Manifestantes usam creolina para fazer faxina no Instituto Lula

Grupo de manifestantes limpou neste domingo a sede do instituto fundado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em repúdio aos supostos escândalos de corrupção envolvendo o PT. Cerca de 20 pessoas varreram os arredores do Instituto Lula, situado na zona sul de São Paulo, e usaram creolina e outros produtos de limpeza para "eliminar a sujeira acumulada pelo PT", segundo explicaram os manifestantes.

A informação é do site Terra desta noite de domingo. Leia tudo:

O protesto foi convocado pelas redes sociais pelo "Movimento Brasil Livre", um dos organizadores da passeata que em março reuniu pessoas de todo o país contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

Também houve pessoas que se uniram à manifestação de maneira espontânea, como a brasileira Lilan Maria Luiza Aurichio, de 81 anos, que expressou sua indignação contra o ex-presidente Lula e a impunidade no Brasil.

"Para mim foi um ótimo momento para expressar a indignação que sinto há anos ao ver a impunidade neste país, ver que os culpados não estão sendo processados", comentou Aurichio.

Sob os lemas "Fora PT" e "o povo paulista jamais será petista", os participantes do protesto levaram uma bandeira com as cores do Brasil na qual pediam o impeachment de Dilma.

A bandeira foi exposta ao lado do Monumento do Ipiranga, no parque da Independência, onde o imperador Pedro I proclamou a independência do Brasil dos portugueses em 1822.

"A cassação de Dilma será a nova independência do Brasil", comentou um dos integrantes do "Movimento Brasil Livre".


Consultado pela Agência Efe, o Instituto Lula não se pronunciou sobre o protesto.

Cunha: "O PT devia deixar de ser covarde e romper esta dependência que tem do PMDB"

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) subiu o tom de suas críticas aos petistas. No Twitter, disparou:

- Talvez tivesse sido melhor que eles aprovassem no congresso o fim da aliança. Não sei se num congresso do PMDB terão a mesma sorte. Eles deveriam ter coragem e romper conosco.

A dependência do PT em relação ao PMDB exige mais do que divã. 

Em entrevista publicada neste domingo no jornal O Estado de S. Paulo, o deputado já havia declarado que seu partido não repetirá a aliança com o PT nas eleições de 2018.
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Embora muitos petistas fossem favoráveis a um rompimento com o PMDB, o congresso do partido do governo, encerrado sábado em Salvador, decidiu manter a coalizão. A proposta, defendida por muitos petistas, acabou ficando fora do documento final do congresso. Mas mesmo os defensores da aliança admitiram a fragilidade da parceria. "É claro que a coalizão presidencial está em crise, mas um momento como esse é o momento de acumular força para em 2018 nos elegermos Lula presidente do Brasil", disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (CE).

Hostilizado no encontro do PT com gritos de "Fora, Cunha", o presidente da Câmara ironizou, também via Twitter: "Quero agradecer as manifestações de hostilidade no congresso do PT. Isso é sinal de que estou no caminho certo. Ficaria preocupado se fosse aplaudido lá."

Cunha disse ainda que "o PMDB está cansado de ser agredido pelo PT constantemente. É por isso que declarei ao Estadão que esta aliança não se repetirá".

Dilma recebe em Palácio o chefe do tráfico venezuelano Diosdado Cabello

A presidente Dilma Rousseff recebeu,no Palácio da Alvorada sem registrar na agenda oficial, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, na sexta-feira ,12. O Planalto evitou noticiar o encontro, que foi destacado no site do Legislativo venezuelano, no sábado.Imagens de Dilma aparecem com o segundo nome mais importante do chavismo.

O enviado é chefe do tráfico internacional que tem por base a Venezuela.

Se entrar nos EUA, nunca mais sairá da cadeia. 

Luiz Fernando Veríssimo usa a presença de brasileiros na Broadway como exemplo de que o lulo-petismo implantou o paraíso na terra

Neste artigo para o jornal O Globo deste domingo, intitulado "Estranho. Mas que estranha potência é esse Brasil...", o escritor Luiz Fernando Veríssimo faz uma estranhíssima, esta sim, leitura sobre a maciça presença de brasileiros na atual temporada da Broadway, tudo para garantir que não existe recessão alguma, invenção de novas horda de desempregados que não querem trabalhar. E que os brasileiros vivem no melhor dos mundos sob o governo lulo-petista, mesmo que este tenha afundado o País na voragem da sua incompetência,  da própria roubalheira generalizada do dinheiro público e nos escândalos que sua organização criminosa enfiou-se com os casos do Mensalão e do Petrolão. 

