Manifestantes protestam contra visita de Dilma a Catanduvas. Comércio apóia e fecha as portas.

Ao lado, o governador tucano Alckmin, ao lado da sorridente Dilma, a quem protege da garoa, como bom serviçal. Esta é a oposição do PSDB de Alckmin. Melhor, no entanto, foi que o governador não mandou espancar os manifestantes anti-Dilma. -



CLIQUE AQUI para examinar video que registra manifestações populares ocorridas hoje em Catanduvas, interior de São Paulo, tudo em protesto contra a visita de Dilma Roussef à cidade.

Dilma foi entregar casas do seu programa Minha Casa, Minha Vida.

Os manifestantes desfilasram com bandeiras, faixas de protesto e vaias.

À medida que a passeata percorria as ruas centrais de Catanduvas, os comerciantes iam fechando as portas das suas lojas para apoiar os protestos.

Dilma, em área fechada, não viu e nem ouviu nada.

Dólar sobe de novo e já é cotado a R$ 3,6084

O dólar comercial operava em alta nesta terça-feira (25), após cair ao longo da manhã, mas fechou o dia cotado a R$ 3,6084.. A Bolsa também subia. 

Há pouco (17h32min), o âncora da CNN, Richard Quest, chamou ao vivo o seu correspondebnte no Rio e perguntou-lhe da dependência do Brasil em relação à China e das razões da deteriorração do real.

É material em inglês, CNN Internacional, para o mundo todo. 

Doleiro Youssef diz na CPI: "Dilma e Lula sempre souberam das propinas do Petrolão. Eles aprovaram tudo".

Youssef disse na CPI que Lula e Dilma sabiam de tudo, confirmando o que já tinha revelado Veja. - 


O doleiro Alberto Youssef, um dos principais delatores da operação Lava Jato, disse nesta terça-feira  que a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinham conhecimento do esquema de desvios de recursos públicos da Petrobras investigado pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal). A declaração foi feita durante a acareação entre Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras na Câmara dos Deputados.

Youssef e Paulo Roberto Costa foram questionados pelo deputado André Moura (PSC-SE) sobre se acreditavam que Dilma tinha conhecimento do esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato durante o período em que ela foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras, entre 2003 e 2010.

"No meu entendimento, quando o Paulo Roberto, nas discussões e nas brigas do partido, ele pedia um sinal do Palácio do Planalto ... No meu entendimento, [Dilma] tinha conhecimento", disse Youssef.
Paulo Roberto Costa, por sua vez, disse que não poderia confirmar se Dilma tinha conhecimento ou não do esquema operado junto à Petrobras. "Como eu já mencionei nos meus depoimentos, nunca conversei com ela sobre esse tema. Agora, não posso afirmar uma coisa que eu não tenho esse conhecimento", afirmou.

André Moura então continuou a pergunta feita a Youssef perguntando se ele acreditava que Costa tinha o aval do ex-presidente Lula e de Dilma para operar o esquema de corrupção junto à Petrobras. 

"O Paulo Roberto tinha sinalização do Palácio do Planalto, tinha sinalização de quem comandava e presidia o conselho de administração, no caso o ex-presidente Lula, a presidente Dilma, seja enquanto presidente, seja enquanto ministra, seja como presidente do conselho de administração, mas que obviamente, qualquer passo dado do seu Paulo Roberto para roubar os cofres públicos a Petrobras tinha a sinalização de quem comandava o país ou a Petrobras, o ex-presidente Lula, a presidente Dilma. É isso?", indagou Moura. "É isso", disse Youssef. 

Delatores duelam na CPI da Petrobrás,mas confirmam repasse de dinheiro sujo para campanha de Dilma

A CPI da Petrobras colocou rente a frente nesta terça-feira dois dos principais delatores do petrolão: o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O objetivo da sessão, que prossegue neste momento (17h18min)  é promover uma acareação para sanar as divergências em depoimentos prestados pela dupla após seus acordos de delação premiada. 

O material a seguir é do site www.veja.com.br, mas a sessão pode ser acompanhada pela TV Câmara.

Leia:

Ao ser questionado sobre um pedido de repasse de dinheiro do esquema de corrupção para a campanha presidencial do PT em 2010, Costa afirmou: "Ratifico que autorizei o repasse de 2 milhões de reais. Ratifico todos os meus depoimentos, integralmente".

