A popularidade do governo Dilma Rousseff despenca e o número de brasileiros que considera o governo ótimo ou bom caiu de 12%, em março, para 9%, em junho. Já a avaliação negativa da presidente aumenta de 64% para 68%, o pior já registrado pelo Ibope. O levantamento, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), acaba de ser divulgado, na manhã desta quarta-feira. O percentual daqueles que consideram o governo ruim ou péssimo bateu o recorde de 29 anos de pesquisa e superou a marca do ex-presidente José Sarney, em julho de 1989, que havia alcançado 64% de reprovação.
O levantamento informa ainda que 83% desaprovam a maneira de governar da presidente e 78% não confiam em Dilma Rousseff. "As maiores reduções da popularidade ocorrem nos estratos em que a presidente tende a ser melhor avaliada, ou seja, entre as pessoas com renda familiar baixa, os que residem na região Nordeste, os que possuem baixo grau de instrução e na faixa da população com 55 anos ou mais", diz a pesquisa.
Sindicato obtém liminar para impedir demissões em massa na IPA, uma das sistemistas da GM de Gravataí
O sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí conseguiu
suspender, hoje, 60 demissões empreendidas por uma das sistemistas da GM, a
IPA,que fornece tanques para os carros da montadora. A ameaça inicial da
empresa era promover 110 demissões, alegando que a empresa Continental, outra
sistemista (fornece para-choques) retirou máquinas que estavam na sua fábrica,
sem qualquer aviso prévio, tudo porque ambas desentenderam-se no âmbito da
produção conjunta que faziam de um dos itens dos carros da GM.
Na terça-feira, na Justiça do Trabalho, todos sentarão na mês
para negociações.
O Sindicato alegou que as demissões violam os acordos trabalhistas em vigor e válidos para todo o complexo.
C&A confirmou ao editor que fechará só em julho sua loja do BarraShoppingSul
A C&A confirmou esta noite que está em pleno processo de encerramento da sua loja do BarraShoppingSul, Porto Alegre. O editor recebeu há pouco o comunicado da empresa, que está no Brasil desde 1976 A &A tem quatro lojas em Porto Alegre e outras cinco em outras cidades, além da loja virtual. Ao inaugurar loja em Palmas, Tocantins, este mês, a rede varejista completou círculo de presença em todo o País.
A loja do Barra é âncora do shopping.
Leia a nota enviada ao editor:
A C&A esclarece que está em processo de encerramento
das atividades de sua loja localizada no BarraShoppingSul, em Porto Alegre. A
previsão é que a loja encerre definitivamente suas atividades durante o mês de
julho. A empresa está avaliando a transferência dos funcionários da loja para
unidades próximas.
Os clientes poderão contar com uma das quatro lojas
presentes na capital, Porto Alegre, outras cinco lojas no Estado, além da Loja
Virtual (www.cea.com.br). A C&A segue seu plano de investimentos no Brasil,
país onde está presente desde 1976. Nos últimos 18 meses, a empresa já abriu 35
novas lojas e em junho inaugurou sua primeira unidade no estado de Tocantins,
ampliando sua presença para todas as capitais brasileiras.
Câmara vai adiante na discussão sobre redução da maioridade penal. Votação sairá ainda hoje.
Prossegue o debate e votação da nova proposta que reduz a maioridade penal, mas até o momento as discussões são todas sobre filigranas regimentais.
O adesivo ao lado foi distribuído na Câmara e é apresentado pelos defensores da proposta.
PT, PSOl, PDT e PSB continuam unidos pela proteção aos bandidos juvenis, mas todos os demais Partidos, em menor ou maior grau, já deciram voto pela justiça aos bandoleiros.
Neste momento, 21h15min, uma visita inesperada ao pleário, no caso a do senador José Serra, que na outra Casa do Congresso também já apresentou proposta sobre o assunto.
O adesivo ao lado foi distribuído na Câmara e é apresentado pelos defensores da proposta.
PT, PSOl, PDT e PSB continuam unidos pela proteção aos bandidos juvenis, mas todos os demais Partidos, em menor ou maior grau, já deciram voto pela justiça aos bandoleiros.
