STF suspende nova Lei de Redistribuição dos Royalties do Petróleo

ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu no início da noite desta segunda-feira trechos da Lei dos Royalties do petróleo, atendendo a pedido do Governo do Rio de Janeiro. A ministra, que, graças a sorteio, cuida de todas as ações que quiestionam a derrubada dos vetos da presidente Dilma Rousseff à lei que redistribui os royalties do petróleo, concedeu medida cautelar (provisória) para suspender a nova redistribuição. Pelo regimento do STF, a decisão precisa ser referendada pelo plenário do tribunal.

Araújo, ex-marido de Dilma Roussef, denuncia na Comissão de Verdade: "Fiesp tinha um ninho de torturadores". E avisa: "Essa direita raivosa ainda está lá".

- Araújo, ao lado, jamais fez autocrítica para afirmar seus compromissos com o estado democrático de direito e com o sistema de economia de mercado, repetindo ações e palavras de Fernando Gabeira.

Carlos Araújo não quis citar nomes e nem a Comissão da Verdade pediu uma lista dos financiadores e torturadores alojados na Fiesp, mas em algum momento isto terá que vir a público. O ex-marido de Dilma foi um dos líderes do grupo terrorista Var-Palmares, cujo objetivo era fazer a luta armada contra o governo militar, substituindo a ditadura dos generais pela ditadura comunista, e acabando com a Fiesp e Fiergs, substituindo-a por uma Federação Comunista dos Empresários do Brasil. Araújo, como Dilma, jamais fizeram autocrítica do que pensavam e faziam na época, como também nunca afirmaram seus compromissos com o estado democrático de direito e a economia de mercado, que são regime político e sistema econômico protegidos pela Constituição de 1998.

* Clipping www.brasil247.com.br

Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade em Porto Alegre, o militante do PDT e ex-marido da presidente Dilma Rousseff, Carlos Araújo, disse que empresários ligados à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) "não só financiaram, mas estimularam e assistiram às sessões de tortura" durante o regime militar; segundo ele, essa "direita raivosa" ainda está integrada às atividades da Fiesp

247 - Empresários ligados à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) teriam financiado e até participado de sessões de tortura durante a ditadura militar. A revelação foi feita nesta segunda-feira pelo militante do PDT e ex-marido da presidente Dilma Rousseff, Carlos Araújo, durante depoimento à Comissão Nacional da Verdade, em Porto Alegre.

Segundo Araújo, esses empresários "não só financiaram, mas estimularam e assistiram às sessões de tortura". Militante da VPR, o ex-marido de Dilma pediu que a comissão investigue o "núcleo de tortura da Fiesp". "Não foram poucos os empresários que foram para as salas estimular os torturadores e se envaidecer com a tortura dos nossos companheiros", disse o ex-deputado

Apesar das denúncias, Araújo não citou nomes de empresários envolvidos, nem disse se foi submetido a interrogatório diante de  integrantes da Fiesp.

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Tarso previa PIB 5% maior em 2012 com sua "Política Industrial". Resultado: 2012 fechou com menos 1,8%.

* Clipping Zero Hora.Título original: Em seu primeiro ano, programa Política Industrial do Piratini teve altos e baixos.

Na reportagem a seguir, o jornal Zero Hora diz na sua edição de domingo que em seu primeiro ano, programa Política Industrial do Piratini teve altos e baixos. Tarso lançou diversificado conjunto de iniciativas para elevar a produção no Rio Grande do Sul, mas o que conseguiu foi uma espetacular queda do PIB, que chegou a cair 1,8% em 2014, quando a ação do governo faria a economia crescer 5%. Um fracasso oceânico. A reportagem é até benigna na análise daquilo que Tarso e o jornal chamam benignamente de "Política Industrial", na verdade um amontoado desarticulado de ações, cujo principal defeito é não guardar qualquer simetria com o que acontece no RS, no Brasil e no mundo - e cujo suporte material chega a ser ridiculamente pobre. O Piratini sequer discute a necessária mudança de paradigma da economia gaúcha, ainda atrasadamente dependente do que acontece no campo. 

