Banrisul lança BanriCard Programas Sociais

A Banrisul Cartões, empresa do Grupo Banrisul, lançou o produto BanriCard Programas Sociais para o atendimento de programas governamentais, substituindo o processo tradicional de fornecimento de bolsas, cestas básicas e medicamentos. O novo cartão conta com senha e pode ser utilizado para compras em estabelecimentos comerciais.

Segundo o diretor Comercial da empresa, Antônio Antunes, a principal vantagem do produto é a praticidade:

- Com esse cartão, a concessão de benefícios é eficiente e segura, pois a gestão é online, a carga nos cartões é programada e os beneficiários não precisam sacar e transportar dinheiro.

Outra característica do BanriCard Programas Sociais é que o contratante determina onde as compras dos beneficiários poderão ser realizadas, podendo focar em segmentos de comércio específicos e também em um município ou região geográfica de interesse.
    
- O produto pode ser contratado nas agências do Banrisul pelas prefeituras municipais, Governo do Estado e órgãos públicos.

STF manda reativar imediatamente os serviços de WhatsApp

A decisão foi tomada há pouco em Brasília. O presdidente do STF, Ricardo Lewandowski considerou a decisão da juíza de Duque de Caxias desproporcional e disse que "a suspensão do serviço aparentemente viola o preceito fundamental da liberdade de expressão e comunicação (artigo 5º, inciso IX, da Constituição Federal) e a legislação de regência sobre a matéria.

O CNJ já tinha puxaado a orelha de outro juiz que também extrapolou.

Artigo, Enio Meneghetti - A maior láurea

Em 2010, em  Santa Catarina, Lula bradou em um comício: “Precisamos extirpar o DEM da política brasileira”.

Esta talvez tenha sido a maior láurea de um partido de oposição. Ser capaz de despertar o ódio de Lula.

Num episódio pouco lembrado, na CPI dos Correios Duda Mendonça prestou um depoimento admitindo ter recebido pagamentos no exterior por serviços prestados na campanha de Lula. Ante a ilegalidade, esteve por ser encaminhado um pedido de impeachment contra ele.

Sentindo a própria vulnerabilidade, Lula mandou que asseclas procurassem  o PSDB para pedir que não entrassem com o pedido. “Em nome da democracia”, “da governabilidade”, e “das instituições”, diziam, seria muito arriscado naquele momento a tramitação de tal pedido.

Em troca, Lula, comprometia não concorrer à reeleição. Roberto Jeferson já havia revelado Marcos Valério e o mensalão. Dirceu estava acuado.   

O DEM foi inicialmente contrário a atender o pedido. FHC e Serra, entre outras lideranças, conseguiram que o Democratas concordasse em desistir do pedido de impeachment.  

Mas Lula conseguiu o que parecia impossível. Recuperou sua popularidade, descumpriu o acordo seguiu em frente  e reelegeu-se.  Elegeu um poste como sucessora e arrasou o país, conforme o petrolão e a Lava Jato demonstraram.  

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Lulopetista já defende até tiro na cabeça do juiz Sérgio Moro

Ao lado, um furioso lulopetista pede a morte de Sérgio Moro.


"Convém que, por ora, as gravações apontadas como ilegais permaneçam sob sigilo e isoladas dos demais elementos de prova já colhidos nos demais processos em curso na instância de piso (13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba), até o exame definitivo da presente reclamação pelo ministro Teori Zavascki
Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo.

Desde a trabalhada com a posse e a desposse da Casa Civil Lula treme de medo. É um trapo. O blogueiro Josias de Souza chama este estado mental de “morofobia”(*). 

A rigor Lula só estava sob a guarda do STF pelos excessos de zelo de Zavascki. Havia ainda aquele vínculo com Delcídio até o líder de Dilma ser preso e cassado. Delcídio apontou Lula e Dilma como mandantes da conspiração para calar Cerveró. 

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Ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, no Conjur: "Ministério Público se afastou da Constituição"

Na época em que eles sorriam: Dilma, Aragão e Jaques Wagner.


Sob o título "Sede de condenar - Ao se apaixonar pelo fetiche criminalista, MP se afastou da Constituição", o site Conjur publica entrevista que o competente repórter Sérgio Rodas produziu com o ex-ministro da Justiça de Dilma, Eugênio Aragão, membro do MP. Ele ataca sobretudo seu chefe, Rodrigo Janot. 