Luiz Fernando, quanto mais velho fica, mais se compromete com a vil, torpe e repugnante escumalha lulo-petista que ninguém mais respeita.

Mas conta pelo menos com a boa companhia de Henrique Pizzolato, Zé Dirceu, Delúbio Soares e Paulo Roberto Costa. 

Leia tudo:

A temporada teatral de 2014/2015 na Broadway foi a melhor de todos os tempos, com o público lotando teatros, principalmente para ver musicais, como nunca. A maior parte do público foi de turistas e, entre os turistas estrangeiros, a maior parte foi de ingleses e, em segundo lugar — sério, deu no “New York Times” —, brasileiros. As duas estatísticas intrigam.
Quase todos os grandes sucessos da Broadway têm versões inglesas e ninguém precisa sair de Londres para vê-los. Em vez de terem que ir à Broadway, a Broadway vai até eles, geralmente em produções comparáveis, em qualidade, às americanas. Mas a Inglaterra é uma das potências econômicas do mundo, não surpreende que tantos ingleses cruzem o Atlântico só para poderem dizer que viram a versão original dos espetáculos.
Mas que estranha potência é esse Brasil, devem se perguntar os produtores americanos ao contabilizar seus lucros, que pode mandar tantos dos seus cidadãos a Nova York para ver musicais, quando as notícias que se tem de lá são de privação econômica e panelaços contra o governo? Há uma discrepância aí, em algum lugar, devem pensar os produtores. Mas que continuem vindo os brasileiros e nos trazendo seus dólares, saiam de onde saírem.
O fato é que hoje não são só as estatísticas que representam pouco, há uma crise de representatividade generalizada. Não é por nada que partidos políticos se reestruturam em toda parte, para salvarem algum tipo de coerência da confusão.
Um exemplo é o PT, com suas várias correntes em luta para definir uma identidade para o partido ou resgatar uma identidade perdida. Na França, o partido do Sarkozy, a UMP, até mudou de nome, agora é Republicains, enquanto os socialistas tentam salvar seu PS do desastre François Hollande com outras lideranças e outros rumos.
E na Inglaterra os trabalhistas continuam tentando descobrir o que representam de diferente dos conservadores no poder, que, por sua vez, também não sabem mais exatamente o que são.
Brasileiros enchendo teatros em Nova York significariam que o Brasil vai muito bem. Mas isto se qualquer coisa significasse alguma coisa.
Esqueci
Devo estar com um escapamento de neurônios. Só isto explica eu ter lembrado vários times do passado que disputariam com o atual Barcelona o título de melhor da História e ter esquecido a seleção brasileira de 70, de Pelé, Gérson, Rivelino, Jairzinho e Tostão. Imperdoável.


José Giusti Tavares lançará dia 24 o seu "Democracia Totalitária"

Ao lado, "Totalitarismo tardio. O caso do PT", um dos livros lançados anteriormente pelo professor Tavares, edição da Mercado Aberto. -



Será dia 24 o lançamento do mais novo livro do professor gaúcho José Giusti Tavares, "Democracia Totalitária", 240 páginas, Editora Evangraf.

O autor assinará autógrafos a partir das 18h30min, mas antes falará sobre o livro no auditório da própria Livraria Cultura, Porto Alegre.

Em agosto do ano passado, José Tavares publicou o artigo "Partidos totalitários em democracias constitucionais", tema do seu novo livro. CLIQUE AQUI para ler o texto, publicado originalmente no blog de Percival Puggina.

O professor aposentado da Ufrgs, cientista político conhecido no RS, escreveu outros livros. O leitor poderá conhecer os títulos e comprá-los CLICANDO AQUI. 

Faz sol em Porto Alegre, mas Gramado está mergulhada sob forte cerração e temperatura de 11 graus

A manhã de domingo abriu com céu azul, sol e temperatura amena em Porto Alegre, mas em várias regiões do RS há instabilidade e temperaturas muito baixas. Em Gramado, Serra do RS, bem frequentada por turistas neste domingo, uma cerração fortíssima domina a cidade desde o amanhecer e não amainou até o meio dia.

O instituto Clima Tempo informa que as instabilidades que estavam sobre Santa Catarina no último sábado (14) foram reforçadas durante a madrugada deste domingo pela chegada de uma nova frente fria, com uma forte massa polar. Nas últimas 24 horas, choveu muito nas áreas entre o norte do Rio Grande do Sul e o sul do Paraná. Confira na tabela abaixo os maiores volumes de chuva registrados pelas estações automáticas do INMET.

