Grupos reduzidos de extrema esquerda em aliança com vândalos atacam no Rio

Um grupo infinitamente menor, agressivo e violento, bem inferior do que aqueles das manifestações monstros ocorridas no Rio, movimentam-se para protestar diante do Maracanã, acenando suas bandeiras de Partidos da extrema esquerda e seus aparelhos sindicais e ongueiros, sobretudo de fraçoes anarquistas e das organizações psólicas. Enquanto os ativistas levantavam bandeiras de partidos e até da Palestina, o repórter Vandrey Pereira fazia gravação e foi hostilizado. O jornalista da TV Globo foi identificado por causa de seu microfone e teve que contar com a ajuda da PM para deixar a confusão. Profissionais das TV's Record e do SBT se assustaram e se afastaram do local.

. Os jornalistas da Folha relataram ao UOL, que representante da FTN (Frente Nacional dos Torcedores), que critica a presença de José Maria Marin no comando da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), João Herminio Marques destaca que o plano dos ativistas é chegar ao estádio. "Não pode ter barreira. Eu, como cidadão, tenho direito de ir ao Maracanã. Se encontrarmos barreiras, vamos ver o que fazer", completou.

. Marques aproveita para fazer coro contra o presidente da CBF. "Estamos aqui contra a permanência de José 'Medalha' Marin na CBF. Ele não tem aptidão moral para comandar o futebol brasileiro. É um filhote da ditadura", atacou o manifestante.

Três estações do metrô carioca estão fechadas por causa das manifestações: Presidente Vargas, Praça 11 e Cidade Nova. Por enquanto, os torcedores chegam ao Maracanã para assistir à final da Copa das Confederações sem dificuldade.A OAB acompanha o ato, para prestar atendimento jurídico a quem precisar de auxílio ou for preso. "Tem excesso dos dois lados, tanto da PM com algumas prisões ilegais, quanto dos manifestantes. Há uma minoria agressiva", disse o advogado da OAB Antonio Carlos Marques, que presta o auxílio com a OAB pelo telefone 21-7825-2185.Brasil e Espanha decidem o título da Copa das Confederações no estádio do Macaranã, neste domingo, a partir das 19h

Fifa fica enfurecida com decisão de Dilma de não entregar taça

No ensaio geral para a cerimônia de encerramento da Copa das Confederações, na noite de sábado, os organizadores retiraram o nome de Dilma Rousseff da coreografia da entrega do troféu ao campeão. Mas, sem saber ainda quem dará a taça ao capitão, a Fifa apenas colocou uma placa com a letra “X” em seu lugar.

. Dilma cancelou sua ida à final, fugindo assim das vaias e no esforço de se distanciar os cartolas da Fifa e da CBF. Nos bastidores, a entidade ficou enfurecida com a decisão de Dilma e que quebra uma tradição de que a competição sempre é concluída com a presença do chefe-de-estado do país-sede.

. Na manhã de hoje, a assessoria de imprensa da Fifa se recusou a dar o nome da pessoa que entregaria o troféu ao campeão, alegando apenas que se trata de um “surpresa”.


- Na bolsa de apostas os nomes mais fortes cotados para entregar a taça de campeão são  de Pelé, Lula ("padrinho" da Copa) e o próprio presidente a Fifa, Josef Blatter.

Planalto não esperava queda tão grande da "popularidade" de Dilma

O resultado da pesquisa Datafolha, indicando queda de 27 pontos na popularidade da presidente Dilma Rousseff, foi acima do pior cenário esperado pelo Palácio do Planalto, que previa um recuo máximo de 20 pontos. Esta é a avaliação reservada de assessores presidenciais. Para eles, a forte queda acelera a pressão por uma reforma ministerial e um freio de arrumação no governo.

. Segundo o jornal Folha de S.Paulo apurou, apesar das resistências da presidente, a maior pressão é por uma mudança na área econômica. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem sido alvo de críticas do mercado e dentro do próprio governo. Em público, assessores da presidente buscaram relativizar a queda de popularidade da presidente, atribuindo o recuo a algo “natural” e “conjuntural” num momento de manifestações no país.


