56% aprovam o governo Bolsonaro no Distrito Federal, diz Instituto Paraná

O Instituto Paraná acaba de divulgar pesquisa no Distrito Federal e ela demonstra que 56% da população brasiliense aprova o governo do presidente Jair Bolsonaro, contra 39,1% que o desaprovam.

Veja os números:

Ótimo, 14,8%
Bom, 27,1%
Regular, 25,2%
Ruim, 9,5%
Péssimo, 21,7%
Não sabem ou não opinaram, 1,7%

Os números acima são de manifestação espontânea. Os dados da pesquisa estimulada (apresentando as possíveis respostas) não são muito diferentes.

12 comentários:

Anônimo disse...

POLIBIO!

NA REAL SÃO 67% DE REGULAR A ÓTIMO.

22% SÃO COMUNAS, BANDIDOS, JUMENTOS, MARGINAIS E TRAFICANTES: A ESCÓRIA

Anônimo disse...

Não será em seis meses que vão conseguir consertar o que a esquerda destruiu em 16 anos de governo desastroso e corrupto. Contudo, o governo deveria seguir divulgando publicamente todas as irregularidades encontradas pelo caminho, e não ficar tapeando o buraco negro deixado pela esquerda. Ademais, tem muito que melhorar, mas como a situação encontrada é caótica, estão indo bem.

Anônimo disse...

Se não fosse o bancão de negócios instalado no Congresso Nacional, as melhorias já teriam decolado, mas como lá tudo é negociado corruptivamente, o barco vai indo devagar rumo águas tranquilas e prósperas.

Anônimo disse...



Desigualdade, o outro nome do Brasil.

As disparidades sociais do Brasil criaram uma fratura enorme entre as classes.
Se tem desigualdade, precisa de uma ação do Estado.
Isto é papel do Estado.
O Estado arrecada.
Somos filhos do Iluminismo:
Vivemos em uma sociedade e temos compromisso com todos.
A pobreza passou a ser problema da sociedade, após a Revolução Industrial e a urbanização das cidades.
Não é e nem pode ser, um “salve-se quem puder.”
Rui Barbosa: compromisso com os problemas sociais.
Revolução de 1930: Proteção social e de assistência social.
A situação de miséria e pobreza devem ser afrontadas e vencidas.
A decadência evidente no Brasil fez aflorar um pensamento deslocado das questões sociais.
Rosângela Moro : “O assistencialismo é uma palavra que a gente tem que deixar para trás, tá? A política assistencialista, na minha visão, é uma política de sucesso se você tiver quanto menos pessoas dependendo dessa política”, opinou ela sobre o chamado terceiro setor.
Assistencialismo: política de intervenção para situações de extrema miséria a médio e longo prazo. Precisa de projeto e competência.
IPEA – Tem profissionais capacitados para traçar um projeto para o Brasil.
Será que Bolsonaro também vai destruir o IPEA?
Com pensamento voltado para ações sociais temos a figura do grande empresário Antônio Ermírio de Moraes.
Compromissado com a sociedade, um exemplo disto a sua dedicação ao Hospital Beneficiência Portuguesa.
Indicação de leitura: “Uma história de desigualdade. A concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 – 2013.” Pedro H. G. Ferreira de Souza. Prêmio ANPOCS 2017.

Anônimo disse...

Em 3 ha de terras vou plantar 2000 mudas de árvores nobres para corte em 20 anos. Vai ser minha aposentadoria rural. Espero vender por R$ 2 milhões. Será que vou precisar de autorização para cortar daqui a 20 anos? Será que o governo pode me dar uma garantia?

Anônimo disse...

Anônimo das 14:57, não seria vc por acaso um petista comissionado do IPEA muito preocupado em perder a mamata? O Lula tirou os pobres da pobreza através de decreto.

Anônimo disse...

MILAGRE! MILAGRE! MILAGRE!

A extrema direita raivosa começou a acreditar em pesquisas

Anônimo disse...

Anonimo do IPEA de 26 de julho de 2019 14:57

O Gulla construiu 20 milhões de casas populares, resolveu os problemas de habitação há muito tempo.

Anônimo disse...

A desigualdade social termina se todos se abraçarem e trabalharem juntos para um fim comum e para o bem estar de todos.

Mas uma parcela da população não quer trabalhar, não quer estudar, não querem nada com nada, e ainda mais agora com essa cultura do vitimismo social premiada e incentivada com ajuda esmola governamental.

Os moradores de rua, mendigos e desafortunados, são esses que precisam e merecem ajuda humanitária do governo e da sociedade, mas são exatamente esses que são esquecidos por todos.

Os outros que mordem migalhas e vendem o voto no dia da eleição por uma mixaria, são esses que não contribuem, não se esforçam e se satisfazem numa vida empobrecida e acomodada.

Os heróis trabalhadores como exemplo, são aqueles que pegam um ou dois ônibus e até um metrô no caminho para ir trabalhar, e fazem o mesmo trajeto de volta, saindo de casa as cinco da manhã para retornar as dez da noite, e ter apenas parte do sábado, domingo e feriado para aproveitar e viver um pouco no tempo que sobra, e todo esse esforço para no fim do mês receber um mísero salário mínimo ou um pouquinho mais que isso, todos meses, ano após ano.

Essa é a verdadeira vida real, sofrida e difícil de se encarar de frente na luta pela sobrevivência do dia a dia das cidades urbanas repletas de insegurança e violência.

Aqueles que não querem nada com nada e vivem sonhando no conto de fadas e acham que vai cair tudo de mão beijada, estão verdadeiramente enganados.

Posar na calçada em frente de casa com uma lata de cerveja, enquanto na dispensa não tem nem o pão do café da tarde, é a realidade ostentada por pessoas distorcidas que não cresceram pra vida.

Anônimo disse...

A economia destroçar A pela esquerda começa a se organizar. Qualquer pessoa minimamente intelige te sabe que não será fácil mas o governo Bolsonaro está indo bem seus meses de governo e vai consertando o trilho e o trem

Anônimo disse...

A popularidade do "Dilmo" (aquele que só fala besteiras!) está caindo vertiginosamente no resto do país!!!

Anônimo disse...

Pois é! Não se fala mais em urnas eletrônicas! Não eram elas fraudáveis? Quando se é eleito, elas são boas... Quando se perde, elas estão erradas... Hipocrisia não tem lado mesmo: extrema esquerda e extrema direita são IGUAIZINHAS!!!