Nas redes sociais, Dilma é apresentada como um Trump de saias.
A ex-presidente Dilma Roussef planeja propor a realização de plebiscito para novas eleições presidenciais, caso volte ao governo, segundo revela hoje a jornalista Carolina Bahia no jornal Zero Hora. A proposta visaria emocionar alguns senadores e reverter sua degola no final de agosto.
Enquanto a data fatal não chega, Dilma prossegue empunhando a denúncia de golpe. Seu discurso mais recente sobre o caso é o que vai a seguir, no qual a ex-presidente faz comparações entre o seu caso e o caso turco:
Nós estamos vivendo, estamos diante de um golpe de
estado.
Esse golpe de estado, ele...quando a gente olha a
situação recente da Turquia ele não é igual.
A Turquia sofreu um golpe tipicamente militar.
Ele é muito importante para que a gente raciocine sobre
as diferenças entre nós e o que lá aconteceu.
Por que? Porque um dos maiores argumentos dos golpistas é
que nós não vivemos um golpe.
E nós vivemos o golpe, por quê? Porque não há armas.
E a mais pura verdade é que lá você tem uma tentativa de
fazer duas coisas: tirar o governo e, necessariamente, pela forma como se dava
a tentativa de golpe, acabar com o regime democrático.
Nós vivemos um outro momento da história.
Aqui no Brasil nós temos uma outra circunstância.
Aqui nós temos um golpe parlamentar, que alguns chamam de
golpe frio, outros chamam de golpe institucional, essa é uma invenção - só
podia ser - dos franceses.