No final de março de 2012, o governador lançou as bases de seu projeto para a indústria gaúcha
Carlos Rollsing
carlos.rollsing@zerohora.com.br

Lançado há um ano pelo governo Tarso com o objetivo de fomentar o crescimento de 5% do PIB em 2012, o programa Política Industrial falhou na perseguição deste desafio. Por força da seca, a economia gaúcha registrou queda de 1,8%.

No entanto, especialistas avaliam como positiva a jovem experiência promovida pelo Piratini, calcada em benefícios fiscais agressivos e na dobradinha financeira liderada por Badesul e BRDE. Juntos, liberaram R$ 1,7 bilhão para obras de prefeituras e investimentos privados.

Há consenso no mercado de que o governo cometeu um equívoco ao vincular o eventual crescimento do PIB ao desempenho do programa, que precisará de pelo menos cinco anos para se consolidar. É por esse motivo que lideranças empresariais como o presidente da Fiergs, Heitor José Müller, defendem a transformação do atual modelo em instrumento de Estado, resistente à troca de governos.

O principal pilar da Política Industrial é o eixo setorial, que propôs ações para alavancar 22 nichos da economia.

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Ilustração - A ilustração da nota está disponibilizada na Internet, no Google.

PDT pede punição dos traíras de Novo Hamburgo

Se o PDT do RS quiser manter a coerência, a disciplina e a autoridade, não terá alternativa fora da punição dos dissidentes que traíram o Partido em Novo Hamburgo, unindo-se ao PT.

. A presidente Jane Barbosa foi ao diretório estadual com provas materiais da tradição, a começar pelo presidente da Câmara.

TCE do RS amplia casos de transparências na Corte

O editor acompanhou de perto a decisão do Pleno do Tribunal de Contas do RS, que na semana passada mudou o critério de disponibilização dos casos em tramitação na Corte.

. A partir de agora, o material poderá ser liberado antes mesmo da fala do procurador Geraldo Da Camino.

PSB quer Blairo Maggi na vice de Eduardo Campos

É cada vez maior a insatisfação de setores enormes do PT com o PSB,que não tolera mais a movimentação do governador Eduardo Campos.

. Na seção desta página, Por Trás da Notícia, o ex-porta-voz de Lula, o jornalista André Singer, pede que o governo Dilma expurgue o PSB.

. Indiferente aos protestos, o governador de Pernambuco adensa sua campanha. No link a seguir, você poderá ler nota do jornalista Helder Caldeira, avisando que Campos quer Blairo Maggi, Mato Grosso, como vice. Caldeira mandou o link da sua nota para o editor. O material é desta segunda-feira. CLIQUE AQUI para ler. 


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Raupp trará novidades sobre biotecnologia para Rio Pardo

O ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, visitará Rio Pardo nesta sexta-feira. Ele participará da ExpoAfubra, maior evento de pequenos produtores rurais do RS.

. Ele trará novidades na área de biotecnologia.

RS perde R$ 360 milhões de ICMS com energia mais barata

Será de R$ 360 milhões o prejuízo do governo gaúcho com a redução das tarifas de energia elétrica determinadas pelo governo federal.

. Isto significa que por baixo as distribuidoras gaúchas, com ênfase para CEEE, AES Sul e RGE, faturarão R$ 1 bilhão a menos em 2014.

. O cálculo sobre as perdas de ICMS são do secretário da Fazenda, Odir Tonollier.

Mercado aposta em juro maior e inflação menor em 2014

Pela segunda semana seguida, analistas do mercado financeiro elevaram a projeção para a Selic, taxa básica de juros da economia, ao final deste ano. Após uma previsão de taxa a 8% na semana passada, os economistas ouvidos pelo Banco Central para a pesquisa semanal Focus desta segunda-feira apostam agora em juros a 8,25%.

