Memória - Artigo, Tarso Genro - Por novas eleições presidenciais.

A nação brasileira está colocada diante do mais grave desafio da história da República. Precisamos definir rapidamente, diante do processo em curso de acelerada degradação nacional e de desagregação social, no bojo da nossa maior crise econômica do século, se o Brasil será uma nação soberana, capaz de afirmar sua autonomia no contexto internacional, ou se nos transformaremos definitivamente em servos de uma ordem global totalitária, que nos recusa o direito de partilhar minimamente das conquistas civilizatórias da humanidade.

O governo brasileiro já não dirige o país. Fernando Henrique abdicou da responsabilidade constitucional de governar, transferindo-a para os gestores dos organismos financeiros das grandes potências e para os especuladores internacionais. Perdeu a autoridade e a credibilidade -interna e externamente-, induzindo o país a uma situação de anomia cujo desfecho, ironicamente, vem sendo adiado apenas pela regulação predatória imposta pelo FMI, que organiza precariamente o caos para combinar seus dois objetivos estratégicos: esgotar todas as possibilidades de expropriação da nação e constituir mecanismos protetivos para minimizar os efeitos da "quebra" do Brasil nas economias de países hegemônicos.

O desfecho dessa situação de ingovernabilidade poderá ser ainda mais grave: são visíveis os sinais de que a deterioração econômica contém a possibilidade concreta de uma crise institucional, que poderá comprometer a ordem constitucional já debilitada e, pela via autoritária -tão sedutora para as nossas elites-, impor à sociedade os "ajustes" preconizados pela ordem global. Mesmo que para tanto o "poder real" tenha que sufocar a reação legítima da sociedade civil e, no limite, reprimir seletiva ou ostensivamente os movimentos sociais.

A nação brasileira, diante de um presidente apático, inepto e irresponsável, precisa reagir com os instrumentos que a Constituição autoriza, mobilizando todas as energias da sociedade civil na perspectiva da construção de um novo contrato social.

CLIQUE AQUI para ler tudo. O artigo de Tarso Genro foi escrito e publicado no dia 25 de janeiro de 1999 e referia-se ao governo FHC.

Chefão do grupo das empreiteiras, Ricardo Pessoa, UTC, assina acordo de delação premiada no Paraná

Ricardo Pessoa, controlador da UTC, o chefão do Clube das Empreiteiras,  assinou ontem um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.
A julgar pelas testemunhas de defesa que Pessoa queria que participassem da ação penal da qual é réu, vem coisa forte aí.

Entre as testemunhas, Pessoa elencou, entre outros, Jaques Wagner, o ex-ministro Paulo Bernardo, Arlindo Chinaglia , Paulinho da Força, Jutahy Júnior, Arnaldo Jardim, Jorge Tadeu Mudalem e José de Filippi Júnior, ex-tesoureiro da campanha de reeleição de Lula, em 2006, e da primeira campanha de Dilma Rousseff, em 2010.

No 2º dia de alta, dólar vai a R$ 2,874, maior valor desde outubro de 2004

O dólar turismo foi vendido hoje a R$ 3,21.

Com que cara ficará agora o ministro Teori Zavascki ? Operador da roubalheira faz delação premiada para dedar Renato Duque.

O engenheiro Shinko Nakandakari, apontado como carregador de malas de dinheiro para o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, começou a ser ouvido pela força-tarefa da Operação Lava Jato. Ele é o primeiro dos 11 operadores de propina, alvos da nona fase das investigações que apuram corrupção em contratos da estatal - batizada de My Way -, que decidiu colaborar com a Justiça.
Segundo o ex-gerente de Engenharia Pedro Barusco - que era braço direito de Duque na Petrobras -, Nakandakari era um dos "operadores" de propina que atuava na Diretoria de Serviços - reduto do PT na estatal
— Shinko entregava pessoalmente o dinheiro em euros, reais ou dólares, sempre na quantia correspondente a aproximadamente R$ 100 mil, normalmente nos hotéis Everest, Sofitel e Ceasar Park, onde 'tomavam um drink ou jantavam — descreveu Barusco.

Nakandakari é importante testemunha para elucidar as relações de Duque com o esquema de propina na Petrobras.