Neste momento, 21h15min, uma visita inesperada ao pleário, no caso a do senador José Serra, que na outra Casa do Congresso também já apresentou proposta sobre o assunto.
Justiça Federal nega novo habeas a Alexandrino. "Solto, ele pode cometer novos crimes", diz juiz do TRF-4, Porto Alegre.
O risco de novos crimes e a prova de que ocorreram
fraudes na Petrobras justificam a prisão preventiva de executivos investigados.
É o que afirma o juiz federal Nivaldo Brunoni, convocado para atuar no Tribunal
Regional Federal da 4ª Região, ao negar liberdade para o executivo Alexandrino
de Salles Alencar, ex-diretor da Braskem — petroquímica controlada pelo grupo
Odebrecht.
A informação é desta noite. Eis a nota do site Conjur sobre o caso (CLIQUE AQUI para ler a decisão na íntegra).
Brunoni está temporariamente no lugar do desembargador
federal João Pedro Gebran Neto, que vinha analisando — e, geralmente, negando —
pedidos de liminares apresentados por réus da operação “lava jato”, que
investiga corrupção na Petrobras.
A defesa de Alencar reclamava que a prisão tinha o
objetivo de forçar a Odebrecht a assumir irregularidades. Depois que a
empreiteira divulgou comunicados na imprensa contra as prisões, o juiz federal
Sergio Fernando Moro disse que a postura da empresa demonstraria o risco de
reiteração delitiva. Para a advogada Dora Cavalcanti, Moro havia extrapolado
“os limites da razoabilidade”. Ela afirmou ainda que a prisão preventiva tem
sido usada para transformar investigados em delatores.
Brunoni respondeu que essa última alegação não faz
sentido, porque “há delatores presos e não delatores em liberdade”. Ele apontou
que o presidente afastado da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa, decidiu
colaborar depois de ter conseguido liberdade provisória.
Ele disse ainda que também há provas documentais
mostrando transações financeiras irregulares. Assim, a prova da materialidade e
os indícios de autoria justificam a prisão, concluiu. Brunoni disse ainda que
“o risco de reiteração é concreto”, pois “não há sinais de que o grupo tenha
cessado suas atividades”, “nem mesmo após a operação ‘lava jato’ ter sido
deflagrada”.
O juiz convocado não comentou o argumento da defesa sobre
o comunicado divulgado pela Odebrecht. Até agora, o TRF-4 derrubou apenas duas
prisões decretadas por Moro, que se baseavam na notícia de que advogados se
encontraram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Ao roubarem da Petrobrás, diretor da estatal aviosava ao tesoureiro do PT: "Metade é do PT e metade é da casa"
Nesta reportagem,m o site da revista Veja de hoje, www.veja.com.br, revela que o tesoureiro do PT cobrava propina em bilhetes, diz delator, conforme informou o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, que afirmou em
depoimento que o PT começou a receber dinheiro sujo da Petrobras em 2004
Leia tudo:
"O Duque (foto à direita) falava: 'Isso aqui é metade do partido,
metade da casa'. E eu cuidava da parte da casa", Pedro Barusco O ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco, um
dos delatores da Operação Lava Jato, confirmou em depoimento ao juiz Sergio
Moro, que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto atuava como interlocutor do
partido na arrecadação de propina de contratos da Petrobras. Mais: disse que
Vaccari mandava bilhetes exigindo o pagamento de dinheiro sujo.
Segundo Barusco, a arrecadação de vantagens indevidas na
estatal era "endêmica" e "institucionalizada" e abasteceu o
PT pelo menos desde 2004.
Conforme o delator, os cofres do PT passaram a receber
propina da Petrobras há pouco mais de onze anos, mesmo período em que Barusco e
o então diretor de Serviços da estatal Renato Duque também deram início ao
rateio de vantagens indevidas recolhidas de empreiteiras.