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O Ministério Público brasileiro de hoje não é aquele que foi idealizado pela Constituição Federal de 1988. A entidade desenhada pela Carta Magna seria aberta para a sociedade, a quem ouviria, prestaria contas e direcionaria sua atuação. Mas as intenções dos constituintes não se concretizaram. O MP se fechou, e adquiriu o desejo de punir. Com isso, perdeu o status de agente do progresso. Esse é o diagnóstico do procurador da República Eugênio Aragão, último ministro da Justiça da presidente afastada Dilma Rousseff.

“O órgão se ideologizou, se apaixonou pelo fetiche criminalista, e relegou muitas de suas funções mais preciosas em nome de um fortalecimento da perseguição penal. Com isso, ele deu uma guinada para a direita – hoje, o MP é profundamente conservador. Não foi bem isso que a gente pensava quando brigou na Assembleia Constituinte pelo fortalecimento do MP”, avalia.

ConJur – Como o senhor avalia o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff? As garantias do contraditório e da ampla defesa estão sendo respeitadas?

Eugênio Aragão – Não. 

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As entranhas do aparato policial do Estado sob os governos do PT

Ao instrumentalizar a Polícia Federal, o governo Lula e seus ministros da Justiça - Márcio Thomaz Bastos, Tarso Genro e Barreto - agregaram nela o "poder de informação”, área de inteligência deslocada da Abin, após a constatação de que ela não conseguiria resultados, simplesmente por falta do poder de polícia.
     
Sob Lula, a Polícia Federal passou a fazer os informes sob o título de "Relatório de Inteligência" ou de "Relatórios Circunstanciados de Inteligência", que são depois juntados a inquéritos e a processos, portanto peças de polícia judiciária, um substrato material para indiciamento, acusações e condenações.

Tudo isto é o que conta o delegado Romeu Tuma Júnior no seu livro "Assassinato de Reputações", página 73.
     
Nem a ditadura tinha pensado em algo semelhante.

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Quarta será dia de Medina Osório no MPE e Federasul

Antes da palestra que fará ao meio dia no Tá na Mesa da Federasul, o novo Advogado Geral da União, o gaúcho Fábio Medina Osório, falará para os membros do Ministério Público do RS.

Será as 9h, no auditório da sede do MPE.

A conversa é sobre "novos paradigmas no combate à corrupçao".

Coco Bambu abrirá em setembro no Iguatemi de Porto Alegre

A rede de restaurantes de fruto do mar Coco Bambu, que é de Fortaleza, Ceará, abrirá em março a maior loja do novíssimo Iguatemi, Porto Alegre, com três andares e 550 lugares.

Antes disto, no mês que vem, a rede inaugurará seu restaurante de Miami, na região mais central da cidade dos EUA.

Algumas das casas do Coco Bambu são enormes, como a de Brasília, que tem 1.100 lugares e está sempre lotada.

CLIQUE AQUI para ler o que escreve sobre o restaurante a jornalista Mariana Kalil. Na página há também uma galeria de fotos.

Estes são os senadores que querem punir o juiz Sérgio Moro

Senadores que assinam o documento para abertura de processo disciplinar contra o Juiz Sérgio Moro são:

1. Ângela Portela (PT-RR),
2. Donizeti Nogueira (PT-TO),
3. Fátima Bezerra (PT-RN),
4. Regina Sousa (PT-PI),
5. Humberto Costa (PT-PE),
6. Paulo Rocha (PT-PA),
7. Lindbergh Farias (PT-RJ),
8. Gleisi Hoffmann (PT-PR),
9. Jorge Viana (PT-AC),
10. José Pimentel (PT-CE),
11. Lídice da Mata (PSB-BA),
12. Roberto Requião (PMDB-PR),
13. Telmário Mota (PDT-RR),

14. Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Telegram: saiba como usar a melhor alternativa ao WhatsApp

Este serviço do site UOL ensina como usar o Telegram como alternativa ao WhatsApp, novamente interditado por uma ordem judicial burra, ilegal e inaceitável.

O aplicativo funciona basicamente da mesma forma que o adversário, baseando-se na sua lista de contatos do celular para criar chats e conversas em grupo. O app apenas usa o número de telefone de cada usuário para montar um perfil.


Não é à toa que o Telegram foi a primeira opção dos "órfãos" de Whatsapp. O aplicativo roda muito bem e rapidamente em qualquer aparelho, independentemente das configurações. Enquanto o Whatsapp chega a ocupar 7MB de memória RAM em modo suspenso, o Telegram não passa de 5MB, por exemplo.

CLIQUE AQUI para saber como usar o Telegram, conforme serviço do UOL.