Governo Tarso Genro aplicou calote até nos garçons e cozinheiras do Palácio Piratini

O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS) obteve a condenação do governo do Estado do Rio Grande do Sul em ação civil pública (ACP), obrigando-o a assumir o pagamento direto de obrigações trabalhistas de empregados terceirizados, nos casos de retenção do pagamento das empresas terceirizadoras. A medida atinge todas as terceirizações da Administração Pública estadual. 
A decisão decorre de ação civil pública (ACP) do MPT, ajuizada por conta de atrasos frequentes no pagamento de empregados da empresa Village Trabalhos Terceirizáveis Ltda., responsável pelos serviços de manutenção, limpeza, copeiragem e conservação predial do Palácio Piratini, sede do governo estadual. Os calotes ocorreram durante o governo Tarso Genro. 
Com o propósito de evitar o problema em terceirizações futuras, o MPT propôs termo de ajuste de conduta (TAC) ao governo do Estado para a adoção de medidas que protegessem o direito dos trabalhadores terceirizados. A Procuradoria Geral do Estado (PGE) se negou a firmar o TAC. 

Explosão em plataforma da Petrobras deixa 3 mortos e vários feridos

Uma explosão na Plataforma da Petrobras, FPSO Cidade São Mateus (foto), deixou três mortos e 15 pessoas feridas na tarde desta quarta-feira, por volta das 14h50. Seis trabalhadores estão desaparecidos.

O navio está na região litorânea de Aracruz, Norte do Espírito Santo. Todas as vítimas são de uma empresa terceirizada.

Segundo informações ainda não confirmadas oficialmente pela estatal, houve uma explosão no navio-plataforma, após um vazamento na casa de bombas. As vítimas estão sendo trazidas para o Aeroporto de Vitória de helicóptero. O primeiro ferido chegou às 15h40 e foi encaminhado, de ambulância, para um hospital.

Decisão do STF de livrar Renato Duque engrossa coro pelo impeachment de Dilma

No seu comentário de hoje no blog que mantém na Veja, Felipe Moura Brasil manifesta indignação e diz que os estelionatos eleitorais da presidente Dilma Rousseff e os 200 milhões de dólares roubados pelo PT na Petrobras, segundo Pedro Barusco, parecem pouco na ótica dos ministros do STF, porque o povo brasileiro tem mais um motivo para ir às ruas no protesto marcado para o dia 15 de março: por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça-feira mandar prender o afilhado político do mensaleiro petista José Dirceu e ex-diretor de Serviços da estatal, Renato Duque, apontado pelos investigadores da Operação Lava Jato da Polícia Federal como um dos principais arrecadadores de propina do PT. Leia tudo, a seguir -  Os ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia acataram o argumento do relator Teori Zavascki, segundo o qual o risco de Duque fugir do país, apontado pelo juiz Sergio Moro e pelo Ministério Público Federal, não é o suficiente para que seja decretada a prisão preventiva. “O fato de manter valores no exterior, por si só não constitui motivo suficiente para supor risco de fuga. Não se pode dizer que qualquer dos réus não tenha recurso para fugir do país. Se fosse fundamento legítimo, teríamos que decretar prisão preventiva de modo geral e absoluto para todos os investigados”, disse Zavascki, que já mandara soltar Duque quando preso pela PF.

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Claudio Humberto diz que "D'Artagnan", o gaúcho Valter Cardeal manda como quer na Eletrobrás

O jornalista Clajudio Humberto escreve hoje no seu blog "Diário do Poder" que o escândalo nas estatais do setor elétrico, anunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, sob delação premiada, surpreenderá prepostos do PT controlando os negócios bilionários na Eletrobrás, Eletronorte, Eletrosul, Furnas e Chesf. Diretores de Engenharia, todos do PT, mandam mais que os presidentes, definindo políticas, parcerias e, principalmente, contratos e licitações. No setor, essa turma é chamada jocosamente de “D’Artagnan e seus três mosqueteiros”. Leia as notas da edição de hoje:
Virou galhofa
O grupo de “D’Artagnan” controla os bilhões gastos em obras de geração e distribuição. Só tem obras quem cai nas graças do grupo.
O chefão 
O chefão, “D’Artagnan”, é Valter Cardeal, diretor de Engenharia (claro) da Eletrobras. Nem o presidente da estatal questiona suas decisões.
Costas quentes
Poderoso diretor de Engenharia é Ademar Palocci (Eletronorte), irmão do ex-ministro Palocci, influente “interlocutor” de Lula no empresariado.
Os demais

Ronaldo Custodio (Eletrosul), José Ailton (Chesf) e Flávio Martins (Furnas) completam o time petista que controla negócios das estatais.