Segundo o executivo, o pedido foi feito pelo ex-ministro Antônio Palocci, que coordenava a corrida eleitoral de Dilma Rousseff. Conforme revelou VEJA em setembro do ano passado, Costa disse à força-tarefa da Operação Lava Jato que o doleiro Alberto Youssef foi acionado para viabilizar o repasse à campanha de Dilma. Aos deputados, o ex-diretor confirmou o conteúdo do depoimento.
Já o doleiro, munido de um habeas corpus que o autoriza a ficar calado, quebrou o silêncio para rebater a versão de Costa - mas não negou que a campanha de Dilma tenha recebido dinheiro sujo. "Eu não conheço o Palocci, não conheço o assessor dele ou o irmão e ninguém fez nenhum pedido a mim para que eu pudesse arrebanhar recurso para a campanha de Dilma em 2010", afirmou. O doleiro acrescentou que outro delator está tratando dessa questão. "Vou me reservar ao silêncio porque existe uma investigação nesse assunto do Palocci e logo isso vai ser relevado e esclarecido o assunto. Assim que essa colaboração for noticiada vocês vão saber quem foi que pediu o recurso e quem o repassou."

Os delatores também entraram em contradição ao falar sobre o intermediário do dinheiro sujo pago aos senadores petistas Gleisi Hoffmann (SC) e Humberto Costa (PE). Os dois, no entanto, confirmaram o repasse.

Disse Youssef:

- Quem me fez o pedido foi o Paulo Roberto Costa e eu o executei.

O ex-diretor nega a versão. Gleisi e Costa, de acordo com os delatores, receberam 1 milhão de reais do esquema.


Essa é a primeira vez que dois delatores do petrolão ficam frente a frente no colegiado. Os depoimentos prosseguem.

Bolsa de Nova Iorque trabalhou o dia em alta, mas fechou em queda de 1,30%

O analista Richard Quest, CNN, tenta explicar neste momento o comportamento dos mercados, porque ninguém sabe exatamente o que aconteceu no final da jornada da Bolsa de Nova Iorque, que passou o dia em alta e caiu 1,30-% no final.

Na maadrugada de quarta, Xangai e Tóquio poderão fornecer novas pistaas sobre o comportamento do mercado.

Bolsa de Xangai já perdeu 42% do valor desde junho

Esta informação a seguir é da mesma fonte, a consultoria financeira que o editor acessa a todo momento via Whats App em Londres:

A Bolsa de Xangai perdeu 42% desde junho.

neste momento, 21h10min em Londres, há céu claro e a temperatura é de 18 graus.

81,5% dos catarinenses desaprovam governo Dilma, diz Instituto Paraná Pesquisas

O Instituto Paraná Pesquisas acaba de divulgar uma série de pesquisaas eleitorais e políticas que promoveu em Santa Catarina, tudo para avaliar os governos Dilma, Colombo (estadual) e Cezar Souza (Florianópolis), mas as intenções de voto para a sucessão na Capital.

Avaliação do governo Dilma:

Desaprova, 81,5%
Aprova, 16,3%
Não sabe, 2,3%

O governador Raimundo Colombo, PSD, é fiel aliado de Dilma, de quem tem recebido obras importantes, como a ponte de Laguna.

PTB segue PDT e também anuncia rejeição unânime ao projeto de aumento do ICMS no RS

Depois do PDT, que é da base aliada, mas resolveu por unanimidade rejeitar a proposta do governo Sartori, foi a vez da bancada oposicionista de 5 deputados estaduais do PTB, que decidiu esta tarde que votará unida contra o projeto de aumento do ICMS. Saiu nota assinada por Aloísio Classmann, Ronaldo Santini, Maurício Dziedricki, Luís Augusto Lara e Marcelo Moraes



Pestana poderá substituir Sereno na CGTEE

Carlos Pestana, ex-chefe da Casa Civil de Tarso Genro, poderá substituir o ex-prefeito Sereno Chaise na presidência da CGTEE.

Moro diz que há indícios de que Gleisi recebeu verba de 'natureza criminosa'

Até há pouco, Gleise era a queridinha de Dilma, de quem foi chefe da Casa Civil. Na foto, elas mandam coraçõezinhos para os companheiros. - 


Nesta repotagem de Márcio Falcão e Rubens Valente, o jornal Folha de S. Paulo de hoje revela que em despacho enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), o juiz federal Sergio Moro, do Paraná, afirmou que as investigações da Operação Lava Jato identificaram "indícios de que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) seria beneficiária de valores de possível natureza criminosa", recebendo "pagamentos sem causa".