Na diretoria chefiada por Duque, a propina era
normalmente de 1% dos valores dos contratos, sendo 0,5% para funcionários da
estatal e 0,5% para o PT. "O Duque falava: 'Isso aqui é metade do partido,
metade da casa'. E eu cuidava da parte da casa", relatou ele. "Na
gestão do João Vaccari como tesoureiro do partido, era ele quem tomava conta
dessa parte da propina", completou. Questionado sobre repasses ao PT, foi
direto: "Nas tabelas que eu fazia de divisão sempre tinha".
De acordo com o ex-gerente, em um primeiro momento cabia a Renato Duque repassar verbalmente as exigências de propina feitas pelo PT a partir de bilhetes de Vaccari. Por fim, no final de 2010, o próprio Barusco se encontrou com o ex-tesoureiro em reuniões, em hotéis em São Paulo ou no Rio de Janeiro, em que era discutida a partilha do dinheiro. "Começou com uns bilhetinhos", disse. Em pelo menos uma oportunidade Pedro Barusco se encontrou com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, responsável pelas finanças do partido no período do escândalo do mensalão.
A arrecadação de dinheiro sujo por meio da Diretoria de Serviços da Petrobras chegou a ser tão grande que o próprio delator disse ter sugerido métodos para dar vazão aos recursos, como a abertura de contas bancárias no exterior. "Ele [Duque] me pedia de tempos em tempos para fazer prestação de contas e depois ele começou a me pedir algumas quantias em dinheiro quinzenalmente, semanalmente e fui contabilizando esses pagamentos a ele", disse. Por volta de 2010 e início de 2011, quando já estava para sair da Petrobras, Barusco informou que "praticamente toda a propina recolhida na diretoria ia para Duque".
Barusco arriscou uma razão pela qual grandes empreiteiras, hoje investigadas no petrolão, concordavam em desembolsar o dinheiro. "Acho que as empresas julgavam que a situação era boa para elas, que elas se sentiam comandando o mercado, tinham encomendas e não queriam que as coisas mudassem. Era para manter aquele status quo", disse. "Eles recebiam tratamento especial por pagar propina."
Duque e o ex-tesoureiro João Vaccari faziam uma espécie
de encontro de contas para ver se a propina estava sendo paga dos dois lados.
"Não era o propósito específico [fazer o encontro de contas], mas às vezes
aconteciam [conversas como]: 'Ele pagou para mim e não pagou para casa? Ah, tá
te pagando? Porque para mim não está pagando'", revelou.
Nova PEC sobre redução da maioridade penal poderá ser aprovada por 323 deputados
A TV Câmara transmite ao vivo os novos debates sobre a redução da maioridade penal, porque ainda esta noite poderá ser votada outra proposta.
Desta vez, segundo o editor soube há pouco junto à assessoria do deputado gaúcho Onyx Lorenzoni, a proposta poderá ser aprovada.
Os prognósticos são de que o 'sim" obterá 323 votos, bem mais do que os 303 da derrota desta madrugada.
Desta vez, segundo o editor soube há pouco junto à assessoria do deputado gaúcho Onyx Lorenzoni, a proposta poderá ser aprovada.
Os prognósticos são de que o 'sim" obterá 323 votos, bem mais do que os 303 da derrota desta madrugada.
Eduardo Cunha mostra autoridade e leva à votação nova proposta de redução da maioridade penal
A Câmara voltou a discutir estas noite, por iniciativa dos Partidos aliados ao
presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma nova emenda,
avaliada com mais "branda", e que deverá ser posta em votação ainda
nesta quarta.
Cunha afirmou que os líderes dos partidos querem
votar a matéria hoje.
O peemedebista disse ainda que a nova proposta que
será votada foi costurada pelos líderes
A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da maioridade
penal foi à votação na madrugada desta quarta-feira. Apesar de ter obtido a
maioria numérica dos votos (303), não conseguiu a chamada maioria
constitucional, que é de 308 votos, e foi rejeitada. O texto apresentado por
Bessa previa a redução da maioridade penal para os crimes hediondos (estupro,
roubo seguido de morte, tortura, entre outros) além de outras modalidades, como
o tráfico de drogas e a lesão corporal seguida de morte.
