Jornais da RBS amplificam boataria sobre iminência de guerra civil

O jornal Zero Hora surpreendeu os leitores do seu site esta noite, porque resolveu amplificar material corrompido que circula em circuitos de grupos de Whats App, proclamando a iminência de uma guerra civil e mandando estocar alimentos, evitando sair de casa neste domingo.

O Exército estaria mobilizado para enfrentar a guerra.

A boataria tem a ver com as manifestações de protesto programadas para domingo.

Todas as gravações dizem que o Exército Brasileiro estaria de prontidão para a suposta guerra, quando na verdade, no RS, Brigada, Polícia Civil, Força Aérea e Exército, além de PF, estão alertas diante da eventualidade de distúrbios civis, o que é normal em atos públicos de grande porte.

Não há confirmação de identidade de nenhuma das fontes mencionadas nos áudios nem prova das informações divulgadas.

O jornal Diário Gaúcho, da mesma rede de Zero Hora,  entrou em contato com a assessoria de comunicação do Exército Brasileiro, que analisou as gravações e, em nota oficial, esclareceu: "A Força Terrestre faz o acompanhamento da conjuntura nacional, bem como permanece em constante preparo para manter elevados níveis operacionais, com a finalidade de cumprir suas missões constitucionais. Ressalta-se ainda que os áudios veiculados nas mídias sociais não têm origem no Exército Brasileiro", diz a nota.


Manifesto Pelo Brasil, pela Justiça e pela Democracia

Neste manifesto assinado por nove senadores, inclusive pelos gaúchos Ana Amélia e Lasier Martins, é feita defesa intransigente do cumprimento dos preceitos legais e também do respeito pela ordem democrática. O documento foi assinado de olho nas grandes manifestações previstas para este domingo.

Leia tudo:

O Brasil vive grave momento de crise na política e na economia. A abertura formal de processos de investigação no STF contra 49 políticos dos principais partidos do País contamina o ambiente político e compromete a produção legislativa do Congresso Nacional. O Parlamento deve permanente subordinação à vontade popular. Dos políticos investigados, contam-se 12 Senadores e 23 Deputados Federais em pleno exercício de seus mandatos, elevando o grau de constrangimento vivido no Congresso Nacional, atingido em cheio na credibilidade intrínseca à representação popular. O povo brasileiro, com certeza, não merece ser fraudado na sua expectativa de ser bem representado no Parlamento.
É dever moral e ético do Congresso e dos Partidos que o integram impedir que as posições de mando no Senado Federal e na Câmara dos Deputados — incluindo Mesa Diretora, Comissões Permanentes ou Temporárias, Relatorias e o colegiado do Conselho de Ética —, sirvam a qualquer pretexto para embaraçar, constranger ou interferir nas investigações agora determinadas pelo STF.
O agravamento dos problemas na economia, com sinais de claro descontrole da inflação e de depressão nos agentes econômicos, sinaliza momentos de maior tensão sobre a sociedade, já fragilizada pelo impacto negativo do escândalo na esfera parlamentar.
A economia e a política se juntam, dramaticamente, nos contornos assustadores da 'Operação Lava Jato'. A maior empresa do Brasil, a Petrobrás, foi vítima de uma ação criminosa engendrada por dirigentes e executivos de uma dezena das maiores empreiteiras nacionais, organizados em cartel para pagar propinas em contratos superfaturados, com intermediação de operadores representantes de importantes partidos políticos.
Agindo há quase duas décadas, num fluxo financeiro que caracterizava pagamentos mensais, segundo delações premiadas feitas à Justiça, a quadrilha lesou a Petrobrás em valores estimados, até agora, em R$ 10 bilhões.
A investigação da Polícia Federal (DPF) forneceu ao juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba, os elementos necessários para o cumprimento de uma centena de mandados de busca e apreensão, prisões temporárias e conduções coercitivas de agentes e operadores criminosos espalhados por 232 empresas investigadas.
A ação decidida do Supremo Tribunal Federal e da Justiça em defesa do dinheiro público e no combate aos criminosos de colarinho branco sinaliza ao País a certeza de que ainda temos na esfera do Estado brasileiro quem zela pela Justiça, pela Ética e pela proteção aos direitos do cidadão.
Os Senadores abaixo-firmados, diante do impacto devastador que vive o Brasil, após investigações formalizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da 'Operação Lava Jato' — que o Ministério Público Federal (MPF) classifica como 'a maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro que o País já teve' —, adotam as seguintes decisões, que passam a sustentar de forma pública e suprapartidária:
1. Apoio às ações do Ministério Público Federal, que deve ser independente e autônomo, capaz de realizar seu trabalho de forma diligente, sem qualquer interferência dos chefes dos três Poderes da República, dos quais devem receber apenas estímulo, respeito e apoio.
2. Confiança no Supremo Tribunal Federal, instância maior da Justiça e do Direito, de quem esperam o rigor, a celeridade e a eficiência de suas decisões, que o Brasil espera ver exemplarmente cumpridas, condenando os culpados e absolvendo os inocentes, resgatando nos brasileiros a certeza de que a lei será aplicada de forma justa e implacável, sem privilégios, sem distorções.
3. Respeito integral às determinações da Constituição da República Federativa do Brasil, que emanam de uma Constituinte soberana, democrática e cidadã que estabeleceu, a partir de 1988, os fundamentos do Estado Democrático de Direito, ancorado na vontade suprema do povo brasileiro, consultado regularmente pelo voto livre e secreto de mais de 100 milhões de eleitores.
Esta é a posição dos Senadores que subscrevem este manifesto.
Brasília, 12 de março de 2015
Assinam os senadores:

