Relação entre o Congresso e o governo tende a piorar a partir de agora

A divulgação do nome dos políticos que serão investigados pelo esquema de corrupção na Petrobras deve prejudicar ainda mais a passagem dos projetos favoráveis ao governo na Câmara e no Senado.

De acordo com o cientista político Cristiano Noronha, a aparição dos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), entre os citados nas delações premiadas vai agravar as já frágeis relações com o governo.

“Isso vai acabar resultando em consequências negativas para o governo, no sentido de aprovação de matérias importantes e da estabilidade no ambiente político, o que dificulta o governo a tranquilizar e acalmar a situação”, diz.

Noronha explica que, em um primeiro momento, o argumento para que Cunha e Calheiros se mantenham nos cargos é o de que a lista é referente a apenas uma instauração de inquérito, o que não os considera culpados. No entanto, ele afirma que “a pressão tende a existir”.

“Há agora um elemento muito sério, que tumultua ainda mais o ambiente político”, assegura o analista.

Entenda porque a lista da PGR incluiu nomes sem foro privilegiado

A lista de políticos investigados no Supremo Tribunal Federal inclui 15 políticos ou agentes públicos sem foro privilegiado. São ex-deputados, uma ex-governadora (Roseana Sarney, do Maranhão), o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano e apontado como uma espécie de lobista do PMDB.

Os “sem-foro” serão investigados no STF por serem suspeitos de praticar crimes junto com políticos detentores de foro. É o caso de Roseana. De acordo com o Ministério Público Federal, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou, em delação premiada, ter pago R$ 2 milhões para sua campanha.

“Quem solicitou o pagamento de propina para a governadora foi o ministro de Minas e Energia Edison Lobão”, delatou Costa. Como Lobão é hoje senador e tem foro privilegiado, a investigação do caso será feita no STF.

O Supremo pode, ao julgar a denúncia, decidir pelo desmembramento do caso, remetendo para a primeira instância os nomes daqueles que não detêm foro, diferentemente do que aconteceu no caso do Mensalão, quando os ministros julgaram que as denúncias eram tão entrelaçadas que seria impossível separar os políticos com foro e acusados sem foro.

Foi dessa maneira que Anastasia, do PSDB, acabou entrando na lista da PGR

Único tucano a figurar na lista divulgada na noite de sexta-feira pelo Supremo Tribunal Federal, o  senador Antônio Anastasia foi citado em novembro, no depoimento do policial federal afastado Jayme Alves de Oliveira Filho, conhecido como Careca. Ele era encarregado de transportar valores a mando do doleiro Alberto Youssef e afirmou ter levado a quantia para uma pessoa em Belo Horizonte (MG).

Na ocasião, os investigadores apresentaram-lhe uma foto de Anastasia, perguntando se a imagem era do destinatário dos recursos. Careca afirmou que “era parecido”. O policial federal disse também que, posteriormente, constatou que “o candidato que ganhou a eleição em Minas era a pessoa para quem levei o dinheiro”, conforme trecho de seu depoimento.

Youssef, quando ouvido pela força-tarefa da Lava Jato, confirmou ter enviado valores para Belo Horizonte. Não soube dizer, porém, quem seria o beneficiário.

Armínio Fraga, ex-ministro da Fazenda de FHC, analisa a situação econômica brasileira

A pedido do jornalista Diogo Mainardi, que edita o site O Antagonista, o ex-ministro da Fazenda na gestão de Fernando Henrique Cardoso, Armínio Fraga, fez um breve apanhado a respeito da atual situação econômica brasileira. Eis o texto:

A semente desta crise foi plantada lá atrás.

Lula 2 insistiu no consumo, ok, mas sem foco em produtividade e investimento. Loteou as agências reguladoras, começou a desmontar o setor elétrico.

Com Dilma 1 o modelo virou a Nova Matriz, dando peso enorme aos politizados bancos públicos e seus enormes subsídios, assim como ao fechamento da economia, às desonerações tributárias, tudo sem lógica econômica e tampouco, em muitos casos, motivação social.

Ao mesmo tempo, abandonou-se a disciplina fiscal e inflacionária, tema explosivo em qualquer lugar, especialmente num país com a história do Brasil.

Resultado: muita incerteza, pouco investimento e poupança, baixa produtividade, baixo crescimento. E agora recessão e desemprego, além de crises energética e hídrica!

Como se não bastasse, as crises policial e política assustam a todos, paralisando ainda mais a economia.

O quadro é dificílimo, e pode piorar bastante. Dá para imaginar os dois mandatos de Dilma praticamente sem crescimento per capita.

