Veja este filmete realizado em sobrevôo sobre o protesto de quinta a noite em Buenos Aires

O governo da presidente Christina Krischner bem que tentou proibir o sobrevôo de aviões e helicópteros sobre a manifestação realizada na imensa avenida 9 de Julho, na noite do dia 8, mas um VANT, um avião não tripulado de pequenas dimensões, fez o serviço com uma pequena câmara a bordo.

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Entenda como foi a patifaria do leilão dos aeroportos. Dilma não sabia de nada ?

Dilma entendeu de cara, a fria em que estava entrando. Acompanhou o leilão em tempo real mas, em vez de comemorar os R$ 24,5 bilhões “angariados” – muito, mas muito mesmo a mais do que qualquer pessoa séria esperava que oferecessem pelo que estava à venda – saiu murmurando entre dentes:
. “Vocês sabem como é governo: faz uma etapa e tem de fazer todas as outras. Agora tem que fazer com que as outras etapas aconteçam“.

. Deve ter passado a noite em claro sonhando acordada com os instrumentos medievais de tortura que gostaria de usar em Wagner Bittencourt, o Secretário de Aviação Civil da Presidência da República que a enfiou nessa enrascada.
São 30% dos passageiros e 57% da carga do transporte aéreo nacional entregues a uma empresa africana de credenciais duvidosas que ficou com nada mais nada menos que Guarulhos; um trambiqueiro argentino de extensa folha corrida que, muito adequadamente, ficou com Brasília; e uma operadorazinha francesa especializada em negociar com genocidas africanos que levou Viracopos.
. Se os dois outros vencedores são duvidosos, o argentino que levou Brasília é explícito. Daqueles que não regula mixaria. “Pagou” nada menos que 673,39% de ágio! R$ 4,5 bi pela outorga mais compromissos contratuais de R$ 2,8 bi de investimentos.
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Veja denuncia escândalo no governo Dilma Roussef, do PT: Nextel pagará meio bilhão pela tele falida do marido de Erenice Guerra

A telefonia, por exigir investimentos bilionários, não é o ramo mais indicado para aventuras. Com exceções. Há pouco mais de dois anos, a revelação das atividades paralelas de Erenice Guerra resultou na derradeira crise política do governo Lula e custou-lhe a poderosa cadeira de chefe da Casa Civil. Do rosário de ilegalidades que levaram a sua demissão, a mais ousada foi a movimentação paralela para viabilizar a Unicel, pequena empresa de telecomunicações notória apenas por receber inúmeros e inexplicáveis favores do governo.
Sem capacidade financeira, sem capacidade técnica conhecida e sem experiência alguma no ramo, a Unicel conseguiu autorização para operar a telefonia celular em São Paulo - o maior e mais disputado mercado da América Latina. Em um ambiente dominado por gigantes multinacionais, seu plano tinha tudo para dar errado. E deu. A empresa não conseguiu honrar os compromissos, deu calote em clientes e fornecedores e acumulou uma dívida superior a 150 milhões de reais. Em Brasília, porém, quem tem amigos no governo pode sempre contar com uma ajuda nos momentos de desespero. A Unicel tem amigos.
. Mesmo falida, ela está a ponto de fechar um grande negócio. A empresa será comprada pela Nextel, a multinacional que domina o mercado de telefonia via rádio e se prepara para iniciar operação também na telefonia celular. A transação só não foi concretizada ainda porque isso depende de autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os números do negócio são mantidos em segredo, mas no mercado estima-se que as cifras sejam próximas de 500 milhões de reais.
Nas economias de mercado, fusões e aquisições são negócios corriqueiros, mas a transação que envolve a Unicel e a Nextel chama especial atenção. Primeiro porque, a rigor, a Unicel não deveria ter o que vender. Sua concessão para operar só saiu por obra e graça da então ministra Erenice Guerra, que no auge do poder procurou pessoalmente conselheiros e técnicos da Anatel para defender a empresa dirigida por seu marido, José Roberto Camargo. A concessão saiu, e a Unicel entrou no mercado com o nome de fantasia AEIOU. Em pouco tempo, a AEIOU estava atolada em dívidas e, com apenas 22 000 clientes, sumiu do mapa em 2010, deixando para trás queixas amargas de consumidores e diversos processos na Justiça.]