. Depois das manifestações que tomaram as ruas nas últimas semanas, Dilma decidiu não comparecer, neste domingo, ao jogo entre Brasil e Espanha, na final da Copa das Confederações. A ideia inicial de Dilma era ir ao Maracanã, apesar de ter recebido muitas vaia, em Brasília, na abertura da competição, no estádio Nacional (Mané Garrincha). Em 2007, o seu padrinho político, Lula, também foi vaiado no Maracanã, na abertura dos Jogos Pan-Americanos.

Artigo, José Roberto de Toledo, Estadão - Nunca houve uma queda de popularidade como a de Dilma

* Clipping Estadão de domingo.

Não há precedente na curta história desde a redemocratização brasileira de uma queda tão abrupta da popularidade de um presidente quanto a experimentada por Dilma Rousseff nas últimas três semanas. Considerado apenas o saldo da avaliação do governo (ótimo+bom descontado de ruim+péssimo), a presidente perdeu 2 pontos por dia entre 7 e 28 de junho, segundo o Datafolha.

. A velocidade da queda da popularidade de Dilma tem sido 3 vezes mais rápida do que foi a vivida por Luis Inácio Lula da Silva entre agosto e setembro de 2006, por causa do mensalão. É 3,8 vezes mais intensa do que a de Fernando Collor após o confisco da poupança, e 4,5 mais acelerada do que a de Fernando Henrique Cardoso após a desvalorização do real no começo de 1999.

. Chega-se à mesma conclusão analisando-se a série histórica de pesquisas do Ibope, que inclui também o governo de José Sarney. Em nenhum período da história do Brasil desde março de 1986, quando há o primeiro registro de pesquisa de avaliação presidencial, um governante do país perdeu tantos pontos de popularidade em tão poucos dias. É um recorde.


. Isso não significa, porém, que a atual presidente esteja tão impopular quanto tornou-se, por exemplo, FHC após desvalorizar o real, ou Sarney e Collor ao final de seus mandatos.

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Das 50 obras de transporte urbano, apenas uma está pronta

Junho de 2013 deveria ser um mês épico para a presidente Dilma Rousseff. Pela promessa feita ainda no governo Lula, em 2010, a presidente estaria a esta altura inaugurando três grandes obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014: o VLT de Fortaleza e um BRT e um corredor viário em Porto Alegre.

. Com essas obras, já estariam em funcionamento 47 das 50 obras planejadas para as cidades durante a Copa, faltando apenas o BRT e o Monotrilho de Manaus e um corredor viário no Recife.

. A realidade, no entanto, é oposta. Três anos depois do definir a matriz de responsabilidade entre estados, municípios e o governo federal para o programa, uma das 50 intervenções está pronta – um terminal de metrô em Recife, a menor obra prevista para a cidade. Recife, capital de Pernambuco, coincidentemente ou não, estado natal do ex-presidente Lula.

Governo Dilma pode aumentar impostos para compensar novos benefícios


Diante dos protestos nas ruas, o governo federal não descarta aumentar impostos para compensar despesas que surgirem para atender às demandas da sociedade. Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reforçou o compromisso fiscal. “Qualquer renúncia será acompanhada de corte de despesa ou de outra tributação para compensar”, disse Mantega.

. Já é possível calcular em pelo menos R$ 50 bilhões os gastos extras com três propostas apresentadas no mês das manifestações: 10% da receita corrente bruta para a Saúde, isenção de tributos federais para o combustível e novas regras para divisão do Fundo de Participação dos Estados. Nos últimos dez anos, os governos petistas gastaram menos do que o previsto no social: aplicaram só 61% do dinheiro destinado à Saúde e 38% do que seria usado em Educação.


- O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) marca, na manhã deste domingo, R$ 770 bilhões em recolhimento de tributos. O valor representa o total pago pelos brasileiros em tributos federais, estaduais e municipais desde 1º de janeiro.