Resta a esperança no trabalho da Justiça, da polícia e do MP, todos turbinados por uma imprensa ainda livre - e as urnas, mais adiante.

Não é pouco.

Renan e Collor se unem contra Janot

O mentor intelectual das ameaças de Renan Calheiros a Rodrigo Janot é Fernando Collor, assegura o colunista da revista Veja Lauro Jardim.

A decisão de centrar fogo no chefe da PGR foi proposta por Collor a Renan na quarta-feira, quando os dois conversaram longamente na residência oficial do presidente do Senado.

Depois do almoço com Collor, Renan preparou o terreno para partir para cima de Janot na quinta.

Collor quer que Renan faça com Janot o que ele tentou fazer com seu antecessor Roberto Gurgel.

Renan topou a briga.

Jurista Miguel Reali Júnior propõe renúncia coletiva de Dilma, Renan e Cunha

O advogado Miguel Reali Jr. propôs uma saída inusitada para a crise política: as renúncias da presidente Dilma Rousseff, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).  "Renúncia já: a única via em busca de pacto sério para reconstrução do País", diz ele.

O editor considera que Renan, Cunha e o PMDB, os únicos com peso político específico no Congresso para impor graves perdas ao governo do PT, trabalharão com afinco para derrubar Dilma, que é o verdadeiro nome da crise política e econômica. A queda de Dilma, tal como aconteceu com Graça Foster na Petrobrás, esvaziaria a crise e salvaria a cara de todo mundo - menos Dilma. 

Caso caia, Michel Temer será o presidente. Ele permaneceria noventa dias no governo, conforme manda a Constituição, presidindo novas eleições no período - a menos que o Congresso mude a constituição e garanta mandato integral para o presidente do PMDB. 

Propagandas do PSDB reforçam tese de estelionato eleitoral; assista

Utilizando os mesmos atores que apareceram em toda a campanha presidencial, o PSDB exibe a partir deste sábado propagandas nas quais reforça a mensagem de que Dilma Rousseff (PT) se valeu do estelionato eleitoral para ser reconduzida ao Palácio do Planalto.

As peças dirão que a presidente prometeu durante a eleição não aumentar juros nem alterar direitos trabalhistas, mas o fez logo que iniciou o mandato. As propagandas também exploram o aumento da conta de luz, cuja redução no primeiro mandato foi uma das plataformas de Dilma.

Nenhum político aparecerá nos comerciais, mas trechos de discursos da presidente durante a campanha serão usados para reforçar a ideia de que Dilma mentiu.

"Nada pior do que uma pessoa falar uma coisa e fazer outra, principalmente se essa pessoa for a presidente da República", diz uma atriz no início de uma das peças. "A presidente disse que não ia aumentar impostos. Aumentou. Disse que não ia aumentar os juros e que não ia mexer na conta de luz. Aumentou. Disse que não ia mexer nos direitos do trabalhador. Mexeu. A presidente disse que ia fazer uma coisa e fez outra", conclui o texto.

As peças são encerradas com o mote "o Brasil merece a verdade" e o símbolo do partido.

CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa da Folha e assistir o video.

FHC nega pacto de governabilidade e avisa: "O governo Dilma não deve ser salvo !"

Pelo Facebook, Fernando Henrique Cardoso acaba de desmentir a matéria publicada pela Folha de São Paulo, sobre um "pacto" com o PT. A série foi iniciada ontem por Monica Bergamo, tradicional pena petista, com continuidade hoje em matéria de Cátia Seabra. Leiam abaixo:


FHC desmente a matéria da Folha:


"O momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo. Este quer antes de mais nada que se passe a limpo o caso do Petrolão: quer ver responsabilidades definidas e contas prestadas â Justiça. Qualquer conversa não pública com o governo pareceria conchavo na tentativa de salvar o que não deve ser salvo.


Cabe sim que as forças sociais, econômicas e políticas se organizem e dialoguem sobre como corrigir os desmandos do lulo-petismo que levaram o país à crise moral e a economia ä recessão."

O crime por trás das grades

Atualmente, nem a cadeia detém os criminosos. Pelo contrario, é lá de dentro que eles organizam as maiores barbaridades. Ataques a ônibus, golpes, sequestros, é impressionante a quantidade de esquemas que eles comandam lá de dentro. É uma organização e disciplina de fazer inveja a qualquer corporação.

CIQUE AQUI para ver o video incluído no You Tube

Quem diria que Lindbergh, algoz de Collor, se nivelaria a ele anos depois

Em 1992, quando tinha 22 anos de idade, o então presidente da União Nacional dos Estudantes Lindbergh Farias pintou o rosto de verde e amarelo, liderou o movimento que tomou conta das ruas e pressionou o Congresso Nacional a cassar o mandato do presidente Fernando Collor.