Lídice da Mata (PSB), Ana Amélia Lemos (PP), Telmário Mota (PDT), Reguffe (PDT), Randolfe Rodrigues (PSOL), Lasier Martins (PDT), Cristovam Buarque (PDT), João Capiberibe (PSB) e José Medeiros (PPS)."

Terrorista Cesare Battisti é preso em São Paulo. Juiz anulou benefício concedido por Tarso. Ele será deportado.

Justiça do Distrito Federal determinou que o italiano seja deportado do Brasil para o México ou para a França, países onde ele viveu

O terrorista italiano Cesare Battisti foi preso na tarde desta quinta-feira pela Polícia Federal em Embu das Atres, na Região Metropolitana de São Paulo.

Recentemente, a juíza federal Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara do Distrito Federal, determinou a deportação do terrorista, condenado à prisão perpétua no país europeu por assassinatos, mas que vive em liberdade no Brasil por uma decisão vergonhosa do ex-presidente Lula. A juíza considerou que o visto de permanência do italiano como um refugiado político, concedido pelo Conselho Nacional de Imigração, é "ilegal". Ainda cabe cabe recurso da decisão.

A magistrada afirmou que a deportação não implica uma afronta à decisão da Presidência da República de não extraditá-lo para a Itália porque trata-se de uma deliberação sobre o visto expedido pelo Conselho Nacional de Imigração. Ou seja, a juíza afirma que Battisti não pode ficar no Brasil porque: 1) entrou no país de forma ilegal; 2) tem condenação por crimes dolosos em sua terra natal; e 3) segundo o STF, ele cometeu crimes comuns, e não políticos. A juíza disse também que não é necessária a entrega do estrangeiro ao seu país de origem - no caso a Itália, onde ele deve cumprir pena - e indicou que Battisti deve ser enviado para França e México, onde ele viveu.

"Trata-se de estrangeiro em situação irregular no Brasil e, por ser criminoso condenado em seu país de origem por crime doloso, não tem o direito de aqui permanecer, e, portanto, não faz jus à obtenção nem de visto nem de permanência. Ante o exposto, julgo procedente o pedido para declarar nulo o ato de concessão de permanência de Cesare Battisti no Brasil e determinar à União que implemente o procedimento de deportação aplicável ao caso", diz a juíza em seu despacho.


Battisti foi condenado por quatro assassinatos na década de 1970, quando era membro do grupo Proletários Armados para o Comunismo. Condenado em seu país de origem, ele fugiu para o Brasil, onde foi preso em 2007. Na ocasião, a Itália pediu a sua extradição e o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou. No entanto, o ex-presidente Lula, a quem cabia a decisão final, segundo o Supremo, considerou o estrangeiro um perseguido político e concedeu-lhe abrigo.

