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Juiza gaúcha é protegida por três carros blindados. Ameaças partem de PMs, mas governo Tarso diz que não sabe de nada sobre isto no RS
A juíza da 2ª Vara do Júri de Porto Alegre, Elaine Maria Canto da Fonseca, e sua família, estão juradas de morte e vivem sob proteção nas 24 horas do dia. Uma das suspeitas é de que as ameaças partam de policiais militares da Brigada Militar, que vasculharam dados pessoais da juíza no sistema de consultas integradas, um grande banco de dados da área da Segurança Pública que armazena informações pessoais de todos os gaúchos. As ameaças à integridade de Elaine, na forma de ligações anônimas que apresentavam informações detalhadas sobre seus hábitos e os de seus familiares, se intensificaram a partir de fevereiro. Em março, os criminosos exigiam que todos os pedidos de relaxamento de prisão formalizados à 2ª Vara do Júri em um período de 10 dias fossem deferidos pela magistrada. Com isso, buscavam a liberação de uma ou mais pessoas sem que os beneficiados fossem identificados, já que outros suspeitos também seriam soltos naquele período. A magistrada se afastou da função naquele período e todos os pedidos foram analisados por outro juiz. Cada vez mais surgem informações de que a Brigada Militar gaúcha está minada pela criminalidade com formação de quadrilhas e grupos de extermínio.
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Entrevista, Veja, com Ayres Britto - O Mensalão será o julgamento do século
- A entrevista a seguir é da revista Veja deste final de semana. O presidente do STF, Ayres Britto, avisou que o julgamento do Mensalão sairá este ano e "será o julgamento do século". O Mensalão foi o mais odioso sistema de corrupção sistêmico de políticos e eleitores da história brasileira. Foi todo ele desenvolvido a partir de maquinações originadas dentro do Palácio do Planalto, pelas mãos do presidente Lula da Silva e seu chefe da Casa Civil, Zé Dirceu, com a execução estreita e íntima do PT. Leia a entrevista:
O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, parece atrair causas de grande repercussão. Foi dele o voto que abriu o debate sobre a necessidade de políticos terem ficha limpa para se candidatar — um marco de progresso no processo político brasileiro. Ele também relatou processos determinantes para a sociedade, que resultaram na proibição do nepotismo no serviço público e na liberação da união civil entre pessoas do mesmo sexo e de pesquisas com células-tronco. Sergipano de Propriá, poeta, vegetariano e praticante de meditação, Ayres Britto assume no próximo dia 19 a presidência do STF. Ficará no cargo até novembro, quando completa 70 anos, e terá no julgamento do mensalão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira, a missão mais difícil e, certamente, a mais marcante de sua carreira.
O senhor terá apenas sete meses no comando do Supremo, mas deve presidir o julgamento mais complexo da corte, o mensalão. Como está se preparando para isso?
Eu já venho estudando o processo, como todos os demais ministros. Já tenho até uma minuta de voto. Tenho aqui um quadro separando, como fez o Ministério Público, os denunciados e os respectivos núcleos, o político, o financeiro e o publicitário. Todos os réus estão nesse quadro. Os ministros já estão estudando o processo. Tenho certeza de que cada um deles, sem exceção, está procurando cumprir seu dever com isenção. O meu papel, nesse caso, é duplo. Serei julgador, mas também presidente. Esse deverá mesmo ser o julgamento mais importante da história do Supremo em termos de direito penal.
Alguns ministros defendem a ideia de que o processo do mensalão comece a ser julgado já a partir do mês de maio. Para quando o senhor, como novo presidente da corte, pretende marcar o julgamento?
O que me cabe é marcar a data tão logo o processo seja liberado para pauta. Quem libera é o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski. Estamos em ano eleitoral e, como a imprensa já anunciou com base em uma declaração do próprio ministro Lewandowski, há o risco de prescrição.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da entrevista.
O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, parece atrair causas de grande repercussão. Foi dele o voto que abriu o debate sobre a necessidade de políticos terem ficha limpa para se candidatar — um marco de progresso no processo político brasileiro. Ele também relatou processos determinantes para a sociedade, que resultaram na proibição do nepotismo no serviço público e na liberação da união civil entre pessoas do mesmo sexo e de pesquisas com células-tronco. Sergipano de Propriá, poeta, vegetariano e praticante de meditação, Ayres Britto assume no próximo dia 19 a presidência do STF. Ficará no cargo até novembro, quando completa 70 anos, e terá no julgamento do mensalão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira, a missão mais difícil e, certamente, a mais marcante de sua carreira.
O senhor terá apenas sete meses no comando do Supremo, mas deve presidir o julgamento mais complexo da corte, o mensalão. Como está se preparando para isso?
Eu já venho estudando o processo, como todos os demais ministros. Já tenho até uma minuta de voto. Tenho aqui um quadro separando, como fez o Ministério Público, os denunciados e os respectivos núcleos, o político, o financeiro e o publicitário. Todos os réus estão nesse quadro. Os ministros já estão estudando o processo. Tenho certeza de que cada um deles, sem exceção, está procurando cumprir seu dever com isenção. O meu papel, nesse caso, é duplo. Serei julgador, mas também presidente. Esse deverá mesmo ser o julgamento mais importante da história do Supremo em termos de direito penal.
Alguns ministros defendem a ideia de que o processo do mensalão comece a ser julgado já a partir do mês de maio. Para quando o senhor, como novo presidente da corte, pretende marcar o julgamento?
