MP pede para arquivar investigação sobre aeroporto de Cláudio, em MG. Na campanha eleitoral, Dilma, o PT e a Folha atacaram selvagemente o tucano Aécio Neves por causa da obra.

O Ministério Público de Minas Gerais pediu arquivamento da investigação sobre as obras no aeroporto de Cláudio, no Centro Oeste de Minas. O aeroporto foi construído em 2010 em um terreno que antes de ser desapropriado, em 2008, pertencia a parentes do senador Aécio Neves (PSDB). 

Aécio governou o estado de 2003 a 2010.

Dilma, o PT e boa parte da mídia usaram o caso para tentar desmoralizar Aécio durante a campanha eleitoral. Houve pesada insistência diária nos ataques ao tucano. 

A decisão do dia 8 de julho é dos promotores Maria Elmira Evangelina do Amaral Dick, Fernanda Karan Monteiro, Tatiana pereira, José Carlos Fernandes júnior. De acordo com os promotores, não foram constatados superfaturamento no valor da obra e nem favorecimento à família de Aécio Neves com a desapropriação do terreno onde está o aeroporto.

O MP concluiu que a obra em Cláudio faz parte de um programa de governo “envolvendo diversas outras obras, sem qualquer indício de propósito de violação aos princípios que norteiam a administração pública, em especial o da impessoalidade”.  O Ministério Público levou em consideração também que a construção do Aeródromo de Cláudio “foi demandada pela comunidade empresarial local, com vistas ao desenvolvimento do município e da região”, baseando-se em notícias veiculadas na mídia.

Quanto ao uso da pista sem a homologação da Anac pelo senador, o MP declarou que não considera um ato de improbidade administrativa.

O pedido de arquivamento foi encaminhado nesta sexta-feira (7) ao Conselho Superior do Ministério Público para a confirmação do arquivamento. Nenhum promotor se manifestou sobre o caso.
O pedido de investigação havia sido feito pelos deputados estaduais Rogério Correa (PT), Sávio Souza Cruz (PMDB) e o ex-deputado Pompilio Canavez

Deputado Ênio Bacci bate de frente no secretário da Segurança do governo Sartori

Hoje, questionado por jornalistas sobre a desordem na segurança pública estadual, o governador Ivo Sartori não quis falar, o que não resolve o assunto. - 

Embora na base do governo Sartori, o deputado Ênio Bacci, PDT, bateu hoje no atual secretário da Segurança Pública, Wantuir Jacini, acusado duas vezes em sete meses, sempre por interferir em benefícios para seu filho, uma vez para ocupar uma CC e outra vez para virar contratado da secretaria da Saúde.

Por via oblíqua, Bacci faz acusações sobre nepotismo:

- Alguém é culpado e responsável por isso. Não ponham no brigadiano a culpa, pois ela é de quem detém o comando. Agora parece que alguns estão mais preocupados em garantir o emprego pro filho do que garantir segurança para a população do Rio Grande.

Ênio Bacci foi secretário da Segurança e sabe do que está falando.

A insegurança pública no RS alcançou níveis intoleráveis e o secretário parece ter perdido o comando. 

Sartori vai pivatizar o zôo que Brizola criou em Sapucaia

O edital de concessão do zoológico de Sapucaia do Sul à iniciativa privada deverá ser lançado entre o final de agosto e o início de setembro, garante a secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ana Pellini. Em meio à crise, o Palácio Piratini argumenta que pretende enxugar a máquina para reduzir custos e focar esforços nos "serviços essenciais".

O zôo foi criado pelo ex-governador Leonel Brizola. 

Sartori paga R$ 3 milhões por dia pelo que o governo já tomou dos depósitos judiciais

A dinheirama tomada pelo governo estadual dos depósitos judiciais não é a fundo perdido. E além disto custa caro.

Só de juros, Sartori paga R$ 3 milhões por dia.

Isto ajuda a explicar por que Sartori não quer mais dinheiro do fundo.

Medina Osório vai defender Marco Peixoto

O conselheiro do TCE do RS, Marco Peixoto, ex-PP, contratou um peso-pesado para defendê-lo no STJ. Trata-se do advogado Fábio Medina Osório.

As acusações contra Peixoto remontam ao tempo em que era deputado.

É tudo relacionado com CCs que contratava e que segundo o MP eram fantasmas.