Oposição pressiona Gabrielli na CPI e sessão vira bate-boca

O deputado Carlos Sampaio (SP), líder do PSDB na Câmara, acusou o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli de "cara de pau". A acusação gerou bate-boca e mostrou uma iniciativa da oposição de pressionar Gabrielli após um longo período de calmaria na CPI, com perguntas técnicas do relator Luiz Sérgio (PT-RJ), que alongaram as respostas do depoente. Sampaio disse que a gestão do ex-presidente levou à desvalorização da estatal.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) tentou defender o ex-presidente da estatal, o que se transformou em mais uma discussão e levou a campanha a soar mais uma vez na CPI.

Na sequência, foi a vez de Onyx Lorenzoni (DEM-RS) falar. Ele reforçou a pressão oposicionista, dizendo que Gabrielli é "cúmplice" da "roubalheira da companheirada" do governo petista na Petrobras. "Sua Petrobras é uma vergonha, a nossa Petrobras era um orgulho", disse Lorenzoni.


Já Gabrielli respondeu à saraivada da oposição dizendo ter uma vida pública conhecida e transparente, sem suspeitas de enriquecimento ilícito.

Dólar sobe 1,08% e chega ao maior valor desde junho de 2004

O dólar comercial teve a segunda alta seguida nesta quinta-feira (12), com valorização de 1,08%, a R$ 3,162 na venda. É o maior valor de fechamento desde 14 de junho de 2004, quando valia R$ 3,168.

Na véspera, a moeda norte-americana havia subido 0,77%.

Investidores continuavam apreensivos com o quadro econômico brasileiro, em meio a temores de que a resistência política à presidente Dilma Rousseff no Congresso dificulte ainda mais o ajuste das contas públicas.

Gabrielli: Era 'impossível' detectar desvios na Petrobras. CPI da Petrobrás continua ouvindo ex-presidente da estatal.

Em depoimento à CPI da Petrobras, o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, firmou nesta quinta-feira , que ainda continua, 17h14min, que não era possível detectar o esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato. Ele justificou que isso era "impossível" pelo grande volume de recursos movimentados em contratos da estatal e pela forma de ação dos responsáveis diretos pelos desvios.

José Sérgio Gabrielli falou durante duas horas apenas para responder perguntas do relator, que é seu companheiro de Partido, o PT, que fez jogo de cartas marcadas.

Somente as 16h os deputados começaram a perguntar.

O tempo passou a esquentar, mas Gabrielli tem usado formas escapistas para se preservar.


"É impossível identificar esse tipo de comportamento internamente. Isso é um caso de polícia", afirmou aos parlamentares. Gabrielli é o segundo depoente convocado pela CPI para falar sobre o petrolão. O primeiro foi o ex-gerente de Serviços Pedro Barusco, que falou aos parlamentares na terça-feira. Além deles, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi ouvido nesta quinta-feira porque se voluntariou a comparecer.

Editorial, O Estadão - A grande mentira

"A questão central é a seguinte: estamos na segunda etapa do combate à mais grave crise internacional desde a grande depressão de 1929." Foi com essa estarrecedora desculpa que Dilma Rousseff jogou no lixo todos os indicadores econômicos e se eximiu de qualquer responsabilidade pela grave crise nacional que o Brasil enfrenta depois de quatro anos de seu desgoverno. Falando em rede de rádio e de televisão sob o pretexto de comemorar o Dia da Mulher, a presidente garantiu que, "como temos fundamentos sólidos", as "dificuldades conjunturais" são passageiras e começarão a ser superadas "já no final do segundo semestre deste ano". Os brasileiros não têm, portanto, com o que se preocupar, porque todas essas dificuldades "conjunturais" significam "apenas a travessia para um tempo melhor, que vai chegar rápido e de forma ainda mais duradoura". Oxalá!

A encenação mendaz de Dilma foi mal recebida. Seu discurso foi saudado por um panelaço em bairros de classe média das cidades mais importantes do País, mas também em suas periferias. Pronunciou-se a mesma classe média para a qual, segundo Dilma, os governos do PT contribuíram com um novo contingente de 44 milhões de brasileiros.

Parte importante da crise de governança que está levando o Planalto ao desespero e a população a se manifestar ruidosamente decorre da absoluta incompetência de Dilma que, para completar o desastre, entrou em rota de colisão com o maior partido de sua base de sustentação, o PMDB, praticamente jogando-o na oposição. Como se não bastasse, os antigos parceiros do Planalto na farsa do "Novo Brasil", vendo-se agora enredados até o pescoço no propinoduto da Petrobrás, resolveram criar uma farsa toda sua.