O que me cabe é marcar a data tão logo o processo seja liberado para pauta. Quem libera é o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski. Estamos em ano eleitoral e, como a imprensa já anunciou com base em uma declaração do próprio ministro Lewandowski, há o risco de prescrição.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da entrevista.
Osmar Terra diz que John Deere demite porque irá embora do RS com suas colheitadeiras. Ele acha que os governos do Brasil e do RS renderam-se à Argentina.
O deputado Osmar Terra, PMDB do RS, que tem base eleitoral na região, enumerou para o editor, neste domingo, alguns fatos que provam que a John Deere está de saída de Horizontina:
1) a diretoria da empresa, que residia na cidade, mudou-se para Porto Alegre e será transferida para São Paulo;
2) a fábrica de tratores de Horizontina foi fechada e transferida para Montenegro;
3) a fábrica de colheitadeira reduz drasticamente sua produção e deve ser levada, a curto prazo, para a Argentina:
- Quem conhece rudimentos de economia sabe que uma multinacional não vai instalar duas unidades semelhantes perto de outra. É o caso da John Deere, que está de saída da região Noroeste do Rio Grande do Sul.
. A unidade da John Deere em Horizontina, fábrica de tratores, colheitadeiras e máquinas agrícolas demitiu 40 trabalhadores no dia 3 de abril, agravando o problema social na cidade e região Noroeste do Rio Grande do Sul. No ano passado, outros 300 funcionários foram dispensados, por causa da falta de mercado para seus produtos.
Terra critica a política do governo federal “que permite que a Argentina pressione e ganhe uma planta industrial da John Deere”. Observa que a fábrica a ser ampliada está distante cerca de mil quilômetros de Horizontina:
. Osmar Terra acusa o governo brasileiro e o governo gaúcho de passividade diante das ações do país vizinho e propõe uma mobilização dos setores produtivos e parlamentares gaúchos para exigir providências. Os argentinos tiram empresas e empregos do RS. E isto não se resume à John Deere e nem é questão recente. O Mercosul prejudicou o Estado, que nunca foi compensado pelos ganhos de escala obtidos pelas indústrias de SP e da Argentina, sobretudo a automotiva, a mais privilegiada.
. A John Deere de Horizontina é a maior fabrica de colheitadeiras do Brasil, herdeira da SLC, tem planta de 12 hectares de área coberta. Juntas a Unidade da John Deere de Horizontina e a unidade da AGCO/Massey, de Santa Rosa, produzem 70 % das colheitadeiras brasileiras. As duas indústrias estão localizadas no Noroeste gaúcho, região que diminuiu a população no ultimo censo (2010). Terra adverte:
- Se, mesmo com tais indústrias, e outras como os frigoríficos, a região diminuiu sua população, imagine se perder a John Deere.
1) a diretoria da empresa, que residia na cidade, mudou-se para Porto Alegre e será transferida para São Paulo;
2) a fábrica de tratores de Horizontina foi fechada e transferida para Montenegro;
3) a fábrica de colheitadeira reduz drasticamente sua produção e deve ser levada, a curto prazo, para a Argentina:
- Quem conhece rudimentos de economia sabe que uma multinacional não vai instalar duas unidades semelhantes perto de outra. É o caso da John Deere, que está de saída da região Noroeste do Rio Grande do Sul.
. A unidade da John Deere em Horizontina, fábrica de tratores, colheitadeiras e máquinas agrícolas demitiu 40 trabalhadores no dia 3 de abril, agravando o problema social na cidade e região Noroeste do Rio Grande do Sul. No ano passado, outros 300 funcionários foram dispensados, por causa da falta de mercado para seus produtos.
Terra critica a política do governo federal “que permite que a Argentina pressione e ganhe uma planta industrial da John Deere”. Observa que a fábrica a ser ampliada está distante cerca de mil quilômetros de Horizontina:
- Isso prova que o investimento cede às pressões do governo argentino, afetando diretamente os interesses brasileiros nesse mercado. Fica cada vez mais claro que o mercado argentino não importará mais máquinas da fábrica de Horizontina para montar as máquinas por lá. Os argentinos já se organizaram para ter seus próprios fornecedores. E isto também demonstra que eles não querem saber de equipamentos brasileiros para montar as máquinas .
. Osmar Terra acusa o governo brasileiro e o governo gaúcho de passividade diante das ações do país vizinho e propõe uma mobilização dos setores produtivos e parlamentares gaúchos para exigir providências. Os argentinos tiram empresas e empregos do RS. E isto não se resume à John Deere e nem é questão recente. O Mercosul prejudicou o Estado, que nunca foi compensado pelos ganhos de escala obtidos pelas indústrias de SP e da Argentina, sobretudo a automotiva, a mais privilegiada.
. A John Deere de Horizontina é a maior fabrica de colheitadeiras do Brasil, herdeira da SLC, tem planta de 12 hectares de área coberta. Juntas a Unidade da John Deere de Horizontina e a unidade da AGCO/Massey, de Santa Rosa, produzem 70 % das colheitadeiras brasileiras. As duas indústrias estão localizadas no Noroeste gaúcho, região que diminuiu a população no ultimo censo (2010). Terra adverte:
- Se, mesmo com tais indústrias, e outras como os frigoríficos, a região diminuiu sua população, imagine se perder a John Deere.
Atentados contra opositores de Vannazi pedem proteção policial em São Leopoldo
Embora os principais líderes estaduais e municipais do PT tenham tentado aparar as arestas durante o final de semana, o ambiente político e policial em São Leopoldo, RS, promete novos desdobramentos esta semana, com novas denúncias e revelações sobre os atos de corrupção ocorridos na prefeitura de São Leopoldo.
