatan de Jesus (RR) Sim
Jony Marcos (SE) Sim
Marcelo Squassoni (SP) Sim
Márcio Marinho (BA) Sim
Roberto Alves (SP) Sim
Roberto Sales (RJ) Sim
Ronaldo Martins (CE) Sim
Rosangela Gomes (RJ) Sim
Tia Eron (BA) Sim
Vinicius Carvalho (SP) Sim
Total PRB: 19
PROS
Ademir Camilo (MG) Sim
Antonio Balhmann (CE) Sim
Beto Salame (PA) Não
Domingos Neto (CE) Não
Dr. Jorge Silva (ES) Não
Givaldo Carimbão (AL) Não
Hugo Leal (RJ) Não
Leônidas Cristino (CE) Não
Miro Teixeira (RJ) Não
Rafael Motta (RN) Não
Ronaldo Fonseca (DF) Sim
Valtenir Pereira (MT) Sim
Total PROS: 12
PRP
Juscelino Filho (MA) Sim
Marcelo Álvaro Antônio (MG) Sim
Total PRP: 2
PRTB
Cícero Almeida (AL) Sim
Total PRTB: 1
PSB
Adilton Sachetti (MT) Sim
Átila Lira (PI) Não
Bebeto (BA) Não
César Messias (AC) Não
Fabio Garcia (MT) Sim
Fernando Coelho Filho (PE) Não
Flavinho (SP) Não
Glauber Braga (RJ) Não
Gonzaga Patriota (PE) Sim
Heitor Schuch (RS) Não
Heráclito Fortes (PI) Abstenção
Janete Capiberibe (AP) Não
João Fernando Coutinho (PE) Não
José Reinaldo (MA) Sim
Jose Stédile (RS) Não
Júlio Delgado (MG) Não
Keiko Ota (SP) Sim
Leopoldo Meyer (PR) Não
Luciano Ducci (PR) Sim
Luiz Lauro Filho (SP) Sim
Luiza Erundina (SP) Não
Maria Helena (RR) Não
Marinaldo Rosendo (PE) Sim
Pastor Eurico (PE) Sim
Paulo Foletto (ES) Não
Stefano Aguiar (MG) Sim
Tadeu Alencar (PE) Não
Tenente Lúcio (MG) Não
Tereza Cristina (MS) Não
Valadares Filho (SE) Não
Vicentinho Júnior (TO) Sim
Total PSB: 31
PSC
Andre Moura (SE) Sim
Edmar Arruda (PR) Sim
Eduardo Bolsonaro (SP) Sim
Erivelton Santana (BA) Sim
Gilberto Nascimento (SP) Sim
Júlia Marinho (PA) Sim
Marcos Reategui (AP) Não
Pr. Marco Feliciano (SP) Sim
Professor Victório Galli (MT) Sim
Raquel Muniz (MG) Sim
Silvio Costa (PE) Não
Total PSC: 11
PSD
Alexandre Serfiotis (RJ) Sim
Átila Lins (AM) Sim
Cesar Souza (SC) Sim
Danrlei de Deus Hinterholz (RS) Sim
Delegado Éder Mauro (PA) Sim
Diego Andrade (MG) Sim
Evandro Roman (PR) Sim
Fábio Faria (RN) Sim
Fábio Mitidieri (SE) Sim
Felipe Bornier (RJ) Sim
Fernando Torres (BA) Não
Francisco Chapadinha (PA) Sim
Goulart (SP) Sim
Herculano Passos (SP) Sim
Heuler Cruvinel (GO) Sim
Indio da Costa (RJ) Sim
Irajá Abreu (TO) Sim
Jaime Martins (MG) Sim
Jefferson Campos (SP) Sim
João Rodrigues (SC) Sim
Joaquim Passarinho (PA) Sim
José Carlos Araújo (BA) Sim
José Nunes (BA) Sim
Júlio Cesar (PI) Sim
Marcos Montes (MG) Sim
Paulo Magalhães (BA) Não
Ricardo Izar (SP) Sim
Rogério Rosso (DF) Sim
Rômulo Gouveia (PB) Sim
Sérgio Brito (BA) Sim
Sóstenes Cavalcante (RJ) Sim
Walter Ihoshi (SP) Sim
Total PSD: 32
PSDB
Alexandre Baldy (GO) Sim
Alfredo Kaefer (PR) Sim
Antonio Imbassahy (BA) Sim
Arthur Virgílio Bisneto (AM) Sim
Betinho Gomes (PE) Não
Bonifácio de Andrada (MG) Sim
Bruna Furlan (SP) Sim
Bruno Araújo (PE) Sim
Bruno Covas (SP) Sim
Caio Narcio (MG) Sim
Carlos Sampaio (SP) Sim
Célio Silveira (GO) Sim
Daniel Coelho (PE) Sim
Delegado Waldir (GO) Sim
Domingos Sávio (MG) Sim
Eduardo Barbosa (MG) Não
Eduardo Cury (SP) Sim
Fábio Sousa (GO) Sim
Geovania de Sá (SC) Sim
Giuseppe Vecci (GO) Sim
Izalci (DF) Sim
João Campos (GO) Sim
João Castelo (MA) Sim
João Gualberto (BA) Sim
João Paulo Papa (SP) Não
Jutahy Junior (BA) Sim
Lobbe Neto (SP) Sim
Luiz Carlos Hauly (PR) Sim
Mara Gabrilli (SP) Não
Marco Tebaldi (SC) Sim
Marcus Pestana (MG) Sim
Mariana Carvalho (RO) Sim
Max Filho (ES) Não
Miguel Haddad (SP) Sim
Nelson Marchezan Junior (RS) Sim
Nilson Leitão (MT) Sim
Nilson Pinto (PA) Sim
Otavio Leite (RJ) Sim
