Na investigação da Polícia Federal (PF), a quantia de R$ 300 mil foi citada em depoimentos como um repasse que viria do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o "Careca do INSS".
O papel de Roberta Luchsinger, sócia e amiga de Lulinha, foi o de servir como intermediária e os valores passavam pelas contas dela e de sua empresa (RL Consultoria), incluindo repasses para agências de viagens usadas por Lulinha (como o TTW Group).
A denúncia foi feita por um funcionário de Careca do INSS, mas a Polícia Federal não consegue ir adiante nas investigações porque o relator do inquérito do INSS, André Mendonça, foi desautorizado pelo presidente da Corte, Edson Fachin, que avocou para si o inquérito e sentou em cima.

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