. O prefeito Ary Vannazi não terá uma semana de paz, porque além das denúncias e investigações policiais, as ameaças de morte contra detratores de seu governo ganharão nova musculatura. É que nesta segunda-feira, o diretor Clínio do Hospital Centenário, que desvendou grossas malfeitorias na área municipal da saúde, pedirá garantia de vida. O médico Carlos Arpini foi atacado na sexta-feira por dois homens. Eles tentaram matá-lo, mas o médico conseguiu se defender e mesmo ferido logrou fugir. Além dele, o ex-secretário Marco Pinheiro, que denunciou Vannazi através de dossiês entregues à Polícia e ao Ministério Públicia, embora não tenha sido atacado, foi ameaçado de morte. Homens armados estiveram na sua casa. a Polícia também registrou outro caso de violência, neste caso atingindo o filho de um agente da 3ª Delegacia de Polícia.
. O PT e o governo do PT tentam desqualificar e abafar o caso. O delegado d contra Crimes Fazendários do Departamento de Investigações Criminais, Joerbertgh Pinto Nunes, disse que foi orientado a não repassar informações adicionais sobre o caso. Só quem pode passar este tipo de ordem é o Chefe de Polícia, que obedece ao secretário da Segurança e ao governador Tarso Genro.
. O prefeito Ary Vannazi não terá uma semana de paz, porque além das denúncias e investigações policiais, as ameaças de morte contra detratores de seu governo ganharão nova musculatura. É que nesta segunda-feira, o diretor Clínio do Hospital Centenário, que desvendou grossas malfeitorias na área municipal da saúde, pedirá garantia de vida. O médico Carlos Arpini foi atacado na sexta-feira por dois homens. Eles tentaram matá-lo, mas o médico conseguiu se defender e mesmo ferido logrou fugir. Além dele, o ex-secretário Marco Pinheiro, que denunciou Vannazi através de dossiês entregues à Polícia e ao Ministério Públicia, embora não tenha sido atacado, foi ameaçado de morte. Homens armados estiveram na sua casa. a Polícia também registrou outro caso de violência, neste caso atingindo o filho de um agente da 3ª Delegacia de Polícia.
. O PT e o governo do PT tentam desqualificar e abafar o caso. O delegado d contra Crimes Fazendários do Departamento de Investigações Criminais, Joerbertgh Pinto Nunes, disse que foi orientado a não repassar informações adicionais sobre o caso. Só quem pode passar este tipo de ordem é o Chefe de Polícia, que obedece ao secretário da Segurança e ao governador Tarso Genro.
Até ex-ministros faturam alto em conselhos de empresas estatais federais
- Companheiros e amigos do governo federal do PT e de Dilma Roussef, mesmo que não exerçam mais mandato, continuam enchendo o bolso de dinheiro, faturando alto em cima de jetons de conselhos de estatais. No RS, o caso mais conhecido é do ex-governador Alceu Collares, conselheiro de Itaipu Binacional, onde recebe R$ 19,5 mil por mês - há seis anos.
Alvo da faxina promovida pela presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi (PDT) perdeu o cargo há quatro meses, mas manteve parte da renda salarial dos tempos de governo.
Mesmo depois de ser demitido pelo Planalto após denúncias de irregularidades no ministério, o presidente nacional do PDT continua desfrutando de pró-labore no valor de R$ 6.002 por participar de reuniões do Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Lupi não é o único caso de ex-ministro beneficiado com rendimentos extras após deixar a Esplanada dos Ministérios. Titular da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, ganha mais de R$ 25 mil por mês como conselheiro de duas estatais.
Além de participar do colegiado do BNDES, o ex-ministro integra o Conselho de Administração da Itaipu Binacional, considerado um dos conselhos de estatais mais disputados, com um jetom de R$ 19,4 mil.
Não bastasse turbinar os salários dos atuais ministros, os conselhos de empresas estatais e públicas também funcionam como cabide de emprego, e não só para antigos ocupantes da Esplanada.
O ex-governador e ex-deputado federal Alceu Collares (PDT), por exemplo, é contemplado pelo polpudo pró-labore do conselho de Itaipu Binacional. Mesmo privilégio tem o sindicalista e bancário João Vaccari Neto, secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, é outro que engorda seus vencimentos com o jetom pago pelo Conselho de Administração do BNDES. Ao lado de ex-ministros e sindicalistas, os conselhos de administração servem ainda para acomodar apadrinhados políticos.
* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Alvo da faxina promovida pela presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi (PDT) perdeu o cargo há quatro meses, mas manteve parte da renda salarial dos tempos de governo.
Mesmo depois de ser demitido pelo Planalto após denúncias de irregularidades no ministério, o presidente nacional do PDT continua desfrutando de pró-labore no valor de R$ 6.002 por participar de reuniões do Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Lupi não é o único caso de ex-ministro beneficiado com rendimentos extras após deixar a Esplanada dos Ministérios. Titular da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, ganha mais de R$ 25 mil por mês como conselheiro de duas estatais.
Além de participar do colegiado do BNDES, o ex-ministro integra o Conselho de Administração da Itaipu Binacional, considerado um dos conselhos de estatais mais disputados, com um jetom de R$ 19,4 mil.
Não bastasse turbinar os salários dos atuais ministros, os conselhos de empresas estatais e públicas também funcionam como cabide de emprego, e não só para antigos ocupantes da Esplanada.