Paulo Abi-Ackel (MG) Sim
Pedro Cunha Lima (PB) Sim
Pedro Vilela (AL) Sim
Raimundo Gomes de Matos (CE) Sim
Ricardo Tripoli (SP) Sim
Rocha (AC) Sim
Rodrigo de Castro (MG) Sim
Rossoni (PR) Sim
Samuel Moreira (SP) Sim
Shéridan (RR) Sim
Silvio Torres (SP) Sim
Vanderlei Macris (SP) Sim
Vitor Lippi (SP) Sim
Total PSDB: 51
PSDC
Aluisio Mendes (MA) Sim
Luiz Carlos Ramos (RJ) Sim
Total PSDC: 2
PSOL
Chico Alencar (RJ) Não
Edmilson Rodrigues (PA) Não
Ivan Valente (SP) Não
Jean Wyllys (RJ) Não
Total PSOL: 4
PT
Adelmo Carneiro Leão (MG) Não
Afonso Florence (BA) Não
Alessandro Molon (RJ) Não
Ana Perugini (SP) Não
Andres Sanchez (SP) Não
Angelim (AC) Não
Arlindo Chinaglia (SP) Não
Assis do Couto (PR) Não
Benedita da Silva (RJ) Não
Beto Faro (PA) Não
Bohn Gass (RS) Não
Caetano (BA) Não
Carlos Zarattini (SP) Não
Chico D Angelo (RJ) Não
Décio Lima (SC) Não
Enio Verri (PR) Não
Erika Kokay (DF) Não
Fernando Marroni (RS) Não
Gabriel Guimarães (MG) Não
Givaldo Vieira (ES) Não
Helder Salomão (ES) Não
Henrique Fontana (RS) Não
João Daniel (SE) Não
Jorge Solla (BA) Não
José Airton Cirilo (CE) Não
José Guimarães (CE) Não
José Mentor (SP) Não
Leo de Brito (AC) Não
Leonardo Monteiro (MG) Não
Luiz Couto (PB) Não
Luiz Sérgio (RJ) Não
Luizianne Lins (CE) Não
Marco Maia (RS) Não
Marcon (RS) Não
Margarida Salomão (MG) Não
Maria do Rosário (RS) Não
Moema Gramacho (BA) Não
Nilto Tatto (SP) Não
Odorico Monteiro (CE) Não
Padre João (MG) Não
Paulão (AL) Não
Paulo Pimenta (RS) Não
Paulo Teixeira (SP) Não
Pedro Uczai (SC) Não
Professora Marcivania (AP) Não
Reginaldo Lopes (MG) Não
Rubens Otoni (GO) Não
Ságuas Moraes (MT) Não
Sibá Machado (AC) Não
Toninho Wandscheer (PR) Não
Valmir Assunção (BA) Não
Valmir Prascidelli (SP) Não
Vander Loubet (MS) Não
Vicente Candido (SP) Não
Vicentinho (SP) Não
Wadih Damous (RJ) Não
Waldenor Pereira (BA) Não
Weliton Prado (MG) Sim
Zé Carlos (MA) Não
Zé Geraldo (PA) Não
Zeca Dirceu (PR) Não
Total PT: 61
PTB
Adalberto Cavalcanti (PE) Sim
Adelson Barreto (SE) Sim
Alex Canziani (PR) Não
Antonio Brito (BA) Não
Arnaldo Faria de Sá (SP) Sim
Arnon Bezerra (CE) Sim
Benito Gama (BA) Sim
Cristiane Brasil (RJ) Sim
Deley (RJ) Não
Eros Biondini (MG) Não
Jorge Côrte Real (PE) Sim
Josué Bengtson (PA) Sim
Jovair Arantes (GO) Sim
Jozi Rocha (AP) Sim
Luiz Carlos Busato (RS) Não
Nelson Marquezelli (SP) Sim
Nilton Capixaba (RO) Sim
Paes Landim (PI) Sim
Pedro Fernandes (MA) Não
Ricardo Teobaldo (PE) Sim
Ronaldo Nogueira (RS) Sim
Sérgio Moraes (RS) Sim
Walney Rocha (RJ) Sim
Wilson Filho (PB) Sim
Zeca Cavalcanti (PE) Sim
Total PTB: 25
PTC
Brunny (MG) Sim
Uldurico Junior (BA) Não
Total PTC: 2
PTdoB
Luis Tibé (MG) Sim
Pastor Franklin (MG) Sim
Total PTdoB: 2
PTN
Bacelar (BA) Não
Christiane de Souza Yared (PR) Não
Delegado Edson Moreira (MG) Sim
Renata Abreu (SP) Sim
Total PTN: 4
PV
Dr. Sinval Malheiros (SP) Não
Evair de Melo (ES) Não
Evandro Gussi (SP) Não
Fábio Ramalho (MG) Não
Leandre (PR) Sim
Penna (SP) Sim
Sarney Filho (MA) Não
Total PV: 7
Sem partido
Cabo Daciolo RJ Não
Total Sem partido.: 1
Solidariedade
Arthur Oliveira Maia (BA) Sim
Augusto Carvalho (DF) Não
Augusto Coutinho (PE) Sim
Aureo (RJ) Não
Benjamin Maranhão (PB) Sim
Carlos Manato (ES) Sim
Elizeu Dionizio (MS) Sim
Expedito Netto (RO) Não
Ezequiel Teixeira (RJ) Sim
Fernando Francischini (PR) Sim
Genecias Noronha (CE) Sim
JHC (AL) Não
José Maia Filho (PI) Não
Laercio Oliveira (SE) Sim
Lucas Vergilio (GO) Sim
Paulo Pereira da Silva (SP) Sim




