A Associação Nacional dos Procuradores da República elege
hoje a lista de três membros do Ministério Público que serão indicados para o
presidente Jair Bolsonaro, que tem a prerrogativa de escolher o futuro chefe do
órgão até 18 de setembro. A eleição de três nomes para serem escolhidos pelo
presidente não está prevista em lei, mas se tornou uma tradição desde o governo
Lula e há 15 anos o novo procurador-geral da República é um dos indicados pela
categoria.
Neste ano, porém, as especulações no Ministério Público e
no meio político indicam que a tradição pode ser quebrada.
Além disso, a disputa para a sucessão da
procuradora-geral Raquel Dodge nunca foi tão fragmentada. Dodge pode ser
reconduzida para um novo mandato de dois anos, mas ela decidiu não concorrer à
lista tríplice.
Um comentário:
A lista tríplice foi apresentada com Bonsaglia em 1º lugar, seguido de Frischeisen e Blal Dallaoul. A zebra já começa ao se saber que os dois primeiros tiveram as suas teses de doutorados aprovadas logo pelo Lewandowski e, o terceiro, foi empossado como Secretário-Geral do MPU logo pelo Janot, ou seja, e agora, Bolsonaro ? Vai encarar ? O Bonsaglia ainda, inclusive, teve como orientador logo também o Dallari, o mesmo que disse ter sido o impeachment da Dilma o mesmo que se rasgar a Constituição, ou seja, vai ver que foi por isso, então, que o amigo Lewandowski preferiu então remendá-la, fatiando-a de cabo a rabo ! Eh! Bolsonaro, "se correr o bicho pega e se ficar o bicho come", esta é que é a verdade ! E do lado de cá está logo a esperançosa Dodge !
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