O ex-governador e ex-deputado federal Alceu Collares (PDT), por exemplo, é contemplado pelo polpudo pró-labore do conselho de Itaipu Binacional. Mesmo privilégio tem o sindicalista e bancário João Vaccari Neto, secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, é outro que engorda seus vencimentos com o jetom pago pelo Conselho de Administração do BNDES. Ao lado de ex-ministros e sindicalistas, os conselhos de administração servem ainda para acomodar apadrinhados políticos.
* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Este bilionário, o gaúcho Parisotto, suplente do líder do governo no Senado, sabe como fazer amigos e influenciar pessoas
- O novo líder do governo Dilma Rousseff no Senado é esse senhor de práticas coronelistas típicas do Norte e do Nordeste, daqueles que enfiam a própria mulher como suplente. E quem é o segundo suplente ? Trata-se de ninguém mais e ninguém menos que Lirio Parisotto. O gaúcho é dono de uma das maiores fortunas do mundo. Aliás, neste domingo, sua vida dourada é contada em reportagem de capa do caderno Dinheiro do jornal Zero Hora. Uma das fotos que ilustram a matéria, mostra o amigão do líder do governo em plena tertúlia no seu jatinho particular, tendo como convidados Boni (ex-Globo) e o ex-ministro Fernando Furlan. Leia a reportagem a seguir de O Globo deste domingo.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) assumiu a liderança do governo pregando novas práticas na política e falando em uma nova geração de senadores. Gosta de dizer que “o Senado mudou, e eles (os velhos políticos) precisam entender isso”, mas Braga repete uma prática típica de políticos tradicionais: tem como primeira suplente sua mulher, Sandra Backsmann Braga. Colocar parentes no banco de reserva do mandato é um expediente que já foi lançado por ex-senadores como Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e Mão Santa (PMDB-PI).
Na atual legislatura, Edison Lobão (PMDB-MA), licenciado para assumir o Ministério de Minas e Energia, foi substituído por Lobão Filho (PMDB-MA). Já Ivo Cassol (PP-RO) tem o pai, Reditário Cassol (PP-RO), de suplente. ACM dizia que escolhia o filho, ACM Júnior (DEM-BA), como suplente porque não queria ninguém conspirando para assumir seu mandato nem torcendo para que ele morresse.
Já o segundo suplente do líder do governo é o empresário Lirio Parisotto, fundador da fabricante de DVDs Videolar. Ele foi apontado, este ano, como o 24 homem mais rico do país pela revista “Forbes”, com uma fortuna estimada em US$ 2,1 bilhões. Grande parte desse dinheiro é atribuída, pela “Forbes”, à participação de Parisotto no fundo Geração Futuro L Par, que valeria cerca de US$ 1,4 bilhão. À Justiça Eleitoral, Lirio Parisotto declarou que tinha um patrimônio de R$ 292,5 milhões em 2010. Não existem doações registradas para a campanha que elegeu sua chapa para o Senado.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) assumiu a liderança do governo pregando novas práticas na política e falando em uma nova geração de senadores. Gosta de dizer que “o Senado mudou, e eles (os velhos políticos) precisam entender isso”, mas Braga repete uma prática típica de políticos tradicionais: tem como primeira suplente sua mulher, Sandra Backsmann Braga. Colocar parentes no banco de reserva do mandato é um expediente que já foi lançado por ex-senadores como Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e Mão Santa (PMDB-PI).
Na atual legislatura, Edison Lobão (PMDB-MA), licenciado para assumir o Ministério de Minas e Energia, foi substituído por Lobão Filho (PMDB-MA). Já Ivo Cassol (PP-RO) tem o pai, Reditário Cassol (PP-RO), de suplente. ACM dizia que escolhia o filho, ACM Júnior (DEM-BA), como suplente porque não queria ninguém conspirando para assumir seu mandato nem torcendo para que ele morresse.
Braga diz que esse não é o seu caso. Afirma que escolheu a esposa para a função para evitar briga entre seus aliados pelo posto. E também para que ela não disputasse um cargo eletivo, o que geraria problemas em seu grupo político.
Já o segundo suplente do líder do governo é o empresário Lirio Parisotto, fundador da fabricante de DVDs Videolar. Ele foi apontado, este ano, como o 24 homem mais rico do país pela revista “Forbes”, com uma fortuna estimada em US$ 2,1 bilhões. Grande parte desse dinheiro é atribuída, pela “Forbes”, à participação de Parisotto no fundo Geração Futuro L Par, que valeria cerca de US$ 1,4 bilhão. À Justiça Eleitoral, Lirio Parisotto declarou que tinha um patrimônio de R$ 292,5 milhões em 2010. Não existem doações registradas para a campanha que elegeu sua chapa para o Senado.
- O Parisotto é o maior investidor privado do Amazonas. Ele é o maior interessado no polo industrial de Manaus - disse o senador Eduardo Braga, para justificar sua escolha.
Heraldo Pereira, depois de condenar Paulo Henrique por racismo: "Só eu e minha família sabemos o que sofri"
- A entrevista a seguir é do site Brasil 247.
O jornalista Heraldo Pereira enfim falou publicamente sobre a pendenga jurírica que travava com o blogueiro Paulo Henrique Amorim desde que passou a ser desqualificado pelo colega por termos como "negro de alma branca" no blog Conversa Afiada. Em entrevista sobre a carreira no jornalismo à revista Raça Brasil, Heraldo diz que ficou satisfeito com a decisão judicial que obrigou PHA a se retratar, apesar de alguns "sobressaltos" - "meu ofensor fez outros comentários junto à retratação no blog em vez de publicá-la pura e simplesmente como mandou a decisão judicial".