Após a rejeição do texto apresentado por Bessa, líderes
da oposição e de partidos da base se uniram e apresentaram uma nova emenda,
encabeçada pelo PSD. A principal diferença entre o texto rejeitado e o
apresentado é que a nova emenda retira o tráfico de drogas e o roubo
qualificado (com uso de arma de fogo, por exemplo), do conjunto de crimes que
poderia resultar na redução da maioridade penal.
Segundo a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Jandira
Feghali, a apresentação desta emenda é um "golpe" ao regimento
interno. Segundo ela, a emenda apresentada nesta quarta não poderia ir a
votação por ser muito parecida com o texto rejeitado pelo plenário.
"Espero que o bom senso prevaleça e que não dê um golpe no regimento da
Casa", afirmou. Jandira afirmou que se o texto for posto na pauta, parlamentares
contrários à redução a maioridade penal deverão tentar obstruir a votação.
Bang & Olufsen já vende em Porto Alegre.
A marca de eletrônicos mais desejada do mundo já pode ser
encontrada em Porto Alegre.
Considerada um dos maiores ícones mundiais em
matéria de design, a Bang & Olufsen é reconhecida não apenas pelo
luxo, mas principalmente pelo desenvolvimento de produtos que unem tecnologia
de ponta, precisão sonora e acabamento artesanal.
Por conta deste design
diferenciado, a B&O como é conhecida também, é a única marca de
eletrônicos que tem produtos expostos em museus renomados, como o MOMA, em Nova
York. Em Porto Alegre ela está sendo representada pela Smartb, empresa
gaucha que domina o mercado de alto padrão em audio, video e automação a mais
de 20 anos. Mais detalhes pelo fone (51) 3333-1712 ou pelo email
beo@terra.com.br
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Na Grécia, o governo esquerdista joga para a torcida, mas quer mesmo é entregar tudo para permanecer no euro
Vale a pena ler esta análise curta e consistente da consultoria Empiricus, enviada há pouco para o editor:
Bolsas internacionais estão mais animadas nesta
quarta-feira, confiando que a Grécia permanecerá na Zona do Euro depois do
referendo marcado para domingo.
A estratégia do primeiro-ministro Alexis Tsipras é a de
jogar para a torcida.
Pessoalmente (inclusive através do Twitter), ele
recomenda votar contra as medidas de austeridade.
Mas, se o povo votar a favor, ele concorda em atender aos
anseios populares.
As pesquisas indicam que a maioria votará a favor, até
por uma questão de aversão ao risco.
Votando a favor, você sabe que o país fará sacrifícios e
ficará com o euro.
Votando contra, ninguém tem ideia do que pode acontecer
Conheça o novo CEO da Vivo no Sul do Brasil
A partir hoje, a Regional Sul da Vivo, que
abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, tem novo
comando – o executivo gaúcho Jackson Rodrigues.
Jackson Rodrigues retorna a Porto Alegre depois de cinco
anos representando a empresa em outras praças. Atuou no Espírito Santo, Paraná
e Santa Catarina, como diretor territorial. Administrador de Empresas com
pós-graduação em Recursos Humanos e Finanças pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul/URI, especializações em Gestão Estratégica de Negócios pelo
IBEMEC, e Finanças Internacionais pela Universidade de Lisboa, Jackson
responderá pela estrutura e equipes da empresa responsável pelo atendimento a
874 cidades nos três estados. Ele tem 15 anos dedicados à Telefônica Vivo.
MPF poderá liberar videos com Vaccari Neto na cena do crime. Eram estas as provas exigidas por Dilma ?
O Ministério Público Federal poderá vazar a qualquer momento algumas das provas que colocam os dirigentes do PT, ministros e coordenadores das campanhas presidenciais de Lula e Dilma na cena do crime.
A revista Veja revelou na sua edição desta semana a existência de pelo menos um conjunto de provas que incriminam João Vaccari Neto, o tesoureiro nacional do PT, agora preso no ´Paraná.
É só revelá-lo.
Conta Veja:
- Nos documentos que anexou ao processo, Ricardo Pessoa incluiu videos das câmeras de segurança da empresa, que colocam o tesoureiro na cena do crime.