A chuva continua nessas áreas e atinge também o norte do Paraná até a manhã de segunda-feira (15).
Ar polar derruba as temperaturas


Entre a noite deste domingo e a madrugada de segunda-feira, a massa polar que vem acompanhando a frente fria entra no Sul e rapidamente diminui as nuvens sobre parte da Região, além de derrubar as temperaturas. Na manhã de segunda-feira, quase todo o Rio Grande do Sul e Santa Catarina amanhecem com geada, exceto o leste dos dois Estados. Com o avanço do sistema, a temperatura cai ainda mais na terça-feira. A geada será praticamente generalizada na região Sul. Confira no mapa abaixo as áreas com risco de geada.

RBS sonega reportagem sobre a bancada estadual do PT

A RBS amarelou e não disponibilizou até agora a reportagem de denúncias que seu repórter Giovani Grizzoti esmerilhou sobre malfeitos na bancada gaúcha do PT.

Até agora, sobrou apenas para PDT, PMDB, PTB e PP.

Aécio manda PSDB cassar tantos delegados quantos forem necessários para eleger Marchezan Júnior

Delegados impugnados pela direção nacional, a pedido de Marchezan Júnior
100 votos contra o deputado - Porto Alegre, Santa Maria, Dom Pedrito, Caxias do Sul e São Leopoldo. Santa Maria e São Leopoldo, já revertidos judicialmente.

30 votos garantidos irregularmente pela direção nacional, a pedido de Marchezan Júnior
Pelotas e Passo Fundo

Aécio Neves, no Congresso do PSDB: 

- Eu vejo que o Brasil não tem governo. Os ministros batem cabeça.

No RS, impedindo o congresso que o PSDB tinha marcado para este domingo, parece dizer o líder tucano, que venceu as eleições no Estado:

- Eu vejo que no RS só o deputado Marchezan Júnior pode ser presidente estadual e municipal, além de candidato do PSDB a prefeito de Porto Alegre, ainda que batemos cabeça com a maioria, cassando tantos delegados quantos forem necessários para que isto aconteça. 

A ditadura militar fez isto na Assembléia do RS e no Congresso, tantas vezes quantas foram necessárias para eleger seus candidatos locais e seus generais. 

Aécio sequer recebe os líderes estaduais do PSDB, embora constituam maioria. Ele prefere usar seu laranja, o vice Bruno Araújo. Esta semana, mandará um mandalete para "tentar" acalmar os ânimos. 

Artigo, Luís Milman - Bajulação, imprensa e confessionalismo

Jornalistas comprometidos com o comunismo, continuam protegendo os criminosos.


No ambiente jornalístico, a presença dominante dos comunistas é incontestável há décadas. Os jornalistas sempre estiveram próximos do esquerdismo. Não digo, hoje, como militância aberta, mas no plano da adesão intelectual e da adoção bajuladora e servil de um argumento da autoridade moral petista, que é um partido da esquerda confessional. Desta, que faz de Marx, Engels e seus continuadores, pensadores infalíveis. Em idioma vicário, o comunismo transmutou-se em progressismo, depois do colapso da União Soviética. Essa presença não é ativista, o que não significa dizer que não seja muito ativa. Ela explica o apoio com que contam, nas redações jornalísticas, todas as posições esquerdistas em temas sociais controversos, como a liberação do consumo de maconha, a descriminalização do aborto, a proibição do uso de armas, a manutenção da maioridade penal em 18 anos e a tentativa de criar crimes diferenciados contra homossexuais. E isto em que pese a rejeição destas posições pela maioria da sociedade, como as pesquisas de opinião não cansam de apontar. Darei três exemplos: na mídia circulante, o ex-tupamaro Mujica - e isto é uma forte credencial- tornou-se um estadista porque liberou a maconha no Uruguai. Chomsky é o teórico mais influente do mundo porque acusa os EUA dos mais abjetos crimes. Benjamin Netaniahu é um obstáculo à paz porque lidera a radical direita israelense. Tudo isto é risível. Mujica é um marxista incurável; Chomsky, um mentiroso cínico e compulsivo, e Netaniahu um político de direita, sim, mas prudente. Pode parecer paradoxal que a sociedade se expresse de um modo conservador e a imprensa, no pólo contrário, dessa forma sistematicamente "progressista". É claro que existe, na chamada mídia, uma trincheira heroica, daqueles que desafiam essa quase unanimidade. No entanto, o consenso vermelho é policiado selvagemente por lideranças políticas delirantes e por uma legião de blogueiros e twiteiros da linha justa. Se apenas com ele não se pode impedir que escândalos sejam noticiados, então que se aperte ainda mais a corda nos pescoços dos bajuladores, para que aquilo que já está péssimo não desande. Não é por acaso que Lula sai por aí, enquanto o país afunda numa crise moral, política e econômica patrocinada pelo petismo, a uivar que a mídia quer destruir o PT. Muito menos que os petistas, que se lambuzaram na corrupção do Mensalão e do Petrolão, dizem que toda essa podridão não passa de uma construção da mídia reacionária. Eles sabem, é certo, que a companheirada que os ampara nas redações pode muito. Mas muitos de nós sabemos que não pode tudo.