"O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar", disse Heraldo à revista, em entrevista que pode ser lida na íntegra clicando aqui. Abaixo, segue o trecho mais contundente do relato de Heraldo Pereira sobre o caso:
Raça Brasil - Como recebeu a notícia sobre a condenação do jornalista Paulo Henrique Amorim, que teve que se retratar e pagar uma indenização de R$ 30 mil. O que esse episódio representou para você?
Heraldo Pereira - Para ser exato, antes que o juiz civil julgasse a ação indenizatória, por danos moral e à imagem, o réu aceitou tudo aquilo que eu exigia como forma de reparação pela grande injúria que sofri: pagamento de R$ 30 mil reais para uma instituição de caridade, retratação cabal feita no próprio blog dele, que vai permanecer em arquivo por mais de dois anos, e a publicação da mesma retratação, cujos termos falam por si só, nos jornais Folha de S. Paulo e Correio Braziliense. Tudo pago por ele.
Raça Brasil - Você ficou satisfeito com a condenação?
Heraldo Pereira - O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar. É uma sentença definitiva.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
O jornalista Heraldo Pereira enfim falou publicamente sobre a pendenga jurírica que travava com o blogueiro Paulo Henrique Amorim desde que passou a ser desqualificado pelo colega por termos como "negro de alma branca" no blog Conversa Afiada. Em entrevista sobre a carreira no jornalismo à revista Raça Brasil, Heraldo diz que ficou satisfeito com a decisão judicial que obrigou PHA a se retratar, apesar de alguns "sobressaltos" - "meu ofensor fez outros comentários junto à retratação no blog em vez de publicá-la pura e simplesmente como mandou a decisão judicial".
"O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar", disse Heraldo à revista, em entrevista que pode ser lida na íntegra clicando aqui. Abaixo, segue o trecho mais contundente do relato de Heraldo Pereira sobre o caso:
Raça Brasil - Como recebeu a notícia sobre a condenação do jornalista Paulo Henrique Amorim, que teve que se retratar e pagar uma indenização de R$ 30 mil. O que esse episódio representou para você?
Heraldo Pereira - Para ser exato, antes que o juiz civil julgasse a ação indenizatória, por danos moral e à imagem, o réu aceitou tudo aquilo que eu exigia como forma de reparação pela grande injúria que sofri: pagamento de R$ 30 mil reais para uma instituição de caridade, retratação cabal feita no próprio blog dele, que vai permanecer em arquivo por mais de dois anos, e a publicação da mesma retratação, cujos termos falam por si só, nos jornais Folha de S. Paulo e Correio Braziliense. Tudo pago por ele.
Raça Brasil - Você ficou satisfeito com a condenação?
Heraldo Pereira - O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar. É uma sentença definitiva.
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Quem é pior: o subordinado que é esfriado pelo chefe ou o chefe que esfria o subordinado e não o demite ?
- Fica complicado dizer quem é o pior no escabroso caso a seguir, narrado por Lauro Jardim em sua coluna Radar deste domingo: Dilma, a presidente que não demite ninguém, a não ser que a mídia derrube o sujeito, ou o ministro que não é recebido por sua chefe. Um e outro parecem ter pouca vergonha na cara. Leia (está em www.veja.com.br deste domingo):
É difícil a vida de alguns ministros de Dilma Rousseff. Um dos que mais sofrem é Moreira Franco. Em quatorze meses de governo conseguiu ser recebido apenas uma vez pela presidente.
Há meses não consegue a aprovação formal de Dilma para os nomes escolhidos por ele para o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, do qual é o secretário-executivo.
É difícil a vida de alguns ministros de Dilma Rousseff. Um dos que mais sofrem é Moreira Franco. Em quatorze meses de governo conseguiu ser recebido apenas uma vez pela presidente.
Há meses não consegue a aprovação formal de Dilma para os nomes escolhidos por ele para o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, do qual é o secretário-executivo.
Ibope surpreende em Porto Alegre: candidato do PT por pouco não registrou traço. Villaverde aparece com apenas um dígito nas pesquisas.
O resultado mais surpreendente da primeira pesquisa do Ibope sobre as eleições em Porto Alegre é a posição do candidato do PT, Adão Villaverde, que no cenário de disputa entre os candidatos mais fortes, obteria apenas 2% dos votos, índice igual ao de Marchezan Júnior, do PSDB. Na pesquisa da semana passada, do Instituto Methodus, Villaverde ficou com 10%, mas agora foi para dois dígitos e por pouco não virou traço.
. O PT governou Porto Alegre durante 16 anos e apresentou uma administração ruinosa. Apesar disto, disputou o segundo turno contra Fogaça, que se elegeu e reelegeu. Além disto, o PT controla os governos do RS e do Brasil.
. Num eventual segundo turno contra Fortunati ou contra Manuela, Adão Villaverde sofreria derrota acachapante:
Fortunati, 60%
Villaverde, 10%
Manuela, 59%
Villaverde, 9%
. A candidatura do deputado é um fiasco jamais visto nos últimos 25 anos em Porto Alegre. Adão Villaverde está isolado e sem alianças. Alguns setores do PT, inclusive o governador Tarso Genro, quiseram vê-lo como candidato de Fortunati ou Manuela, mas o Partido foi intransigente e impôs uma candidatura sem nenhuma chance de êxito.