O mês mal começou e o dólar já subiu 6,53%. Casas de câmbio já vendem a moeda a R$ 3,00.

O dólar já acumula alta de 6,53% neste mês e de 7,7% no ano.

Por um voto a mais, foi eleito novo líder do PMDB na Câmara. Ele é mais dócil ao governo Dilma

O deputado Leonardo Picciani foi escolhido nesta manhã por 34 colegas de bancada, derrotando o concorrente Lucio Vieira Lima (BA), que obteve 33 votos. Lima teve o apoio da totalidade dos 5 deputados do PMDB do RS. Na prévia de segunda-feira a noite, ele obteve maioria.  Leonardo Picciani (RJ) disse que seu compromisso é com a unidade do partido e a possibilidade de a legenda exercer um protagonismo maior no País; sua linha de atuação será a de ouvir e respeitar a posição da bancada. Ele substitui, na liderança, Eduardo Cunha (RJ), novo presidente da Câmara.

Porto Alegre. Só mercado corporativo.
Fale direto com quem entende. 

Dólar dispara rumo a R$ 4,00 ?

Pouco antes do meio dia, a cotação do dólar estava em R$ 2,8647 para a venda. O viés é de alta. A cotação vai rumo a R$ 3,00. No seu boletim de hoje, consultado pelo editor, a consultoria Empiricus diz que "o dólar de equilíbrio de longo prazo, hoje, que equilibra o déficit em conta corrente, seria em torno de R$ 3,10". A análise do boletim não se permite projetar algum valor para o dólar, mas avisa que não é fora de propósito apostar em fortíssima alta, que poderá elevar a cotação até a casa dos R$ 4,00. A Empiricus aconselha a comprar dólar, abrindo conta no exterior ou adquirindo posição nos fundos cambiais oferecidos pelos bancos. Em linguagem técnica, a consultoria diz que tudo depende "da diferença de velocidade de ajustamento entre os mercados de capitais e de bens". O efeito inflacionário é evidente, mas o déficit em conta corrente e a indústria exportadora seriam beneficiados.

Análise, Luiz Flávio Gomes - Quanto mais gastos com segurança, mais roubos

Quem faz o errado, não pode nunca esperar resultados certos. Quanto mais gastamos com segurança pública, mais aumentam os roubos. A política criminal brasileira é uma das mais equivocadas de todo planeta. Vejamos:
Os EUA, como vimos em artigo anterior (de 10/2/15), reduziram pela metade, nos últimos vinte e cinco anos, os assassinatos e os roubos (ver Erik Eckholm, The New York Times International Wekly - Folha, 7/2/15). São Paulo, no ano 2000, gastou mais de R$ 5 milhões com segurança pública e contabilizou 215 mil roubos (registrados - a realidade é bem pior que isso). Em 2013, gastou mais de R$ 9 milhões e os roubos pularam para mais de 257 mil. Em 2014, ainda não sabemos quanto foi gasto com segurança pública: os roubos passaram de 300 mil. No Rio de Janeiro a realidade não é distinta (veja a tabela acima). Aliás, esse é o retrato do Brasil todo (com uma ou outra variação).
Por que os EUA alcançaram bons resultados e o Brasil continua mergulhado no lamaçal da violência epidêmica, ancorada em roubos, estupros, latrocínios e homicídios (que não param de crescer)?
A ciência política-criminal discorre sobre duas maneiras de se enfrentar a criminalidade: (a) reativamente e (b) preventivamente. Não são excludentes, ao contrário, complementares. Mas a prevenção vale muito mais e custa menos. No cenário internacional, existem dois modelos eficazes de prevenção: (a) sem prejuízo da repressão, os países escandinavos (Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia) jogam mais energia na prevenção primária (raízes socioeconômicas da criminalidade tradicional, fundamentalmente patrimonial) e menos na prevenção secundária (obstáculos ao cometimento do delito); (b) os EUA fazem exatamente o contrário (priorizam a prevenção secundária e gastam bem menos na primária, sem descuidar da repressão). Vejamos os resultados: aqui
Os 18 países acima selecionados conforme o número de homicídios e de roubos apresentam a média de 1 assassinato para 100 mil pessoas (média já atualizada para 2012; em 2011 era 1,1 para cada 100 mil) e 65 roubos para cada 100 mil. Os EUA (um país extremamente desigual, embora rico) tem taxa quase quatro vezes maior de assassinatos e o dobro de roubos. No Brasil, a situação é epidêmica e de descalabro geral: 27,1 assassinatos para cada 100 habitantes (essa taxa pulou para 29, em 2012) e 547 roubos para cada 100 mil (em 2014, com certeza, essa taxa é muito maior). De outro lado, esses são os roubos registrados - a realidade total é muito pior. Quem faz o errado não pode esperar que o resultado seja positivo.


