Abril saúde chegada de Michel Temer: "O Brasil vai mudar para melhor"

O presidente da Editora Abril, Walter Longo, que edita Veja, tirou comunicado para os funcionários do grupo, hoje, saudando a vitória do impeachment, ontem, e avisando que a ida de Michel Temer para o lugar de Dilma significará melhoras imediatas em todas as áreas da vida brasileira, mas sobretudo na economia, enfiada atualmente num atoleiro sem perspectiva.

"A partir de hoje o Brasil entrou numa nova fase", disse Walter Longo, que avisou:

- Vamos entrar numa fase onde teremos que trabalhar como sempre e lutar como nunca, com esperança renovada no nosso negócio.

É o que querem os empresários, mais produção e riqueza; e é o que querem os trabalhadores, mais emprego e renda.

Com Dilma isto se tornou impossível.

Veja tira edição extra para comemorar a vitória do impeachment na Câmara dos Deputados

Em reportagem intitulada "O apogeu do PMDB", a revista Veja conta em edição extra desta segunda-feira que o partido que aderiu a todos os governos nos últimos trinta anos está na iminência de voltar ao Palácio do Planalto — de novo, sem votos. Além da Presidência, comandará a Câmara e o Senado e já pensa até em ficar no poder com as eleições de 2018 — desta vez, com votos.

Leia a reportagem de Robson Bonin:

Com a redemocratização do país, o PMDB, agremiação originária da oposição consentida à ditadura militar, conheceu um período de glória. Na segunda metade da década de 80, eram filiados ao partido o presidente da República, escolhido em votação indireta realizada pelo extinto Colégio Eleitoral, 95% dos governadores e os comandantes da Câmara e do Senado. O PMDB gozava de uma hegemonia, mas ela era só aparente. Na primeira eleição direta para presidente após a abertura política, a legenda nem sequer chegou ao segundo turno. Saiu do Planalto abatida por denúncias de corrupção e pela inflação galopante registrada no mandato de José Sarney, mas, mesmo assim, nunca deixou de desfrutar do poder. Petista ou tucano, não houve mandatário capaz de governar sem os peemedebistas. Eles se tornaram a eterna noiva cobiçada, o parceiro preferencial, o aliado imprescindível à governabilidade que vendia caro a sua mercadoria e, por isso, se transformou na marca simbólica e efetiva do fisiologismo. O PMDB raramente se mostrou incomodado com esse papel de coadjuvante. Era muito bem remunerado para representá-lo e, além disso, nunca conquistou os votos necessários para retomar o protagonismo.

A apresentação do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff mudou um pedaço do cenário: o PMDB continua sem votos e sem povo, mas, com o impedimento, o partido não só está pronto para assumir a Presidência da República como planeja permanecer à frente dela por um longo período. Os planos - e essa é a grande novidade e o grande desafio - vão além do eventual mandato de Michel Temer. O PMDB prevê a confirmação do partido como o campeão de prefeituras em 2016, a sua permanência no controle das duas Casas do Congresso em 2017 e 2018 e, finalmente, a sua vitória na próxima sucessão presidencial, em 2018. Seja com Temer, que recebeu menos de 100 000 votos na última eleição para deputado que disputou, seja com outro nome. Postulantes à vaga de candidato não faltam. Entre eles, estão o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e até o senador tucano José Serra, que teria de mudar de legenda. Expressão maior das ambições peemedebistas e há quinze anos na chefia do partido, Temer é a peça central desse projeto. Sua meta inicial, caso ascenda ao poder, é fazer exatamente o contrário do que vem sendo feito pelo PT em terrenos estratégicos. Temer quer estabelecer uma relação harmoniosa com o Congresso, aproveitando-se da experiência acumulada em três mandatos como presidente da Câmara.


Talvez pela euforia da hora, há peemedebistas no entorno do vice que apostam até na possibilidade de o partido abandonar o apetite e limpar a longa folha corrida de desserviços prestados no campo do dinheiro público. Conselheiros de Temer avaliam que, com a estabilidade na economia e a restauração do diálogo político, o PMDB resgatará o país do cadafalso, o que lhe renderá dividendos eleitorais. 

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Debaixo de Rivotril e Olanzapina, Dilma faz seu desabafo: 'Estou tendo sonhos e direitos torturados'

A presidente fez na tarde desta segunda-feira seu primeiro pronunciamento após a aprovação do processo de impeachment pela Câmara.

Ela parecia fora do eixo, provavelmente em função de altas doses de Rivotril e Olanzapina.

Desde o início, Dilma pediu que os repórteres fizessem apenas uma pergunta, mas todos insistiram em fazer duas, desnorteando a presidente.