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Artigo, Yoani Sanchez, desde Cuba - A crise dos mísseis

Mi madre era sólo una niña de cinco años viviendo en una cuartería de Centro Habana y yo apenas un óvulo de los tantos que dormitaban en su vientre. En medio del ajetreo cotidiano y de los primeros síntomas del desabastecimiento que ya se notaba en la sociedad cubana, mi abuela no se percató de cuán cerca estábamos del holocausto en aquel octubre de 1962. La familia percibía la crispación, el triunfalismo y el nerviosismo colectivo de que algo delicado  ocurría, pero jamás llegó a imaginar la gravedad de la situación. Quienes vivieron ese mes tan cruel, lo mismo se comportaban ajenos que cómplices; desinformados que dispuestos  al sacrificio; entusiastas que adocenados.
. La llamada Crisis de los Misiles, conocida hacia el interior de Cuba como Crisis de Octubre, tocó de diversas maneras a varias generaciones de cubanos. Si unos recuerdan el terror del momento,  a otros les quedó la constante crispación de la trinchera, la máscara antigás, el susto de la alarma que podía sonar en medio de la noche, la Isla hundiéndose en el mar como metáfora de discursos y de temas musicales. Nada volvió a la normalidad después de aquel octubre. Quienes no lo vivimos en carne propia aún así heredamos su desazón, la fragilidad de estar parados justo en el borde que puede terminar en el abismo.
. Quizás lo que más nos llame la atención en estos tiempos es la enorme capacidad de decisión que tuvieron algunos individuos sobre asuntos de tanta trascendencia. Si en un momento de debilidad los soviéticos hubieran cedido a la tentación de dejar el botón rojo cerca del dedo de Fidel Castro, como él hubiera deseado, probablemente nadie pudiera estar leyendo este texto.
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Cabo de Guerra: livro vê complô contra ex-governadora gaúcha

*Clipping Folha de S. Paulo deste sábado.
Reportagem de Felipe Bachtold

A ex-governadora tucana Yeda Crusius faz uma turnê pelo Rio Grande do Sul divulgando livro que atribui a uma "conspiração política" os escândalos que marcaram sua gestão no Estado. "Cabo de Guerra", escrito pelo jornalista Políbio Braga, cita bastidores do governo Yeda (2007-2010) e acusa a oposição de tentar derrubá-la com armações e uso político da Polícia Federal. PT, PSOL e a mídia são chamados de "eixo do mal".

. A ex-governadora e Braga já lançaram a obra em cinco cidades gaúchas e pretendem promovê-la em capitais pelo país. Yeda, 68, diz que só contribuiu para o livro com entrevistas.

. "Não existe um projeto comum do Políbio e meu, a não ser divulgar a verdade. Eu, como personagem central, paguei muito caro", afirma Yeda, que se diz vítima de uma "era dos escândalos". Braga, 71, diz que Yeda participa de eventos de lançamento por ser "protagonista" da obra. O jornalista é filiado ao PMDB, mas diz que não exerce atividades partidárias. No livro, ele relata que Yeda viajou para São Paulo em 2009 por temer por sua segurança no Rio Grande do Sul.

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Ditadura familiar comunista dos Castro prende Yoani mais uma vez

- A ditadura familiar comunista cubana dos Irmãos Castro mudou de tática e agora prende os dissidentes por curtos períodos. O caso mais flagrante é o da blogueira Yoani Sanchez, presa mais uma vez esta semana por 24 horas. No Brasil e no RS tem faltado solidariedade a Yoani, aos dissidentes e aos cubanos que vivem sob o tacão da ditadura castrista que já dura 50 anos - e aos 2 milhões de cubanos que estão exilados. Na semana passada, a comitiva gaúcha que foi a Cuba, liderada pelo governador Tarso Genro, não procurou a oposição sequer para ouvi-la. Mesmo os jornalistas gaúchos que acompanharam a missão, sequer tentaram ouvir Yoani, que já tinha sido libertada de prisão anterior. O clipping a seguir é do jornal O Globo deste sábado.

Ao menos dois dos 27 dissidentes cubanos detidos entre quarta-feira e quinta-feira continuavam presos nesta sexta-feira, segundo a Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional (CCDHRN). A blogueira Yoani Sánchez e o psicólogo Guillermo “Coco” Fariñas, que também haviam sido levados pela polícia, foram libertados. Essas prisões de curta duração têm sido a nova estratégia do regime castrista para desencorajar a oposição, acusam os ativistas. De janeiro a outubro, 5.625 pessoas foram detidas, 36% a mais do que em todo o ano passado, segundo dados da comissão. Yoani acaba de ser apontada como vice-presidente regional por Cuba de uma comissão da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). Ela agradeceu dizendo já ter vivido na própria carne as limitações à liberdade de expressão.

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Bancários do BRDE ajuizam ação para exigir direitos iguais

Os trabalhadores do BRDE pertencentes ao Regulamento de Pessoal I (RPI), reuniram-se em assembleia na noite da quinta-feira, 8 de novembro, na sede do Sindbancários, e autorizaram o  ajuizamento de ação para cobrar isonomia de tratamento entre os bancários admitidos até 29 de março de 2001 e os admitidos após esta data.A ação se refere ao fato de que, em fevereiro de 2008, o banco violou o princípio isonômico ao conceder um reajuste salarial apenas para os empregados enquadrados no Regulamento de Pessoal II, admitidos após março de 2001.

. Toda a base dos dois quadros de carreira está no princípio constitucional da isonomia salarial. Os quadros são concebidos para preservar as diferenças existentes quando de suas edições, nos exatos termos em que estabelecidas tais diferenças, não para criar disparidades posteriores e estes fatos, salienta Vicente Martins.