Temos de admitir: esse foi o ano da vitória da China.Não, não me refiro ao artefato que cobre o rosto, transformando em item obrigatório, por lei, em boa parte do mundo. Escrevo sobre as intenções por trás de medidas como essa, e tantas outras. Dois mil e vinte não ficará marcado como o ano da pandemia, mas sim como o ano do Great Reset, o processo de remodelação da sociedade, para deixá-la mais “inclusiva, verde e tecnológica”, nas palavras de um dos seus principais teóricos, Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial.
Passado quase um ano do início da pandemia, ainda não sabemos qual foi sua origem, apenas que os primeiros casos foram registrados na cidade de Wuhan, na China, onde há um laboratório de manipulação de coronavírus.
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Também não é muito difícil entender as motivações por trás de outros dois personagens principais nesse fatídico 2020: a imprensa tradicional e as empresas de tecnologia que controlam o fluxo de informações pela internet.
Depois de anos de decadência e perda de legitimidade, a imprensa tradicional viu na epidemia uma chance de resgatar sua audiência e se transformar numa fonte “confiável” de informações (...) Enquanto isso, as empresas de tecnologia viram seus lucros explodirem com a aceleração do processo de digitalização da economia.
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