PT, PDT, PSB e PCdoB do RS votaram em peso contra a redução da maioridade penal. Terra, Perondi, Fogaça e Busatto reforçaram o time.

17 deputados federais gaúchos votaram contra a redução da maioridade penal, contra 14 que votaram a favor.

Os deputados que votaram com o PT, PDT, PSB e PCdoB (nenhum deles com qualquer defecção) foram os deputados Darcisio Perondi, Osmar Terra e José Fogaça, PMDB, mais Luiz Carlos Busatto, PTB, mas os deputados Alceu Moreira e Mauro Pereira, também PMDB, Sérgio Moraes e Ronaldo Nogueira, PTB, votaram pela redução.

O PP votou em peso com o substitutivo, da mesma forma que fizeram Onyx Lorenzoni, DEM, Marchezan Júnior, PSDB, Carlos Gomes, PRB, e Danrlei de Deus, PSD.

Leia a lista completa na nota a seguir.




Merval Pereira diz que historinha de Dilma sobre delação é falsa como foi falsa sua luta pela democracia

O jornalista de "O Globo" abriu seu comentário com a seguinte frase:

"Não há Tiradentes nessa história que a presidente Dilma tenta recontar, e nem ela foi uma lutadora pela democracia, como pretende hoje"

Leia tudo:

A presidente Dilma, infelizmente para nós brasileiros e para o país, não tem o dom de organizar seu pensamento. Se fosse apenas uma dificuldade de se expressar, como quando resolveu louvar a mandioca e chamou-a de “grande conquista brasileira”, já seria difícil para uma autoridade que tem obrigação de explicar seus atos a cada instante de seu governo.
Mas quando o pensamento equivocado é também embaralhado, aí já se torna um problema político-institucional. Se a presidente diz que não respeita delatores, ela está partindo do princípio de que o presidente da UTC Ricardo Pessoa, e outros executivos que fizeram suas delações premiadas, estão revelando fatos verdadeiros que deveriam ser escondidos.
Sim, por que só pessoas que estão por dentro das conspirações ou das bandidagens podem delatar seus companheiros em troca de algum benefício da Justiça. Foi, aliás, para evitar que as revelações sobre crimes fossem desqualificadas pelos interessados que o que chamamos popularmente de “delação premiada” tem o nome oficial de “colaboração premiada”.
Mas, de qualquer maneira, a presidente Dilma tratou de jogar sobre Ricardo Pessoa a pecha de traidor, comparando-o a Joaquim Silvério dos Reis, o que a deixa mal e a todos os denunciados pelo empreiteiro. E ela não percebe essa incongruência, o que faz com que prossiga em linha reta para o abismo sem que ninguém possa ajudá-la, já que, sabe-se, ela não admite contestações.
“Eu não respeito delator, até porque estive presa na ditadura militar e sei o que é. Tentaram me transformar numa delatora. A ditadura fazia isso com as pessoas presas, e garanto para vocês que resisti bravamente. Até, em alguns momentos, fui mal interpretada quando disse que, em tortura, a gente tem que resistir, porque se não você entrega seus presos.”
Nessa frase, temos de tudo: uma confusão entre seu papel como guerrilheira, e o dos petistas que se meteram no mensalão e no petrolão; uma ignorância assombrosa da diferença entre democracia e ditadura e, sobretudo, a insensatez de comparar os inconfidentes mineiros com os mensaleiros e petroleiros, que podem ser tudo, menos patriotas heróicos em luta contra uma opressão estrangeira.
Não há Tiradentes nessa história que a presidente Dilma tenta recontar, e nem ela foi uma lutadora pela democracia, como pretende hoje. A tortura de que ela e muitos outros foram vítimas é uma página terrível de nossa história, mas não pode servir de desculpa para justificar meros roubos de uma quadrilha que tomou de assalto o país nos últimos 12 anos, nem para isentar os eventuais desvios cometidos pela presidente.
Ao contrário, aliás, muitos fazem hoje a comparação da sanha arrecadatória do governo federal com os “quintos do inferno” que a colônia portuguesa tirava do Brasil. Quanto à insinuação de que os presos hoje pela Operação Lava-Jato sofrem torturas como no tempo da ditadura, só mesmo a politização da roubalheira justifica tamanho despautério.
A propósito, o jurista Fabio Medina Osório, especialista em questões de combate à corrupção e improbidade administrativa, Doutor em Direito Administrativo pela Universidade Complutense de Madri e Presidente do Instituto Internacional de Estudos de Direito do Estado (IIEDE), “olhando o direito comparado e o que ocorre hoje no mundo em termos de combate à corrupção”, discorda dos que consideram abusivas as prisões preventivas decretadas pelo juiz Sérgio Moro.
“Não apenas nos EUA, mas na Europa, as prisões cautelares têm sido utilizadas no início de processos ou quando investigações assinalam elementos robustos de provas”, ressalta, lembrando os casos do ex premier de Portugal, José Sócrates, e os dirigentes da FIFA, presos cautelarmente por corrupção - e alguns em avançada idade - seguem encarcerados.
“A ideia não é humilhar ninguém, mas, diante do poder econômico ou político das pessoas atingidas, estancar o curso de ações delitivas de alto impacto nos direitos humanos, tal como ocorre no combate à corrupção.
Medina Osório lembra que “nos termos da Lei Anticorrupção, as empresas deveriam ter aberto robustas investigações para punir culpados e cooperar com autoridades, talvez até mesmo afastando os executivos citados nas operações, se constatadas provas concretas ou indiciárias de suas participações em atos ilícitos”.
Ao não cooperar nem apurar os atos ilícitos noticiados, “as empresas sinalizam que estão ainda instrumentalizadas por personagens apontados pela Operação Lava Jato como os possíveis responsáveis”.
Para Medina Osório, vale indagar: o que é realmente novo aqui no Brasil? “Prisões democráticas, onde cabem ricos e pobres, convenhamos”.

