Reprovação do governo Dilma sobe para 68% em junho

A popularidade do governo Dilma Rousseff despenca e o número de brasileiros que considera o governo ótimo ou bom caiu de 12%, em março, para 9%, em junho. Já a avaliação negativa da presidente aumenta de 64% para 68%, o pior já registrado pelo Ibope. O levantamento, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), acaba de ser divulgado, na manhã desta quarta-feira. O percentual daqueles que consideram o governo ruim ou péssimo bateu o recorde de 29 anos de pesquisa e superou a marca do ex-presidente José Sarney, em julho de 1989, que havia alcançado 64% de reprovação.

O levantamento informa ainda que 83% desaprovam a maneira de governar da presidente e 78% não confiam em Dilma Rousseff. "As maiores reduções da popularidade ocorrem nos estratos em que a presidente tende a ser melhor avaliada, ou seja, entre as pessoas com renda familiar baixa, os que residem na região Nordeste, os que possuem baixo grau de instrução e na faixa da população com 55 anos ou mais", diz a pesquisa.

Sindicato obtém liminar para impedir demissões em massa na IPA, uma das sistemistas da GM de Gravataí

O sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí conseguiu suspender, hoje, 60 demissões empreendidas por uma das sistemistas da GM, a IPA,que fornece tanques para os carros da montadora. A ameaça inicial da empresa era promover 110 demissões, alegando que a empresa Continental, outra sistemista (fornece para-choques) retirou máquinas que estavam na sua fábrica, sem qualquer aviso prévio, tudo porque ambas desentenderam-se no âmbito da produção conjunta que faziam de um dos itens dos carros da GM.


Na terça-feira, na Justiça do Trabalho, todos sentarão na mês para negociações. 

O Sindicato alegou que as demissões violam os acordos trabalhistas em vigor e válidos para todo o complexo. 

C&A confirmou ao editor que fechará só em julho sua loja do BarraShoppingSul

A C&A confirmou esta noite que está em pleno processo de encerramento da sua loja do BarraShoppingSul, Porto Alegre. O editor recebeu há pouco o comunicado da empresa, que está no Brasil desde 1976 A &A tem quatro lojas em Porto Alegre e outras cinco em outras cidades, além da loja virtual. Ao inaugurar loja em Palmas, Tocantins, este mês, a rede varejista completou círculo de presença em todo o País.

A loja do Barra é âncora do shopping.

Leia a nota enviada ao editor:

A C&A esclarece que está em processo de encerramento das atividades de sua loja localizada no BarraShoppingSul, em Porto Alegre. A previsão é que a loja encerre definitivamente suas atividades durante o mês de julho. A empresa está avaliando a transferência dos funcionários da loja para unidades próximas.
Os clientes poderão contar com uma das quatro lojas presentes na capital, Porto Alegre, outras cinco lojas no Estado, além da Loja Virtual (www.cea.com.br). A C&A segue seu plano de investimentos no Brasil, país onde está presente desde 1976. Nos últimos 18 meses, a empresa já abriu 35 novas lojas e em junho inaugurou sua primeira unidade no estado de Tocantins, ampliando sua presença para todas as capitais brasileiras.

Câmara vai adiante na discussão sobre redução da maioridade penal. Votação sairá ainda hoje.

Prossegue o debate e votação da nova proposta que reduz a maioridade penal, mas até o momento as discussões são todas sobre filigranas regimentais.

O adesivo ao lado foi distribuído na Câmara e é apresentado pelos defensores da proposta.

PT, PSOl, PDT e PSB continuam unidos pela proteção aos bandidos juvenis, mas todos os demais Partidos, em menor ou maior grau, já deciram voto pela justiça aos bandoleiros.

Neste momento, 21h15min, uma visita inesperada ao pleário, no caso a do senador José Serra, que na outra Casa do Congresso também já apresentou proposta sobre o assunto.