Saiba quanto a União e o governo do RS gastaram com indenizações a ex-presos políticos

Nesta precisa reportagem assinada pelo repórter Humberto Trezzi ("O custo da repressão"), o jornal Zero Hora deste domingo presta relevante serviço à opinião pública brasileira, revelando nomes e números sobre as indenizações pagas a presos políticos que foram retirados de circulação, capturados e torturados pela ditadura militar. Foi um trabalho de enorme pesquisa. 

Os valores chegam a bilhões de reais.

O leitor perceberá pela lista das organizações a que pertenceram os indenizados, que prevalecem os grupos comunistas dos mais variados matizes, portanto lideranças e militantes que tentaram derrubar a ditadura militar para substitui-la por outra ditadura, como foi o caso da própria presidente Dilma Roussef, que era da VAR Palmares, cujos estatutos pregaram, exatamente isto. Dilma levou R$ 20 mil. 

No RS, as indenizações nunca passaram de R$ 100 mil, mas a União chegou a pagar até R$ 1,5 milhão, como foi o caso do escritor Carlos Heitor Cony. 

Vale a pena ler toda a reportagem dominical do jornal Zero Hora, estudar e recortar para pesquisa.

Leia:

Quem pediu indenização por ter sido torturado durante o regime militar que vigorou no Brasil de 1964 a 1985? Quantos? Quanto tempo cada um deles ficou preso? Que sequelas restam daquela guerra sem lei? Tudo isso e mais um pouco pode ser conferido, agora, mediante um clique na internet. Basta acessar o catálogo virtual Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura no Brasil, um tesouro em informações disponibilizado pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul neste ano.
 
  Depois de uma análise de todos os 1.704 processos, pôde-se constatar que, desses pedidos, 1.169 foram aceitos e 535 foram indeferidos (31%). Ou seja, quase um em cada três pedidos de indenização foi recusado. Isso evidencia que é um mito a versão, muito divulgada, de que basta alegar perseguição pela ditadura para receber alguma compensação financeira. Entre 1998 e 2002, a comissão estadual analisou os quase 2 mil pedidos de reparações financeiras pelos danos alegados. Os pagamentos aconteceram até 2005.
 
  O arquivo disponível neste link mostra, em fichas, um resumo de todas as solicitações de reparação: dados pessoais, ligações partidárias da vítima, locais onde ficou presa e os fatos que levaram ao pedido. Para consultar fisicamente todos os processos, o Arquivo Público fica na Rua Riachuelo, 1.031, na Capital. Ali se encontram relatos de tortura (com os nomes dos torturadores), peças de inquérito policial, prontuário policial, fotos, recortes de jornais, entre outros documentos.
 
  O catálogo é um resumo dos processos julgados pela Comissão Especial de Indenização, criada pelo Estado ao assumir a responsabilidade pelos danos físicos e psicológicos em presos políticos durante os anos de 1961 a 1979 e que definiu reparações às vítimas. A comissão era composta por representantes do Executivo, da Assembleia, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Conselho Regional de Medicina e do Movimento de Ex-presos e Perseguidos Políticos. 
 
  As indenizações só foram concedidas a pessoas que comprovaram ter sofrido maus-tratos infligidos por funcionários do governo do Rio Grande do Sul (policiais, no caso). Não foram concedidas reparações a prisões efetuadas por órgãos federais — até porque existe outra comissão, maior e com mais verbas, para reparar delitos cometidos por órgãos como Forças Armadas e Polícia Federal.
 
  Um dos que tentaram indenização é um comerciante de Frederico Westphalen, que alega ter sido preso em flagrante em Iraí em 1970 e levado a várias delegacias de Passo Fundo. A comissão investigou os fatos e negou a reparação, por algumas inconsistências no pedido: não existiam várias delegacias passo-fundenses naquela época e o auto do flagrante não foi encontrado, assim como outros documentos que comprovassem o fato.
 
  — Muita gente não conseguiu comprovar o período de prisão ou confirmar as torturas, com testemunhos. Outros cometeram o equívoco de pedir indenização no Estado para prisões feitas por agentes federais — explica a historiadora Nôva Brando, ligada ao Arquivo Público. 
 