Apesar de claudicante e confusa, ela garantiu que na quarta-feira o STF autorizará a posse de Lula na Casa Civil.

Dilma avisou que não renunciará e batalhará até o fim, ou seja, até ser cassada. 

Cunha entrega processo de impeachment de Dilma a Renan

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), entregou na tarde desta segunda-feira ao comandante do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o relatório com os autos da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma (PT), aprovado neste domingo.

 O documento tem 36 volumes e 11 anexos. Os dois peemedebistas se reuniram no gabinete do presidente do Senado.

A previsão é que o relatório seja lido no plenário do Senado nesta terça-feira, dando o início oficial dos trâmites na Casa.

O presidente e o relator do colegiado, que terá 21 senadores titulares, devem ser eleitos dentro do prazo de 48 horas. A previsão é que a reunião da comissão deve acontecer nesta quarta-feira, já que quinta-feira é feriado, de Tiradentes. A comissão terá prazo de 10 dias para concluir o trabalho e levar o relatório ao plenário da Casa.

Dólar sobe 2% e fecha a R$ 3,597

O dólar comercial fechou esta segunda-feira em alta de 2,08%, a R$ 3,597 na venda, um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma.

A moeda norte-americana avançou pela segunda sessão seguida. Na sexta-feira, o dólar havia subido 1,38%.

Oi lança Oi Indica e oferece 1GB de dados durante três meses

A Oi lançou hoje o programa Oi Indica, em que clientes de telefonia móvel da companhia e seus amigos ganham 1 GB de dados e 25 minutos de voz para falar com qualquer operadora do país, por mês, durante três meses.

Para participar, basta o cliente Oi indicar um amigo de outra operadora para contratar um plano pré-pago e fazer recarga de R$ 18 ou mais ou um plano controle da Oi. A partir dai, tanto o cliente Oi como o indicado ganham os benefícios.

Como aderir a oferta:

1º O cliente de telefonia móvel da Oi dos planos pré ou Controle indica a Oi para seus amigos de outras operadoras.
2º O amigo indicado compra um chip Oi pré ou controle em qualquer banca de jornal, supermercado, loja Oi ou outro estabelecimento credenciado.
3º O indicado faz uma recarga de R$ 18 ou mais em até cinco dias após a ativação. Se o indicado ativar um plano Oi Mais Controle, não precisa realizar uma recargas extras.

Saiba mais em www.oi.com.br/oiindica

LEDCON lança o "Pateo Augusta": empreendimento moderno e sustentável em Porto Alegre

A incorporadora LEDCON estreia no mercado gaúcho com o empreendimento “Pateo Augusta”, localizado no bairro Menino Deus, em Porto Alegre e com previsão de entrega para  março de 2019.

O empreendimento oferece vivência de luxo com ares de refúgio e já está completamente capitalizado.

Compromissada com prazos de entrega e sustentabilidade, a incorporadora trabalha com alta qualidade técnica e a proposta de oferecer uma moradia apta a retornar o investimento dos habitantes.

Saiba mais em http://ledcon.com.br/

Vereador Nagelstein, PMDB, protesta contra patrulhamento lulopetista da reitoria da Ufrgs

A Câmara de Vereadores de Porto Alegre votará quarta-feira a moção de repúdio aos atos do reitor da Ufrgs, CarlosAlexandre Netto, do vice-reitor Rui Vicente Opperman e do professor da Faculdade de Direito, Domingos Savio Drech da Silveira, tudo porque segundo o autor da proposta, o vereador Valter Nagelstein, PMDB, o trio "ofendeu o artigo 4o do Regimento Interno da Universidade, que proíbe a tomada deposição de caráter político-partidária", coisa que fizeram ao apoiar atos públicos de apoio ao PT e ao governo Dilma Roussef.

No dia 30 de março, a Ufrgs promoveu ato público "em favor do governo da presidente Dilma Roussef".

Na moção, diz o vereador Nagelstein:

- Defendo o que propõe o movimento Escola sem partido: que estudantes devem ter o direito de conhecer o mundo, a história, as idéias e as ideologias. E livres formarem suas convicções. Não é o que vemos na Ufrgs. 

Artigo, Antonio Britto - Temer x Temer, o dia seguinte

Quando morreu Tancredo e assumiu Itamar, Britto virou ministro da Previdência. Agora, outro vice poderá assumir. 

CLIQUE AQUI para ler, também, entrevista de hoje de FHC a Brian Winters, revista America's Quaterly, sobre o day after. 


Simples assim: um novo Governo não é automaticamente o oposto daquele a quem combateu.

O sentimento majoritário dos brasileiros contra o Governo Dilma, o aparelhamento do estado, os reiterados casos de corrupção, a frustração com o PT, o desemprego, a caótica gestão econômica poderiam ser- e foram – capazes de aprovar a etapa fundamental do impeachment, ontem, na Câmara dos Deputados.