Justiça Federal nega novo habeas a Alexandrino. "Solto, ele pode cometer novos crimes", diz juiz do TRF-4, Porto Alegre.

O risco de novos crimes e a prova de que ocorreram fraudes na Petrobras justificam a prisão preventiva de executivos investigados. É o que afirma o juiz federal Nivaldo Brunoni, convocado para atuar no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, ao negar liberdade para o executivo Alexandrino de Salles Alencar, ex-diretor da Braskem — petroquímica controlada pelo grupo Odebrecht.

A informação é desta noite. Eis a nota do site Conjur sobre o caso (CLIQUE AQUI para ler a decisão na íntegra). 

Brunoni está temporariamente no lugar do desembargador federal João Pedro Gebran Neto, que vinha analisando — e, geralmente, negando — pedidos de liminares apresentados por réus da operação “lava jato”, que investiga corrupção na Petrobras.

A defesa de Alencar reclamava que a prisão tinha o objetivo de forçar a Odebrecht a assumir irregularidades. Depois que a empreiteira divulgou comunicados na imprensa contra as prisões, o juiz federal Sergio Fernando Moro disse que a postura da empresa demonstraria o risco de reiteração delitiva. Para a advogada Dora Cavalcanti, Moro havia extrapolado “os limites da razoabilidade”. Ela afirmou ainda que a prisão preventiva tem sido usada para transformar investigados em delatores.

Brunoni respondeu que essa última alegação não faz sentido, porque “há delatores presos e não delatores em liberdade”. Ele apontou que o presidente afastado da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa, decidiu colaborar depois de ter conseguido liberdade provisória.

Ele disse ainda que também há provas documentais mostrando transações financeiras irregulares. Assim, a prova da materialidade e os indícios de autoria justificam a prisão, concluiu. Brunoni disse ainda que “o risco de reiteração é concreto”, pois “não há sinais de que o grupo tenha cessado suas atividades”, “nem mesmo após a operação ‘lava jato’ ter sido deflagrada”.


O juiz convocado não comentou o argumento da defesa sobre o comunicado divulgado pela Odebrecht. Até agora, o TRF-4 derrubou apenas duas prisões decretadas por Moro, que se baseavam na notícia de que advogados se encontraram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Ao roubarem da Petrobrás, diretor da estatal aviosava ao tesoureiro do PT: "Metade é do PT e metade é da casa"

Nesta reportagem,m o site da revista Veja de hoje, www.veja.com.br, revela que o tesoureiro do PT cobrava propina em bilhetes, diz delator, conforme informou o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, que  afirmou em depoimento que o PT começou a receber dinheiro sujo da Petrobras em 2004

Leia tudo:

"O Duque (foto à direita) falava: 'Isso aqui é metade do partido, metade da casa'. E eu cuidava da parte da casa", Pedro BaruscoO ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco, um dos delatores da Operação Lava Jato, confirmou em depoimento ao juiz Sergio Moro, que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto atuava como interlocutor do partido na arrecadação de propina de contratos da Petrobras. Mais: disse que Vaccari mandava bilhetes exigindo o pagamento de dinheiro sujo.

Segundo Barusco, a arrecadação de vantagens indevidas na estatal era "endêmica" e "institucionalizada" e abasteceu o PT pelo menos desde 2004.

Conforme o delator, os cofres do PT passaram a receber propina da Petrobras há pouco mais de onze anos, mesmo período em que Barusco e o então diretor de Serviços da estatal Renato Duque também deram início ao rateio de vantagens indevidas recolhidas de empreiteiras.
Na diretoria chefiada por Duque, a propina era normalmente de 1% dos valores dos contratos, sendo 0,5% para funcionários da estatal e 0,5% para o PT. "O Duque falava: 'Isso aqui é metade do partido, metade da casa'. E eu cuidava da parte da casa", relatou ele. "Na gestão do João Vaccari como tesoureiro do partido, era ele quem tomava conta dessa parte da propina", completou. Questionado sobre repasses ao PT, foi direto: "Nas tabelas que eu fazia de divisão sempre tinha".