PP do RS nega debandada para o PSDB

O presidente do PP do RS, Celso Bernardi, mandou carta para o jornalista Ilimar Franco, O Globo, desmentindo debandada da seção gaúcha para o PSDB. Ele mandou cópia para o editor. Celso Bernardi não deve ler esta página, porque o editor passou informação igual na quinta-feira da semana passada e nesta terça-feira. Os rumores sobre o caso são conhecidos pelo editor há pelo menos 15 dias e dele sabem os dirigentes do PP e do PSDB. No interior gaúcho, várias lideranças do PP já foram para o PSDB. O temor dos deputados gaúchos do PP, como também do PMDB e do PT, é a inclusão de dezenas de parlamentares dos Partidos na lista suja do procurador Rodrigo Janot, que será divulgada depois do Carnaval. Leia a nota do PP do RS:
Porto Alegre, 10 de fevereiro de 2015.

Prezado Jornalista Ilimar Franco:
Como leitor do Jornal GLOBO tenho o privilégio de ler a sua apreciada coluna reproduzida também no Jornal O SUL, aqui no nosso Rio Grande.
Hoje (10/02/2015) li, com surpresa o tópico "A porta da Saída" em que informa que 05 Deputados do PP Gaúcho vão desembarcar. Estão atrás de uma saída jurídica para mudarem a camisa sem perder os mandatos...
Conhecendo os nossos Deputados Federais e a história de cada um, posso afirmar com convicção que a notícia não tem procedência. Você me conhece e pelo respeito e admiração que lhe dedico, permito-me duas observações sobre a origem do assunto em pauta:
1º - O PP Gaúcho não tem compromisso com o erro de seus agentes políticos. Portanto, se houver alguém enquadrado em desvio ético ou aos princípios republicanos deverá arcar com as conseqüências.
2º - O PP Gaúcho tem a marca da fidelidade e já passamos por muitas provações sem perder os compromissos com a boa política.
Um grande abraço e muito obrigado pela atenção.
Celso Bernardi

Presidente do PP/RS

Novo presidente levará mensalmente R$ 160 mil da Petrobrás e mais aposentadoria cheia de R$ 62,4 mil do Banco do Bfrasil

O novo presidente da Petrobrás, Alexandre Bendine, não tem do que se queixar da vida. Além do salário mensal de R$ 160 mil que passou a receber na Petrobrás, ele amealha R$ 62,4 mil a que passou a ter direito pela aposentadoria cheia que levou no Banco do Brasil. Ontem a noite, Alexandre Bendine concedeu entrevista exclusiva ao Jornal Nacional. Ele espargiu elegância, jóias caras (anelão e relógio de ouro maciço), sangue frio e conhecimento durante a bateria de duras perguntas que lhe fez o competente repórter da Rede Globo. O novo presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, deu nesta terça-feira uma entrevista exclusiva ao Jornal Nacional. Ao repórter Paulo Renato Soares, ele falou em transparência e em recuperar a credibilidade da empresa.
Jornal Nacional: O senhor acaba de assumir uma das maiores empresas do mundo, com sérios problemas econômicos: perda de valor de mercado, grande endividamento, falta de recursos para investir já em projetos aprovados e segundo analistas com um grau elevado de ingerência do governo. Como é que o senhor pretende enfrentar essas questões e resolver esses problemas?
Aldemir Bendine, presidente da Petrobras: Por etapas. Primeiro, o mais importante na companhia, neste momento, é justamente a sua gestão de caixa e a sua gestão financeira. O endividamento não é tão elevado quanto se parece, dada a capacidade de geração de resultados da Petrobras. É natural que nós vamos ter que fazer um esforço em relação a essa captação. Então, sob esse aspecto, eu me sinto muito tranquilo até pela experiência adquirida nesse tipo de gestão. Do ponto de vista de ingerência, se eu for usar o exemplo da onde eu estou vindo agora: seis anos de presidência de um banco, que também era uma sociedade de economia mista, eu me senti muito confortável nesse período. Pois eu tive total liberdade e autonomia para trabalhar, e é o que me foi também confidenciado pelo Conselho de Administração.