Mas o oposto de tudo que não se aceita mais não se transforma milagrosamente no que queremos.

Um governo  Michel Temer, a se confirmar no Senado Federal o resultado da Câmara dos Deputados, terá enormes e difíceis desafios para ao mesmo tempo:  desarmar espíritos no País, estabelecer prioridades nacionais em vez de partidárias, soluções estruturais no lugar de improvisações, luta sem tréguas contra  a corrupção e, ainda, propostas que imponham sacrifícios em um ambiente político corroído pelo populismo e pelo sentimento de que o Estado pode tudo e tem recursos para tudo.

Não deixa de ser irônico que Michel Temer, reconhecido pela incapacidade de dizer não,  assuma uma situação econômica e social que exige decisões rápidas, firmes e muitas delas impopulares ou claramente distantes do pensamento médio do Congresso Nacional, onde ideias modernas de sociedade e Estado são uma constrangedora minoria.

A primeira e mais importante decisão, Temer poderá tomar sozinho:  escolher se quer  preparar um Governo que dura dois anos e meio, não disputa a reeleição e trabalha olhando para a História ou um Governo que quer durar seis anos e meio, enfrentando e ganhando a eleição presidencial dentro de dois anos e pouco. 

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

Publicidade - Vá esta noite ao Bier Markt, Porto Alegre

1o lugar de Veja, cinco anos seguidos, na categoria
Reserve confraternização com seus amores, colegas, funcionários e amigos. Vá conhecer, hoje, segunda-feira. Melhores cartas de cervejas ou de chopes artesanais. São mais de cem rótulos de diversos Países. Também petiscos inspirados na gastronomia alemã. Mais de 100 rótulos de várias partes do mundo.

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Lupi transforma o PDT em puxadinho do PT ao iniciar expulsão de Giovani Cherini

Giovani Cherini é o herói do dia para seus eleitores e amigos. Ele já tem oferta de várias legendas. 

O PDT começou esta manhã o processo de expulsão do deputado gaúcho Giovani Cherini e mais cinco colegas seus deputados.

Da bancada de 19 deputados, Mario Heringer (MG), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão optaram pelo "sim" à admissibilidade do processo contra a petista, que foi aprovado ontem na Câmara e agora segue ao Senado.

O PDT imaginava que apenas Cherini e Flávia Morais votariam contra o governo.

O caso foi para a Comissão de Ética e terá decisão no dia 30 de maio. 

Até lá, também o senador Lasier Martins poderá ser incluído no rol, porque ele confirmou que votará contra Dilma. 

60% dos dilmistas que foram ao ato do Anhangabaú não querem novas eleições caso caia Dilma

A revista Veja informa no seu site de hoje que cerca de 60% dos manifestantes que compareceram ao ato contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff em São Paulo, neste domingo, se declararam contrários à realização de novas eleições presidenciais, seja qual for o desfecho do processo contra a petista. A tese de novas eleições foi ventilada por alguns setores políticos e também do PT. 

O dado sobre a opinião dos manifestantes que se opõem ao impeachment foi obtido a partir de pesquisa realizada pela startup Lean Survey a pedido de VEJA.com.

Leia a nota do site:

O levantamento mostra também que cerca de dois terços dos entrevistados acreditam que Dilma não será afastada ao final do processo de impeachment, que agora segue para o Senado. Cerca de um terço não acreditam ou não souberam responder se, caso fique no poder, a presidente terá forças e habilidade para resolver aquele que é apontado pelos entrevistados como maior desafio do governo: a crise política.


Para a pesquisa, a empresa Lean Survey entrevistou 317 pessoas na manifestação do Anhangabaú deste domingo. A margem de erro é de 5,5 pontos percentuais, para cima ou para baixo. A Lean Survey utiliza tecnologia mobile e crowdsourcing para realizar pesquisas de campo. Recentemente, foi apontada pelo Movimento 100 Open Startups como a empresa nascente mais atrativa do país.

E se eles tivessem ganho, como seria o dia seguinte ?

Eduardo Cunha mostra pressa. Ele entregará decisão da Câmara as 15h no gabinete de Renan.

Conhecido como Malvado Favorito por boa parte dos defensores do impeachment de Dilma, Cunha encorpou politicamente ao derrotar com humilhação a organização criminosa lulopetista. 


O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, entregará nesta segunda-feira, 18, às 15 horas ao presidente do Senado, Renan Calheiros, a decisão tomada no domingo pelos deputados de admitir o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O encontro, que ocorrerá no gabinete do presidente do Senado, foi confirmado há pouco pela assessoria de Renan.