De acordo com o ex-gerente, em um primeiro momento cabia a Renato Duque repassar verbalmente as exigências de propina feitas pelo PT a partir de bilhetes de Vaccari. Por fim, no final de 2010, o próprio Barusco se encontrou com o ex-tesoureiro em reuniões, em hotéis em São Paulo ou no Rio de Janeiro, em que era discutida a partilha do dinheiro. "Começou com uns bilhetinhos", disse. Em pelo menos uma oportunidade Pedro Barusco se encontrou com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, responsável pelas finanças do partido no período do escândalo do mensalão.

A arrecadação de dinheiro sujo por meio da Diretoria de Serviços da Petrobras chegou a ser tão grande que o próprio delator disse ter sugerido métodos para dar vazão aos recursos, como a abertura de contas bancárias no exterior. "Ele [Duque] me pedia de tempos em tempos para fazer prestação de contas e depois ele começou a me pedir algumas quantias em dinheiro quinzenalmente, semanalmente e fui contabilizando esses pagamentos a ele", disse. Por volta de 2010 e início de 2011, quando já estava para sair da Petrobras, Barusco informou que "praticamente toda a propina recolhida na diretoria ia para Duque".

Barusco arriscou uma razão pela qual grandes empreiteiras, hoje investigadas no petrolão, concordavam em desembolsar o dinheiro. "Acho que as empresas julgavam que a situação era boa para elas, que elas se sentiam comandando o mercado, tinham encomendas e não queriam que as coisas mudassem. Era para manter aquele status quo", disse. "Eles recebiam tratamento especial por pagar propina."

Duque e o ex-tesoureiro João Vaccari faziam uma espécie de encontro de contas para ver se a propina estava sendo paga dos dois lados. "Não era o propósito específico [fazer o encontro de contas], mas às vezes aconteciam [conversas como]: 'Ele pagou para mim e não pagou para casa? Ah, tá te pagando? Porque para mim não está pagando'", revelou.

Nova PEC sobre redução da maioridade penal poderá ser aprovada por 323 deputados

A TV Câmara transmite ao vivo os novos debates sobre a redução da maioridade penal, porque ainda esta noite poderá ser votada outra proposta.

Desta vez, segundo o editor soube há pouco junto à assessoria do deputado gaúcho Onyx Lorenzoni, a proposta poderá ser aprovada.

Os prognósticos são de que o 'sim" obterá 323 votos, bem mais do que os 303 da derrota desta madrugada.

Eduardo Cunha mostra autoridade e leva à votação nova proposta de redução da maioridade penal

A Câmara voltou a discutir estas noite, por iniciativa dos Partidos aliados ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma nova emenda, avaliada com mais "branda", e que deverá ser posta em votação ainda nesta quarta.

Cunha afirmou que os líderes dos partidos querem votar a matéria hoje. 

O peemedebista disse ainda que a nova proposta que será votada foi costurada pelos líderes

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da maioridade penal foi à votação na madrugada desta quarta-feira. Apesar de ter obtido a maioria numérica dos votos (303), não conseguiu a chamada maioria constitucional, que é de 308 votos, e foi rejeitada. O texto apresentado por Bessa previa a redução da maioridade penal para os crimes hediondos (estupro, roubo seguido de morte, tortura, entre outros) além de outras modalidades, como o tráfico de drogas e a lesão corporal seguida de morte.