Leia mais:

De acordo com o documento, a senadora teria sido beneficiária do chamado "Fundo Consist", empresa que teria atuado no desvio de recursos de empréstimos consignados do Ministério do Planejamento –que era comandado pelo marido da senadora, o ex-ministro Paulo Bernardo.

Pelo menos R$ 50 mil desse fundo em pagamentos do esquema teriam sido repassados também em favor da congressista e de pessoas ligadas a ela, além do ex-ministro.

As apurações mostram que os desvios envolviam os escritórios do advogado Guilherme Gonçalves, responsáveis pela coordenação jurídica das campanhas da petista, e o pagamento de propina ligado à atuação da empresa de tecnologia Consist no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e ainda o uso de empresas de fechada.

Ex-ministra da Casa Civil do governo Dilma, Gleisi já é alvo de inquérito no STF que apura sua suposta ligação com o esquema de corrupção na Petrobras.

"Na busca e apreensão realizada no escritório de Gonçalves, foram colhidos documentos que indicam que os valores recebidos da Consist teriam sido em parte utilizados para efetuar pagamentos em favor da senadora", diz Moro.

De acordo com os investigadores, "parte expressiva da remuneração da Consist, cerca de 9,6% do faturamento líquido, foi repassada, a Gonçalves, em Curitiba, que, por sua vez, utilizou esses mesmos recursos para pagamentos associados à senadora Gleisi Hoffmann".

Entre as despesas pagas com esses recursos estariam um débito de R$ 1.344,51, a título de pagamento de multa relacionada ao nome da própria senadora, e débitos relacionados a Zeno Minuzzo e Hernany Bruno Mascarenhas, pessoas ligadas a ela, segundo a autoridade policial.

Em um dos lançamentos de débito junto ao nome de Hernany consta a anotação "salário motorista - cheque 828", enquanto no outro, "Diversos PT, PB, Gleisi".

Para a Polícia Federal, Mascarenhas prestaria serviços de motorista à senadora, enquanto Zeno Minuzzo teria sido secretário de finanças do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores.

Para acobertar os repasses, o escritório teria prestado um ou outro serviço à Consist, mas aparentemente incompatíveis com a remuneração de cerca de R$ 7 milhões.

OPERADORES

Também foram identificados pagamentos da Consist para Milton Pascowitch –que intermediou pagamento de propina ao PT– de cerca de R$ 12 milhões, e ao advogado e ex-vereador do PT Alexandre Romano, que teria recebido R$ 37 milhões da empresa.

"Não foi até o momento identificada causa lícita para os pagamentos da Consist Software para Milton Pascowitch e para Alexandre Romano, tendo o primeiro, aliás, já admitido que inexistia motivo lícito e que os contratos de consultoria celebrados eram mero disfarce para repasse de propina."

Foram rastreados pagamentos pelas empresas do Grupo Consist de parte desses valores a dezenas de empresas de fachada ligadas a Romano ou a terceiros. Há ainda indícios de repasses a servidores do próprio Ministério do Planejamento que teria sido feito mediante pagamento a empresas de fachada.

Aos investigadores, Guilherme Gonçalves alegou que utilizava recursos recebidos a título de honorários advocatícios da Consist para pagar despesas de clientes do escritório, como da senadora ou de pessoas ligadas a ela.

O advogado também afirmou que os débitos seriam relativos a "despesas urgentes" dos clientes –sem esclarecer quais eram–, que posteriormente eram ressarcidas.

O juiz Moro pediu que o STF avalie o desmembramento do processo, uma vez que Gleisi tem foro privilegiado e só pode ser alvo de investigação no Supremo. Ele justificou que não investigou a senadora, se antecipando a eventuais acusações de que usurpou atribuições do STF.

"Importa destacar que os fatos foram descobertos em desdobramento natural das investigações na assim denominada Operação Lava jato e há possíveis ligações com outros fatos apurados no âmbito da referida investigação, pois, como bem apontado pelo MPF, o escritório de Alexandre Romano também recebeu depósitos vultosos das empreiteiras investigadas no âmbito da Operação Lava Jato, assim como o próprio Milton Pascowitch", escreveu.

OUTRO LADO

Em nota, a senadora afirmou que "todo o trabalho do Guilherme Gonçalves consta nas minhas prestações de contas, aprovadas pela Justiça Eleitoral." A petista disse ainda que desconhece relações contratuais que Gonçalves mantém com outros clientes, "assim como qualquer doação ou repasse de recursos da empresa Consist a minha campanha".