Governo Sartori mantém apenas 50% do total de CCs que tinha o governo Tarso

Números de cargos em comissão, CCs, egundo o governo Sartori, com b ase em dados das secretarias de Recursos Humanos e da Fazenda:

Final do governo Tarso Genro, PT, 31 de dezembro de 2014
2.700

Começo do governo Ivo Sartori, PMDB, 9 de agosto de 2015
1.417


100 mil caminhões estão parados por causa da recessão no Brasil

As informações são da Folha de S. Paulo e demonstram bem o tamanho do estrago que ocorre com a recessão econômica:

1. O país tem mais de 100 mil caminhões parados em garagens de empresas transportadoras. É o que aponta pesquisa da NTC&Logística, associação que reúne companhias de frete de todo o país. No levantamento, as empresas apontaram que estão com 13,5% de seus caminhões parados, em média. A frota estimada pelo setor é de 800 mil caminhões, o que aponta para perto de 100 mil veículos parados.
      

2. "Caminhão parado é prejuízo. O normal é que 5% da frota, no máximo, fique parada para manutenção ou de reserva", disse Lauro Valdívia, diretor técnico da associação. Segundo ele, o motivo da paralisação é a drástica redução no volume de fretes no últimos meses. Para 84% dos pesquisados, houve queda nos negócios em relação ao ano passado, devido, principalmente, à menor demanda.

Soluções da gaúcha Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras, um dos maiores do mundo no gênero

Ao lado, imagem aérea do Centro de Pesquisa da Petrobrás. - 


O editor soube na tarde desta sexta-feira pela própria empresa gaúcha, que tecnologias da Elipse Software permitem controlar os sistemas de refrigeração e distribuição de energia elétrica aos 305 mil metros quadrados de área, com 250 laboratórios, do Centro de Pesquisa da Petrobras, um dos maiores centros de pesquisa do mundo. - 

Considerado o maior polo de pesquisa sobre petróleo da América Latina, o Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) é a unidade responsável pelas atividades de P&D e engenharia básica da Petrobras. Fundado no dia 4 de dezembro de 1963, o Cenpes tem como missão prover e antecipar soluções tecnológicas inovadoras voltadas para a indústria de petróleo e outras fontes de energia.

Em outubro de 2010, as novas instalações do Cenpes, que contou com um novo Centro Integrado de Processamento de Dados (CIPD), foram inauguradas na Ilha do Fundão (RJ). Com 305 mil metros quadrados de área, o Cenpes é constituído de 250 laboratórios, um Centro de Processamento de Dados (CPD) com 27 mil metros quadrados e uma Central de Utilidades.

Em busca de realizar a supervisão e operação do complexo Cenpes/CIPD, a Petrobras adotou as soluções Elipse Power e E3. Importante salientar que as aplicações foram desenvolvidas pela equipe técnica da Petrobras em parceria com as demais empresas contratadas pelos consórcios das obras da Central de Utilidades, Ampliação do Cenpes e CIPD.   

Solução
A arquitetura do sistema de supervisão é baseada nas configurações de domínios remotos, viabilizando a visualização dos sistemas de processo (driver Modbus) e elétrico (driver IEC 61850) através do mesmo viewer. Há também os Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio (SDAI), que utilizam o driver desenvolvido pela Elipse para prover a comunicação com a rede das centrais de detecção FIRENET fabricadas pelo Grupo HOCHIKI.
Através das telas do E3, os operadores podem monitorar e comandar remotamente todas as estruturas responsáveis pelo mais perfeito funcionamento do Cenpes. Já o Elipse Power ajuda a manter o equilíbrio entre a geração e o consumo de energia elétrica, evitando a sobrecarga do sistema em caso de desligamento de uma das suas fontes geradores.

Central de Utilidades
A Central de Utilidades é o coração do empreendimento, responsável pela geração e distribuição da energia, água, vácuo, vapor e ar comprimido ao Cenpes. A unidade foi projetada para disponibilizar até 40 MW de potência, energia capaz de atender a demanda de uma cidade com até 120 mil habitantes.
É composta por uma subestação de 138 KV, uma cabine de medição de energia, uma Estação de Tratamento de Água e Esgoto, uma central de água gelada, torres de resfriamento, além dos prédios onde estão localizados os motogeradores, caldeiras e chillers. A casa de produtos químicos, assim como as centrais de ar comprimido e vácuo também integram a Central de Utilidades. Importante salientar que este projeto foi desenvolvido de acordo com as premissas de sustentabilidade e ecoeficiência adotadas na ampliação do Cenpes via um sistema de cogeração de energia com redução do consumo elétrico e reúso de água.