. O PT governou Porto Alegre durante 16 anos e apresentou uma administração ruinosa. Apesar disto, disputou o segundo turno contra Fogaça, que se elegeu e reelegeu. Além disto, o PT controla os governos do RS e do Brasil.
. Num eventual segundo turno contra Fortunati ou contra Manuela, Adão Villaverde sofreria derrota acachapante:
Fortunati, 60%
Villaverde, 10%
Manuela, 59%
Villaverde, 9%
. A candidatura do deputado é um fiasco jamais visto nos últimos 25 anos em Porto Alegre. Adão Villaverde está isolado e sem alianças. Alguns setores do PT, inclusive o governador Tarso Genro, quiseram vê-lo como candidato de Fortunati ou Manuela, mas o Partido foi intransigente e impôs uma candidatura sem nenhuma chance de êxito.
72% da população aprova administração de Fortunati, mas pesquisa mostra que Manuela venceria por 43% x 38%
Numa disputa entre os nomes mais fortes cogitados até agora para a prefeitura de Porto Alegre, a deputada Manuela D'Ávila livraria ampla vantagem sobre o prefeito José Fortunatti no primeiro turno (37a 28), mas teria uma vitória apertada no segundo turno ( 43 a 38, neste caso dentro da margem de erro). No segundo turno, Fortunati cresce 10% e Manuela apenas 5%, o que significa que o prefeito herda quase todos os votos do DEM, PSDB e PMDB, enquanto que Manuela beneficia-se apenas com os poucos votos do PT e do PSOL. A votação da comunista regitra migração em massa dos eleitores que nos últimos 25 anos apostaram nos candidatos do PT e que não querem saber do candidato do Partido nesta eleição.
. A pesquisa é do Ibope e foi publicada pelo jornal Zero Hora neste domingo.
. A pesquisa é animadora para o prefeito José Fortunati, porque 72% do eleitorado aprova sua administração e o seu índice de rejeição é muito menor do que o de Manuela (12 a 9), o que indica que o candidato do PDT tem ampla chance de colar índices de aprovação como candidato e como prefeito.
. A pesquisa também demonstra que Ibsen Pinheiro poderá ganhar força como candidato a vice de Fortunati pelo PMDB, porque quando é apresentado como candidato, livra 4%, atrás apenas de Manuela, Fortunati e Paulo Borges (DEM). Eis como ficaria este cenário induzido:
Manuela, 37%
Fortunati, 28%
Paulo Borges, 6%
UIbsen, 4%
Adão Villaverde, 2%
Marchezan Júnior, 2%
- Os demais candidatos conseguiram 1% ou zero por cento.
Artigo, Dora Kramer - Nem CPI, nem cassação de Demóstenes, por Dora Kramer
- Há uma semana o editor adiantou aqui que a CPI não ia dar em nada e que Demnóstenes Torres não seria cassado. As razões são simples. É que parlamentares e autoridades do governo estão envolvidas com a quadrilha. Ao contrário do Mensalão, desta vez não existe nenhum maluco como Roberto Jefferson para se imolar junto, mas apenas a Polícia Federal, liberando inconfidências a conta-gotas, sempre tentando atingir os adversários do PT. Acontece que no caso de uma CPI ou de uma cassação, Demóstenes Torres ou Carlinhos Cachoeira poderia fazer as vezes de Jefferson, sem contar o fato de que uma investigação pública é bem diferente de uma investigação cirúrgica da Polícia Federal. O artigo a seguir é de Dora Kramer.
Dora Kramer, O Estado de S.Paulo
Nada, por enquanto nada mesmo, autoriza a crença na disposição da Câmara de seguir adiante na ideia de abrir uma CPI para apurar o envolvimento de deputados de vários partidos com o "esquema Cachoeira" ou mesmo de levar suas excelências a se explicar perante o Conselho de Ética.
É possível até arriscar um palpite sobre o real empenho do Senado na abertura de processo de cassação do mandato de Demóstenes Torres: pelo jeitão do corpo mole parece que a maioria ali prefere dar-se por satisfeita com a desmoralização do senador e tocar a vida sem correr o risco de reabrir antigas feridas.
Noves fora as exceções, o Legislativo anda bastante contente com a paz (de cemitério) reinante com a desmobilização dos instrumentos de fiscalização das instâncias internas de depuração.
CLIQUE AQUI para ler mais.
Dora Kramer, O Estado de S.Paulo
Nada, por enquanto nada mesmo, autoriza a crença na disposição da Câmara de seguir adiante na ideia de abrir uma CPI para apurar o envolvimento de deputados de vários partidos com o "esquema Cachoeira" ou mesmo de levar suas excelências a se explicar perante o Conselho de Ética.
É possível até arriscar um palpite sobre o real empenho do Senado na abertura de processo de cassação do mandato de Demóstenes Torres: pelo jeitão do corpo mole parece que a maioria ali prefere dar-se por satisfeita com a desmoralização do senador e tocar a vida sem correr o risco de reabrir antigas feridas.
Noves fora as exceções, o Legislativo anda bastante contente com a paz (de cemitério) reinante com a desmobilização dos instrumentos de fiscalização das instâncias internas de depuração.
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Rede de Cachoeira contava com policiais e delegados da Polícia Federal
- O jornal O Estado de S. Paulo deste sábado traz novas revelações sobre a rede de banditismo armada por Carlinhos Cachoeira. Agora, não são apenas agentes da Receita Federal, mas até mesmo delegados e policiais da Polícia Federal que colaboravam com a quadrilha.