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Ministro da Integração promete dinheiro federal para retomar obras das barragens de Taquarembó e Jaguari

Depois de ter almoçado com o presidente em exercício, Michel Temer, em companhia de deputados, e visitado também os escritórios do Bird e da CAF, o governador José Ivo Sartori conseguiu extrair pelo menos uma boa notícia para o Estado. É que no último compromisso em Brasília, nesta terça-feira (30), o governador  obteve a confirmação do ministro da Integração Nacional, Gilberto Magalhães Occhi, da retomada das obras das barragens de Taquarembó, em Dom Pedrito, e de Jaguari, em Rosário do Sul, e do projeto para a obra da barragem de São Sepé.

"Vamos prosseguir com as duas barragens, já iniciadas, e também apoiar a elaboração do projeto para São Sepé, com canais de irrigação. Assim, vamos apoiar três intervenções importantes para o Rio Grande do Sul", disse Occhi no final do encontro. 

O valor pleiteado pelo Estado é de R$ 55 milhões, já considerando o contingenciamento fixado pelo governo federal.

Jaguari e Taquarembó estão com obras paralisadas desde o meio do governo Yeda Crusius.

O governo federal já tinha prometido, outras vezes, que cumpriria a sua parte, sem nunca fazê-lo.



Carteiras de Identidade do RS são as mais caras do Brasil

A emissão da primeira via aqui no RS custa R$ 29,80, enquanto no Rio de Janeiro e em Pernambuco é gratuita. Em Minas Gerais custa R$ 9,00, no Paraná R$ 12,00 e em Santa Catarina R$ 13,00. 

O valor da segunda via é ainda mais alto. No Rio Grande do Sul custa em torno de R$ 43,00, enquanto em outros Estados a média de preços é de R$ 10,00.

Os valores foram pesquisados pelo deputado Ênio Bacci, PDT, ex-secretário da Segurança Pública, advogado, que domina o assunto. Ele fez a dneúncia na Assembléia. Ele vai propor que o governo estadual passe a fazer emissões gratuitas. 

Faltaram 5 votos para aprovação da redução seletiva da maioridade penal, mas PEC original ainda irá a voto

Foram 303 votos a favor da redução, quando eram necessários 308 votos, mas o resultado foi melhor do que aquele que demonstrou um levantamento feito no plenário ontem a noite e publicado aqui em primeira mão pelo editor (leia nota abaixo).

308 votos é quorum de 2/3, exigência para aprovação de mudanças constitucionais.

184 deputados votaram contra, quase todos do PT, PDT, PCdoB e PSOL.

Esta PEC rejeitada é uma variação da proposta original, um substitutivo, que ainda será votada. A de ontem a noite previa redução apenas para crimes hediondos. A original, que irá a voto, prevê redução para todos os tipos de crime.