. Os economistas ouvidos pelo BC para o relatório Focus desta semana também apostam que a inflação deve reagir a novas medidas monetárias e abaixaram suas previsões para o acumulado do ano. Depois de ter elevado suas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 5,82% em 2013, agora eles diminuíram para 5,73%. Para 2014, a expectativa subiu de 5,5% para 5,54%.

Petrobrás divulgará nesta terça o seu Plano de Negócios 2013/2017

A Petrobrás avisou ao editor nesta segunda-feira a tarde que divulgará nesta terça o seu Plano de Negócios 2013/2017.

O calote de precatórios só se admite numa sociedade de velhacos

Sempre que apela ao Poder Judiciário para conseguir a cobertura que busca para as suas ilegalidades, o governador Tarso Genro faz isto com a esperança de que terá o amparo da boa prestação jurisdicional.

. Como bom advogado, o governador nem de longe pode ser acusado de litigante de má fé, mas é o que parece.

. Acontece que ele é muito mau perdedor.

. Suas iradas, irônicas e desconectadas reações diante de sentenças hostis, chegam a beirar a sedição pura e simples.

. Arrolam-se entre os casos mais emblemáticos, todos os processos relacionados com o piso nacional do magistério, a posse de conselheiros da Agergs e de diretores do Irga, as estradas pedagiadas e este caso mais recente dos calotes aplicados pelo seu governo aos detentores de precatórios.

. O governo reconhece que deve R$ 6,3 bilhões de precatórios, que vem a ser um crédito considerado líquido e certo pela Justiça. Não existe crédito mais claro do que o precatório. No entanto, o governador do RS não quer pagar o que deve, sob a alegação de que não tem dinheiro.

. Até há pouco tempo, o Piratini gabava-se de ter dinheiro sobrando. E se não tem mais no momento é porque gasta mal o que tem, inchando a máquina pública e fazendo despesas descontroladas.

. O STF, ao se insurgir na semana contra o calote, colocando-se portanto ao lado da legalidade, é acusado de usurpar poderes do Executivo e do Legislativo, segundo a leitura enviesada do governador do RS. Nada mais falso, porque pagar o que se deve é obrigação elementar de todo cidadão, mesmo o mais pobre – e mais ainda do governante que deve dar o exemplo.

. O calote só se admite como regra comum de procedimento numa sociedade de velhacos.

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Único senador do PSOL, Partido de Luciana Genro, é acusado por receber Mensalão de R$ 20 mil por mês

* Clipping www.brasil247.com.br

Pré-candidato do seu partido à presidência da República em 2014, como "candidato da ética", o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) é denunciado por ter recebido mesada de R$ 20 mil durante seis meses como deputado estadual do Amapá justamente pelo parlamentar que presidia a Assembleia, e que também recebeu os recursos no governo do hoje senador João Capiberibe (PSB-AP); Randolfe deixou até recibos assinados da complementação ilegal de salário; ao noticiar o escândalo, Folha decide proteger Randolfe e acusa o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que apenas encaminhou o caso à procuradoria-geral da República, comandada por Roberto Gurgel, de perseguir desafetos

 A carreira do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) como "mosqueteiro da ética", num lugar que já foi do ex-senador Demóstenes Torres, pode estar chegando ao fim. Neste papel, que constuma gerar alguns segundos de fama, Randolfe alimentava até a esperança de disputar a presidência da República, em 2014. Mas antes ele terá de explicar um mensalão, muito bem documentado.

Antes de ser senador, eleito em 2010 pelo Amapá, Randolfe foi deputado estadual em Macapá, ajudando a dar sustentação ao governo de João Capiberibe (PSB-AP), que também se elegeu para o Senado na última eleição.