Subestação e cabine de medição
A demanda de energia elétrica da Central de Utilidades atualmente é de 15 MW, parte produzida pelos motogeradores e outra proveniente da concessionária pública. A energia da concessionária é transmitida, via linhas de transmissão subterrâneas em 138 KV, para a subestação de entrada onde a tensão é rebaixada para 13,2 KV. Desta, 6 MW são distribuídos para o Cenpes, enquanto o restante vai para a sala de paineis da ampliação de onde, em conjunto com a energia fornecida pelos motogeradores do sistema de cogeração, segue para todo o complexo.

Motogeradores e chillers
A produção constante de energia dos motogeradores a gás é fundamental para o sistema de cogeração. Os motogeradores geram até 8,6 MW, potência equivalente à gerada por um total de 15 carros de Fórmula 1 em velocidade máxima. Os gases aquecidos oriundos da combustão dos motores são levados até as caldeiras de recuperação que utilizam a energia térmica destes gases para produzirem vapor.
A quantidade diária de vapor gerado pelas caldeiras equivale à produção oriunda de 300 chuveiros elétricos, aquecendo água 24 horas por dia. Parte deste vapor é levado aos prédios do complexo, enquanto outra é absorvida pelos chillers que o utilizam, assim como a água de arrefecimento dos motogeradores, para produção de água gelada usada no sistema de ar condicionado.
Em busca de garantir a confiabilidade operacional do Data Center em situações de emergência, uma segunda central de água gelada está pronta para ser acionada a qualquer momento. O sistema de água gelada para climatização do complexo gera 5,7 mil toneladas de refrigeração, o equivalente à refrigeração gerada por 5,7 mil aparelhos de ar condicionado. 

Prevenção contra quedas de energia
O Elipse Power é a tecnologia responsável pela inteligência do Sistema de Descarte Seletivo de Cargas (SDSC). O software garante a redução parcial das atividades do empreendimento se houver uma interrupção no fornecimento de energia. Caso ocorra um quadro de queda simultânea da energia elétrica e gás natural fornecidos pelas concessionárias, a distribuição continua garantida aos sistemas essenciais através do sistema de UPS e dos motogeradores a diesel.  



Artigo, Folha, Mônica Baumgarten: O Efeito Chimarrão... O Brasil será o Rio Grande do Sul, amanhã?

Clima ameno, paisagens belíssimas, um "quê" de Europa no Brasil tropical. O Sul Maravilha, o Rio Grande do Sul, um dos Estados mais prósperos do país com seu amplo parque industrial e pujante atividade agrícola. Terra promissora ou não?
    
Nas últimas semanas, o Rio Grande do Sul tem sido a vedete dos jornais devido à crise gravíssima que assola o Estado. Parcelamento de salários de funcionários públicos, greves de professores, protestos, paralisação de policiais. Em meio a tudo isso, o governador José Ivo Sartori pede à população: "Tenham paciência". Paciência?

O estado das contas públicas do Rio Grande do Sul é prenúncio para lá de ominoso sobre o que pode ocorrer com o Brasil em alguns anos se os problemas fiscais estruturais que enfrentamos não forem abordados.

A política gaúcha revela a extensão dos problemas que há muito se arrastam: desde 1991, jamais se viu a reeleição de um governador no cartão-postal do Sul Maravilha. Afora o PDT, entre 1991 e 1995, e o PSDB, entre 2007 e 2011, o Estado alterna dirigentes do PMDB e do PT a cada quatro anos.

Nenhum foi capaz de desatar os nós fiscais que agora ameaçam se transformar em dor de cabeça grega (ou porto-riquenha, para os que têm acompanhado a moratória de Porto Rico) para o governo federal. "Não vai ser um governo só que vai equilibrar as finanças do Estado", disse Sartori recentemente. O passado justifica suas palavras.


Dois fatores explicam o enorme e crescente desequilíbrio das contas públicas do Rio Grande do Sul nos últimos anos: a quantidade de funcionários públicos e a demografia. As dificuldades de enxugar o quadro de servidores públicos ao longo das últimas duas décadas, ao lado dos gravíssimos problemas que afetam a indústria, responsável por 43% do PIB do Estado, levaram à decisão inusitada de parcelar salários, anunciada na semana passada.