Veja como votou cada deputado:

DEM
Alberto Fraga (DF) Sim
Alexandre Leite (SP) Sim
Carlos Melles (MG) Sim
Claudio Cajado (BA) Sim
Efraim Filho (PB) Sim
Eli Corrêa Filho (SP) Sim
Elmar Nascimento (BA) Sim
Felipe Maia (RN) Sim
Hélio Leite (PA) Sim
Jorge Tadeu Mudalen (SP) Sim
José Carlos Aleluia (BA) Sim
Mandetta (MS) Não
Marcelo Aguiar (SP) Sim
Mendonça Filho (PE) Sim
Misael Varella (MG) Sim
Moroni Torgan (CE) Sim
Onyx Lorenzoni (RS) Sim
Pauderney Avelino (AM) Sim
Paulo Azi (BA) Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende (TO) Não
Rodrigo Maia (RJ) Sim
Total DEM: 21
PCdoB
Alice Portugal (BA) Não
Aliel Machado (PR) Não
Carlos Eduardo Cadoca (PE) Não
Chico Lopes (CE) Não
Daniel Almeida (BA) Não
Davidson Magalhães (BA) Não
Jandira Feghali (RJ) Não
Jô Moraes (MG) Não
João Derly (RS) Não
Luciana Santos (PE) Não
Orlando Silva (SP) Não
Rubens Pereira Júnior (MA) Não
Wadson Ribeiro (MG) Não
Total PCdoB: 13
PDT
Abel Mesquita Jr. (RR) Não
Afonso Motta (RS) Não
André Figueiredo (CE) Não
Dagoberto (MS) Não
Damião Feliciano (PB) Não
Félix Mendonça Júnior (BA) Não
Flávia Morais (GO) Não
Giovani Cherini (RS) Não
Major Olimpio (SP) Sim
Marcelo Matos (RJ) Abstenção
Marcos Rogério (RO) Sim
Mário Heringer (MG) Não
Pompeo de Mattos (RS) Não
Roberto Góes (AP) Não
Ronaldo Lessa (AL) Não
Sergio Vidigal (ES) Não
Subtenente Gonzaga (MG) Não
Weverton Rocha (MA) Não
Wolney Queiroz (PE) Não
Total PDT: 19
PEN
André Fufuca (MA) Sim
Junior Marreca (MA) Sim
Total PEN: 2
PHS
Adail Carneiro (CE) Não
Carlos Andrade (RR) Sim
Diego Garcia (PR) Não
Kaio Maniçoba (PE) Não
Marcelo Aro (MG) Sim
Total PHS: 5
PMDB
Alberto Filho (MA) Sim
Alceu Moreira (RS) Sim
Aníbal Gomes (CE) Sim
Baleia Rossi (SP) Sim
Carlos Bezerra (MT) Não
Carlos Henrique Gaguim (TO) Sim
Carlos Marun (MS) Sim
Celso Jacob (RJ) Sim
Celso Maldaner (SC) Não
Celso Pansera (RJ) Não
Daniel Vilela (GO) Sim
Danilo Forte (CE) Sim
Darcísio Perondi (RS) Não
Dulce Miranda (TO) Não
Edinho Bez (SC) Sim
Edio Lopes (RR) Sim
Eduardo Cunha (RJ) Art. 17
Elcione Barbalho (PA) Não
Fabio Reis (SE) Sim
Fernando Jordão (RJ) Sim
Flaviano Melo (AC) Sim
Geraldo Resende (MS) Sim
Hermes Parcianello (PR) Sim
Hildo Rocha (MA) Sim
Hugo Motta (PB) Sim
Jarbas Vasconcelos (PE) Não
Jéssica Sales (AC) Sim
João Arruda (PR) Não
João Marcelo Souza (MA) Não
José Fogaça (RS) Não
Josi Nunes (TO) Não
Laudivio Carvalho (MG) Sim
Lelo Coimbra (ES) Não
Leonardo Picciani (RJ) Sim
Leonardo Quintão (MG) Sim
Lindomar Garçon (RO) Abstenção
Lucio Mosquini (RO) Sim
Lucio Vieira Lima (BA) Sim
Manoel Junior (PB) Sim
Marcelo Castro (PI) Sim
Marcos Rotta (AM) Sim
Marinha Raupp (RO) Não
Marquinho Mendes (RJ) Sim
Marx Beltrão (AL) Sim
Mauro Lopes (MG) Sim
Mauro Mariani (SC) Sim
Mauro Pereira (RS) Sim
Osmar Serraglio (PR) Sim
Osmar Terra (RS) Não
Pedro Chaves (GO) Sim
Rogério Peninha Mendonça (SC) Sim
Ronaldo Benedet (SC) Sim
Roney Nemer (DF) Sim
Saraiva Felipe (MG) Não
Sergio Souza (PR) Sim
Simone Morgado (PA) Não
Soraya Santos (RJ) Sim
Valdir Colatto (SC) Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PB) Sim
Vitor Valim (CE) Sim
Walter Alves (RN) Sim