Após a rejeição do texto apresentado por Bessa, líderes da oposição e de partidos da base se uniram e apresentaram uma nova emenda, encabeçada pelo PSD. A principal diferença entre o texto rejeitado e o apresentado é que a nova emenda retira o tráfico de drogas e o roubo qualificado (com uso de arma de fogo, por exemplo), do conjunto de crimes que poderia resultar na redução da maioridade penal.
Segundo a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Jandira Feghali, a apresentação desta emenda é um "golpe" ao regimento interno. Segundo ela, a emenda apresentada nesta quarta não poderia ir a votação por ser muito parecida com o texto rejeitado pelo plenário. "Espero que o bom senso prevaleça e que não dê um golpe no regimento da Casa", afirmou. Jandira afirmou que se o texto for posto na pauta, parlamentares contrários à redução a maioridade penal deverão tentar obstruir a votação.

Bang & Olufsen já vende em Porto Alegre.

A marca de eletrônicos mais desejada do mundo já pode ser encontrada em Porto Alegre. 

Considerada um dos maiores ícones mundiais em matéria de design, a Bang & Olufsen é reconhecida não apenas pelo luxo, mas principalmente pelo desenvolvimento de produtos que unem tecnologia de ponta, precisão sonora e acabamento artesanal. 

Por conta deste design diferenciado, a B&O como é conhecida também, é a única marca de eletrônicos que tem produtos expostos em museus renomados, como o MOMA, em Nova York. Em Porto Alegre ela está sendo representada pela Smartb, empresa gaucha que domina o mercado de alto padrão em audio, video e automação a mais de 20 anos. Mais detalhes pelo fone (51) 3333-1712 ou pelo email beo@terra.com.br

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Na Grécia, o governo esquerdista joga para a torcida, mas quer mesmo é entregar tudo para permanecer no euro

Vale a pena ler esta análise curta e consistente da consultoria Empiricus, enviada há pouco para o editor:

Bolsas internacionais estão mais animadas nesta quarta-feira, confiando que a Grécia permanecerá na Zona do Euro depois do referendo marcado para domingo.

A estratégia do primeiro-ministro Alexis Tsipras é a de jogar para a torcida.

Pessoalmente (inclusive através do Twitter), ele recomenda votar contra as medidas de austeridade.

Mas, se o povo votar a favor, ele concorda em atender aos anseios populares.

As pesquisas indicam que a maioria votará a favor, até por uma questão de aversão ao risco.

Votando a favor, você sabe que o país fará sacrifícios e ficará com o euro.

Votando contra, ninguém tem ideia do que pode acontecer

Conheça o novo CEO da Vivo no Sul do Brasil

A partir hoje, a Regional Sul da Vivo, que abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, tem novo comando – o executivo gaúcho Jackson Rodrigues.

Jackson Rodrigues retorna a Porto Alegre depois de cinco anos representando a empresa em outras praças. Atuou no Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina, como diretor territorial.  Administrador de Empresas com pós-graduação em Recursos Humanos e Finanças pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/URI, especializações em Gestão Estratégica de Negócios pelo IBEMEC, e Finanças Internacionais pela Universidade de Lisboa, Jackson responderá pela estrutura e equipes da empresa responsável pelo atendimento a 874 cidades nos três estados. Ele tem 15 anos dedicados à Telefônica Vivo.

MPF poderá liberar videos com Vaccari Neto na cena do crime. Eram estas as provas exigidas por Dilma ?


O Ministério Público Federal poderá vazar a qualquer momento algumas das provas que colocam os dirigentes do PT, ministros e coordenadores das campanhas presidenciais de Lula e Dilma na cena do crime.

A revista Veja revelou na sua edição desta semana a existência de pelo menos um conjunto de provas que incriminam João Vaccari Neto, o tesoureiro nacional do PT, agora preso no ´Paraná.

É só revelá-lo.

Conta Veja:

- Nos documentos que anexou ao processo, Ricardo Pessoa incluiu videos das câmeras de segurança da empresa, que colocam o tesoureiro na cena do crime.

Vaccari Neto costumava visitar Ricardo Pessoa nos sábados de manhã, escrevia valores num pedaço de papel, que depois rasgava e distribuía por várias lixeiras, tudo para não ser gravado.

