O caso envolvendo o Banco Master completa um mês sem avanços decisórios relevantes na Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde 12 de setembro, quando o presidente da Corte, Edson Fachin, determinou a transferência dos processos para seu gabinete, pedidos de liberdade e medidas necessárias ao avanço das investigações aguardam análise.
O impasse amplia a pressão sobre o tribunal em uma investigação que envolve suspeitas de fraudes financeiras e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A situação também expõe divergências internas sobre a condução dos processos. O ministro André Mendonça, que era o relator das investigações, permanece no centro da disputa sobre quem deve decidir os pedidos pendentes.
A indefinição sobre a tramitação também alcança recursos apresentados por investigados presos. Entre os casos que aguardam encaminhamento está o pedido de liberdade de Daniel Vorcaro, além de recursos de outros investigados.
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