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Kátia Abreu, depois de vacilar e beijar a mão de Dilma, denuncia as práticas gramscianas petistas de tomada do Poder

Contemporizar e confraternizar com essa gente não dá certo, porque todos eles padecem da síndrome de um velho e conhecido escorpião, o italiano Antonio Gramsci, como só descobriu apenas agora a senadora Kátia Abreu (à esquerda com Dilma, nos tempos em que ambas sorriam uma para a outra - ou uma da outra).

- Quando saiu do seu Partido e foi para o anódino PSD, Partido da base aliada do governo do PT, a senadora Kátia Abreu sabia perfeitamente que estava engordando o caldo dos delinquentes políticos do MST, aparelho que o PT sempre usou e usa para acalmar os sem-terra e assustar terratenientes inconformados com sua gente. Só depois de ver invadidas as suas terras é que a senadora parece ter redescoberto o que sabia antes de virar comensal de Dilma e do PT, dos quais talvez volte a se afastar e aos quais talvez volte a se opor. 

Artigo Folha de São Paulo
Kátia Abreu. 
Título original: Milícias do pensamento

O filósofo italiano Antonio Gramsci ensinava que o teatro de operações da revolução comunista não era o campo de batalha, mas o ambiente cultural, a trincheira do pensamento. Enquanto Lênin pregava o ataque direto ao Estado, Gramsci sustentava que o novo homem, anunciado por Marx, emergiria não do terror revolucionário, mas da transformação das mentes. Para tanto, impunha-se a infiltração e o domínio pelo partido dos meios de comunicação --jornais, cinema, teatro, editoras etc.-- e a quebra gradual dos valores cristãos (que ele preferia chamar de burgueses), por meio do que chamava de guerra psicológica.
Segundo ele, é preciso uma reforma intelectual e moral, que leve à superação do senso comum, para a construção de outro consenso monitorado pelo partido.

. A relativização desses valores resultaria, numa primeira etapa, numa sociedade mais fraca, destituída de parâmetros morais, mais propícia a absorver os valores do socialismo. Desnecessário dizer que essa revolução está em pleno curso no Brasil --e não é de hoje.

. Entre os consensos construídos, está o de que o produtor rural é um usurpador social, que deve ser permanentemente molestado.

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José Goldenberg denuncia: "Governo atual perdeu uma oportunidade história única no caso do etanol"

* Clipping Estadão, by José Goldemberg
Título original - Uma oportunidade história perdida

A História está cheia de exemplos de que uma escolha errada tem consequências funestas e uma escolha certa produz milagres. O grande desafio é fazer as escolhas certas - e o próprio conceito de "governar" significa escolher entre as opções disponíveis.

O governo brasileiro, em pleno regime militar, fez em 1975 uma escolha de grande sucesso, que foi lançar o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), o único combustível, existente até hoje, capaz de substituir a gasolina em grandes quantidades, com as características que todos desejam: ser economicamente competitivo e renovável, isto é, sem os problemas que caracterizam os combustíveis fósseis.

O programa sofreu muitos tropeços ao longo dos últimos 35 anos, mas sobreviveu. E chegou a substituir 50% da gasolina que seria consumida no País se ele não existisse.

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Conheça detalhes sórdidos das maracutaias na Petrobrás

Nos últimos meses a Petrobrás passou a ser tratada como a Geni da música de Chico Buarque de Holanda, tudo por conta da má gestão e das maracutaias movidas por petistas.

. As principais e mais consistentes discussões estão agora alinhadas num site que tratam apenas do que ocorre na estatal. Na primeira edição, constam entrevistas do engenheiro Ildo Sauer, ex-enfant gaté de Dilma, além de reportagens investigativas sobre os escândalos Gemini e Refinaria de Pasadena.

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Faça como o editor: vá dia 25 na ADVB e ouça Duda Melzer contar como perpetuará a RBS

O editor ouvirá Duda Melzer, 40 anos, CEO da RBS, no dia 25 de março, 19h, no programa “Papo com o Presidente”, da ADVB do RS. Ele tem MBA em  Harvard.
. O CEO contará como fará para perpetuar o grupo gaúcho.