Boa hora para Lula se mandar para a África, não?, por Ricardo Setti

By, by, Dilma.



- Sempre que pode, o que ocorre em 90% dos casos, Lula foge da crise e desaparece, ora se escondendo sob as saias de alguma auxiliar ou atrás de algum companheiro e ora viajando. É o caso revelado neste domingo pelo jornalista Ricrdo Setti em seu blog em www.veja.com.br Maracanã, hoje ? Nem pensar ! Leia:

Pessoas próximas ao ex-presidente Lula informam que ele embarcou para a África.
O Brasil pegando fogo, e Lula, coerente com sua fuga das ruas de quem sempre se achou o dono delas, sumiu para bem longe.

. A justificativa para esse novo sumiço — desde o caso Rosegate, sobre o qual não dá um pio há 217 dias, Lula não para de viajar para o exterior — é “participar de eventos sobre o combate à Aids e à fome”.

. Procurando algo no site do Instituto Lula, encontra-se a informação seguinte:
“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará no próximo domingo (30) e segunda (1º) de encontro de alto nível na sede da União Africana, em Adis Abeba, Etiópia, para discutir estratégias de combate à fome e à pobreza na África. O evento é organizado pela União Africana (que reúne todos os Estados do continente), a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e o Instituto Lula e contará com parecença de chefes de Estado e ministros africanos e internacionais, além de acadêmicos, representantes de organismos multilaterais e organizações internacionais.”


. Amanhã [hoje], sábado, 29, Lula estará em Lilongwei, capital do Malawi, no sudeste da África, para participar do primeiro encontro da Unaids, o programa da ONU para HIV/AIDS, em parceria com a revista médica britânica Lancet, “sobre a luta global contra HIV/AIDS”.

Governos reduzem tarifas e deixam as contas para os próximos governantes

Clipping
Revista Veja - 30 de junho de 2013

Em meio à onda de protestos que se espalharam pelo país, municípios, estados e o governo federal se apressaram em anunciar medidas para acalmar os ânimos das ruas. Pelo menos 14 capitais brasileiras revogaram o aumento das tarifas de transporte coletivo, além de algumas cidades do interior, depois que milhares de pessoas se manifestaram a favor de passagens mais baratas. O desafio das prefeituras e governos dos estados agora é garantir a transparência no cálculo das tarifas e o impacto nas contas públicas. Muitos dos governos anunciaram a redução, mas ainda não deixaram claro de onde sairá o dinheiro para cobrir os custos. O Tesouro Nacional, que deveria ter a conta na ponta do lápis, tampouco se prontificou a oferecer dados.

As manifestações começaram escoradas no pedido de redução das tarifas, mas deram origem a pautas mais amplas que já surtiram efeito no Congresso. Os transportes motivaram as reações mais rápidas. Assim, alguns prefeitos e governadores - ao que parece - não tiveram tempo de mensurar o tamanho do rombo. Prefeituras como as do Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Campinas não souberam informar ao site de VEJA o quanto terão de desembolsar para subsidiar as tarifas.

O prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ) ostentou o fato de sua gestão não subsidiar sequer um centavo de tarifa de transporte público. E, segundo ele, sabe-se lá como, o Rio de Janeiro continuará não subsidiando o serviço - mesmo com a redução da passagem, de 2,95 para 2,75 reais. "Vamos encontrar caminhos para que não seja necessário injetar dinheiro público nos cofres das empresas de ônibus", disse Paes em coletiva realizada na última semana. Contudo, o prefeito não deixou claro como os custos serão cobertos. Sua aposta é, em teoria, aumentar a eficiência e reduzir os gastos, por meio de investimentos e participação de comissões de auditoria.


Impacto municipal - Primeira cidade a receber os protestos, São Paulo havia feito a conta antes mesmo de revogar o aumento. O impacto será de 175 milhões de reais em 2013 e 300 milhões de reais anualmente até 2016. Já em Porto Alegre, a redução da passagem de 2,85 para 2,80 reais será garantida pela isenção de imposto para as empresas do transporte. O presidente da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), Roberto Bertoncini – que também ocupa o cargo de secretário de Transporte de Porto Alegre - explica que o transporte da cidade não tem subvenção, e a isenção do Imposto Sobre Serviço (ISS) deve cobrir a diferença da arrecadação. Contudo, ele não divulgou números sobre o impacto no orçamento.