Vaccari Neto costumava visitar Ricardo Pessoa nos sábados de manhã, escrevia valores num pedaço de papel, que depois rasgava e distribuía por várias lixeiras, tudo para não ser gravado.
Os videos, com som, são apenas uma das provas.
Depois de 20 anos, Clenir Wengenowicz sai do comando da Vivo no RS
Clenir Wengenowicz desligou-se ontem da posição de
CEO da Vivo no RS. Ela vai agora para o varejo, conforme nota a seguir sobre a
compra da TOK. Clenir é casada com um dos donos da rede Lebes, mas sempre teve
atividade independente. Nos últimos 20 anos, comandou a Vivo no Estado.
O novo CEO é Jackson Rodrigues.
O novo CEO é Jackson Rodrigues.
Delator narra em detalhes como pagou propinas para Zé Dirceu, ex-presidente do PT e ex-ministro de Lula
Lobista detalha à Lava Jato pagamento de propina para
DirceuMilton Pascowitch celebrou acordo de delação premiada na segunda-feira.
Segundo jornal, ela detalhou envolvimento do mensaleiro no esquema do Petrolão.
A reportagem é do site www.veja.com.br de hoje. Leia tudo:
O empresário Milton Pascowitch contou, em depoimento
prestado à força-tarefa da Operação Lava Jato, que intermediou pagamento de
propina ao PT e ao ex-ministro da Casa Civil e mensaleiro condenado José Dirceu
para garantir contratos da empreiteira Engevix com a Petrobras. Segundo
reportagem desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo, o mais novo delator
do escândalo do petrolão relatou que Dirceu se tornou uma espécie de "padrinho"
dos interesses da empreiteira na estatal. Ligado ao ex-homem-forte do governo
Lula, o lobista Pascowitch fechou acordo de delação premiada com a Justiça,
homologado na segunda-feira pelo juiz federal Sérgio Moro.
Dono da consultoria Jamp Engenheiros Associados,
Pascowitch foi contrato pela Engevix para aproximá-la do PT e facilitar
negócios na Petrobras. Ele é um dos elos entre a empreiteira e a Diretoria de
Serviços da petroleira, que era ocupada por Renato Duque, indicado pelo PT ao
cargo. O lobista foi preso no final de maio pela Polícia Federal. Com a
delação, ele foi autorizado a cumprir prisão domiciliar com o uso de uma
tornozeleira eletrônica. O empresário pagou parte da sede da JD Assessoria e
Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu, apontada pelos investigadores
do petrolão como um dos possíveis propinodutos para lavar dinheiro desviado da
Petrobras. A empresa Jamp Engenheiros Associados, de propriedade do empresário,
desembolsou 400.000 reais dos 1,6 milhão de reais utilizados na aquisição do
imóvel que sediava a JD, em São Paulo. Mais: uma empresa de Milton Pascowitch
também comprou um imóvel em nome de Camila, filha de Dirceu, no bairro da
Saúde, na capital paulista.
Em seu depoimento, segundo a Folha, o lobista disse que
começou a operar o esquema de repasse de propina a partir de 2008 e que, entre
aquele ano e 2011, a Engevix pagou 1,1 milhão de reais à consultoria de Dirceu,
a JD Assessoria e Consultoria. Entre 2011 e 2012, foram pagos mais 1,5 milhão
de reais pela empresa de Pascowitch ao ex-ministro.
O Ministério Público Federal investiga há meses a Jamp, considerada
uma empresa de fachada suspeita de ser usada para lavar dinheiro do escândalo
do petrolão. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o vice-presidente da Engevix,
Gerson Almada, disse que Dirceu fazia "lobby internacional" em nome
da empreiteira, enquanto Pascowitch atuava como mediador das "relações
partidárias" da construtora. A Engevix pagou pouco mais de 1 milhão de
reais à JD Assessoria e Consultoria, empresa de Dirceu, conforme mostrou o site
de VEJA. Pascowitch já havia sido detectado também na lista de supostos
clientes da "consultoria" de José Dirceu. No rol de contratantes
compilados pela Receita Federal, aparece a Jamp - ela pagou 1,457 milhão de
reais para Dirceu.