A senadora sustentou que, em relação a 2014, "ainda existe débito com seu escritório, o que está a cargo do PT", e que a sua "campanha foi atendida pelo dr. Luiz Fernando Pereira".


A petista destacou que tem uma relação antiga com Gonçalves

Dólar alto derruba compras de brasileiros no exterior

Dólar alto fez compras de brasileiros despencarem 30,4% no exterior, segundo informou esta tarde o Banco Central.

Ontem a noite, no desembarque do Airbus da TAP que veio de Lisboa, Porto Alegre, o editor ficou espantado com as poucas bagagens dos passageiros.

Ninguém trouxe mais do que uma mala.

E magra.

Finalmente a prefeitura vai recuperar a degradada Rua da Praia, Porto Alegre

A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), Porto Alegre, vai lançar até o final do ano a publicação do edital de licitação do projeto de revitalização da Rua dos Andradas, mais conhecida como Rua da Praia, atualmente sob regime de degradação completa.daqui a 90 dias. As obras durarão um ano.

Ao lado, uma imagem da revitalização, conforme projeto de autoria da equipe do arquiteto Rafael Brener da Rosa.

As ilustrações mostram a divisão da rua em três conjuntos. São a faixa central, em paralelepípedos de basalto transferidos da Avenida Ernesto Neugebauer (na Zona Norte, que receberá melhorias), duas mais estreitas, laterais, de concreto e que guardarão fiações, redes de esgoto etc., e, nas extremidades, o calçadão. A ideia é mantê-la com o calçamento original, mas consertado, já que se encontra em péssimas condições de conservação.

A revitalização engloba os 305 metros entre as esquinas com as ruas General Câmara e Marechal Floriano Peixoto e deverá se estender à Rua Uruguai, com as mesmas características. O custo total da obra será de R$ 10 milhões, financiados pela Corporação Andina de Fomento (CAF).

Moro: Dinheiro de empresa da Lava Jato pagou até motorista de Gleisi

O juiz federal Sergio Moro encaminhou nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) os indícios de envolvimento da senadora Gleisi Hoffmann (PT) e do ex-ministro Paulo Bernardo (PT) na Operação Lava Jato. Segundo o despacho, parte do dinheiro repassado da Consist ao escritório do advogado Guilherme Gonçalves foi usado para pagar despesas da senadora. Um dos exemplos citados no despacho de Moro é o pagamento do salário de um motorista de Gleisi.

Reportagem do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, mostrou que documentos e controles apreendidos no escritório de Gonçalves, que foi alvo de mandados de busca e apreensão na 18.ª fase da Operação, mostram repasses da empresa Consist que podem ter ligação com o pagamento de honorários de campanhas da petista.

Segundo os investigadores, Gonçalves era responsável por administrar o “Fundo Consist”. De acordo com o despacho de Moro, uma planilha de fevereiro desse ano apreendida no escritório de Gonçalves revela que no “Fundo Consist, com crédito de R$ 50.078,00, foram efetuados diversos lançamentos de débitos em favor da senadora e de pessoas ligadas a ela”.

Na planilha apreendida estão listados débitos como o pagamento de uma multa relacionada ao nome de Gleisi, no valor de R$ 1,3 mil, e débitos relacionados a Zeno Minuzzo – secretário de finanças do diretório estadual do PT – e Hernany Mascarenhas – motorista.

PDT decidiu que seus oito deputados votarão contra o aumento do ICMS no RS

A bancada do PDT na Assembléia Legislativa do RS decidiu ainda há pouco que votará unida contra o aumento da alíquota do ICMS.

Serão oito votos contra.

A decisão da bancada foi unânime.

O PDT foi a única bancada da base aliada a se manifestar publicamente e de forma unida contra o aumento, mas também no PP a tendência da maioria é fazer o mesmo.

Caso PDT e PP fechem questão, o projeto já nasce morto.

"Podemos até aprovar o aumento, mas apenas se o governo limitar sua vigência ao prazo de dois anos", disse há pouco ao editor o deputado Ênio Bacci, que foi procurado pelo editor.

A decisão irá agora ao exame do PDT, que se reunirá segunda-feira.

Os deputados também votarão contra a extinção da Fundação Zoobotânica.

Nesta quinta,OAB vai liderar ato público contra aumento do ICMS no RS

A OAB/RS vai realizar ato público contra o aumento do ICMS, nesta quinta-feira, 13h30min, na sede da entidade (Rua Washington Luiz, 1110), Porto Alegre. 