Washington Reis (RJ) Não
Total PMDB: 62
PMN
Antônio Jácome (RN) Sim
Dâmina Pereira (MG) Sim
Hiran Gonçalves (RR) Sim
Total PMN: 3
PP
Afonso Hamm (RS) Sim
Arthur Lira (AL) Sim
Beto Rosado (RN) Sim
Cacá Leão (BA) Sim
Conceição Sampaio (AM) Não
Covatti Filho (RS) Sim
Dilceu Sperafico (PR) Sim
Dimas Fabiano (MG) Sim
Eduardo da Fonte (PE) Sim
Esperidião Amin (SC) Sim
Ezequiel Fonseca (MT) Sim
Fernando Monteiro (PE) Sim
Guilherme Mussi (SP) Sim
Jair Bolsonaro (RJ) Sim
Jerônimo Goergen (RS) Sim
Jorge Boeira (SC) Sim
José Otávio Germano (RS) Sim
Julio Lopes (RJ) Sim
Lázaro Botelho (TO) Sim
Luis Carlos Heinze (RS) Sim
Luiz Fernando Faria (MG) Sim
Marcelo Belinati (PR) Sim
Marcus Vicente (ES) Sim
Mário Negromonte Jr. (BA) Sim
Missionário José Olimpio (SP) Sim
Nelson Meurer (PR) Sim
Odelmo Leão (MG) Sim
Paulo Maluf (SP) Sim
Renato Molling (RS) Sim
Renzo Braz (MG) Sim
Ricardo Barros (PR) Não
Roberto Balestra (GO) Sim
Roberto Britto (BA) Sim
Ronaldo Carletto (BA) Sim
Sandes Júnior (GO) Sim
Simão Sessim (RJ) Sim
Toninho Pinheiro (MG) Sim
Waldir Maranhão (MA) Não
Total PP: 38
PPS
Alex Manente (SP) Sim
Arnaldo Jordy (PA) Não
Carmen Zanotto (SC) Não
Eliziane Gama (MA) Não
Hissa Abrahão (AM) Não
Marcos Abrão (GO) Não
Moses Rodrigues (CE) Sim
Raul Jungmann (PE) Não
Roberto Freire (SP) Não
Rubens Bueno (PR) Não
Sandro Alex (PR) Sim
Total PPS: 11
PR
Aelton Freitas (MG) Sim
Altineu Côrtes (RJ) Sim
Anderson Ferreira (PE) Sim
Bilac Pinto (MG) Sim
Cabo Sabino (CE) Sim
Capitão Augusto (SP) Sim
Clarissa Garotinho (RJ) Não
Dr. João (RJ) Sim
Francisco Floriano (RJ) Sim
Giacobo (PR) Sim
Gorete Pereira (CE) Sim
João Carlos Bacelar (BA) Sim
Jorginho Mello (SC) Sim
José Rocha (BA) Sim
Laerte Bessa (DF) Sim
Lincoln Portela (MG) Sim
Lúcio Vale (PA) Sim
Luiz Cláudio (RO) Sim
Luiz Nishimori (PR) Sim
Magda Mofatto (GO) Sim
Marcio Alvino (SP) Sim
Marcos Soares (RJ) Sim
Maurício Quintella Lessa (AL) Sim
Miguel Lombardi (SP) Sim
Milton Monti (SP) Sim
Paulo Feijó (RJ) Sim
Paulo Freire (SP) Sim
Remídio Monai (RR) Sim
Silas Freire (PI) Sim
Tiririca (SP) Sim
Vinicius Gurgel (AP) Sim
Wellington Roberto (PB) Sim
Zenaide Maia (RN) Não
Total PR: 33
PRB
Alan Rick (AC) Sim
André Abdon (AP) Sim
Antonio Bulhões (SP) Sim
Beto Mansur (SP) Sim
Carlos Gomes (RS) Sim
Celso Russomanno (SP) Sim
César Halum (TO) Sim
Cleber Verde (MA) Sim
Fausto Pinato (SP) Sim
Jhonatan de Jesus (RR) Sim
Jony Marcos (SE) Sim
Marcelo Squassoni (SP) Sim
Márcio Marinho (BA) Sim
Roberto Alves (SP) Sim
Roberto Sales (RJ) Sim
Ronaldo Martins (CE) Sim
Rosangela Gomes (RJ) Sim
Tia Eron (BA) Sim
Vinicius Carvalho (SP) Sim
Total PRB: 19
PROS
Ademir Camilo (MG) Sim
Antonio Balhmann (CE) Sim
Beto Salame (PA) Não
Domingos Neto (CE) Não
Dr. Jorge Silva (ES) Não
Givaldo Carimbão (AL) Não
Hugo Leal (RJ) Não
Leônidas Cristino (CE) Não
Miro Teixeira (RJ) Não
Rafael Motta (RN) Não
Ronaldo Fonseca (DF) Sim
Valtenir Pereira (MT) Sim
Total PROS: 12
PRP
Juscelino Filho (MA) Sim
Marcelo Álvaro Antônio (MG) Sim
Total PRP: 2
PRTB
Cícero Almeida (AL) Sim
Total PRTB: 1
PSB
Adilton Sachetti (MT) Sim
Átila Lira (PI) Não
Bebeto (BA) Não