O PMDB acusa o governo de manipular o Ministério Público (MP) para desmoralizar alguns dos seus principais líderes, como Renan Calheiros e Eduardo Cunha, incluindo-os no pedido de investigação apresentado ao STF pelo procurador-geral Rodrigo Ja-not. Ora, pelo menos esta acusação não se pode fazer ao governo petista. Se tivesse o poder de manipular o MP e a Polícia Federal o governo Dilma teria forçado a exclusão de figurões petistas da lista de suspeitos do procurador-geral e também, obviamente, a inclusão de nomes de oposicionistas tucanos e democratas. O que o PMDB pretende é criar confusão para comprometer os resultados da Operação Lava Jato. Para tal recorre sem nenhum constrangimento às acusações a Dilma e ao PT, com os quais os peemedebistas estão circunstancialmente de mal. Mas são todos farinha do mesmo saco - ou seja, do mesmo governo - tentando salvar-se do naufrágio de uma parceria que faz água por todos os lados.

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Melnick Even e Arcádia resolvem associar-se. Fábio Skovsky vai comandar o negócio.

Melnick Even e Arcádia Urbganismo, Porto Alegre, RS,  acabam de anunciar que acertaram os termos da associação que costuravam há algum tempo. Líderes em seus segumentos de mercado, as duas empresas projetam atingir faturamento anual de R$ 400 milhões dentro de cinco anos, criar 15 mil unidades imobiliárias até lá e atuar inicialmente no RS, Santa Catarina e Paraná.


O executivo que vai comandar a associação é Fábioo Sclovsky, presidente da Arcádia. 

Janot pede autorização do STFpara investigar governadores Pezão, Rio, e Tião Viana, Acre

Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou dois pedidos de abertura de inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que devem investigar o suposto envolvimento dos governadores do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Acre, Tião Viana (PT), citados por delatores da Operação Lava Jato. Os pedidos serão analisados pelo ministro Luís Felipe Salomão, relator do caso no STJ, que irá retirar o sigilo das peças e divulgar mais informações até o fim do dia.

Assinatura de jornais no formato digital teve crescimento de 118% em 2014

O IVC (Instituto Verificador de Comunicação) realizou uma pesquisa e concluiu que de 2013 para 2014 o número de assinaturas de jornais no formato digital teve um crescimento de 118%, mostrando uma tendência cada vez maior de acessar informações noticiosas através de tablets e smartphones.

Hoje, 30% dos brasileiros acessam jornais e revistas em seus dispositivos móveis; em 2012 apenas 5% o fazia.

As vendas avulsas de jornais impressos tiveram uma queda de 7,6% de 2013 para 2014, mas essa queda pôde ser compensada pela assinatura digital.

Solidariedade pede quebra dos sigilos telefônicos de Janot e José Eduardo Cardozo

O deputado Paulinho, Solidariedade, acaba de protocolar requerimento para quebrar os sigilos telefônicos do procurador Rodrigo Janot e do ministro da Justiça, José  Eduardo Cardozo.

O pedido inclui o uso da Internet.

Na avaliação do deputado, Janot e Cardozo encontraram-se várias vezes fora da agenda, inclusive no exterior, na Argentina, para combinar de que modo levariam a lama do Petrolão para dentro do Congresso.

Protesto de 100 manifestantes bolivarianos tranca todo centro de Porto Alegre

A quinta-feira é de protestos e manifestações em diversos pontos de Porto Alegre. As manifestações afetam o trânsito, principalmente na área central. No Largo Glênio Peres e no Centro Histórico, aproximadamente 100 integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) e Central Única dos Trabalhadores (CUT) aguardavam a chegada de manifestantes da Via Campesina.

Os "manifestantes" pelegos do governo federal, todos representando as ideias bolivarianas, iniciaram uma caminhada no final da manhã. Líderes discursam em cima do carro de som ao volume máximo estacionado próximo ao Mercado Público e defendem a Petrobras e o governo da presidente Dilma.

- A manifestação sobe neste momento a Av. Borges de Medeiros, esquina Rua dos Andradas, e passa de forma ridícula aos olhos da população que vê incrédula a defesa feita por poucos gatos pingados de uma empresa estuprada e de um governo indefensável.