Oficiais vazavam informações privilegiadas e driblavam até a ação da Força Nacional de Segurança
Oficiais vazavam informações privilegiadas e driblavam até a ação da Força Nacional de Segurança
Marta Salomon, O Estado de S. Paulo
De acordo com investigações da Operação Monte Carlo, que levou o contraventor - acusado de comandar uma rede de jogos ilegais - à prisão em fevereiro, R$ 200 mil teria sido o valor pago por Carlinhos Cachoeira para contar com os serviços do delegado da Polícia Federal Fernando Antonio Heredia Byron Filho, também preso na operação.
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Além de elos com políticos, a organização criminosa comandada pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, tinha sob suas ordens dois delegados da Polícia Federal e 30 policiais militares, que vazavam informações privilegiadas e driblavam até a ação da Força Nacional de Segurança, quando atuava na repressão a jogos ilícitos em Goiás e nos arredores de Brasília.
De acordo com investigações da Operação Monte Carlo, que levou o contraventor - acusado de comandar uma rede de jogos ilegais - à prisão em fevereiro, R$ 200 mil teria sido o valor pago por Carlinhos Cachoeira para contar com os serviços do delegado da Polícia Federal Fernando Antonio Heredia Byron Filho, também preso na operação.
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Chávez: entre a cura e o segredo de Estado, por Merval Pereira
- O artigo a seguir é de Merval Pereira. Está publicado no jornal O Globo deste sábado. Merval é quem tem disponibilizado as melhores informações sobre a saúde de Chavez, que virá tratar-se no Brasil - mas tarde demais.
A dramática exortação a Cristo feita pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, entre lágrimas, para que lhe dê mais tempo de vida – “Não me leve ainda por que tenho muitas coisas a fazer” – é o diagnóstico mais próximo da realidade que se pode ter num governo quase ditatorial onde as informações sobre a saúde de seu presidente são consideradas de “segurança nacional”.
Essa obsessão pelo segredo pode ter custado a Chávez a chance de tratar o câncer que o acometeu de maneira mais profissional e com tecnología mais avançada.
Visivelmente necessitando de apoio emocional, Chávez, que regressara de Cuba, onde se submetera a mais uma etapa de um tratamento que não vem dando resultados, disse que sentía vontade de revelar seus sentimentos mais íntimos, e contou: “Há anos comecei a assumir que tinha uma enfermidade muito maligna que marca o fim do caminho de muita gente”.
Mesmo que tenha pensado que morreria logo, Chávez garantiu que se sente forte para continuar a lutar “porque há muitas razões”.
A vinda ao Brasil, oficialmente para uma visita ao ex-presidente Lula, pode acontecer tarde demais para que seja tratado no Hospital Sírio-Libanês, onde poderia ter sido internado desde o início da doença, não fossem as exigencias inaceitáveis que impôs na ocasião.
O governo venezuelano queria interditar dois andares do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo e colocar o Exército para tomar conta do hospital, revistando todos os visitantes. E ainda proibir a divulgação de boletins médicos.
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A dramática exortação a Cristo feita pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, entre lágrimas, para que lhe dê mais tempo de vida – “Não me leve ainda por que tenho muitas coisas a fazer” – é o diagnóstico mais próximo da realidade que se pode ter num governo quase ditatorial onde as informações sobre a saúde de seu presidente são consideradas de “segurança nacional”.
Essa obsessão pelo segredo pode ter custado a Chávez a chance de tratar o câncer que o acometeu de maneira mais profissional e com tecnología mais avançada.
Visivelmente necessitando de apoio emocional, Chávez, que regressara de Cuba, onde se submetera a mais uma etapa de um tratamento que não vem dando resultados, disse que sentía vontade de revelar seus sentimentos mais íntimos, e contou: “Há anos comecei a assumir que tinha uma enfermidade muito maligna que marca o fim do caminho de muita gente”.
Mesmo que tenha pensado que morreria logo, Chávez garantiu que se sente forte para continuar a lutar “porque há muitas razões”.
A vinda ao Brasil, oficialmente para uma visita ao ex-presidente Lula, pode acontecer tarde demais para que seja tratado no Hospital Sírio-Libanês, onde poderia ter sido internado desde o início da doença, não fossem as exigencias inaceitáveis que impôs na ocasião.
O governo venezuelano queria interditar dois andares do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo e colocar o Exército para tomar conta do hospital, revistando todos os visitantes. E ainda proibir a divulgação de boletins médicos.
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Deputado do PSDB que foi vigiado quer CPI para investigar Carlinhos Cachoeira
- O DEM já decidiu que na segunda-feira seus deputados subscreverão em massa o pedido da CPI de Carlinhos Cachoeira, que já tem número de assinaturas suficientes. O requerimento está com Marco Maia, que sentou em cima e não instala a comissão. Agora é o PSDB quem quer a CPI. O autor do requerimento é o ex-delegado Protógenes Queiroz, que não é visto há duas semanas.
O deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR) afirmou nesta sexta-feira que, diante da notícia de que seus e-mails foram monitorados pela quadrilha de Carlinhos Cachoeira, a instalação de uma CPI sobre o tema é indispensável. "É uma afronta à democracia um criminoso tentar constranger um deputado", disse. Francischini disse que o episódio dos monitoramentos ilegais ainda vai render novas manchetes: "Não foi só o meu sigilo que foi quebrado ilegalmente. Isso vai se transformar em um grande escândalo".