  Uma polêmica ocorreu, por exemplo, pelo fato de muitos marinheiros e militares do Exército expurgados pelo golpe de 64 (por discordarem dele) não terem recebido a indenização estadual. Acontece que eles foram presos e perseguidos pelo governo federal, e a Comissão Especial de Indenização-RS só reparou danos causados por agentes estaduais.

CLIQUE AQUI para examinar tudo. 



Direção nacional aplica tese das tesouras na maioria do PSDB do RS

O cerco que a direção nacional estabeleceu sobre a direção, a bacada estadual e grandes municípios como Porto Alegre, São Leopoldo, Santa Maria e Caxias, tudo visando beneficiar no tapetão a eleição do deputado Marchezan Júnior para a presidência gaúcha do PSDB, lembra um pouco a estratégia das tesouras, muito embora não no sentido ideológico, fundamento da tese de Lênin. 

Há muito se fala, dentro da realidade política do Brasil, na estratégia política que Lênin denominou “a estratégia das tesouras”. 

A ideia é relativamente simples: o cenário político de um determinado país seria protagonizado por dois partidos com a mesma matriz ideológica (socialista, é claro), sendo um mais moderado e outro mais radical, mas não diferindo muito nos objetivos finais da política: o controle estatal da vida cotidiana dos cidadãos, tanto moral como economicamente, de modo que duas lâminas de uma mesma tesoura continuem cortando a liberdade do povo. Alguns conservadores amigos meus sempre  juraram a existência de um grande complô político nesse sentido, onde o PSDB seria a esquerda moderada e o PT uma esquerda mais radical em defesa da estatização completa do país.

Zero Hora denuncia nove obras sem conclusão e R$ 21 milhões em sobrepreço: o legado da Copa em Porto Alegre

A reportagem a seguir é assinada pelos jornalistas Bruno Felin e Marcelo Gonzatto, jornal Zero Hora de domingo, e foi construída em cima da análise de 4,9 mil páginas de inspeções do Tribunal de Contas, que  mostra erros, irregularidades e atrasos nas obras de mobilidade urbana de Porto Alegre.

Dentro de campo, a Copa do Mundo 2014 terminou há um ano. Nas ruas de Porto Alegre, não tem data para acabar. De 14 projetos elaborados para o torneio, apenas cinco foram concluídos: três viadutos e a ampliação de duas vias no entorno do Beira-Rio. Os demais seguem em execução, com atrasos superiores a dois anos em relação ao previsto nos contratos com as empreiteiras. Algumas melhorias, como a duplicação da Rua Voluntários da Pátria, não têm prazo para o apito final.
O prejuízo não é só no cotidiano de quem precisa driblar canteiros de obras e desvios, mas concreto. Em inspeções, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobrepreços que somam pelo menos R$ 21 milhões – em parte evitados pela retenção de pagamentos às construtoras. Outros R$ 2 milhões já foram pagos e podem ser restituídos aos cofres públicos quando as contas forem julgadas.
Atrasar o término do corredor BRT (ônibus de trânsito rápido) da Protásio Alves, por exemplo, custou R$ 98 mil ao mês até agora. O impacto poderia ter sido maior se o TCE não tivesse acompanhado todas as obras em tempo real, medida que não era aplicada para outras obras públicas.
Entre as razões do sobrepreço identificado está o tipo de tabela usada para orçar materiais de construção. A prefeitura adotou uma planilha nacional referendada pela Caixa Econômica Federal (chamada Sinapi), mas os auditores consideraram que ela apenas estabelece um limite máximo, e que seria mais adequado empregar a tabela da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), por retratar melhor o mercado local.

— O sobrepreço tem uma discussão técnica. Em alguns casos, equacionamos. Em outros, não tivemos como, ou a obra não seria feita — diz o prefeito José Fortunati.

ZH analisou, via Lei de Acesso à Informação, 4.894 páginas produzidas pelo TCE com descrições de problemas em projetos básicos, licitações e serviços. Em parte, as falhas têm origem na pressa e na falta de planejamento a fim de garantir R$ 888 milhões disponíveis para financiar obras de mobilidade. A Capital obteve verba federal para o maior número de melhorias urbanas entre todas as cidades-sede, mas se sujeitou ao ônus de não conseguir terminá-las. O relatório do TCE sobre a Terceira Perimetral diz: "O baixo percentual de execução das obras e as dificuldades para superar os entraves existentes demonstram as deficiências de planejamento e de gestão (...)".

Tudo começou em 2009, quando o município assinou convênio para receber como doação do Centro das Indústrias do Estado (Ciergs) todos os projetos básicos de engenharia. Os trabalhos não conseguiram identificar, por exemplo, o tipo de solo em obras como a trincheira da Anita, onde havia rocha, ou na da Ceará, muito mole. A construção parou, e os projetos foram refeitos.