Inscrições: www.advb.com.br

Revista de Joal Teitelbaum comemorará 9 anos na casa Bonita

Será dia 21 de março, 21h, a 36ª. Edição da Best Home, revista que já entra no seu nono ano de vida, sempre editada pela empresa gaúcha Joal Teitelbaum Engenharia. A festa foi agendada para a Casa Bonita, rua Vicente da Fontoura, Porto Alegre.

Mendes Filho só não será ministro do TCU se não quiser. Mas ele quererá.

Conforme o editor adiantou na terça-feira da semana passada, o governo Dilma Roussef assumiu mesmo o compromisso de nomear o ex-ministro Mendes Filho para a próxima vaga no TCU. Ele irá para o lugar do ministro Valmir Campelo.

. Dilma teve mesmo que mexer na Agricultura, em função de compromissos do PT na eleição de Belo Horizonte, mas tentou  levar Mendes Filho para a SAE e até para o ministério dos Transportes.

. No final, prevaleceu o tratamento pós-quimio, que exige uma hora e meia de fisioterapia por dia.

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Plano B de Mendes Filho é o Piratini

As alternativas de vida futura do ex-ministro Mendes Filho incluem a disputa interna pela vaga de candidato do PMDB ao governo estadual.

. Ex-ministros costumam ser candidatos naturais ao Piratini.

Lied avisa que não é candidato. Adilson e Marchezan Jr. disputarão comando do PSDB.

O ex-chefe de gabinete de Yeda, Ricardo Lied, disse ao editor nesta segunda a tarde que não está em campanha aberta pelo comando do PSDB no RS. "Isto é intriga de perdedor", avisou Lied. Ele se referia a Marchezan Jr.

. A disputa ficará mesmo entre os deputados Marchezan Júnior e Adilson Troca.

Polo busca apoio em sete Estados para sua CPI das Teles

O deputado Ernani Polo, PP, disse ao editor que se articula com outros sete Estados para implementar sua CPI das Teles.

Comissão da Verdade investigará possível assassínio de Jango

Ganhou força nesta segunda-feira a versão de que o ex-presidente João Goulart foi assassinado durante seu exílio na Argentina. É o que pareceu depois dos depoimentos feitos na reunião de Porto Alegre da Comissão da Verdade.

.Em menos de um ano, 22 de asgosto de l976 a 21 de maio de 1977, morreram Jango, o ex-governador Carlos Lacerda e o ex-presidente JK. Os três foram os articuladores da Frente Ampla, aliança política de adversários severos e destinada a encurtar a ditadura militar.

. Este caso sempre manteve-se sob um manto de obscuridade e silêncio, porque os corpos dos três políticos jamais foram exumados para exames.

. A Comissão da Verdade investigará o caso.

CLIQUE AQUI para examinar o texto de Carlos Fehlberg sobre a Frente Ampla.

Entrevista, Edson Brum - Fumo, arroz, leite e carne:as grandes conquistas de Mendes Filho

Edson Brum, deputado estadual PMDB, presidente do PMDB no RS

Não foi abrupta a saída do ministro Mendes Ribeiro Filho?
A Dilma precisou remanejar o ministério.  O ministro recebeu propostas de ocupar outras pastas até mais consistentes, mas preferiu voltar para a Câmara.

Ele não ia bem no ministério?
Olha, duvido que outro ministro da Agricultura tenha beneficiado tanto os interesses da agropecuária gaúcha em tão pouco tempo.

Que benefícios?
Foi ele quem articulou a renegociação das dívidas dos produtores do arroz. Nós somos os maiores produtores de arroz do Brasil. Isto se arrastava há dez anos. Os produtores nem conseguiam mais financiamento. Não importamos mais arroz durante nossa safra. Isto sem falar nos leilões federais. Agora eles não saem mais nas safras, mas nas entressafras. A saca do arroz não é mais de R$ 17,50, mas de mais de R$ 30,00. E tem mais.