Sigilos - Condenado no julgamento do mensalão por
corrupção ativa, José Dirceu é alvo de inquérito na Lava Jato e teve os sigilos
fiscal e bancário quebrados em janeiro após o Ministério Público, em parceria
com a Receita Federal, ter feito uma varredura nas empreiteiras investigadas na
Lava Jato em busca de possíveis crimes tributários praticados pelos
administradores da OAS, Camargo Corrêa, UTC/Constran, Galvão Engenharia, Mendes
Júnior, Engevix e Odebrecht. Os investigadores já haviam suspeitado que as
empreiteiras cujas cúpulas são alvo de investigação, unidas em um cartel fraudaram
contratos para a obtenção de obras da Petrobras, utilizavam empresas de fachada
para dar ares de veracidade à movimentação milionária de recursos ilegais.
Rosatom, da Rússia, rompe parceria das usinas atômicas com Camargo Corrêa. Negociações com Eletrobras e Eletronuclear estão paradas
O editor recebeu esta manhã a informação a seguir da publicação "Relatório Reservado", segundo a qual a Lava Jato empobreceu também o urânio brasileiro. O
desenfreado cerco às grandes empreiteiras praticamente paralisou o programa
nuclear nacional.
Leia tudo:
Que o diga a russa Rosatom, virtual parceira do governo
brasileiro para a instalação de novas usinas atômicas. Nem mesmo as boas
relações entre Dilma Rousseff e Vladimir Putin e os seguidos acordos bilaterais
entre os dois países resistiram ao juiz Sergio Moro. A aliança entre a Rosatom
e a Camargo Corrêa, que já haviam assinado um memorando de entendimentos para
investimentos na área nuclear, desintegrou-se, informa o Relatório Reservado.
Forçada pelas circunstâncias, a construtora cancelou qualquer novo projeto no
setor. Desde então, os russos seguem em busca de um nome para ocupar o vazio
deixado pela Camargo Corrêa, de preferência também uma grande empreiteira -
afinal, que outro setor no Brasil tem tamanha familiaridade com o negócio?
Praticamente todas as construtoras do primeiro time criaram uma área de defesa
e segurança: a Odebrecht, por exemplo, participa do projeto de montagem do
primeiro submarino nuclear brasileiro. Neste momento, no entanto, é mais fácil
os russos acharem césio 137 sob o asfalto da Rua das Flores, em Curitiba, do
que encontrar uma grande construtora que não tenha sido atingida pela radioatividade
do petrolão.
Uma coisa puxa a outra. Nos últimos meses, as
conversações entre a Rosatom e o governo brasileiro esfriaram
consideravelmente. Havia a expectativa de que a própria presidente Dilma
Rousseff fizesse uma viagem à Rússia no mês de maio, quando se encontraria com
Vladimir Putin para dar continuidade ao projeto. No entanto, a visita não se
confirmou. Ruim para a Rosatom, que apostou um monte de fichas no programa
nuclear brasileiro. A companhia instalou uma subsidiária no país, a Rusatom
Overseas Network, montou uma representação no Rio de Janeiro e designou um de
seus mais promissores executivos para comandar os sete funcionários locais,
Ivan Dybov. Muito barulho por nada. Por ora, a Rosatom fechou apenas um
contrato com a Comissão Nacional de Energia Nuclear para o fornecimento de
molibdênio-99, usado na medicina nuclear.
Rede gaúcha Tok,. 24 lojas, é vendida após quase 40 anos nas mãos de Mauro Tornaim
Clenir
Wengenowicz e Luís Gustavo Masiero adquiriram a marca do fundador Mauro
Tornaim. -
Com uma rede
de 24 lojas espalhadas pelo Rio Grande do Sul e Paraná, a TOK, principal marca
própria de moda feminina do Sul do país passa a ser controlada por Clenir
Wengenowicz e Luís Gustavo Masiero.
Uma das mais reconhecidas marcas do varejo
gaúcho muda de mãos perto de chegar aos 40 anos de história.
Não foram revelados valores.
