Polícia Federal faz buscas e apreensões para investigar dinheiro sujo usado na campanha de Beth Colombo, Canoas

A Polícia Federal faz investigação criminal para apurar possível uso de caixa 2 na campanha de Beth Colombo.

Como o editor informou à primeira hora da manhã, o juiz eleitoral de Canoas, RS, determinou, ontem, investigações sobre a possível ocorrência de algo parecido com uma Lava Jato no município, e na qual estariam envolvidos o prefeito Jairo Jorge, PT, mais sua vice e candidata Beth Colombo. além de empreiteiras e fornecedores da prefeitura.

Esta manhã, em sequência ao que falou ontem o juiz, mas com autorização do Tribunal Regional Eleitoral e no âmbito de outro evento, no caso o inquérito montado no início do mês, a Policia Federal resolveu cumprir três mandados de busca e apreensão na campanha de Beth Colombo. Beth Colombo não soube explicar a origem de dinheiro apreendido no seu comitê central e na casa do seu tesoureiro, R$ 500mil.

A PF passou a manhã em gráficas de Porto Alegre e Canela, RS, alémd e Biguaçu, SC.

O promotor eleitoral de Canoas, João Medeiros, disse que poderá propor ação própria para cassar o diploma de Beth Colombo, caso ela vença as eleições deste domingo.

6 comentários:

Unknown disse...

E continua em primeiro nas pesquisas... êta povinho burro!!!

Anônimo disse...

PERCEBE-SE QUE O ZÉ POVO TAMBÉM É CORRUPTO E TEM A MENTE PARA O CRIME.ESTA MULHER DEVERIA ESTAR EM O% NAS PESQUISAS.O POVO ADORA QUEM É CORRUPTO E ROUBA SEU DINHEIRO.MAS ISSO SÓ AQUI NO BRASIL.

Anônimo disse...

RENAN QUER PUNIR JUIZ QUE MANDOU INVADIR SENADO:

Entre as medidas apresentadas pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), para "restabelecer o equilíbrio entre os poderes", consta uma representação ao Conselho Nacional de Justiça contra o juiz Vallisney Oliveira, que mandou prender quatro policiais legislativos na última sexta-feira; "Lá, no Conselho Nacional de Justiça, ele terá uma oportunidade para dizer as razões pelas quais, através de um mandado de prisão, suprimiu prerrogativas do Congresso Nacional", disse o senador, que também apresentou proposta de punições mais severas contra magistrados e promotores que cometam abusos; "A proposta acaba com o prêmio da aposentadoria para o Ministério Público e para o Judiciário por improbidade. É um absurdo que essa prática continue a acontecer no Brasil", afirmou.

27 DE OUTUBRO DE 2016

Da Agência Senado – O presidente do Senado, Renan Calheiros, informou, nesta quarta-feira (26), em Plenário, que o Senado ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) “para que sejam estabelecidos os limites e as competências dos poderes de estado diante da Constituição Federal”.

A medida judicial, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), foi feita em razão da Operação Métis, deflagrada na última sexta-feira (21) pela Polícia Federal no Senado, na qual quatro policiais legislativos foram presos. A Polícia Federal deflagrou a operação autorizada pelo juiz federal Vallisney de Souza Oliveira.

— Ninguém, absolutamente ninguém está acima da lei, nem os legisladores, nem seus aplicadores. A solução que está sendo proposta pelo Senado Federal é institucional e o caminho a ser percorrido também é o caminho institucional. Por isso, é indispensável a interferência do Supremo Tribunal Federal para fixar os limites de atuação dos magistrados em relação ao Congresso Nacional — ponderou Renan.

Renan ressaltou que não defende a inviolabilidade absoluta do Congresso Nacional, mas que as ações de investigação sejam realizadas com equilíbrio e de acordo com a Constituição. Segundo ele, o Congresso vem sendo vítima de “violência institucional” por meio de práticas que deveriam ter sido sepultadas há muito tempo.

— Não podemos reviver os sobressaltos típicos da ditadura e a forma de evitar que os excessos se perpetuem é exatamente levar o caso ao Supremo Tribunal Federal, que é o juiz natural dos congressistas e guardião da Constituição — disse.

NESSA ESTOU com RENAN, porque um funcionário público comum, mesmo depois de aposentado pode perder, inclusive a aposentadoria se cometer um crime e um Juiz e um Promotor/Procurador se condenados por cometimento de Crime são aposentados sem perda da função pública e salário?

Anônimo disse...

PENSÕES DOS MAIS POBRES NÃO SERÃO MAIS VINCULADAS AO SALÁRIO MÍNIMO:

A ideia do governo Temer é incluir na reforma da Previdência a desvinculação dos benefícios de prestação continuada (Loas) e pensão por morte do salário mínimo; a justificativa é que, nos últimos anos, a política de aumento real do salário mínimo (acima da inflação) fez os gastos da seguridade social explodirem; juristas, porém, desaconselham a medida, alertando para o risco de que essa vinculação seria "cláusula pétrea" da Constituição.

27 DE OUTUBRO DE 2016

247 - O governo de Michel Temer pretende desvincular a pensão dos mais pobres ao salário mínimo. O plano é incluir na reforma da Previdência a desvinculação dos benefícios de prestação continuada (Loas) e pensão por morte do salário mínimo. A justificativa é que, nos últimos anos, a política de aumento real do salário mínimo (acima da inflação) fez os gastos da seguridade social explodirem, diz reportagem do Valor.

"Os juristas oficiais que examinaram a indexação dos benefícios à variação do salário mínimo desaconselham, porém, o fim da vinculação das aposentadorias ao piso. O risco seria de judicialização. Essa vinculação seria "cláusula pétrea" da Constituição.

SEM CONTAR que os agricultores que nunca votaram no PT vão ganhar ou "presentinho de grego" do governo traira e seus partidos asseclas, ou seja, os agricultores que se aposentam aos 65 anos sem pagar INSS, com a reforma da Previdência se quiserem se aposentar vão ter que contribuir, pelo projeto de reforma da previdência.

Anônimo disse...

Já que a justiça é lenta, espero que os canoenses façam justiça com as próprias mãos. Removendo os ladrões através do voto.

Anônimo disse...

Respondendo ao Coronel Renan:
Polícia do Senado é ficção e seus membros não passam de guardas e vigilantes.
Aqui:
http://www.tribunadainternet.com.br/policia-do-senado-e-ficcao-e-seus-membros-nao-passam-de-guardas-e-vigilantes/