Datafolha: Na pesquisa espntânea para 2014, Dilma tem apenas 16%

O Datafolha foi à ruas na quinta e na sexta-feira para saber dos brasileros sobre a sucessão presidencial em 214. Foram entrevistadas 4.717 pessoas em 196 cidades. O cenário hoje mais provável para a sucessão inclui Dilma, Marina Silva (Rede), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Nessa simulação, a petista tinha 51% das intenções de voto nos dias 6 e 7 deste mês. Agora, desceu para 30%. Nesse mesmo cenário, Marina Silva subiu de 16% para 23%. Aécio Neves foi de 14% para 17%. Campos oscilou de 6% para 7%. Os três adversários juntos pularam de 36% para 47%. Nessa hipótese, seria realizado um segundo turno.

. Em outros cenários no qual Dilma aparece como candidata é incluído também o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa --que tem negado intenção de disputar eleições. Nessa hipótese, a petista tem 29% e há três nomes empatados em segundo lugar: Marina (18%), Aécio e Joaquim (15% cada um). Campos pontua 5%. Lula é testado em duas simulações. Numa delas, vai a 45%. Nesse cenário, Marina, Joaquim, Aécio e Campos somam juntos 43% e ficam empatados tecnicamente com o ex-presidente. Haveria possibilidade de segundo turno.


. Outro indicador duro com a atual presidente é na pesquisa espontânea, aquela na qual o entrevistado não é confrontado com uma lista de nomes. A petista já havia caído de 35% para 27% de março para o início de junho. Agora, bateu em 16%. Lula se manteve estável, com 6%. Joaquim Barbosa, que nunca aparecia na pesquisa espontânea, surge com 2%.

Apoio a Copa no Brasil chega a 65% e maioria acha que governo errou ao emprestar dinheiro

O povo brasileiro já foi mais favorável à organização da Copa do Mundo de 2014, aponta pesquisa Datafolha. Segundo o instituto, 65% dos entrevistados aprovam a realização do torneio no Brasil a um ano de sua abertura. Esse índice, no entanto, era de 79% em 2008, um ano após a Fifa anunciar oficialmente que o Mundial seria organizado no país. Um quarto (26%) declarou ser contra o evento, 8% indiferente e 1% não soube responder. Em 2008, apenas 10% das pessoas eram contrárias à Copa do Mundo.

. De acordo com o instituto, 59% das pessoas acreditam que o governo agiu mal ao emprestar dinheiro com juros mais baixos para a construção dos estádios. Um terço (32%) considera que o governo agiu bem e 9% não souberam responder. Sobre o legado do evento, as opiniões são divididas. Em relação aos benefícios da Copa ao povo brasileiro, 48% afirmaram que trará mais benefícios do que prejuízos; já para 44%, mais prejuízos do que benefícios.

. Os mais jovens e os mais escolarizados são os mais pessimistas: respectivamente 50% e 49% pensam que a Copa trará mais prejuízos que benefícios para a população. As regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste mostraram índices de aceitação acima da média nacional: 79% e 74%, respectivamente. Os mais jovens (70%) e os mais humildes (69%) também tiveram aprovação superior à média. As regiões Sul (34%) e Sudeste (33%) foram as que apresentaram os maiores índices de rejeição à Copa do Mundo, assim como os mais escolarizados (36%) e os que ganham entre cinco e dez salários mínimos (37%).

No Facebook, grupo convoca protesto para este domingo no Maracanã

O clima para a final da Copa das Confederações, neste domingo, entre Brasil e Espanha, começará a esquentar já pela manhã, quando está previsto um ato contra a privatização do Maracanã. O Comitê Popular Copa e Olimpíadas Rio, por meio de sua página do Facebook "O Maraca é nosso", está convocando internautas para uma manifestação a partir das 10 horas, com concentração na Praça Saens Pena, na Tijuca.