— Foi erro de projeto, mas, com o tempo e o dinheiro que tínhamos, fizemos o possível — alega o engenheiro contratado pelo Ciergs, Paulo de Tarso Dutra, em relação à Ceará.

Dutra também se queixa de falta de planejamento das gestões municipais:

— O projeto da Tronco foi alterado oito vezes na prefeitura. Não se sabia quantas pessoas seriam realocadas.
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Uma das exigências da Caixa era começar as construções a tempo de terminá-las para o Mundial. Isso resultou em canteiros de obras abertos sem verbas disponíveis, com projetos a serem corrigidos ou sem todas as licenças devidas. Sem os papéis em ordem, o banco não liberava os recursos, as construtoras não recebiam, e o trabalho perdia fôlego. Para terminar o entorno do Beira-Rio a tempo, a prefeitura usou dinheiro próprio.

— Ou iniciávamos (as obras) ou perdíamos a verba. Que bom que iniciamos — argumenta o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt.


O improviso tem seu preço. Surgiram entraves com desapropriações, brigas judiciais, transplantes de árvores. Somaram-se a isso os apontamentos de sobrepreço, o que fez a prefeitura reter parte dos pagamentos às empreiteiras. Sem repasses, os canteiros de obras definharam ainda mais.

Aliado do PT no Paraná e em Brasília, senador Requião anuncia a criação do Movimento "Nos Fodemos"

Aliado do PT no Paraná e no governo Dilma, do qual acaba de arrancar a nomeação do seu irmão Maurício para o cargo de conselheiro de Itaipu Binacional,R$ 24 mil por uma reunião por mês, o senador e ex-governador Roberto Requião reuniu-se com blogueiros amestrados em Curitiba e se declarou adepto do movimento popular "Nos Fodemos", que segundo ele é o movimento "contra tudo e contra todos" que virão aí, desde que ninguém perca suas boquinhas.

Eis o que disse o senador do PMDB:

- Na Grécia temos o ‘Syriza’, na Espanha nós temos o ‘Podemos'; agora, se os movimentos populares no Brasil continuarem despolitizados, for uma manifestação simples e vaza dia, de indignação, contra tudo e contra todos, nós não vamos fazer nem o ‘Syriza’ nem o ‘Podemos’. O nosso movimento poderá ser chamado ‘Nos Fodemos.

Os blogueiros amestrados foram ao delírio e prometeram engrossar o movimento "Nos Fodemos".

Lula recebe a visita de chefão do tráfico venezuelano

Na semana passada, Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, esteve no Brasil, em visita não-oficial. Foi recebido por Lula duas vezes, segundo a Veja. Seria mais um convescote bolivariano-lulista, não fosse Diosdado Cabello um dos maiores barões da cocaína do mundo, ligado ao Cartel dos Sóis. Um ex-guarda-costas do sujeito delatou às autoridades americanas que Diosdado Cabello comanda 90% da exportação da cocaína produzida pelas Farc. O currículo é tão pesado que ele só se atreve a viajar a Cuba -- e ao Brasil.

Logo depois que Diosdado Cabello desembarcou em São Paulo, a PF deu início à operação para prender uma quadrilha que, da Venezuela, internou ilegalmente no país o equivalente a 3 bilhões de reais. O chefe venezuelano dessa bandidagem especializada em evasão de divisas e lavagem de dinheiro é José David Cabello, ministro das Indústrias e diretor do Centro Nacional de Comércio Exterior bolivariano. Ele é irmão de Diosdado.


Lula tem milhões de motivos para comemorar as dificuldades dos jornais brasileiros.

Com sintomas de esquizofrenia, PT grita "Fora, Cunha !", no seu Congresso de Salvador, mas aprova prosseguimento da aliança com Cunha

O PT rejeitou neste sábado, em seu 5º Congresso Nacional, a revisão da política de alianças do governo da presidente Dilma Rousseff, que tem como principal aliado o PMDB, partido do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Apesar da decisão, dirigentes petistas ecoavam gritos de "fora, Cunha" enquanto era discutida a proposta sobre uma ruptura com o PMDB e demais partidos aliados já para as eleições de 2016, como propunham alas mais à esquerda do PT.

O líder do governo no Congresso, deputado José Guimarães (PT-CE), que defende a manutenção do sistema de coalizão, disse que não estava ali em favor do presidente da Câmara. "Não estamos aqui defendendo Cunha", disse Guimarães aos gritos.