O evento tem a participação da CUT, Fecomércio, Fiergs, Federasul, FCDL, Força Sindical e Fórum dos Conselhos Regionais das Profissões Regulamentadas do RS.

O projeto que prevê aumento do ICMS foi protocolado na Assembléia em regime de urgência. 

Xangai despenca de novo, Banco Central da China reduz taxas de juros, mas bolsas reagem bem na Europa e EUA

A consultoria financeira com a qual o editor conversa a todo momento por Whats App, informou desde Londres que o Banco da China cortou novamente a taxa básica de juros, desta vez em 0,25%, reduzindo-a para 4,6% ao ano. O banco também reduziu os depósitos compulsórios e os juros do interbancário, tudo visando combater a queda de liquidez provocada pelas seguidas quedas da Bolsa de Xangai.

É a quinta redução de juros desde novembro do ano passado.

Em Londres, onde choveu muito esta manhã, 17 graus, folhas das árvores já amarelando pela chegada próxima do outono, a Bolsa comemorou alta firme de 2,45% e volume de bom tamanho,m o mesmo que em Nova Iorque.

Esta manhã, a cotação do barril do petróleo brent, do Mar do Norte, esteve cotado a US$ 43,49, alta de 0,8%.

Rodoviários e taxistas protestam contra falta de segurança em Porto Alegre

Os motoristas de ônibus e lotações, cobradores e taxistas realizaram manifestação, na manhã desta terça-feira, contra a falta de segurança nas ruas de Porto Alegre. O principal objetivo é cobrar ações do poder judiciário, já que os trabalhadores dizem ser alvos de criminosos repetidamente presos e liberados pela Justiça.

O grupo se concentrou no Largo Glênio Peres e saiu em caminhada pela avenida Borges de Medeiros até o Tribunal de Justiça do Estado (TJ). Os manifestantes entendem que reforços pontuais de policiamento em Porto Alegre não vêm mostrando resultado suficiente para tranquilizar os funcionários do transporte público.

ANP confirma 22 empresas inscritas em leilão para exploração de petróleo

A ANP (Agência Nacional de Petróleo) aprovou a inscrição de mais 22 empresas para a 13ª Rodada de Licitações para exploração de petróleo no Brasil. Elas vão se somar a outras 12 companhias que já tinham sido aprovadas na semana passada.


Na lista das novas participantes estão a Petrobras e empresas envolvidas na operação Lava Jato, como Queiroz Galvão e UTC. Marcado para o dia 7 de outubro, o leilão vai oferecer 266 blocos em dez bacias sedimentares brasileiras. Não estão incluídas áreas do pré-sal.

Bovespa sobe mais de 2%; dólar é vendido a R$ 3,55


O dólar comercial operava quase estável nesta terça-feira, após cair ao longo da manhã, enquanto a Bolsa subia. Investidores continuavam atentos ao mercado da China. O país anunciou cortes na taxa de jurios e de compulsórios, após novo tombo na bolsa.


Por volta das 13h20, o dólar tinha leve alta de 0,05%, a R$ 3,554 na venda e o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançava 2,08%, a 45.260,08 pontos.

Brasil perdeu R$ 12 bi com recuo de preços internacionais de produtos exportados

O ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, informou que o Brasil perdeu US$ 12 bilhões de receitas no fluxo comercial por causa da queda de preços internacionais dos produtos exportados. O prejuízo, segundo ele, foi contabilizado de janeiro a julho, na comparação com o mesmo período de 2014.

Ao comentar que os problemas na economia chinesa trazem preocupação, Monteiro ressaltou que já vinha sentindo efeitos do enfraquecimento daquele país. "O Brasil já sente um pouco os efeitos dessa desaceleração, porque a queda de preços de commodities que estamos experimentando há alguns anos é reflexo desse processo", disse. "Já estamos sendo afetados. Se houver agravamento dessa situação, evidente que teremos um efeito maior."

Segundo o ministro, a baixa participação do setor exportador no PIB brasileiro acaba sendo um fator de proteção ao País. "O Brasil tem um lado que nos ajuda nessa hora. É que a parcela que nós exportamos do PIB é relativamente pequena. O Brasil ainda é um País fechado", afirmou, respondendo que, às vezes, as fraquezas são as fortalezas do Brasil. "Se nós tivéssemos uma dependência maior do comércio internacional nessa hora, estaríamos mais vulneráveis", explicou.
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