César Messias (AC) Não
Fabio Garcia (MT) Sim
Fernando Coelho Filho (PE) Não
Flavinho (SP) Não
Glauber Braga (RJ) Não
Gonzaga Patriota (PE) Sim
Heitor Schuch (RS) Não
Heráclito Fortes (PI) Abstenção
Janete Capiberibe (AP) Não
João Fernando Coutinho (PE) Não
José Reinaldo (MA) Sim
Jose Stédile (RS) Não
Júlio Delgado (MG) Não
Keiko Ota (SP) Sim
Leopoldo Meyer (PR) Não
Luciano Ducci (PR) Sim
Luiz Lauro Filho (SP) Sim
Luiza Erundina (SP) Não
Maria Helena (RR) Não
Marinaldo Rosendo (PE) Sim
Pastor Eurico (PE) Sim
Paulo Foletto (ES) Não
Stefano Aguiar (MG) Sim
Tadeu Alencar (PE) Não
Tenente Lúcio (MG) Não
Tereza Cristina (MS) Não
Valadares Filho (SE) Não
Vicentinho Júnior (TO) Sim
Total PSB: 31
PSC
Andre Moura (SE) Sim
Edmar Arruda (PR) Sim
Eduardo Bolsonaro (SP) Sim
Erivelton Santana (BA) Sim
Gilberto Nascimento (SP) Sim
Júlia Marinho (PA) Sim
Marcos Reategui (AP) Não
Pr. Marco Feliciano (SP) Sim
Professor Victório Galli (MT) Sim
Raquel Muniz (MG) Sim
Silvio Costa (PE) Não
Total PSC: 11
PSD
Alexandre Serfiotis (RJ) Sim
Átila Lins (AM) Sim
Cesar Souza (SC) Sim
Danrlei de Deus Hinterholz (RS) Sim
Delegado Éder Mauro (PA) Sim
Diego Andrade (MG) Sim
Evandro Roman (PR) Sim
Fábio Faria (RN) Sim
Fábio Mitidieri (SE) Sim
Felipe Bornier (RJ) Sim
Fernando Torres (BA) Não
Francisco Chapadinha (PA) Sim
Goulart (SP) Sim
Herculano Passos (SP) Sim
Heuler Cruvinel (GO) Sim
Indio da Costa (RJ) Sim
Irajá Abreu (TO) Sim
Jaime Martins (MG) Sim
Jefferson Campos (SP) Sim
João Rodrigues (SC) Sim
Joaquim Passarinho (PA) Sim
José Carlos Araújo (BA) Sim
José Nunes (BA) Sim
Júlio Cesar (PI) Sim
Marcos Montes (MG) Sim
Paulo Magalhães (BA) Não
Ricardo Izar (SP) Sim
Rogério Rosso (DF) Sim
Rômulo Gouveia (PB) Sim
Sérgio Brito (BA) Sim
Sóstenes Cavalcante (RJ) Sim
Walter Ihoshi (SP) Sim
Total PSD: 32
PSDB
Alexandre Baldy (GO) Sim
Alfredo Kaefer (PR) Sim
Antonio Imbassahy (BA) Sim
Arthur Virgílio Bisneto (AM) Sim
Betinho Gomes (PE) Não
Bonifácio de Andrada (MG) Sim
Bruna Furlan (SP) Sim
Bruno Araújo (PE) Sim
Bruno Covas (SP) Sim
Caio Narcio (MG) Sim
Carlos Sampaio (SP) Sim
Célio Silveira (GO) Sim
Daniel Coelho (PE) Sim
Delegado Waldir (GO) Sim
Domingos Sávio (MG) Sim
Eduardo Barbosa (MG) Não
Eduardo Cury (SP) Sim
Fábio Sousa (GO) Sim
Geovania de Sá (SC) Sim
Giuseppe Vecci (GO) Sim
Izalci (DF) Sim
João Campos (GO) Sim
João Castelo (MA) Sim
João Gualberto (BA) Sim
João Paulo Papa (SP) Não
Jutahy Junior (BA) Sim
Lobbe Neto (SP) Sim
Luiz Carlos Hauly (PR) Sim
Mara Gabrilli (SP) Não
Marco Tebaldi (SC) Sim
Marcus Pestana (MG) Sim
Mariana Carvalho (RO) Sim
Max Filho (ES) Não
Miguel Haddad (SP) Sim
Nelson Marchezan Junior (RS) Sim
Nilson Leitão (MT) Sim
Nilson Pinto (PA) Sim
Otavio Leite (RJ) Sim
Paulo Abi-Ackel (MG) Sim
Pedro Cunha Lima (PB) Sim
Pedro Vilela (AL) Sim
Raimundo Gomes de Matos (CE) Sim
Ricardo Tripoli (SP) Sim
Rocha (AC) Sim
Rodrigo de Castro (MG) Sim
Rossoni (PR) Sim
Samuel Moreira (SP) Sim
Shéridan (RR) Sim
Silvio Torres (SP) Sim
Vanderlei Macris (SP) Sim
Vitor Lippi (SP) Sim
Total PSDB: 51
PSDC
Aluisio Mendes (MA) Sim
Luiz Carlos Ramos (RJ) Sim
Total PSDC: 2