Pode falar.
Fumo: somos os maiores produtores de fumo do Brasil. Estávamos ameaçados. Na Cop 4, no Uruguai, nosso governo comprometeu-se a extirpar a produção. E agora : Na Coréia, mudamos totalmente de posição. Posso dizer o mesmo em relação ao leite e a carne.

O que houve?
Tem teto para importar leite. No caso da carne suína, o ministro ajudou a levantar os embargos da Argentina e da Rússia. 

Análise, Ricardo Noblat - Dilma não é boa gestora, coisa nenhuma !

* Clipping Ricardo Noblat
Título original?: Que gestora, hein?

"Estou ficando apavorado!"
Eduardo Campos, governador de PE, sobre o número de adesões à sua candidatura à vaga de Dilma

 Era uma vez a presidente da República que contava com seis anos de parceria para oferecer a seus aliados. Foi quando, com medo de perder a vez para seu antecessor, decidiu antecipar a próxima campanha eleitoral. Um aliado mais esperto aproveitou a ocasião e trocou o status de aliado dela pelo de concorrente. Sabe o que aconteceu? O poder de barganha da presidente diminuiu. E aumentou o dos aliados.

Decodificando: a presidente da República: Dilma Rousseff. O antecessor que poderia atropelá-la: Lula. O aliado esperto que virou concorrente: Eduardo Campos, governador de Pernambuco. A maior parte do PT gostaria de ter Lula de volta à Presidência. O próprio Lula gostaria de voltar. Para evitar o risco de ele se animar com a ideia, Dilma procurou-o para uma conversa definitiva.

"O senhor é candidato?" Lula negou. Ela insistiu. Ele negou. Dilma disse que o apoiaria com entusiasmo. Lula negou de novo. Dilma então pediu-lhe para que aproveitasse a festa de aniversário do PT e a lançasse à reeleição. Lula lançou - sem muito entusiasmo. E se por um motivo qualquer fosse obrigado a sair candidato no lugar de Dilma? A hipótese existe.

Sob o lema "2013 é para governar, deixemos para fazer campanha em 2014", Eduardo Campos viaja de uma ponta à outra do país fazendo campanha, e agora governa quando lhe sobra tempo. É candidato para ganhar ou perder. Contra Dilma ou Lula. "Não gosto de perder. Mas serei candidato até mesmo para marcar posição se esse for o desejo do meu partido", ouvi dele há poucos dias.

Ao bancar Dilma à sua sucessão, Lula sacou uma frase que passou a repetir como se fosse um mantra: "Ela é melhor gestora do que eu".

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Mercado aposta em juros maiores e inflação menor

Pela segunda semana seguida, analistas do mercado financeiro elevaram a projeção para a Selic, taxa básica de juros da economia, ao final deste ano. Após uma previsão de taxa a 8% na semana passada, os economistas ouvidos pelo Banco Central para a pesquisa semanal Focus desta segunda-feira apostam agora em juros a 8,25%. A projeção subiu após a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que indica a adoção de uma nova postura do BC em termos de política monetária: o controle da inflação.
O BC piorou suas projeções para os preços ao consumidor tanto para este ano quanto para 2014. "Para 2014, a projeção de inflação aumentou em relação ao valor considerado na reunião do Copom de janeiro e se encontra acima da central da meta, em ambos os cenários", diz o Copom em relatório. Assim, a taxa atual, de 7,25%, recorde mínimo da história da economia brasileira, não deve ficar assim por muito tempo. Os analistas voltam agora suas atenções para a próxima reunião do Copom, em abril. 

. Assim, os economistas ouvidos pelo BC para o relatório Focus desta semana também apostam que a inflação deve reagir a novas medidas monetárias e abaixaram suas previsões para o acumulado do ano. Depois de ter elevado suas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 5,82% em 2013, agora eles diminuíram para 5,73%. Para 2014, a expectativa subiu de 5,5% para 5,54%.

* Clipping www.veja.com.br

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