Ex-diretor da CGTEE e outros cinco réus do caso dos avais falsos ao banco alemão KfW vão para a cadeia

Na última semana, em segunda instância, o tribunal concluiu o julgamento dos recursos e aceitou parte dos pedidos do MPF, aumentando as penas dos réus condenados no caso dos avais falsos concedidos pelo ex-diretor da CGTEE ao banco alemão KfW. 

Os réus que tiveram a condenação confirmada em segunda instância, TRF4, com início da pena em regime fechado, devem começar seu cumprimento

Veja abaixo o nome dos réus, suas respectivas condenações e contrapontos (as informações e o exto abaixo são do site ClicRBS:

Carlos Marcelo Cecin: era diretor técnico e de meio ambiente da CGTEE e foi denunciado por assinar as garantias para o empréstimo. Ele foi condenado por falsidade ideológica e corrupção passiva à pena de 12 anos, seis meses e 10 dias, em regime inicial fechado.
O que diz a defesa: o advogado Lucio Santoro de Constantino alega que houve um equívoco na aplicação da pena, pois a decisão do TRF4 não teria ampliado a pena de acordo com o que foi requerido pelo MPF. Por isso, vai recorrer ao TRF4 para readaptar a pena. O defensor diz que, em outra linha, vai recorrer da decisão também no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Alan de Oliveira Barbosa: era presidente da empresa Hamburgo Energia, tendo participado das negociações. Ele foi condenado por falsidade ideológica, uso de documento falso, falsificação de documento público e corrupção ativa à pena de 12 anos de reclusão, em regime inicial fechado.
O que diz a defesa: o advogado Cyro da Silva Schmitz diz que respeita a decisão, mas que vai usar todos recursos previsto em lei, questionando aspectos da decisão no sentido de majorar a pena.

Joceles da Silva Moreira: era assessor jurídico da CGTEE e elaborou pareceres favoráveis ao empréstimo sem autorização do Conselho de Administração. Ele foi condenado por falsidade ideológica e corrupção passiva à pena 12 anos, seis meses e 10 dias, em regime inicial fechado.
O que diz a defesa: o advogado Cyro da Silva Schmitz diz que respeita a decisão, mas que vai usar todos recursos previsto em lei, questionando aspectos da decisão no sentido de majorar a pena. 

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8 comentários:

Anônimo disse...

E a grana! Será devolvida pelos meliantes?

Anônimo disse...

Só faltou informar que são todos petistas. O Carlos Cecin foi diretor da CEEE no governo Olívio.

Anônimo disse...

Isso parece uma praga de gafanhotos por esse Brasil a fora, é assustador a facilidade para roubarem o nosso dinheiro, e ficam com a mesma cara deslavada!

Anônimo disse...

Não, com petistas isto nunca acontece!

Anônimo disse...

E os outros?

Anônimo disse...

Cecin foi diretor petista roxo da Ceee, dava aula de socialismo dentro da empresa, época em que o PT era o dono da verdade, os puros, ninguém prestava, só eles!
Pura mentira, desde essa época já eram uns trampeiros, roubaram na CEEE também!

Tucano do sul disse...

Socialismo com o dinheiro público. O patrimônio deles é regime capitalista conservador.

Anônimo disse...

E o dinheiro... e a Ata adulterada pela secretária geral Rose. Neste angú tem mais carroço e quem sabe agora eles não abrem a boca, pois Dilma visitou banco assim como Julio Quadros, então presidente CGTEE.. coincidência né? Tudo é casualidade com esta gang.