Atrasos nos repasses dos consignados já criam constrangimentos para servidores estaduais do RS

A Associação Brasileira de Bancos, que representa os bancos médios, e a Febraban, confirmam que estão incomodadas com os arasos nos repasses dos consignados por parte do governo Sartori.

São R$ 13 milhões por mês.

O problema é que o governo atraso os pagamentos dos salários e atrasa os repasses dos consignados.

No RS, 75% das consignações em foloha estão com o B}
anrisul e o restante nos demais bancos.

No Estado, existem relatos de servidores que buscaram renovar o consignado em bancos como a Caixa Federal e tiveram o pedido negado porque o Estado havia deixado de fzer o repasse ao banco.

Febraban confirma que governo gaúcho atrasa repasses dos consignados

A Federação Brasileira dos Bancos, Febraban, confirma que o governo do RS não está repassando os valores devidos pelos se3rvidores no âmbito dos empréstimos consigtnados que3 eles tomasram. Os atrasos não são negociados com os bancos. O governo estadual admite que atrasa os salários dos servidores desde fevereiro. Os salários de junho foram parcelados e resultarasm quitados apenasa dia 12.

Quando há atrasos nos pagamentos dos salários, o governo costuma depositar o dinheiro retido dos servidores até o décimo dia útil do mês seguinte.

O Estado retira R$ 130 milhões dos salários dos servidores para repassar aos bancos.

Alguns bancos já avisaram que poderão interromper novos contratos.

Justiça do Rio manda bloquear o WhatsApp em todo o Brasil

A Justiça do Rio de Janeiro confirmou nesta terça-feira a determinação de uma juíza para o bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil.

As empresas de telefonia foram notificadas por volta das 11h30 da decisão, que deve ser cumprida imediatamente.

Segundo a GloboNews (canal 40 da Oi TV), o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, foi notificado três vezes para interceptar mensagens que seriam usadas durante investigação policial na Baixada Fluminense, mas não cumpriu a medida.

Esta é a terceira vez que o aplicativo é bloqueado no país.

Turistas desonestos surpreendem a Lugano, Gramado, RS

A campanha diz:"Você acredia num Brasil sem corruptos ? A Lugano acredita". Pelo jeito, só a Lugano acredita.

A Lugano, fábrica de chocolates Gramado, encerrou em meio a muitas surpresas a campanha que fez para testar a honestidade dos turistas brasileiros que visitam as suas lojas.

É que uma grande parte é desonestíssima. Em algumas lojas, quase a metade dos consumidores furtou os chocolates expostos.

São surpreendentes os números dos que retiraram chocolates das gôndolas das suas lojas sem pagar, ignorando a advertência para que o próprio consumidor efetuasse o pagamento depois de retirada a mercadoria:

- 21,3% a até 39,5%, dependendo da loja.

Nada que os corruptos do PT que governaram o Brasil, que já estão na cadeia, não explique. O mau exemplo vem de cima. Será que os políticos são o espelho de quem os elege ?

Artigo, Luan Sperandio Teixeira - O PT teve chance de salvar o País e não quis

Desde o início da crise brasileira, economistas vêm endossando a necessidade de se fazer um ajuste fiscal. E, de todas as propostas do governo interino para impedir o abismo, a mais interessante até aqui, apesar da demora em reverter o déficit, é a de limitação do crescimento do gasto público. Nas palavras de Marcos Lisboa e Samuel Pessoa, isso permitiria o melhor enfrentamento aos graves desafios do país e a preservação das políticas sociais que protegem os grupos mais vulneráveis. Ocorre que, há 10 anos, o Governo Lula teve a oportunidade de fazê-lo, mas não quis.

O problema das contas públicas brasileiras é estrutural e decorre de normas que regulam as políticas públicas as quais resultam em alto crescimento dos gastos. Ao longo dos últimos 25 anos, a despesa pública tem crescido a uma taxa maior que a renda nacional, fazendo com que o governo aumente a carga tributária para que o aumento de receita possa custear isso, ocasionando uma das maiores cargas tributárias do mundo.

O caso é que o problema do gasto público foi diagnosticado em 2004, sendo que, à época, o Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Antonio Palocci, propuseram a realização de ajuste fiscal de longo prazo, mirando um horizonte de 10 anos.

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Ministério Público vai denunciar Lirio Parisotto à Justiça

O promotor responsável pela análise do caso, Carlos Bruno Gaya da Costa, deve anunciar ainda nesta semana a decisão de denunciar o empresário Lírio Parisotto por agressão. Como já deu declarações em que confirmou a violência, é esperado que ele dê prosseguimento ao caso, encaminhando-o à Justiça.