Já não há dinheiro nos cofres públicos para pagar integralmente rendimentos acima de R$ 2.150, a arrecadação caiu brutalmente, a dívida crescente com a União é torniquete que aperta sem trégua. Todo mês, o Estado desembolsa cerca de R$ 280 milhões em compromissos com a União e mais R$ 1,1 bilhão para a folha do funcionalismo — em julho, faltaram R$ 360 milhões para honrar os pagamentos de salários.

 Com a economia em recessão e a indústria em franco encolhimento, o Rio Grande do Sul é emblemático do que pode acontecer com outros Estados brasileiros.

 Enquanto isso, o drama da demografia se amplia. Segundo dados do IBGE, o Rio Grande do Sul é a região em que mais cresce a população acima de 60 anos, pressionando os gastos previdenciários e o sistema de saúde. Tal situação não é novidade: desde 1991, a participação dos gaúchos com mais de 60 anos na composição demográfica do Estado aumenta acima da média brasileira, fruto dos bons indicadores socioeconômicos que fizeram da região o Sul Maravilha.

O estado das contas públicas do Rio Grande do Sul é um alerta e tanto para o país. Se o Brasil não conseguir desatar as amarras da crise política, se o governo não for capaz de eliminar os problemas estruturais que tantos obstáculos criam para um ajuste fiscal que melhore as perspectivas de médio prazo do país, viveremos o efeito chimarrão. O Brasil será o Rio Grande do Sul, amanhã.


Cameron MegaStore e Indoor Magic Games abrem temporada de sete novas operações do Bourbon Wallig.

O Bourbon Shopping Wallig amplia seu mix com a abertura de novas operações nas áreas de entretenimento, moda, estética, gastronomia e fitness. Acaba de inaugurar, no quarto pavimento do shopping, um playground da rede de parques indoor Magic Games, com área de 266 m². O espaço é a nona unidade da rede no Estado e 70ª no Brasil. Ao longo do semestre, também entram em operação o restaurante Belgaleto, bandeira de culinária italiana em pratos expressos da rede Casa Di Paolo; a loja Usaflex, focada em calçados e acessórios femininos; a Container Denim, que une moda e iniciativas sustentáveis; e duas operações da Corte Zero, uma especializada em manicure e pedicure e outra em cortes de cabelo unissex. 

Outras novidades: 

Recentemente, também chegou ao Bourbon Shopping Wallig, em um espaço de 600 m², a primeira Cameron MegaStore, maior rede de livrarias do Estado; além de Beagle, marca de moda casual adventure, e Tevah, que abriu sua 46ª unidade.


A John John, que já operava no shopping, reabre com novidades em seu projeto arquitetônico, e a Luz da Lua, marca especializada em bolsas e calçados, passa a ocupar espaço no andar térreo. 


Oi e Oi Futuro no 43º Festival de Cinema de Gramado


A Oi e o Oi Futuro patrocinam pelo sexto ano consecutivo o Festival de Cinema de Gramado e contarão com várias ativações na cidade e na Casa Oi Gramado, localizada em frente ao tapete vermelho com circulação de artistas e diretores dos principais filmes concorrentes ao Kikito. 

Este ano a companhia oferecerá seus serviços de telefonia fixa e móvel - chips Oi Galera - internet dedicada de alta velocidade (100Mb) para o festival e TV e WiFi para os gramadenses e para os quase 200 mil turistas que visitam a cidade nos oito dias do evento. 

A Oi, em parceria com a Prefeitura de Gramado, disponibilizará cobertura do Oi Wi-Fi no Recreio Gramadense, no Palácio dos Festivais e na Rua. Visitantes do Brasil e do exterior e clientes de qualquer operadora que tenham um dispositivo compatível com tecnologia Wi-Fi também poderão se conectar à internet gratuitamente. Com todas essas tecnologias a Oi oferece mais possibilidades de conexão para que seus clientes, que vivem conectados, possam seguir o festival compartilhando e curtindo independente de onde estejam.


Nos finais de semana a Casa Oi recebe as DJs Nicole Baldwin e Karine Larre para agitar a galera no lounge que também terá uma trilha sonora com programação exclusiva da Oi FM. No espaço, também haverá projeções de filmes patrocinados pelo Oi Futuro e degustação da Oi TV HD, a TV por assinatura que mais cresce no Rio Grande, além de entrega de brindes, cafeteria e sorteio de ingressos para as sessões de cinema do festival.


