Extrema-esquerda francesa transforma protestos em palco de caos, saques e vandalismo

A França enfrenta uma onda de violência que não pode ser romantizada nem confundida com manifestação democrática. O que começou com reivindicações estudantis por melhorias na educação ganhou contornos preocupantes, com confrontos, incêndios, depredações e assalto a lojas e supermercados. Protestar é um direito, mas saquear lojas, destruir restaurantes, incendiar igrejas e atacar monumentos não é luta social: é crime. Quem transforma reivindicações em pretexto para vandalismo precisa responder perante a Justiça, sem privilégios ou desculpas ideológicas. 

O mais revoltante do protesto da extrema-esquerda é imaginar comerciantes que passaram anos construindo seus negócios vendo vitrines destruídas, mercadorias roubadas e estabelecimentos arrasados por grupos que não demonstram qualquer respeito pelo trabalho alheio. Igrejas, escolas e monumentos também não podem virar alvos de uma multidão enfurecida. Foram mais de 500 detenções em sua grande maioria imigrantes oriundos de países da África e Oriente-Medio. 

A França não precisa de mais discursos para justificar a violência: precisa de autoridade, justiça e proteção para os cidadãos honestos. Quem destrói, incendeia e saqueia deve enfrentar as consequências e quem governa precisa responder pelo fracasso das políticas que ajudaram a alimentar a crise.

Este é o homem dos R$ 2 bilhões

Amauri Rodrigues Pinha, citado neste sábado pela lobista Roberta Luchsinger pelo seu envolvimento com o governo federal, é presidente do Conselho de Administração da ECB (Empresa Construtora Brasil), parte do Grupo Mota-Engil. A empresária afirmou que a companhia acumula contratos de R$ 2 bilhões no Brasil desde que o engenheiro assumiu a presidência, em janeiro de 2025.

"Ele é vizinho de Lulinha e frequenta o Palácio do Planalto, a Petrobrás e o Dnit", disse a lobista, amiga de Lulinha.

A Mota-Engil, empresa portuguesa dona da ECB, tem ganhado espaço rapidamente no Brasil. Ela possui 32% de participação societária da gigante chinesa CCCC (China Communications Construction Company).

Roberta Luchsinger pede o imediato impeachment de Lula da Silva. "Ele mente o tempo todo", avisou.

Nas declarações que fez ontem a noite em entrevista bombástica na CNN, a lobista Roberta Luchsinger denunciou que recebe ameaças de morte o tempo todo, pelo menos desde que foi chamada de "Vorcaro de saias" e de "pilantra" por lula.

- Por que ele não chama da mesma forma os seus ministros e empresários envolvidos no caso, principalmente seu filho Lulinha, que fugiu do País e se esconde covardemente ?

Roberta denunciou que sua filha foi atropelada no interior de São Paulo e acha que isto foi retaliação e chantagem para que se fale. 

Ela quer fazer delação premiada e defendeu o impeachment de Lula:

 “Um homem desse não pode continuar na Presidência de um país porque ele mente em coisa pequena, ele mente em coisa grande, ele mente o tempo inteiro. 

Abaixo, veja a entrevista.

Memes comemoram as declarações de Roberta Luchsinger, chamada de "coveira de Lula"

Logo depois da entrevista bombástica e inesperada que a lobista Roberta Luchsinger concedeu para os jornalsitas da CNN (veja no vídeo abaixo), os principais trechos das declarações da amiga de Lulinha viralizam nas redes sociais.

Roberta também é objeto de centenas de memes, nos quais é chamada de "heroína nacional" e é concitada a contar tudo que sabe sobre as roubalheiras do governo do PT e da família Lula da Silva. Ela é chamada de "coveira de Lula".

A Oposição tira proveito máximo das revelações, denúncias e declarações da amiga de Lulinha, que segundo ela é tão covarde quanto o pai:

- Depois que a PF foi para cima de mim, ele sumiu e faz de conta que nunca me conheceu. Seu pai, o presidente Lula, que me chamou de pilantra, é ele, sim, um pilantra, vagabundo, mentiroso e covarde.

Porto Alegre abre a semana com quase 700 vagas de emprego pelo Sine Municipal

O Sine Municipal de Porto Alegre começa a semana com aproximadamente 696 oportunidades de trabalho em diferentes áreas. A partir desta segunda-feira (19), serão disponibilizadas 676 vagas para o público em geral, além de outras 20 destinadas a pessoas com deficiência (PCDs). 

O encaminhamento é gratuito e representa uma oportunidade para quem busca ingressar no mercado de trabalho ou conquistar uma recolocação profissional. As vagas abrangem diferentes áreas de atuação, ampliando as possibilidades para candidatos com perfis e experiências profissionais variados. 

Para obter mais informações, os candidatos podem entrar em contato pelos telefones (51) 3289-2886, (51) 3289-3739 e (51) 3289-6681 ou enviar um e-mail para sine@portoalegre.rs.gov.br.

Opinião do editor - Da mesma forma que Miriam Cordeiro, Roberta Luchsinger vira coveira da candidatura de Lula

Em 1989, outra mulher, Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula, acusou-o de ter dado dinheiro para ela provocar aborto da filha Lurian. O caso ajudou a derrotar Lula e eleger Collor.

O editor acompanhou toda a entrevista de Roberta Luchsinger, a ex-amiga íntima e sócia de Lulinha na intermediação de negócios com o governo Lula, todos eles envolvidos numa teia de troca de influência, favores e dinheiro sujos.

Ela quer fazer delação premiada e contar tudo, mas a PGR, a PF e o STF, nos quais correm três inquéritos contra ela, não querem nem ouvir falar nisto, já que envolve diretamente Lula da Silva.

Roberta pede com razão o impeachment de Lula, acusado por ela como sócio oculto de Lulinha, mentiroso da pior espécie, covarde, pilantra e corrupto.

A entrevista surge como uma bomba de hidrogênio a apenas uma semana das eleições e 24 horas antes do debate que esta noite farão Lula e Flávio, ameaçando sepultar de vez a candidatura do PT.


Roberta Luchsinger responde a três inquéritos no STF. O pior deles é do INSS.

Roberta denuncia ameaças de morte depois que chamou Lula e Lulinha de cúmplices, covardes e mentirosos. Ela pediu o impeachment de Lula.

A lobista Roberta Luchsinger, ex-amiga de Lulinha, é alvo de 3 inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), investigados pela Polícia Federal.

Os principais pontos e focos das investigações são:

• Tráfico de influência e corrupção

Negociações e tratativas sem contratos formais assinados envolvendo o Ministério da Saúde (venda de canabidiol medicinal), a Dataprev e a Telebras.

• Lavagem de dinheiro e desvio do INSS

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