Foi uma jogada ensaiada, estabelecida dentro do consórcio STF+Governo do PT que governa o Brasil, já que Alexandre de Moraes baseou-se em restrições oficiais do chanceler Mauro Vieira para proibir a visita. O chanceler Mauro Vieira e Moraes consideram que a visita em ano eleitoral seria intromissão indevida dos americanos em ano eleitoral. Como se sabe, precedentes inumeráveis ocorreram em relação a visitas feitas por dignitários estrangeiros a Lula, quando ele esteve preso em Curitiba. Estiveram na prisão da PF: José Mujica (ex-presidente do Uruguai, Danny Glover (ator e ativista da ONU), Massimo D'Alema (ex-primeiro-ministro italiano), Martin Schulz (líder social-democrata alemão e ex-presidente do Parlamento Europeu) e Cuauhtémoc Cárdenas (político mexicano). O governo Trump passa a ter razões dobradas para exigir eleições limpas em outubro.
A decisão opõe facilidades para a visita que Lula quer fazer a Trump, cria restrições aos contatos do chanceler Mauro Vieira e, pior ainda para Moraes, tornará mais robusta a ameaça americana de incluir Moraes e a família mais uma vez na Lei Magnitsky.

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