Os videos, com som, são apenas uma das provas.

Depois de 20 anos, Clenir Wengenowicz sai do comando da Vivo no RS

Clenir Wengenowicz desligou-se ontem da posição de CEO da Vivo no RS. Ela vai agora para o varejo, conforme nota a seguir sobre a compra da TOK. Clenir é casada com um dos donos da rede Lebes, mas sempre teve atividade independente. Nos últimos 20 anos, comandou a Vivo no Estado.

O novo CEO é Jackson Rodrigues.

Delator narra em detalhes como pagou propinas para Zé Dirceu, ex-presidente do PT e ex-ministro de Lula

Lobista detalha à Lava Jato pagamento de propina para DirceuMilton Pascowitch celebrou acordo de delação premiada na segunda-feira. Segundo jornal, ela detalhou envolvimento do mensaleiro no esquema do Petrolão. 

A reportagem é do site www.veja.com.br de hoje. Leia tudo:

O empresário Milton Pascowitch contou, em depoimento prestado à força-tarefa da Operação Lava Jato, que intermediou pagamento de propina ao PT e ao ex-ministro da Casa Civil e mensaleiro condenado José Dirceu para garantir contratos da empreiteira Engevix com a Petrobras. Segundo reportagem desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo, o mais novo delator do escândalo do petrolão relatou que Dirceu se tornou uma espécie de "padrinho" dos interesses da empreiteira na estatal. Ligado ao ex-homem-forte do governo Lula, o lobista Pascowitch fechou acordo de delação premiada com a Justiça, homologado na segunda-feira pelo juiz federal Sérgio Moro.

Dono da consultoria Jamp Engenheiros Associados, Pascowitch foi contrato pela Engevix para aproximá-la do PT e facilitar negócios na Petrobras. Ele é um dos elos entre a empreiteira e a Diretoria de Serviços da petroleira, que era ocupada por Renato Duque, indicado pelo PT ao cargo. O lobista foi preso no final de maio pela Polícia Federal. Com a delação, ele foi autorizado a cumprir prisão domiciliar com o uso de uma tornozeleira eletrônica. O empresário pagou parte da sede da JD Assessoria e Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu, apontada pelos investigadores do petrolão como um dos possíveis propinodutos para lavar dinheiro desviado da Petrobras. A empresa Jamp Engenheiros Associados, de propriedade do empresário, desembolsou 400.000 reais dos 1,6 milhão de reais utilizados na aquisição do imóvel que sediava a JD, em São Paulo. Mais: uma empresa de Milton Pascowitch também comprou um imóvel em nome de Camila, filha de Dirceu, no bairro da Saúde, na capital paulista.

Em seu depoimento, segundo a Folha, o lobista disse que começou a operar o esquema de repasse de propina a partir de 2008 e que, entre aquele ano e 2011, a Engevix pagou 1,1 milhão de reais à consultoria de Dirceu, a JD Assessoria e Consultoria. Entre 2011 e 2012, foram pagos mais 1,5 milhão de reais pela empresa de Pascowitch ao ex-ministro.

O Ministério Público Federal investiga há meses a Jamp, considerada uma empresa de fachada suspeita de ser usada para lavar dinheiro do escândalo do petrolão. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, disse que Dirceu fazia "lobby internacional" em nome da empreiteira, enquanto Pascowitch atuava como mediador das "relações partidárias" da construtora. A Engevix pagou pouco mais de 1 milhão de reais à JD Assessoria e Consultoria, empresa de Dirceu, conforme mostrou o site de VEJA. Pascowitch já havia sido detectado também na lista de supostos clientes da "consultoria" de José Dirceu. No rol de contratantes compilados pela Receita Federal, aparece a Jamp - ela pagou 1,457 milhão de reais para Dirceu.