A Brigada e a Polícia Civil erram quando impõem mordaça ao trabalho dos jornais e jornalistas do RS.

O repórter Humberto Trezzi, jornal Zero Hora, produziu o artigo a seguir, intitulado "iro no pé, tapa no rosto", para denunciasr e protestar contra o boicote de informações feito pela polícia - Polícia Civil e Brigada. Só saem informações como a notícia sobre o assalto a banco na Secretaria de Segurança. Avisa o repórter da RBS: "Na revolta, compreensível, contra o atraso no pagamento dos salários, PMs e policiais civis têm cometido um equívoco. Decidiram que não vão fornecer à mídia dados sobre ocorrências criminais, pelo menos enquanto os vencimentos não forem pagos. Querem evitar notícias positivas para o governo Sartori".

É um péssimo precedente, equivocado e sem sentido.

Alguém está perdendo o eixo das coisas. 

E também um tiro no pé, porque invariavelmente jornais e jornalistas defendem melhores salários para os policiais, mais e melhores equipamentos e condições de trabalho, respeito aos agentes da lei e solidariedade quando são penalizados com atitudes como as que tomou agora o governo ao atrasar salários.

A mídia não se coloca ao lado dos bandidos, como se sabe.

E a informação verdadeira e on line é uma arma que ajuda a própria polícia e os seus agentes.

Leia o artigo de Trezzi:

Ora, isso me parece uma medida contrária a todos os métodos de relações públicas. Ao punirem com escassez de informações o mensageiro — no caso, a mídia — os policiais boicotam a si mesmos.

Ninguém ignora os esforços dos PMs para prender ladrões no dia-a-dia, mesmo com falta de combustível para viaturas. Ou dos policiais civis na investigação de casos escabrosos que tanto assustam a população, como os latrocínios e homicídios (e não passa semana sem que balas perdidas matem crianças por aí!). A imprensa tem noticiado todas as operações feitas por essas corporações — e criticado a falta de condições de trabalho para os policiais.

Sem notícias dos crimes e das ações para coibi-los, a mídia vai se alimentar de casos isolados. Como esse surreal assalto a banco dentro da Secretaria da Segurança Pública. Uma provocação, um tapa na cara do governo.

É possível que os bandidos, ao não terem mais notícia das ações policiais (porque a mídia está sem dados sobre elas), pensem que os policiais estão de braços cruzados. E aí partem para ações insolentes, como essa que abala a auto-estima dos agentes da segurança.


Secretaria da Segurança do RS tenta explicar o inexplicável no caso do assalto à agência corporativa do Banrisul

Saiu há pouco a nota na qual a secretaria gaúcha da Segurança Pública tenta justificar o roubo de que foi vítima a agência do Banrisul que fica localizada no seu complexo de Porto Alegre. A nota tenta jogar a responsabilidade para cima do banco, mas as explicações são apenas evasivas e impertinentes.

Leia tudo:

Nota de esclarecimento da Secretaria da Segurança Pública

Em relação ao roubo do posto do Banrisul situado no complexo da Secretaria da Segurança Pública (SSP), na manhã desta sexta-feira (7), o órgão esclarece que:

- o posto do Banrisul fica localizado no complexo da SSP, onde também se situam outros órgãos, como o anexo do Detran/RS, ao qual a população em geral possui pleno acesso as suas dependências devido aos serviços prestados pela autarquia. O complexo tem, diariamente, uma circulação de cerca de 1.500 pessoas;

- as dependências do posto do Banrisul não ficam localizadas no interior dos prédios da SSP. A unidade está situada em um anexo do prédio principal e conta com vigilante privado, contratado pela instituição;

- todas as medidas na área da segurança pública já foram estabelecidas. O IGP desenvolve, desde a manhã, os trabalhos relacionados à perícia. Os fatos estão sendo apurados pela Polícia Civil. 


Dilma indica Janot para a PGR. Senado terá que homologar o nome.

A presidente Dilma Roussef acaba de indicar Rodrigo Janot para novo mandato como chefe da Procuradoria Geral da República.

Seu nome terá que ser aprovado pelo Senado.