PSOL
Chico Alencar (RJ) Não
Edmilson Rodrigues (PA) Não
Ivan Valente (SP) Não
Jean Wyllys (RJ) Não
Total PSOL: 4
PT
Adelmo Carneiro Leão (MG) Não
Afonso Florence (BA) Não
Alessandro Molon (RJ) Não
Ana Perugini (SP) Não
Andres Sanchez (SP) Não
Angelim (AC) Não
Arlindo Chinaglia (SP) Não
Assis do Couto (PR) Não
Benedita da Silva (RJ) Não
Beto Faro (PA) Não
Bohn Gass (RS) Não
Caetano (BA) Não
Carlos Zarattini (SP) Não
Chico D Angelo (RJ) Não
Décio Lima (SC) Não
Enio Verri (PR) Não
Erika Kokay (DF) Não
Fernando Marroni (RS) Não
Gabriel Guimarães (MG) Não
Givaldo Vieira (ES) Não
Helder Salomão (ES) Não
Henrique Fontana (RS) Não
João Daniel (SE) Não
Jorge Solla (BA) Não
José Airton Cirilo (CE) Não
José Guimarães (CE) Não
José Mentor (SP) Não
Leo de Brito (AC) Não
Leonardo Monteiro (MG) Não
Luiz Couto (PB) Não
Luiz Sérgio (RJ) Não
Luizianne Lins (CE) Não
Marco Maia (RS) Não
Marcon (RS) Não
Margarida Salomão (MG) Não
Maria do Rosário (RS) Não
Moema Gramacho (BA) Não
Nilto Tatto (SP) Não
Odorico Monteiro (CE) Não
Padre João (MG) Não
Paulão (AL) Não
Paulo Pimenta (RS) Não
Paulo Teixeira (SP) Não
Pedro Uczai (SC) Não
Professora Marcivania (AP) Não
Reginaldo Lopes (MG) Não
Rubens Otoni (GO) Não
Ságuas Moraes (MT) Não
Sibá Machado (AC) Não
Toninho Wandscheer (PR) Não
Valmir Assunção (BA) Não
Valmir Prascidelli (SP) Não
Vander Loubet (MS) Não
Vicente Candido (SP) Não
Vicentinho (SP) Não
Wadih Damous (RJ) Não
Waldenor Pereira (BA) Não
Weliton Prado (MG) Sim
Zé Carlos (MA) Não
Zé Geraldo (PA) Não
Zeca Dirceu (PR) Não
Total PT: 61
PTB
Adalberto Cavalcanti (PE) Sim
Adelson Barreto (SE) Sim
Alex Canziani (PR) Não
Antonio Brito (BA) Não
Arnaldo Faria de Sá (SP) Sim
Arnon Bezerra (CE) Sim
Benito Gama (BA) Sim
Cristiane Brasil (RJ) Sim
Deley (RJ) Não
Eros Biondini (MG) Não
Jorge Côrte Real (PE) Sim
Josué Bengtson (PA) Sim
Jovair Arantes (GO) Sim
Jozi Rocha (AP) Sim
Luiz Carlos Busato (RS) Não
Nelson Marquezelli (SP) Sim
Nilton Capixaba (RO) Sim
Paes Landim (PI) Sim
Pedro Fernandes (MA) Não
Ricardo Teobaldo (PE) Sim
Ronaldo Nogueira (RS) Sim
Sérgio Moraes (RS) Sim
Walney Rocha (RJ) Sim
Wilson Filho (PB) Sim
Zeca Cavalcanti (PE) Sim
Total PTB: 25
PTC
Brunny (MG) Sim
Uldurico Junior (BA) Não
Total PTC: 2
PTdoB
Luis Tibé (MG) Sim
Pastor Franklin (MG) Sim
Total PTdoB: 2
PTN
Bacelar (BA) Não
Christiane de Souza Yared (PR) Não
Delegado Edson Moreira (MG) Sim
Renata Abreu (SP) Sim
Total PTN: 4
PV
Dr. Sinval Malheiros (SP) Não
Evair de Melo (ES) Não
Evandro Gussi (SP) Não
Fábio Ramalho (MG) Não
Leandre (PR) Sim
Penna (SP) Sim
Sarney Filho (MA) Não
Total PV: 7
Sem partido
Cabo Daciolo RJ Não
Total Sem partido.: 1
Solidariedade
Arthur Oliveira Maia (BA) Sim
Augusto Carvalho (DF) Não
Augusto Coutinho (PE) Sim
Aureo (RJ) Não
Benjamin Maranhão (PB) Sim
Carlos Manato (ES) Sim
Elizeu Dionizio (MS) Sim
Expedito Netto (RO) Não
Ezequiel Teixeira (RJ) Sim
Fernando Francischini (PR) Sim
Genecias Noronha (CE) Sim
JHC (AL) Não
José Maia Filho (PI) Não
Laercio Oliveira (SE) Sim
Lucas Vergilio (GO) Sim
Paulo Pereira da Silva (SP) Sim
Zé Silva (MG) Sim
Total Solidariedade: 17