. "Contra a entrega do nosso estádio! Pela garantia de setores populares com ingressos baratos no novo Maracanã!", diz mensagem publicada na página do Facebook.

. A incerteza sobre o tamanho do protesto torna duvidosa, até o momento, as participações da presidente Dilma Rousseff, do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes – num surpreendente recuo dos governantes da ‘era olímpica’ do Rio. Para minimizar as chances de um vexame, o esquema de policiamento programado é inédito, e segue o ‘padrão Fifa’ de qualidade que os cidadãos têm cobrado para áreas como segurança, educação e saúde. Ao todo, 10.000 agentes estarão envolvidos na proteção dos torcedores, segundo a secretaria de Grandes Eventos, do Ministério da Justiça. Na primeira partida da Copa das Confederações, o total era de 6.000.

- Os editores deste site apostam em vitória brasileira neste domingo por 3x2 contra a Espanha.

Busato derrota oposicionista por 174 x 44 e é o novo presidente do PTB do RS

Por 176 votos contra 44, o deputado e secretário do governo Tarso, Luiz Carlos Busato, derrotou o ex-deputado Caio Riella, candidato da oposição. Busato é o novo presidente estadual do PTB. Na composição do novo diretório, Riella poderá indicar 20% das vagas.


. A eleição ocorreu esta tarde em Porto Alegre. 

Datafolha: Dilma cai 21 pontos e não venceria mais no 1º turno; Marina e Aécio sobem

Após três semanas de manifestações, a taxa de intenção de votos da presidente Dilma caiu até 21 pontos percentuais. Embora ainda lidere a disputa de 2014, Dilma é a pré-candidata que mais perdeu apoio na corrida presidencial e a queda indica que hoje ela teria de enfrentar um segundo turno.

. O cenário hoje mais provável para a sucessão inclui Dilma, Marina Silva (Rede), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Nessa simulação, a petista tinha 51% das intenções de voto nos dias 6 e 7 deste mês. Agora, desceu para 30%. Esse é o mesmo percentual da aprovação de seu governo, apurada no mesmo levantamento e divulgada neste sábado pelo jornal Folha de São Paulo.

. Nesse mesmo cenário, Marina Silva subiu de 16% para 23%. Aécio Neves foi de 14% para 17%. Campos oscilou de 6% para 7%. Nessa hipótese, seria realizado um segundo turno entre a petista e Marina.


. O Datafolha foi à ruas na quinta e na sexta-feira. Entrevistou 4.717 pessoas em 196 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. (Imgem: Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress).

Marcha para Jesus em São Paulo tem críticas contra Lula e gays

Na onda dos acontecimentos das últimas semanas no Brasil, a Marcha para Jesus, que está sendo realizada neste sábado em São Paulo, também dá espaço para manifestações políticas. Por mais que a maioria das faixas no evento seja de cunho religioso, alguns fiéis trouxeram cartazes contra a corrupção e, principalmente, contra o que alguns evangélicos chamam de "ativismo gay".


. Um grupo de fiéis da Assembleia de Deus do Rio de Janeiro trouxe diversas faixas contra os grupos GLBT e cobrando o ex-presidente Lula por mais ações. "Estamos aqui para ajudar a acabar com a corrupção. Nós evangélicos precisamos fazer política também, senão os outros fazem pela gente", afirmou Johnson Werneck, que liderava um grupo de dez fiéis. Werneck contou que veio a São Paulo para a marcha pela segunda vez. No entanto, no ano passado, ele não quis fazer política. "Acho que religião e política se misturam sim. Mas o ativismo é complemento ao louvor", disse.

Pesquisa mostra força do Facebook em Porto Alegre. 85,9% saem às ruas por melhorias na gestão e na ética pública do Brasil.