A grande projeção pública obtida por Lindbergh o levou à carreira política, tornando-se, anos depois, senador. Seguindo por caminhos tortuosos, eis que ele e Collor se cruzaram e, quem poderia imaginar, tornaram-se aliados.

Desde ontem, com a divulgação da lista dos envolvidos no esquema de achaque aos cofres da Petrobras, Lindbergh e Collor figuram, lado a lado, como dois políticos corruptos.

Não há mais mocinho e bandido. São ambos, agora, farinha do mesmo saco.

José Otávio Germano já responde a outro inquérito relacionado ao Petrolão, no STF

Com o nome citado na lista divulgada ontem pelo Supremo Tribunal Federal, o deputado federal gaúcho José Otávio Germano (PP) já figura em outro inquérito aberto no STF, também relacionado ao Petrolão.

Ele teria participado da intermediação de um repasse de R$ 200 mil ao ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, para favorecer uma empresa de engenharia em licitações da petroleira.

O pagamento, em espécie, teria ocorrido em um hotel de luxo no Rio de Janeiro. A informação do repasse foi feita em depoimento do próprio Costa. O documento embasou a decisão do ministro Teori Zavascki, que autorizou a abertura do inquérito.

Operador do Petrolão não imaginava que a Lava Jato chegaria tão longe

O operador Shinko Nakandakari, que em delação premiada admitiu ter intermediado pagamentos de propina da Galvão Engenharia à Petrobras, afirmou em audiência na Justiça Federal que nem ele, nem os executivos da empresa tinham preocupação com a Operação Lava Jato, que acabou prendendo dirigentes da Galvão.

À pergunta do juiz Sergio Moro se não tinha receio de fazer pagamentos de propina em 2014, quando a Lava Jato já estava em curso, o operador respondeu: "Até que se deu a Operação, em novembro, não tínhamos essa preocupação. Eu e o Erton (Medeiros, diretor da Galvão) não estávamos sabendo da profundidade, nem que isso pudesse chegar a nós".

Ele explicou que a empresa tinha uma necessidade "tão grande" de aprovar aditivos na Petrobras, principalmente referentes à obra da refinaria Abreu e Lima, que houve a liberação de pagamentos de propina. Shinko intermediava a propina entre a Galvão e a diretoria de Serviços da estatal, à época comandada por Renato Duque, que tinha como gerente Pedro Barusco.

Admitiu, ainda, que a Galvão ficou devendo entre R$ 6 milhões a R$ 8 milhões a Barusco. Disse ainda ter encontrado com Duque cerca de dez vezes para fazer esses repasses, que eram de R$ 100 mil cada.

Ex-deputado catarinense envolvido no Petrolão gastou quase R$ 1 milhão em passagens aéreas

O ex-deputado federal João Pizzolatti (PP-SC), que é citado pelo doleiro Alberto Yousseff como beneficiário de uma “mesada” entre R$ 250 mil e R$ 500 mil com recursos desviados da Petrobras, foi o campeão em gastos com passagens aéreas desde que a Câmara dos Deputados acabou com a farra do benefício, em 2009. Ele usou R$ 967.533,58 para viajar durante o mandato, que terminou no fim do ano passado.

De acordo com levantamento do site Congresso em Foco, Vander Loubet (PT-MS) ficou na segunda posição, com gasto de R$ 888.079,71, e Eduardo da Fonte (PP-PE), com R$ 877.805,52, na terceira posição.

Tanto Loubet quanto Fonte também constam na lista entregue pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal como beneficiários no propinoduto do Petrolão.

Dilma e Lula serão investigados pela CPI da Petrobras, assegura Hugo Motta

O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), afirmou que a presidente Dilma e o ex-presidente também serão investigados pela comissão.

"O PMDB é aliado do Planalto, não subserviente. Não pode ser convocado só na hora de tomar o remédio amargo", declarou.

Também serão convocados para depor os empreiteiros relacionados com o Petrolão, além de nomes envolvidos até o pescoço com o propinoduto. O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco abre a rodada na próxima terça-feira.

Chefe da Comunicação da PGR explica o porquê de Dilma não ter pedido de investigação solicitado


Em um vídeo amador feito com celular, provavelmente por um dos jornalistas que aguardavam, ontem à noite, um pronunciamento do procurador-geral Rodrigo Janot, após a divulgação da lista dos políticos envolvidos no Petrolão, a chefe da Comunicação Social da PGR explicou o porquê de Dilma Rousseff não ter tido pedido de investigação solicitado.

Clique acima para ver. Tem 39 segundos, apenas.