Apesar das tremendas acusações, PT mantém no cargo seu tesoureiro João Vaccari

Apesar de estar incluído na lista de investigados pelo Supremo Tribunal Federal na operação Lava Jato, o secretário de Finanças do PT, João Vaccari Neto deverá permanecer no cargo; interlocutores da cúpula petista informam que a postura do partido será a de manter Vaccari no cargo, sob o argumento de que não haverá pré-julgamento de nenhum dos envolvidos; a posição, entretanto, não é consenso no partido; há quem aponte que o nome do tesoureiro na Lista de Janot gere constrangimento à legenda e ao governo da presidente Dilma Rousseff; apesar da 'condenação antecipada' de Vaccari na grande imprensa, o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco disse em depoimento à CPI da Petrobras que não pode afirmar que João Vaccari Neto recebeu dinheiro da Lava Jato

Neste momento, ouça depoimentos de Cunha e Gabrielli na CPi da Petrobrás

Vale a pena ver e ouvir o depoimento do deputado Eduardo Cunha na CPi da Petrobrás, neste momento. Depois dele, falará o ex-presidente da Petrobrás, José Gabrielli.

Canal 165, TV Câmara
Canal 40, Globonews

Ambos na Sky.

É incomum um deputado acusado pedir para depor e aceitar o debate.

Alstom abocanha contrato de manutenção de 2 milhões de euros na Trensurb

A empresa Alstom divulgou em seu site um acordo para manutenção de 15 trens da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb). 

O contrato, no valor de cerca de €2 milhões, tem duração de cinco anos de manutenção preventiva, a partir de março de 2015.


Esta, é a mesma empresa que vendeu os trens à Trensurb e que está sendo investigada por superfaturamento no Metrô de São Paulo.

Bolognesi confirma térmica e terminal de regaseificação para Rio Grande. Investimento irá a R$ 2,3 bilhões.

No final da tarde da última segunda-feira, a diretoria da Câmara de Comércio de Rio Grande recebeu diretores do Grupo Bolognesi, o terceiro maior operador de térmicas do País e responsável pela construção da usina termelétrica e do terminal de regaseificação previstos para operarem em 2018. Falou o vice-presidente do Grupo Bolognesi, Paulo Cesar Kutzen. Ele informou que no último leilão de energia, em 2014, a empresa conquistou dois empreendimentos: um em Rio Grande e outro em Suape (PE):

- O prazo de fornecimento de energia é de 25 anos. Período que vamos permanecer aqui, no mínimo. A disponibilidade de gás para o extremo Sul do Brasil vai permitir a ampliação da capacidade industrial. O ganho não é da térmica. Vemos ela como uma âncora. Vai ser a primeira operação, no Brasil, direta de GNL, da regaseificação da térmica e depois para o sistema. Vamos injetar gás na região e o gás que está lá em cima não precisa descer, e isso beneficiará o País como um todo.

A informação e o texto é do jornal Agora, de Rio Grande.Leia mais:

O diretor de Projetos da Bolognesi, Marcus Temke, disse que o projeto prevê a construção do terminal de recebimento e regaseificação de GNL, da usina termelétrica, além do gasoduto e linha de transmissão, que terá conexão na subestação do Povo Novo.O terminal terá capacidade de 14 milhões de metros cúbicos por dia, poderá receber dois navios cargueiros/mês e ficará situado ao lado do terminal da Petrobras. Ele contará com um navio de estocagem e regaseificação de forma 
permanente. A usina terá capacidade de 1.280mw e irá se localizar no Distrito Inndustrial. O terminal representa 50% do que o Brasil importa de gás da Bolívia. O gasoduto Rio Grande-Triunfo terá 311 km de extensão.A construção do píer durará 24 meses e terá investimento R$ 130 milhões. A Usina Termelétrica do Rio Grande será constituída de três turbinas a gás. As emissões gasosas atendem aos padrões internacionais. A construção da UTE levará 36 meses, com investimentos de R$ 2,3 bilhões. "Teremos energia suficiente para abastecer quatro milhões de pessoas. Isso compreende 11% do consumo do Rio Grande do Sul, que hoje importa 3.500 mw de energia", explicou Temke.A linha de transmissão para conectar a usina à subestação do Povo Novo terá 37 km. O prazo de construção é de 12 meses e investimento de R$ 30 milhões.A linha de transmissão estará pronta no início de 2017. Em novembro daquele ano, chegará o navio regaseificador, enquanto a usina precisa estar pronta até 31 de março de 2018. A previsão é que o empreendimento gere, no pico das obras, 2.400 empregos diretos e 5.000 indiretos. O faturamento deverá ser de R$ 2,5 bilhões anuais. Com relação à geração de impostos, os executivos explicaram que o ICMS não é recolhido na origem e sim no consumo, mas que a geração de energia aumenta o índice de retorno do Fundo de Participação dos Municípios. A intenção é que metade da equipe da usina seja de jovens com formação técnica e também se pretende utilizar as empresas locais ou da região como fornecedoras.Até o final deste mês estará definida a construtora que atuará nas obras. A construção iniciará tão logo seja obtida a licença ambiental, prevista até maio.Impactos positivos. 