A enorme força da Internet revelou-se nesta pesquisa do Instituto Methodus, já que 62,12% dos entrevistados revelaram que souberam das manifestações pelo Facebook, 22,2% pela TV, 21,8% pela Internet em geral, 18,6% através de amigos, 9% via rádios e 8% pelo Twitter. Nestas respostas, foram admitidas múltiplas escolhas. O editor examinou a pesquisa em primeira mão, esta tarde. 

A queda na popularidade da presidente Dilma Roussef, registrada neste sábado pelo DataFolha, já tinha sido apanhada esta semana pelo Instituto Methodus, Porto Alegre, que resolveu realizar uma pesquisa de opinião pública diretamente dentro de duas passeatas diferentes realizadas em Porto Alegre, a última das quais, a “Segunda vai ser gigante”, no dia 24 de junho.

. Foram entrevistados 377 manifestantes com uma bateria muito grande de perguntas. 62,2% dos entrevistados foram homens e 38,5% mulheres. Faixa etária: 49,2% até 24 anos; 32,4% entre 25 a 39 anos; 18,4, mais de 40 anos.  Em relação a escolaridade: 9,6%, ensino fundamental; 35,6% ensino médio e 54,8% ensino superior.

. 59,7% dos pesquisados culparam a presidente Dilma Roussef pelos problemas, enquanto 47,5% preferiram culpar o governador Tarso Genro.

. As tabulações muitas vezes parecem ultrapassar o bolo de 100%, mas isto ocorre porque o processo de apuração permitiu mais de uma escolha.

. Entre os culpados pelos problemas que levaram as pessoas às ruas estão também o prefeito José Fortunati (44%), os deputados (35%).

. 85,9% de um total de 100% neste caso, avisaram que foram à rua por um Brasil melhor.

. Eis as respostas sobre as razões que levaram os manifestantes às ruas, divididas as fatias em cima de um único bolo de 100%:
21% -  Passagens mais baratas
18,8% - Corrupção.
16,4% - PEC 37
11,7% - Saúde pública melhor
10,3% - Serviços Públicos melhores
8,5% - Educação pública melhor
20,3% - Outras razões


. A imprensa está sendo muito mal avaliada no serviço de cobertura das manifestações em Porto alegre, porque 72,9% acham que ela é tendenciosa. Percentagem parecida foi atribuída ao modo como o governador Tarso Genro conduz seu governo no caso, já que 68,7% consideram que ele é desrespeitoso. 

Dilma e Cabral já teriam decidido não ir à final da Copa no Rio

A presidente teria conversado com o governador Sério Cabral (PMDB) e ambos decidiram que era melhor não ir ao Maracanã, porque temem que as vaias da abertura se repitam na final.  Dilma teria sido aconselhada por vários interlocutores a não ir ao Rio, entre eles o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB)

Temer e Lula não gostaram da decisão de Dilma de ouvir FHC sobre o plebiscito

Dilma preferiu ouvir FHC sobre o plebiscito.

Além de Lula, também o vice Michel Temer não gostou da consulta que Dilma fez a FHC sobre a convocação de plebiscito para decidir sobre a reforma política. Nas notas a seguir, Mônica Bérgamo, Folha, avisa que Temer continua um poço de mágoa:

 MEU PROFESSOR

Calou fundo no PMDB a iniciativa de Dilma Rousseff de enviar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para uma conversa com Fernando Henrique Cardoso. O ex-presidente foi consultado com antecedência sobre o plebiscito, o que evidenciou ainda mais o desprezo com que Dilma tratou o peemedebista e vice-presidente da República Michel Temer.

MASSA

Um senador do PMDB pergunta, de forma irônica, quantos parlamentares do Congresso são hoje influenciados por FHC. E também quantos movimentos sociais seguem a liderança dele.

Veja desta semana: Por que não fizeram antes?

Ao lado, reprodução da capa de Veja que já circula.



VEJA desta semana analisa a reação atabalhoada de Brasília aos protestos que tomaram o país. A série de reportagens especiais fala ainda dos objetivos ocultos do PT ao propor um plebiscito, do pânico dos mensaleiros depois da prisão do deputado Natan Donadon, do risco político que torna mais difícil repor a economia rumo ao crescimento e do “basta” dos brasileiros ao uso do futebol para fins oficiais.