UNE, MST e CUT, aparelhos do PT, recebem flores por vassalagem a Lula.

Ao lado de Marisa, a mulher, Lula distribui flores para membros dos aparelhos do PT. 

O Movimento Sem Terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Nacional dos Estudantes (UNE) iniciaram, nesta sexta, 7, uma série de protestos em favor de Lula e do governo Dilma.

Lula pode ser preso a qualquer momento, fazendo companhia aos bandoleiros do PT e seus aliados que já estão na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. 

Dilma está ameaçada de impeachment. 

 Às 12h, acompanharam ato promovido pelo PT em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ocorreu na frente do instituto que leva o nome do petista, em São Paulo. Na semana passada, a instituição informou por meio de nota ter sido alvo de um "ataque político" e disse que um "artefato explosivo" foi arremessado contra seu prédio-sede.

Uma coalizão liderada por MST, CUT e UNE e formada por 21 entidades aparelhadas pelo PT, PC do B e PSOLtambém marcou atos políticos para o próximo dia 20. A intenção é fazer um contraponto às manifestações pelo impeachment de Dilma, marcadas para o dia 16 - e que, dessa vez, contam com o apoio formal do PSDB. "Diante dos ataques, a saída será pela mobilização nas ruas, defendendo o aprofundamento da democracia", diz manifesto divulgado na última segunda-feira, 3.

No dia 20, os manifestantes levarão para as ruas os motes "Fora Cunha" e "Contra a direita e o ajuste fiscal". Sem citar o nome da presidente Dilma Rousseff, o manifesto diz que a política econômica do governo "joga a conta nas costas do povo" e pede que "os ricos paguem pela crise".

Sobre Eduardo Cunha, as entidades dizem que ele representa "o retrocesso e um ataque à democracia". Afirmam, ainda, que o presidente da Câmara "transformou a Câmara dos Deputados numa Casa da Intolerância e da retirada de direitos".

As entidades também prometiam, em março, protestar contra a ajuste fiscal e as medidas econômicas do governo, mas as duas palavras de ordem ficaram em segundo plano. Segundo dirigentes ouvidos pela reportagem, isso deve se repetir nas manifestações do dia 20.


Concorrente que tenta furar o cartel de ônibus denuncia prejuízos milionários que serão impostos aos passageiros de Porto Alegre

A charge ao lado é de Latuf e está disponibilizada no Google. 

Nesta entrevista, intitulada "Para Stadtbus, requisitos do edital são ’perversos’, o diretor da empresa de ônibus Stadtbus, de Santa Cruz do Sul, conta as dificuldades que enfrenta para disputar a licitação do transporte coletivo de Porto Alegre. Ele não fala em jogo de cartas marcadas (a Stadtbus é a única empresa que não pertence aos atuais consórcios), mas o que ele conta é muito estranho e merece uma CPI. O cartel que domina o transporte coletivo da capital gaúcha está entronizado no mercado durante décadas - sem licitação alguma. 

A reportagem e a entrevista são de Jessica Gustafson.

Leia tudo, porque raramente os jornais locais abordam o assunto sob o ângulo colocado pelo jornal.

Tolotti alega que a Stadbus foi prejudicada na licitação dos ônibus

A única participante da licitação do transporte coletivo de Porto Alegre que ainda não opera na cidade é a Stadtbus, de Santa Cruz do Sul. Atuando no ramo do transporte desde 1966, em cidades do Estado, do Mato Grosso e de São Paulo, a empresa foi desclassificada nos três lotes que concorreu, mas entregará hoje suas contrarrazões para tentar voltar à disputa. Em entrevista ao Jornal do Comércio, Géferson Tolotti, diretor da Stadtbus, diz que as exigências do edital prejudicaram a competitividade, pois, ao contrário dos atuais consórcios, que já possuem frota nos moldes definidos, seria necessário adquirir 200 ônibus em cada um dos lotes.

Jornal do Comércio - Como a Stadtbus avalia a licitação do transporte da Capital e a sua participação nela?