"Vocês não sabem como é. No Congresso, matamos um leão por dia. Não podemos isolar o governo", disse o deputado.

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que também saiu em defesa do PMDB, disse que há "democratas" entre os aliados, mas chamou Cunha de "oportunista de ocasião."

"Não é porque um oportunista de ocasião conseguiu se alçar à Presidência da Câmara que vamos perder conquistas de doze anos", disse Zarattini.

O texto rejeitado pelos petistas dizia que "o presidencialismo de coalizão está esgotado, dando espaço e poder ao principal dos 'aliados', muitas vezes, o sabotador do governo, o PMDB, que opera pela contrarreforma política e pela revisão do regime da partilha do pré-sal."

ECONOMIA

Em acordo com a ala majoritária do PT, um grupo liderado pela Mensagem ao Partido, segunda maior tendência petista, aprovou uma emenda sobre a política econômica do governo federal com críticas ainda mais atenuadas do que já havia no texto-base, aprovado na quinta-feira (11).

O texto final não citará o nome do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e dirá que é preciso "conduzir a orientação geral da política econômica para implementação de estratégias para a retomada do crescimento para a defesa do emprego, do salário e dos demais direitos dos trabalhadores que permita a ampliação das políticas sociais."

A edição inicial da emenda propunha "alteração da política econômica", expressão que foi trocada de última hora, em acordo, para "conduzir a orientação geral da política econômica."

CPMF

A emenda que propunha incluir a volta da CPMF, além do imposto sobre grandes fortunas, imposto sobre herança, imposto sobre lucros e dividendos e a auditoria da dívida pública foi rejeitada por 350 votos a favor e 302 votos contrários.

A reedição da CPMF havia sido incluída no texto base pelo presidente do PT, Rui Falcão, que foi aprovado na quinta-feira (11), mas o debate virou uma queda de braço entre PT e governo. O trecho foi retirado do documento final.

Foi mantido no texto base a proposta de imposto sobre grandes fortunas, imposto sobre herança e imposto sobre lucros e dividendos como um aceno do governo à esquerda.

A emenda que propunha incluir a auditoria da dívida pública foi rejeitada.  

Aécio e Dilma lamentam a morte de Fernando Brant

Aécio e Dilma, dois mineiros, lamentaram esta tarde a morte de Fernando Brant. Dilma publicou a seguinte nota:

Quero deixar meus sentimentos aos familiares, amigos e fãs da música e da poesia de Fernando Brant, lembrando um dos seus mais conhecidos versos: ‘Com a roupa encharcada e a alma/ Repleta de chão/ Todo artista tem de ir aonde o povo está’. Fernando cantou a nossa geração, o nosso povo e os nossos sonhos" declarou Dilma, na nota divulgada neste sábado

Arbitrariedades de Aécio/Marchezan Júnior são derrubadas em decisões sucessivas da Justiça Eleitoral do RS

A direção nacional do PSDB, leia-se Aécio Neves, continua agindo de modo autoritário em relação ao Partido no RS, tratando-o como se os tucanos gaúchos fossem representantes de alguma colônia africana, porque depois de impugnar a escolha de 100 delegados dos diretórios de Porto Alegre, São Leopoldo, Santa Maria, Dom Pedrito e Caxias do Sul, visando interferir na escolha do novo presidente estadual, acabou adiando a convenção para o dia 21.

A convenção iria acontecer amanhã.

A decisão de Aécio, tomada pela sua longa manus, o vice Bruno Araújo, visa beneficiar o deputado Marchezan Júnior, que ele quer ver nas posições de presidente estadual e municipal, tudo com o objetivo de lançá-lo candidato a prefeito de Porto Alegre.

Aécio e seu aliado Marchezan, trombam com 4 dos 5 deputados estaduais, inclusive os mais votados, além de hostilizarem prefeitos como Moacir Aníbal, São Leopoldo, que derrotou o PT depois de 16 anos de domínio estrelado da cidade. Em Porto Alegre, os 53 delegados estão todos contra Marchezan Júnior. O deputado também tem mantido trajetória de conflito com a ex-governadora Yeda Crusius.

O candidato da situação, Lucas Redecker, além de ser o deputado mais votado (200 mil votos), é secretário estadual de Minas e Energia do governo José Sartori.

A impugnação dos delegados, feita de modo arbitrário e ilegal, está caindo como um castelo de cartas.

Na terça-feira, o diretório de São Leopoldo derrubou a decisão em juízo e o advogado Décio Itiberê disse esta tarde ao editor, que fará o mesmo em Caxias, Dom Pedrito e Porto Alegre. Em Santa Maria, o próprio deputado Jorge Pozzobom cassou a decisão.