A reunião de Cunha com Renan deverá contar com a participação de líderes partidários do Senado. O senador do PMDB, que também é presidente do Congresso, terá em seguida encontros com Dilma e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. O peemedebista se reunirá com a presidente às 16h30 no Palácio do Planalto e com Lewandowski às 18 horas no STF.

Renan terá de discutir o rito do impeachment com senadores e também deverá tirar eventuais dúvidas com o presidente do Supremo

Artigo, Darcy F.C. dos Santos - Por que Dilma está caindo!

Dilma e o PT repetem sistematicamente que a presidente  é honesta, que não é acusada de corrupção, que não está na Lava-Jato, que não tem contas no exterior, etc. Tudo isso é verdade, mas não é disso que a estão  acusando.

Apesar de todas as denúncias de corrupção,  atingindo as pessoas mais próximas da Presidente, como Erenice Guerra, que está em quase todas, Dilma se desgastou pelo que mais desgasta os governos: a economia. Não é por outra razão que o velho Karl disse que a economia é a infraestrutura da sociedade. Não há governo que caia quando a economia vai bem. A própria Dilma é exemplo disso até começar a recessão.

Houve diversas “barbeiragens” na condução da política econômica, como o excesso de desonerações fiscais (que reduziu em muito a arrecadação), empréstimos excessivos com juros subsidiados a grandes grupos empresariais (os campeões nacionais), inclusive para uns comprarem outros, alcançando uma cifra perto de R$ 600 bilhões. Isso começou com o governo Lula.

Isso ajudou a elevar os gastos com juros, que já eram excessivos.

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Ministério da Agricultura tem dois superintendentes no RS

Com a correria da negociação de votos pelo Governo Federal às vésperas da votação na Câmara, a superintendência do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul acabou ficando com dois superintendentes.

É desordem no governo Dilma.

O novo ocupante do cargo, Flávio Zacher, do PDT, foi nomeado em edição extra do Diário Oficial da União na sexta-feira. Entretanto, seu antecessor Luciano Maronezi, não foi exonerado e segue trabalhando normalmente em seu gabinete.

Bolsas andam de lado ao redor do mundo

Londres, via WhatsApp

As Bolsas andam de lado nesta segunda-feira:

Xangai, -1,44%
Hong Kong, -0,73%
Tóquio, -3,40%

Londres, -0,04%
Paris, +0,25%
Frankfurt, +0,06%

Nova Iorque abriu há pouco em alta de 0,07%

A queda da Bolsa de Tóquio tem tudo a ver com o terremoto que atingiu o País no final de semana.

Preço do petróleo despenca em londres

Londres, via WhatsApp

Londres amanheceu com céu encoberto, mas a temperatura chegou a 13 graus no início da tarde.
Aqui, o preço do petróleo tipo Brent, Mar do Norte, que vinha subindo por presão dos produtores, caiu forte nesta segunda, tudo por falta de acordo nas negociações sobre o cngelamento dos níveis atuais de produção. Há pouco, o preço do barril valia US$ 42,12, queda de 4%.

PSDB também quer Ana Amélia como relatora do impeachment no Senado


Depois de tocar o Placar do Impeachment na Câmara, o jornalão de SP publica agora o Placar do Impeachment no Senado.


O PSDB defende a escolha da senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP) como relatora do impeachment da presidente Dilma no Senado. O plano do partido é convencer o PMDB a não participar do comando da comissão especial que deve ser formada para apreciar o caso a partir de terça-feira.

Com a maior bancada na Casa, os peemedebistas têm direito a escolher a presidência ou a relatoria da comissão.

Nos bastidores, Temer já teria avalizado a proposta. A “solução” Ana Amélia seria uma saída para dar mais credibilidade a um relatório contra Dilma e amenizar o discurso de golpe defendido pelos petistas.

A gaúcha é tida como um nome alheio à política tradicional.

Anatel determina suspensão de restrição após o fim de franquia

A Agência Nacional de Telecomunicações determinou, cautelarmente, que operadoras de banda larga fixa deixem de restringir o acesso à internet mesmo após o fim da franquia.

A suspensão terá vigência por 90 dias e, em caso de descumprimento da determinação, as empresas estarão sujeitas a multa diária de R$ 150 mil, até o limite de R$ 10 milhões. Às 16 horas, a Anatel dará coletiva sobre o assunto.

Segundo o despacho da Anatel, que está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, a determinação é direcionada às empresas Algar Telecom; Brasil Telecomunicações; Cabo Serviços de Telecomunicações; Claro; Global Village Telecom; OI Móvel; Sky Serviços de Banda Larga; Telefônica Brasil; Telemar Norte Leste; TIM Celular; Sercomtel e Oi S.A.
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