Géferson Tolotti - A participação na licitação não é muito fácil, pois requer um investimento de cerca de 200 ônibus para cada lote licitado (nesta licitação, as três bacias existentes foram divididas em seis lotes). Cada ônibus simples, no modelo que o edital determina, custa cerca de R$ 280 mil. Nós acreditávamos que poderiam ser lotes menores para aumentar a competitividade, com mais empresas do Interior do Estado e de outros lugares do Brasil participando. Não estamos falando só de capacidade de investimento, mas de ter o atestado de 50% dos passageiros transportados e do número de ônibus. Isso é raro de as empresas terem. Em cidades europeias, podemos verificar empresas com dez ou 15 ônibus apenas. O que é necessário é ter um órgão que faça a gestão das empresas, definindo regras para o serviço. Neste modelo, a competitividade é prejudicada, e podemos verificar isso pelo fato de que só uma concorrente não faz parte dos atuais consórcios.

JC - A empresa foi desclassificada no lote 4 por apresentar tarifa superior ao estabelecido. Por que isso foi feito?

Tolotti - Aconteceu uma coisa perversa nesse edital. Um mês antes de enviar a proposta, nos demos conta de que não existiam ônibus usados com os pré-requisitos definidos para Porto Alegre para aquisição no País. Os ônibus de Curitiba não servem para a Capital, os de São Paulo e Rio de Janeiro também não etc. Para alargar uma porta de um veículo já existente, é extremamente caro. Para encomendar um novo, não tem problema, é só definir as medidas. Anos atrás, foram criadas exigências sobre o tamanho do degrau e da porta, com diferença de um centímetro para cada lado. Colocamos uma tarifa superior, pois era a única possível para algumas bacias e para demonstrar a perda de competitividade. Só conseguiríamos nesse lote com ônibus usados, mas eles não estão disponíveis no mercado.

JC - Mas no lote 5 a tarifa apresentada foi menor que a das concorrentes?

Tolotti - Então, nós fomos aos fornecedores de ônibus do Estado. Conseguimos, mesmo colocando toda a frota operante com menos de um ano de uso, fazer uma proposta ainda melhor que as outras no lote 5. Ao longo do contrato, nossa proposta representa uma economia de R$ 20 milhões em relação à oferecida pela concorrente. Agora, tentam nos desclassificar tanto no lote 5 quanto no lote 1 pelo tal fator de utilização, que se refere ao número de motoristas e cobradores que se coloca na planilha para cada ônibus. Em 200 ônibus, a nossa proposta divergiu, sob o ponto de vista de interpretação da EPTC, em 1,4 motorista. Eles querem nos desclassificar por uma planilha que nós não temos, que não nos passaram, fazendo com que a população de Porto Alegre gaste R$ 20 milhões a mais e ande em ônibus com mais tempo de uso. Nossa frota ficou com cinco anos a menos do que a frota da concorrente.

JC - Vocês consideram que esse motivo é irrisório?

Tolotti - Eles permitem que as empresas atuais tenham mais de 57 diretores juntas, recebendo mensalmente R$ 10,8 mil cada, somando um valor anual de mais de R$ 7 milhões. O número é maior do que o de vereadores em Porto Alegre. Se são seis lotes, deveriam ser seis diretores. A nossa empresa está oferendo um diretor, que sou eu. Nada disso foi levado em conta.

JC - O que deveria ter sido feito para tornar a licitação mais interessante para as novas empresas?

Tolotti - Poderia ter sido pedido ônibus com padrão nacional para todos ou que pudessem ser apresentados coletivos com outros moldes e, na renovação, fosse solicitado o padrão de Porto Alegre. Entretanto, essa não é a questão agora. Amanhã (hoje), nós entregaremos as contrarrazões relativas à desclassificação, apontando uma série de problemas das outras empresas (divergência entre a frota operante informada e a utilizada no cálculo da tarifa, utilização de percurso médio mensal operacional em desacordo com a proposta, utilização de declaração de preço de combustível sem validade etc.). Acreditamos que a Comissão de Licitação abrirá os olhos para isso. Se aceitarem, poderemos nos habilitar para os lotes 1 e 5.



Professor Garcia é submetido a cirurgia depois de AVC.

O ex-presidente da Câmara de Porto Alegre e ex-secretário da Smam, professor Garcia, foi submetido a delicada cirurgia no cérebro, ontem a noite, no Hospital Mãe de Deus, tudo em decorrência de AVC que sofreu no início da semana.

Foi retirado um coágulo.

A cirurgia foi bem sucedida, mas o vereador do PMDB continua na CTI e inspira cuidados.


Estes professores do Paraná e a lavagem cerebral que produzem em pobres crianças indefesas

OPINIÃO DO LEITOR

CLIQUE AQUI para examinar o material enviado pelo leitor.