Queda de Dilma Roussef reposiciona o jogo eleitoral para 2014

Serra volta ao combate.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo (leia em nota a seguir), que aponta queda de 27 pontos na aprovação da presidenta Dilma Roussef (PT), reposiciona as peças no xadrez tucano da sucessão presidencial. É o que prevê o site www.brasil247.com.br deste sábado. Leia tudo:

José Serra, que nunca deixou de se movimentar para aquela que pode ser sua última chance, ganha novo fôlego. Mas não apenas ele.A questão é simples: no cenário pintado pelo Datafolha, agora todos os gatos são pardos, o que abre caminho até mesmo para que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, se apresente e crie um problema a mais para o senador mineiro Aécio Neves. O fermento que faz crescer a ambição dos cardeais do PSDB é o fato de que – a se confirmarem os números do Datafolha, diga-se – desaparece a figura do candidato que vai para o sacrifício numa disputa virtualmente perdida. Há uma possibilidade real de vitória se o jogo for bem feito. O primeiro passo seria conter Serra, o mais pesado entre os nomes do PSDB, muito chamuscado pelas duas últimas derrotas (Dilma e Fernando Haddad, pela Prefeitura de São Paulo). Não será tarefa fácil. O ex-governador paulista já mandou sinais de que, se seus correligionários lhe cassam a legenda, pode se aninhar no Mobilização Democrática, a virtual fusão entre o PMN e o PPS de seu escudeiro Roberto Freire. Uma divisão fatal para o projeto oposicionista.

. Mas divisão não seria um problema exclusivo de PSDB e possíveis aliados. Na base governista, o Datafolha também estimula dissensões. Fortalece claramente as pretensões palacianas do governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), que ganha um argumento a mais para defender um projeto comum em torno de seu nome. Ou mesmo em carreira solo, apresentando-se como a terceira via.

. A queda da popularidade de Dilma também complica a já difícil relação com o PMDB e sua sempre oportunista característica que navegar ao sabor do vento. Quanto menor é a expectativa de poder junto a Dilma, mais a nau peemedebista de aproxima de um porto que possa lhe oferecer segurança.

. É evidente, porém, que Dilma pode se recuperar, se impondo do ponto de vista político, promovendo as mudanças que clamam as ruas clamam, sem o temor de confrontar os interesses da parcela raivosa e conservadora no Congresso Nacional e da chamada grande imprensa.

. Nessa retomada, Lula tem papel fundamental.  Mas é uma aposta e um risco. Ao se expor em defesa de Dilma, o ex-presidente pode ressurgir como uma espécie de salvador da pátria num contexto de crise sistêmica.

. E com Lula – o PSDB sabe bem –, o buraco é mais embaixo.

Artigo, Percival Puggina - A hora não é agora

Para entender o princípio diretor de todas as estratégias petistas não é preciso ser mestre em xadrez, treinado a antecipar sucessivas consequências de um lance. Basta saber isto: o PT jamais, em hipótese alguma, defenderá causa política na qual não leve vantagem. Entendido o axioma, fica fácil deduzir que propostas de reforma eleitoral apresentadas e defendidas pelos petistas precisam ser rejeitadas pela origem.

. Entre os poucos fios condutores capazes de unir todos os movimentos de massa destes últimos dias está o monumental repúdio à conduta dos políticos e às instituições nacionais. Nosso modelo é velho na forma e velhaco na execução. A desfaçatez, as ostentações e as malfeitorias que saltitam como pipoca na panela revoltam a população. Os raros afluentes de água limpa que chegam ao mundo político perdem seus efeitos na turbidez dos negócios. Torna-se impossível, então, não sentir o dedo indicador atraído como agulha de bússola para o norte e para o topo das instituições políticas. Ali - bem ali, oh! - onde senta e fala a chefia de Estado, antes Lula e hoje Dilma.


. E Dilma veio às falas.

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