Marta Duplicy, ministra de Dilma e senadora, e os renegados sociais seus aliados, não querem nem ouvir falar em famílias tradicionais como a da foto.
Há muitas previsões no projeto de lei da
psicótica senadora Marta Suplicy : mudanças em passaporte e carteira de identidade,
liberdade absoluta para gays e censura a heterossexuais, vigilância policial
sobre costumes sociais em todas as partes - hospitais, colégios, conselhos de
psicologia, hotéis, restaurantes, locais públicos, meios de comunicação que
serão vigiados, e prisões para quem desrespeitar a nova lei.
Trata-se de algo simplesmente nazista, que não existe em
nenhum lugar do mundo. O Brasil teria centenas de exilados políticos,
principalmente jornalistas, cientistas, psiquiatras, psicólogos que não
poderiam publicar, algo inimaginável. Então a proposta diferenciada para gay é: não discriminá-los, não ofendê-los, não maltratá-los. Ora, mas essa é a regra para todos, não é?
. O Senado votará o monstrengo jurídico esta semana..
. Alguém, que não sejam os renegados socxiais, concorda com isto?
Eis o texto sobre o assunto distribuído pelo próprio Senado:
“A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de
Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade
Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a
indivíduos viciados em práticas homossexuais. De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem
como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a
pena de dois a cinco anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de
discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A mesma
punição se estende aos que incitarem o ódio ou prega rem [contra a] orientação
sexual ou identidade de gênero”.
O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos,
que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a fobia, reconhece
o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre
heterossexuais e LGBTs.
Eis alguns dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade
Sexual propõe:
Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência
estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas
relações afetivas e sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um
problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades
governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente
impedidas de “interferir”.
Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em
todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade,
título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às
expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”. Essa lei
visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados
como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e
mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.
Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de
mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o
corpo).
CLIQUE AQUI para saber mais sobre o Estatuto.