Sigilos - Condenado no julgamento do mensalão por corrupção ativa, José Dirceu é alvo de inquérito na Lava Jato e teve os sigilos fiscal e bancário quebrados em janeiro após o Ministério Público, em parceria com a Receita Federal, ter feito uma varredura nas empreiteiras investigadas na Lava Jato em busca de possíveis crimes tributários praticados pelos administradores da OAS, Camargo Corrêa, UTC/Constran, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, Engevix e Odebrecht. Os investigadores já haviam suspeitado que as empreiteiras cujas cúpulas são alvo de investigação, unidas em um cartel fraudaram contratos para a obtenção de obras da Petrobras, utilizavam empresas de fachada para dar ares de veracidade à movimentação milionária de recursos ilegais.

Rosatom, da Rússia, rompe parceria das usinas atômicas com Camargo Corrêa. Negociações com Eletrobras e Eletronuclear estão paradas

O editor recebeu esta manhã a informação a seguir da publicação "Relatório Reservado", segundo a qual a Lava Jato empobreceu também o urânio brasileiro. O desenfreado cerco às grandes empreiteiras praticamente paralisou o programa nuclear nacional. 

Leia tudo:

Que o diga a russa Rosatom, virtual parceira do governo brasileiro para a instalação de novas usinas atômicas. Nem mesmo as boas relações entre Dilma Rousseff e Vladimir Putin e os seguidos acordos bilaterais entre os dois países resistiram ao juiz Sergio Moro. A aliança entre a Rosatom e a Camargo Corrêa, que já haviam assinado um memorando de entendimentos para investimentos na área nuclear, desintegrou-se, informa o Relatório Reservado. Forçada pelas circunstâncias, a construtora cancelou qualquer novo projeto no setor. Desde então, os russos seguem em busca de um nome para ocupar o vazio deixado pela Camargo Corrêa, de preferência também uma grande empreiteira - afinal, que outro setor no Brasil tem tamanha familiaridade com o negócio? Praticamente todas as construtoras do primeiro time criaram uma área de defesa e segurança: a Odebrecht, por exemplo, participa do projeto de montagem do primeiro submarino nuclear brasileiro. Neste momento, no entanto, é mais fácil os russos acharem césio 137 sob o asfalto da Rua das Flores, em Curitiba, do que encontrar uma grande construtora que não tenha sido atingida pela radioatividade do petrolão.

Uma coisa puxa a outra. Nos últimos meses, as conversações entre a Rosatom e o governo brasileiro esfriaram consideravelmente. Havia a expectativa de que a própria presidente Dilma Rousseff fizesse uma viagem à Rússia no mês de maio, quando se encontraria com Vladimir Putin para dar continuidade ao projeto. No entanto, a visita não se confirmou. Ruim para a Rosatom, que apostou um monte de fichas no programa nuclear brasileiro. A companhia instalou uma subsidiária no país, a Rusatom Overseas Network, montou uma representação no Rio de Janeiro e designou um de seus mais promissores executivos para comandar os sete funcionários locais, Ivan Dybov. Muito barulho por nada. Por ora, a Rosatom fechou apenas um contrato com a Comissão Nacional de Energia Nuclear para o fornecimento de molibdênio-99, usado na medicina nuclear.

Rede gaúcha Tok,. 24 lojas, é vendida após quase 40 anos nas mãos de Mauro Tornaim

Clenir Wengenowicz e Luís Gustavo Masiero adquiriram a  marca do fundador Mauro Tornaim. -
        
Com uma rede de 24 lojas espalhadas pelo Rio Grande do Sul e Paraná, a TOK, principal marca própria de moda feminina do Sul do país passa a ser controlada por Clenir Wengenowicz e Luís Gustavo Masiero. 

Uma das mais reconhecidas marcas do varejo gaúcho muda de mãos perto de chegar aos 40 anos de história. 

Não foram revelados valores. 