A modelo foi para as redes sociais com textos e fotos (veja ao lado).

O empresário gaúcho, dono da RBS de Santa Catarina e da Videolar, alegou ao MPE de São Paulo que apanhava muito de Luiza Brunet, reagindo simplesmente às agressões.

O caso de violência começou em Nova Iorque, depois que Parisotto protagonizou uma cena de ciúmes em pleno restaurante onde o casal jantava. Em casa, o empresário atacou Luiza Brunet com chutes e socos. Ela conseguiu fugir para o quarto, onde se trancou. No dia seguinte, voltou ao Brasil.

Lirio Parisotto quebrou quatro costelas de Brunet. 

Rodrigo Maia submete-se ao PCdoB, amarela e também boicota criação da CPI da UNE

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai manter a decisão de seu antecessor, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a criação da CPI da UNE. Maia, no entanto, já reviu duas decisões de Maranhão e resolveu encurtar a vida das CPIs do Carf e da Funai e Incra.

Maia foi um dos signatários da CPI da UNE, mas disse que não vai revogar o despacho de Maranhão sobre uma questão de ordem formulada pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), seu aliado, cujo Partido costuma comandar os negócios da UNE. Ao enterrar a CPI da UNE, Maranhão concordou com a tese de que não havia fato determinado para investigação. “Não vou fazer nada contra a decisão dele”, disse Rodrigo Maia.

As decisões de Maia estão atreladas a um acordo formulado nos bastidores entre os principais líderes da Casa para impedir que CPIs sejam instaladas na Casa com objetivos “obscuros”. “É preciso pacificar a Casa e romper com radicalismos. A lógica é acabar com CPIs para atender fins que não se sabem quais”, disse Orlando Silva.

Durante as articulações que culminaram na eleição de Maia chegou-se a comentar nos corredores que ele teria prometido ao PCdoB barrar a CPI em troca de votos. 

Opinião, Genaro Faria - O desmonte das PMs é projeto para concentrar a segurança pública nas mãos da União

Li mais uma notícia sobre o assassinato de um comerciante, que provavelmente vai debitar
a conta da tragédia de uma família nos registros frios de um caso policial, de consequências previsíveis: Arquivado sem solução.
Em sua Porto Alegre, a segurança pública é a mesma de minha Belo Horizonte - nenhuma.
Não há nenhum policiamento ostensivo. E as viaturas não fazem a ronda por falta de peças
de manutenção e de combustível.
Penúria de verbas públicas num estado quebrado? Infelizmente, é mais do que isso.
O PT só não tomou o poder hegemônico do país porque lhe faltaram armas para tanto: as
polícias estaduais e as forças militares. O que foi previsto por cientistas políticos, há anos, e confirmado pelo presidente nacional, Rui Falcão, como você sabe, num manifesto público dirigido aos seus correligionários.
Então, é no mínimo suspeito que esse desmonte das polícia estaduais não seja uma etapa do projeto para concentrar a segurança pública no âmbito da União. Projeto este que eu não diria que tenha sofrido uma inflexão no atual governo interino, mas também não descartaria

essa hipótese. Afinal, são as armas que, em última instância, garante o poder político.

PMDB e PSDB querem retomar PEC que limita Partidos

O recorde de candidaturas na eleição para a presidência da Câmara nesta semana fez o governo endossar um movimento para que PMDB e PSDB, os dois maiores partidos da base aliada do presidente em exercício Michel Temer, retomem no Congresso o debate sobre a imposição de uma cláusula de barreira para limitar a proliferação de legendas e conter a fragmentação partidária.

Isto é o que informa o Estadão. Leia a reportagem:

A cláusula de barreira é um índice que estabelece um porcentual mínimo de votos válidos que cada partido deve obter nas eleições, caso contrário há limitação ou perda de acesso ao Fundo Partidário, ao tempo de TV e atuação parlamentar.

O Congresso aprovou uma cláusula de 5% em 1995, mas, após pressão de pequenos partidos, a restrição foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em dezembro de 2006. Agora, porém, impulsionados pela dificuldade de gerir a crise política com um Congresso cada vez mais fragmentado, Temer deu aval para que grandes partidos de sua coalizão retomem o debate.

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Vitor Hugo acumula Turismo com Cultura no RS

O ex-secretário gaúcho do Turismo, Jovir Costella,. assumiu ontem a cadeira que era de Alexandre Postal na Assembléia do RS.

Vitor Hugo, secretário da Cultura, assumirá o Turismo até que Sartori nomeie novo titular, o que poderá acontecer apenas depois das eleições municipais.
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