Três chapas concorrem, lideradas por Marchezan Júnior, Vicente Bogo e Lucas Redecker. Os adeptos de Redecker acham que ganhariam mesmo sem os 100 votos de delegados.

Capa de Veja discute redução da maioridade penal

A revista Veja disponibilizou há pouco a capa da sua edição deste final de semana, mas a reportagem central é sobre a questão da maioridade penal.

O PT e Lula vinham alertando seus fiéis para o que aconteceria com a edição da revista, que segundo eles trataria de denunciar o ex-presidente por novos crimes, todos relacionados com dinheiro que seu Instituto Lula vem arrecadando com empreiteiras envolvidas no Petrolão.

Ontem, em Salvador, no Congresso do Partido, o Instituto Lula chegou a divulgar nota, alertando para a reportagem que Veja estaria construindo (leia nota abaixo), mas este não é o assunto de capa.

O que chama a atenção é que a revista não costuma demorar tanto para disponibilizar na Internet a sua capa.

Duas propostas disputarão construção de estacionamento subterrâneo no centro de Porto Alegre

A prefeitura de Porto Alegre recebeu, nesta sexta-feira, dois estudos sobre a construção de um estacionamento subterrâneo no Centro Histórico. Entregues por duas empresas na modalidade manifestação de interesse, os documentos serão abertos na semana que vem e poderão servir de base para um futuro edital de licitação - isso se algum dos estudos (ou ambos) mostrarem que existe viabilidade econômica no empreendimento. 

A discussão sobre a criação de vagas subterrâneas na Capital começou há quase quatro anos com a ideia de construir dos estacionamentos: um no subsolo do Parque da Redenção e outro sob a Praça Parobé. O primeiro foi descartado pela prefeitura, por conta do alto custo que a obra despenderia, devido ao desnível do terreno. 

A segunda ideia foi apenas deslocada de lugar para o Largo Glênio Peres, por ser um lugar mais central, com mais circulação de pessoas e mais próximo do trensurb, do Mercado Público e outros pontos importantes. 

Redução de vagas no centro de Porto Alegre é caminho sem volta, diz secretário 

De acordo com o coordenador do Gabinete de Assuntos Especiais (GAE), Edemar Tutikian, que está à frente do projeto desde o início, as quatro empresas que já haviam entregue estudos em 2011 foram convidadas novamente a apresentar ideias, com a liberdade de propor número de vagas e tamanho, valor de investimento e tempo de concessão de um possível estacionamento sob o Largo. 

- O projeto vai ter sustentabilidade se oferecer um resultado viável dessa equação - explica Tutikian. 

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Os estudos servirão de embasamento científico para a prefeitura e não há nenhuma garantia de que um seja escolhido. Pode ser que um pouco de cada um seja aproveitado ou até mesmo nenhum. Mas se um for considerado viável, o edital de licitação poderá prever pagamento de R$ 150 mil para a empresa que fez o estudo, valor a ser pago por quem vencer o processo. 

Veja quer surpreender com reportagem-bomba sobre os crimes de Lula

A revista Veja ainda não colocou em circulação a sua edição deste final de semana, embora já estejamos no sábado, 9h28mnin. Ao lado, Lula e Okamotto, mais capas de Veja sobre as patifarias do ex-presidente. - 

Fechada em copas” a redação da Revista Veja tomou todos os cuidados para que não vaze absolutamente nada sobre o conteúdo da matéria que publicará nas próximas horas. Mas reina um silêncio sepulcral a respeito do que será publicado.


Em Brasília a aposta é que a capa da revista mostre um Lula e seu Instituto no centro do Petrolão.

Em Salvador, o presidente do PT, Rui Falcão, já sabe que virá chumbo grosso. 

O Inastitutro Lula também sabe de tudo. Eis a nota que ele divulgou ontem:

- Estamos assistindo ao início de uma ofensiva midiática contra a imagem e a honra do ex-presidente Lula, com evidente motivação político-partidária. Como tem se tornado comum, infelizmente, em nosso País, tal ofensiva não poupará pessoas e instituições de reconhecida probidade e seriedade, no intuito de desmoralizar e até criminalizar as atividades do mais importante líder popular do Brasil. A revista Veja é um dos instrumentos dessa ofensiva.

A entidade foi procurada pela revista Veja, que conversou com o presidente, Paulo Okamotto, e prepara reportagem sobre doações; "A abordagem da revista revelou claro intuito de colocar as atividades do ex-presidente, legais e legítimas, em mais um dos enredos fantasiosos, mistificadores e caluniosos que têm caracterizado aquela publicação", diz o Instituto Lula;
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