Internautas não perdoam e já estão fazendo piada com a lista da Operação Lava Jato

Estas bem que poderiam ter sido criadas pelo José Simão, mas surgiram espontaneamente nas redes sociais, após a divulgação da lista dos envolvidos na Lava Jato:

"Antes, havia os petralhas. Agora, há também os pepetralhas".

"O Palloci pode pedir música no Fantástico. Já é a terceira vez dele!"

"De uma lista de corruptos do PP sem o nome do Paulo Maluf, desconfie."

"Quem diria: 22 anos depois, Collor e Lindbergh Farias na mesma lista de ladrões."

Citado na lista da Lava Jato, vice-governador da Bahia diz que está "cagando e andando"


O vice-governador da Bahia, João Leão (PP), não poupou palavras nem franqueza ao se manifestar, em nota oficial, após ver seu nome incluído na lista dos envolvidos em inquéritos relativos à Operação Lava Jato.

Confira a nota na íntegra, que fala por si:

“Estou tão surpreso quanto tantos outros, não sei porque meu nome saiu. Nem conhecia esse povo. Acredito que pode ter sido por ter recebido recursos em 2010 das empresas que estão envolvidas na operação. Mas, botar meu nome numa zorra dessas? Não entendo. O que pode ser feito é esperar ser citado e me defender. Estou cagando e andando, no bom português, na cabeça desses cornos todos. Sou um cara sério, bato no meu peito e não tenho culpa. Segunda-feira vou para Brasília saber porque estou envolvido. Recebi recursos da OAS (em 2010), mas quem recebeu recursos legais, na conta legal, tem culpa?”

Cunha ataca Janot: "Inquérito atende a interesse do governo"

Janot e Teori não quiseram investigar os R$ 2 milhões que o Petrolão entregou para a campanha de Dilma, 2010.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) insinuou neste sábado que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, incluiu seu nome na lista de investigados da Lava Jato para agradar ao governo e garantir mais um mandato à frente do Ministério Público Federal. Investigado por corrupção e lavagem de dinheiro, Cunha é suspeito de receber recursos do petrolão por duas fontes: doações eleitorais registradas e dinheiro em espécie entregue pelo policial Jayme Alves Cunha de Oliveira Filho, o Careca, em uma casa no Rio de Janeiro.

Quando saiu a lista de parlamentares que serão investigados no Supremo Tribunal Federal, Cunha afirmou que não se pronunciaria até tomar conhecimento dos indícios reunidos pelo Ministério Público. Mas na madrugada deste sábado, em sua conta no Twitter, o presidente da Câmara decidiu apresentar sua versão da história. 

O presidente da Câmera disse que o delator Alberto Youssef é "desqualificado" e argumentou que não pode ser punido por ter recebido doações registradas na Justiça Eleitoral. "Criminalizar a minha doação oficial de campanha, sem criminalizar a dos outros, é um acinte à inteligência de quem quer que seja", afirmou.

Liquidação TOTAL encerra neste domingo em Porto Alegre

A promoção Loucura TOTAL é considerada a maior ação de varejo de shopping center do Rio Grande do Sul, até domingo  (8), atendendo aos consumidores das das 11h às 20h.  Os lojistas prometem , em comemoração do dia internacional da mulher ofertas de última hora com descontos especiais para saldos de estoque e promoções relâmpagos

Tribunal de Justiça fulmina novo pedido para impedir aumento das passagens em Porto Alegre

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) negou ontem um novo pedido para proibir o aumento das tarifas do transporte público em Porto Alegre. No último dia 20 de fevereiro, o pedido foi negado no 1º grau. A decisão é do desembargador João Barcelos de Souza Júnior, da 2ª Câmara Cível, que manteve a determinação da 3ª Vara da Fazenda Pública da capital. Conforme o relatório da EPTC, os índices que mais contribuíram para o reajuste foram o aumento de 8% no salário dos rodoviários, 12% de alta no óleo diesel e a redução de 1,98% no Índice de Passageiros Equivalentes Transportados por Quilômetro (IPK).
 
Conforme o magistrado, não há elementos suficientes a amparar a suspensão do reajuste da passagem de ônibus por liminar. Ele ressaltou ainda que a concessão do pedido, neste momento, poderia causar prejuízo ainda maior para a sociedade. A tarifa do transporte coletivo subiu em 22 de fevereiro. A passagem de ônibus, que custava R$ 2,95, foi para R$ 3,25, um aumento de 10,85%. O preço das lotações é atrelado e também sofreu reajuste, passando de R$ 4,40 para R$ 4,85. Com isso, Porto Alegre passou a ter a quarta tarifa de ônibus mais cara entre as 27 capitais brasileiras.
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