CLIQUE AQUI para ler toda a entrevista, mas também para ver e ouvir. 

RBS vai de novo na veia de Sartori. Depois dos lençóis de cetim, a nova denúncia é sobre o uso de helicópteros.

A RBS foi novamente na veia do governador José Ivo Sartori, depois de ter denunciado compras de lençóis de cetim para sua casa de Canela.

É que na coluna de hoje da editora de Política, Rosane Oliveira, vai a lembrança do que disse o governador quando foi candidato, há poucos meses: "Vou cortar viagenzinha em demasia. Não se pode mexer naquilo que é importante para a vida das pessoas".

A RBS denunciou uso de helicóptero para festas na praia, enquanto o governo desativa helicóptero para atender a saúde de emergência no Estado.

Calote de R$ 1,2 milhão aplicado pelo governo Tarso pode levar empresa a retirar equipamentos de hospitais estaduais

Se o governo estadual não pagar os R$ 1,2 milhão que Tarso Genro aplicou de calote na emrpesa
Air Liquide, ela recolherá os equipamentos que isntalou8 nos hospitais Partenon, São pedro e Itapuã. A conta foi pendurada em março do ano passado.
Não é caso isolado.

Quatro gaúchos integram a comissão de reforma política

Pelo menos quatro deputados gaúchos integram a comissão de reforma política, instalada ontem na Cãmara: Afonso Mota, PDT; Henrique Fontana, PT: Alceu Moreira, PMDB: Renato Molling, PP.

RS tem segunda maior redução de pessoal ocupado na indústria

O Rio Grande do Sul apresentou redução de 4,2% no pessoal ocupado na área industrial em dezembro de 2014. Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ao todo, 13 dos 14 locais pesquisados pelo órgão registraram queda neste índice em 2014.

O destaque ficou para São Paulo, que apresentou recuo de 4,3%. Em segundo lugar ficou Rio Grande do Sul, Paraná (-4,2%), Minas Gerais (-2,8%), Região Nordeste (-2,1%), Rio de Janeiro (-2,8%) e Região Norte e Centro-Oeste (-1,7%).

A única influência positiva veio de Pernambuco, ainda que pequena: a alta foi de apenas 0,1%.

Petrolão: acionistas reclamam perdas de pelo menos US$ 500 milhões

A lista de detentores de American Depositary Receipts (ADRs) da Petrobrás, nos EUA, que aderiram à ação judicial coletiva entregue na última sexta-feira à Corte de Nova York contra a estatal petrolífera, mostra que os nove maiores acionistas reclamam perdas que podem atingir, pelo menos, US$ 500 milhões.
 
A petição entregue pelo escritório americano Wolf Popper, em conjunto com o brasileiro Almeida Advogados, foi assinada pela Union Asset Management Holding AG, Handelsbanken Fonder AB, Ohio Public Employees Retirement, Public Employee Retirement System of Idaho, Employees Retirement System of the State of Hawai, Universities Superannuation Scheme Limited, Skagen AS, Danske Invest Management A/S, Danske Invest Management Company.
 
Eles afirmam que tiveram perdas superiores a U$ 50 milhões, cada. A ação judicial coletiva, ou Class Action, teve início no ano passado. A primeira audiência será no dia 9 de março, em Nova York.

Novo líder do PMDB na Câmara defende candidatura própria em 2018

Eleito novo líder do PMDB na Câmara nesta quarta-feira com apenas um voto de diferença, o deputado Leonardo Picciani (RJ) defendeu que o partido tenha candidato à Presidência da República nas eleições de 2018.

Hoje, a legenda está representada no governo com o vice-presidente Michel Temer, mas a relação com o Planalto é tensa.

Para os peemedebistas, o relacionamento da sigla com o PT vive seu pior momento.
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