Mauro Tornaim, criador da marca, deixa a empresa que fundou em 1977, ao abrir de cara duas lojas, uma na Azenha outra na Protásio Alves. “Estou muito feliz por poder encerrar meu ciclo na TOK com a certeza que a marca, sua cultura e produto diferenciado serão a plataforma de um grande projeto que os novos controladores da empresa pretendem desenvolver”, declara Tornaim, que a partir de agora foca seu dia-a-dia na gestão da Mentor Empreendimentos, sua holding de investimentos.
     
Com cerca de 300 colaboradores diretos, presente nos principais shoppings de Porto Alegre e Curitiba e com lojas nas maiores cidades do Rio Grande do Sul, a trajetória da TOK se mistura com a história do varejo gaúcho, e o investimento feito na aquisição da empresa demonstra a confiança dos empresários no mercado, apesar do momento de instabilidade da economia brasileira.

A empresa
A Tok é uma empresa que nasceu em Porto Alegre em 1977, atuando no varejo de moda jovem unissex, a partir de 1994 mudou o foco e passou a atuar exclusivamente com moda feminina, com produção própria. Com 24 lojas, a empresa está nos principais shoppings do Rio Grande do Sul e no Paraná. Hoje a Tok é uma marca muito presente entre as mulheres de 18 a 30 anos, das classes B e C, traduzindo a moda e as tendências e respeitando a essência da mulher. Com a proposta de ser simples e ao mesmo tempo surpreendente , os pilares da marca se baseiam em vestir-se bem, com custo benefício adequado, atendimento diferenciado e uma forte experiência de marca.  

Estes senhores sorriem sem a menor razão

Desta turma da foto ao lado, a metade está diretamente sendo investigada no âmbito da Lava Jato, Petrolão, portanto na iminência de se transformarem em réus e até serem presos como corruptos da pior espécie, e a outra metade frequenta o mesmo caso, embora de forma indireta, como é o caso de Sarney, cuja filha, Roseane, é também investigada pela Polícia Federal e MPF. 

Certamente por causa disto, todos sorriem.

É que em movimento para reaproximar o PMDB, ex-presidente Lula pediu, em café da manhã na casa do presidente do Senado, que Renan Calheiros, ontem, pedindo que o Partido ‘releve os problemas com Dilma Rousseff, fique mais perto e ajude o governo a sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu Lula, que repetiu refrão que fez em reunião na segunda-feira com parlamentares do PT.

Lula gostaria de continuar chefiando e se beneficiando da organização criminosa montada pelo PT.

Contrariada com intervenção federal, Yeda não irá à convenção nacional do PSDB

A ex-governadora Yeda Crusius disse esta manhã ao editor que não irá à convenção do PSDB em Brasília.

A convenção foi agendada para o dia 5.

Yeda não gostou da intervenção federal no PSDB do RS.

Servidores do Judiciário terão aumento salarial de 78%

O Senado aprovou ontem por 62 votos a zero um projeto de lei que concede reajuste salarial de até 78% aos servidores do Judiciário. Segundo o Ministério do Planejamento, a despesa suplementar será de 25,7 bilhões de reais nos próximos quatro anos.

E ?

Dilma ocupa suíte da Bonequinha de Luxo no Hotel St. Regis, US$ 11 mil por noite

CLIQUE AQUI para examinar mais fotos das suítes de luxo do St. Regis.


Sem nenhum cuidado sequer diante dos problemas que enfrenta, a presidente Dilma Roussef voltou a repetir Maria Antonieta às vésperas da decapitação e  a esnobar na nova visita a Nova Iorque, onde já ocupou suíte de luxo no Waldorf Astória, poque desta vez custou 11 000 dólares por noite a suíte em que ela se hospedou no Hotel St Regis, na esquina da Quinta Avenida com a Rua 55.


O colunista de Veja, Lauro Jardim, informa hoje  que "Dilma ocupou por duas noites a suíte Tiffany, decorada pelo diretor de design da grife cobiçada por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo.
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