Prefeito de Imigrantes, RS, monta chapa de oposição na disputa pela Confederação Nacional dos Municípios

O prefeito de Imigrantes, RS, Celso Kaplan, confirmou hoje ao editor que é candidato à presidência da Confederação Nacional dos Municípios. O processo eleitoral está em curso e deve realizar-se no próximo dia 30, com a possibilidade de inscrição de chapas até a data de 19 de março.

Para a inscrição de uma chapa, com edital divulgado a partir de 09/03, é necessário o apoiamento de 10% dos municípios aptos a votarem (o que, no Brasil, deve chegar a mais de 400). Também é necessário apoio de entidade estadual e um representante de cada uma das regiões do Brasil. 

Celso Kaplan disse ao editor que chegou a hora de um prefeito em exercício de mandato ocupar a presidência:

- O atual presidente não exerce a função de prefeito há mais de década.

O prefeito busca adesões para viabilizar sua chapa:

E-mail: prefeitolelo@gmail.com
 (51) 3754.1100 - fone
(51) 8148.3839 - celular
(51) 3754.1002 - fax
www.imigrante-rs.com.br

Lobão na Veja: "O Brasil é um país de gatunos e o pai disso tudo é o Lula"

Entrevista de hoje no site da revista Veja, com o cantor e compositor Lobão (57 anos), um dos artistas brasileiros mais críticos ao governo petista, com 300 mil seguidores em sua conta no twitter (@lobaoeletrico).

O que você vai defender no dia 15?
Que a Dilma saia, que o PT saia e todos os culpados sejam punidos. A presidente não tem competência. É bruta, estourada, azeda, não tem traquejo. Mas tem de lembrar que ela é uma espécie de bode expiatório. As pessoas pensam: panelaço contra a Dilma tudo bem, mas com o Lula nem pensar. Tem gente que quer que a Dilma seja expulsa, mas votaria no Lula. Bom, então você não entendeu nada do que está acontecendo. O pai disso tudo é o Lula.

A manifestação pode criar uma nova frente contra essa situação?
 Não, pode apenas ajudar a destituir o governo que está aí, mas isso não significa que vá resolver nossos problemas. Pelo contrário, significa que talvez tenhamos de enfrentar um caos maior. Sei lá quem vai entrar, estamos numa nave desgovernada. Mas acho que temos de ir em frente, é uma questão de redenção do povo brasileiro.

CLIQUE aqui para ler toda a entrevista na Veja.

Covati vai a Zavascki e entrega procuração para que ele abra seus sigilos fiscal, bancário e telefônico

O ex-deputado federal Vilson Covatti, PP do RS, acaba de requere quebra de sigilo fiscal, bancário e telefônico ao Ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki. Covati quer produzire provas n egativas, já que o MPF e a PGR não forneceu provas para pedir o início de investigações contra o ex-deputado. 

Youssef diz que Otávio Germano (PP) ganhou propina por meio de doação oficial

O  deputado José Otávio Germano (PP-RS), investigado na Operação Lava-Jato, teria recebido dinheiro desviado de contratos da Petrobras por meio de doações oficiais para sua campanha eleitoral. É o que diz o doleiro Alberto Youssef em seus depoimentos de delação premiada.

Em 2006, não há registro de repasses do diretório nacional ou de empresas investigadas na Lava-Jato para Germano. Já em 2010, o deputado recebeu R$ 839.107,54 do diretório nacional do PP, sendo que a origem do dinheiro não é descrita pelo TSE.

Das empreiteiras que formariam o cartel, aparecem entre os doadores da campanha a Engevix (R$ 20 mil), a Camargo Corrêa (R$ 200 mil) e a Queiroz Galvão (R$ 200 mil).
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