Mauro Tornaim,
criador da marca, deixa a empresa que fundou em 1977, ao abrir de cara duas
lojas, uma na Azenha outra na Protásio Alves. “Estou muito feliz por poder
encerrar meu ciclo na TOK com a certeza que a marca, sua cultura e produto
diferenciado serão a plataforma de um grande projeto que os novos controladores
da empresa pretendem desenvolver”, declara Tornaim, que a partir de agora foca
seu dia-a-dia na gestão da Mentor Empreendimentos, sua holding de
investimentos.
Com cerca de
300 colaboradores diretos, presente nos principais shoppings de Porto Alegre e
Curitiba e com lojas nas maiores cidades do Rio Grande do Sul, a trajetória da
TOK se mistura com a história do varejo gaúcho, e o investimento feito na
aquisição da empresa demonstra a confiança dos empresários no mercado, apesar
do momento de instabilidade da economia brasileira.
A empresa
A Tok é uma
empresa que nasceu em Porto Alegre em 1977, atuando no varejo de moda jovem
unissex, a partir de 1994 mudou o foco e passou a atuar exclusivamente com moda
feminina, com produção própria. Com 24 lojas, a empresa está nos principais
shoppings do Rio Grande do Sul e no Paraná. Hoje a Tok é
uma marca muito presente entre as mulheres de 18 a 30 anos, das classes B e C,
traduzindo a moda e as tendências e respeitando a essência da mulher. Com a
proposta de ser simples e ao mesmo tempo surpreendente , os pilares da marca se
baseiam em vestir-se bem, com custo benefício adequado, atendimento
diferenciado e uma forte experiência de marca.
Estes senhores sorriem sem a menor razão
Desta turma da foto ao lado, a metade está diretamente sendo investigada no âmbito da Lava Jato, Petrolão, portanto na iminência de se transformarem em réus e até serem presos como corruptos da pior espécie, e a outra metade frequenta o mesmo caso, embora de forma indireta, como é o caso de Sarney, cuja filha, Roseane, é também investigada pela Polícia Federal e MPF.
Certamente por causa disto, todos sorriem.
É que em movimento para reaproximar o PMDB, ex-presidente Lula
pediu, em café da manhã na casa do presidente do Senado, que Renan Calheiros, ontem, pedindo que o Partido ‘releve os problemas com Dilma Rousseff, fique mais perto e ajude o governo a
sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu Lula, que repetiu refrão que fez em
reunião na segunda-feira com parlamentares do PT.
Lula gostaria de continuar chefiando e se beneficiando da organização criminosa montada pelo PT.
Contrariada com intervenção federal, Yeda não irá à convenção nacional do PSDB
A ex-governadora Yeda Crusius disse esta manhã ao editor que não irá à convenção do PSDB em Brasília.
A convenção foi agendada para o dia 5.
Yeda não gostou da intervenção federal no PSDB do RS.
A convenção foi agendada para o dia 5.
Yeda não gostou da intervenção federal no PSDB do RS.
Servidores do Judiciário terão aumento salarial de 78%
O Senado aprovou ontem por 62 votos a zero um projeto de
lei que concede reajuste salarial de até 78% aos servidores do Judiciário.
Segundo o Ministério do Planejamento, a despesa suplementar será de 25,7 bilhões de reais
nos próximos quatro anos.
E ?
Dilma ocupa suíte da Bonequinha de Luxo no Hotel St. Regis, US$ 11 mil por noite
CLIQUE AQUI para examinar mais fotos das suítes de luxo do St. Regis.
Sem nenhum cuidado sequer diante dos problemas que enfrenta, a presidente Dilma Roussef voltou a repetir Maria Antonieta às vésperas da decapitação e a esnobar na nova visita a Nova Iorque, onde já ocupou suíte de luxo no Waldorf Astória, poque desta vez custou 11 000 dólares por noite a suíte em que ela se hospedou no Hotel St Regis, na esquina da Quinta
Avenida com a Rua 55.
O colunista de Veja, Lauro Jardim, informa hoje que "Dilma ocupou por duas
noites a suíte Tiffany, decorada pelo diretor de design da grife cobiçada por
Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo.
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