A respeito do post comentando a instrumentalização de crianças de Gravataí, RS, vale lembrar o que aconteceu no Paraná.

Tomo a liberdade de encaminhar a prova passada aos alunos de uma escola em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Nem chega a ser novidade, mas mostra a que ponto o aparelhamento chega.

Na verdade, a história de "batalha do centro cívico" é um engodo, bem como toda a movimentação, inclusive de gente do Ministério Público - afinadíssima com governos que buscam diversionismo - contra o PSDB, eis quer Beto Richa é mero acidente de percurso.

Hoje, qualquer petista, quando indagado sobre a roubalheira, responde: "... mas o Beto Richa!" ; e por aí vai.  Essa gente, que aparelhou o sindicato dos professores aqui, por certo fez o mesmo no resto do país.

Curioso - e repulsivo - é que essa corja está usando os alunos como meio de propalar as ideologias e covardias que lhes são peculiares.

É preciso começar a "educar", ao invés de "doutrinar", e nisso, parece que vamos ver muitas "batalhas do centro cívico" - televisionadas pela mídia cativa das verbas de publicidade do governo federal - até que as autoridades competentes - na Justiça, no ministério público e na sociedade civil - tomem vergonha na cara ... aliás, algo que lhes falta, e muito!

Em resumo, não é só no RS que essa pouca vergonha acontece, pelo visto, no Paraná, está sendo até pior.

Emanuel Carlos, Curitiba.


Artigo, Nelson Motta, O Globo: Aos meus amigos petistas.

Petistas inteligentes sabem que o sonho acabou, ‘game over’, zé fini, pelo baixo nível e alta voracidade dos seus quadros
Nunca perdi um amigo por causa de política. Tenho vários amigos petistas que merecem meu afeto e respeito, alguns até minha admiração, e convivemos bem porque quase nunca falamos de política, talvez por termos assuntos mais interessantes a conversar. Mas agora o assunto é inevitável. E eles estão mais decepcionados do que eu.

Também tenho amigos tucanos, comunistas, conservadores, não meço a qualidade das pessoas pelo seu time, religião ou suas crenças políticas, em que sonhos, idealismo e equívocos se misturam com ambição, desonestidade e incompetência para provocar monstruosas perdas de vidas, dignidade e dinheiro ao coitado do povo que todos eles dizem amar.

O PT está caindo aos pedaços, depois de 13 anos no poder, com grandes conquistas e imensos desastres, mas a perspectiva de ser governado pelo PMDB ou pelo PSDB não é animadora. Claro que há gente decente e competente nos dois partidos, mas a maioria de seus quadros e dirigentes não é melhor do que os piores petistas, e vice-versa.

Chegamos finalmente ao “nós contra eles” que Lula tanto queria ... quando era maioria ... e agora se volta contra ele, perseguido como os judeus pelos nazistas e os cristãos pelos romanos ... rsrs.
Se não fosse tão arrogante e autoritária, Dilma mereceria pena, porque não é desonesta, mas é mentirosa e sua incompetência nos dá mais prejuízos do que a corrupção. Suas falas tortuosas são a expressão da sua confusão mental.

E se Lula não fosse tão vaidoso e ambicioso, tão irresponsável e inescrupuloso, não teria jogado a sua história na lama por achar que está acima do bem e do mal e que nunca descobririam que ele sempre soube de tudo.

Petistas inteligentes e informados sabem que o sonho acabou, game over, zé fini, não por uma conspiração da CIA, dos coxinhas ou da imprensa golpista, mas pelos seus próprios erros, pelo baixo nível e alta voracidade dos seus quadros, pela ganância e incompetência que nos levaram ao lodaçal onde chafurdamos.

É triste, amigos petistas, o sonho virou pesadelo, mas não foi a direita que venceu, foi o partido que se perdeu. O medo está dando de 7 a 1 na esperança. 


Bancada do PDT no Senado sairá do governo nesta segunda-feira

Na segunda-feira a bancada do PDT no Senado acompanhará a bancada da Câmara e também desembarcará do governo Dilma.

Lupi já foi convencido de que o PDT não deve morrer abraçado no PT. Ele vai chamar o diretório nacional para oficializar o desembarque.

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, já começou a arrumar as gavetas.

Ele voltará para sua dourada aposentadoria em Florianópolis.


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