De acordo com informações da Folha de São Paulo divulgadas na quinta-feira, a investigação da Polícia Federal apontou indícios de que Cachoeira contratou uma pessoa para monitorar os e-mails de Fracischini para obter informações sigilosas. O deputado é delegado da Polícia Federal e, apesar de estar licenciado do cargo, ainda tem fortes contatos com investigadores da corporação.
O deputado vai reforçar, na segunda-feira, o pedido para que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), instale a CPI dos Caça-Níqueis. As assinaturas necessárias para a criação da comissão já foram entregues a Maia.
O deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR) afirmou nesta sexta-feira que, diante da notícia de que seus e-mails foram monitorados pela quadrilha de Carlinhos Cachoeira, a instalação de uma CPI sobre o tema é indispensável. "É uma afronta à democracia um criminoso tentar constranger um deputado", disse. Francischini disse que o episódio dos monitoramentos ilegais ainda vai render novas manchetes: "Não foi só o meu sigilo que foi quebrado ilegalmente. Isso vai se transformar em um grande escândalo".
De acordo com informações da Folha de São Paulo divulgadas na quinta-feira, a investigação da Polícia Federal apontou indícios de que Cachoeira contratou uma pessoa para monitorar os e-mails de Fracischini para obter informações sigilosas. O deputado é delegado da Polícia Federal e, apesar de estar licenciado do cargo, ainda tem fortes contatos com investigadores da corporação.
O deputado vai reforçar, na segunda-feira, o pedido para que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), instale a CPI dos Caça-Níqueis. As assinaturas necessárias para a criação da comissão já foram entregues a Maia.
Em linguagem "culta", a única que conhece, o ex-presidente do PT e atual diretor da Petrobrás mira a oposição e diz: "Enfia o dedo e rasga"
Se você ainda se surpreende com a falta de pudor de líderes petistas como o ex-ministro José Dirceu ou José Genoíno, razão maior você terá para se surpreender com a falta de educação de líderes petistas que apesar dos delírios públicos auto-assumidos, ainda assim foram parar em polpudos cargos do governo Dilma Roussef. É gente sem escrúpulos e sem vergonha, como este diretor da Petrobrás, ex-presidente do PT, José Eduardo Dutra. Na época da campanha, a própria Dilma Roussef intitulou-o "um dos meus três porquinhos". Leia a nota do jornalista Reynaldo Azevedo sobre essa figura abominável e o que ele fez nesta sexta-feira:
Petrobras, como todos vocês sabem, é uma empresa de capital misto, com ações negociadas em bolsa, e deve se orientar segundo as regras do mercado. No que diz respeito à política, tem de ser neutra, ainda que sua direção seja nomeada pelo governo.
É isto: ex-senador da República, ex-presidente da Petrobras Distribuidora, ex-presidente do PT, atual diretor da empresa, Dutra houve por bem mandar, suponho, as pessoas eventualmente descontentes com o resultado da pesquisa “enfiar o dedo e rasgar”. E teve o mau gosto adicional de atribuir a sua falta de educação, a sua falta de decoro, a sua falta de limites a Sergipe!!! Não! Os sergipanos não têm qualquer responsabilidade na fala desavergonhada de Dutra - que nasceu, lembre-se por amor à precisão, no Rio. Os cariocas também não têm nada com isso. A falta de vergonha de Dutra é de sua inteira responsabilidade.
Um dos Três Porquinhos: Naquela que me pareceu, à época, uma boa definição, Dutra foi classificado, em 2010, pela então candidata Dilma Rousseff como um “dos Três Porquinhos”. Os outros dois eram José Eduardo Cardozo (atual ministro da Justiça) e Antônio Palocci, que foi defenestrado da Casa Civil. Só na fábula porquinhos não fazem… porcaria e gostam de casa limpinha.
A doença: Em abril do ano passado, Dutra deixou a presidência do PT. Estaria com uma depressão severa. Ele mesmo chegou a comentar seu estado de saúde, alegando alguns estranhos transtornos.
Petrobras, como todos vocês sabem, é uma empresa de capital misto, com ações negociadas em bolsa, e deve se orientar segundo as regras do mercado. No que diz respeito à política, tem de ser neutra, ainda que sua direção seja nomeada pelo governo.
Pois bem… Este que se identifica como “Diretor Corporativo e de Serviços” — é ele quem evoca a sua condição de dirigente da empresa em sua página pessoal — decidiu fazer um comentário no Twitter sobre a pesquisa CNI-Ibope. E o fez nestes termos:
É isto: ex-senador da República, ex-presidente da Petrobras Distribuidora, ex-presidente do PT, atual diretor da empresa, Dutra houve por bem mandar, suponho, as pessoas eventualmente descontentes com o resultado da pesquisa “enfiar o dedo e rasgar”. E teve o mau gosto adicional de atribuir a sua falta de educação, a sua falta de decoro, a sua falta de limites a Sergipe!!! Não! Os sergipanos não têm qualquer responsabilidade na fala desavergonhada de Dutra - que nasceu, lembre-se por amor à precisão, no Rio. Os cariocas também não têm nada com isso. A falta de vergonha de Dutra é de sua inteira responsabilidade.
Um dos Três Porquinhos: Naquela que me pareceu, à época, uma boa definição, Dutra foi classificado, em 2010, pela então candidata Dilma Rousseff como um “dos Três Porquinhos”. Os outros dois eram José Eduardo Cardozo (atual ministro da Justiça) e Antônio Palocci, que foi defenestrado da Casa Civil. Só na fábula porquinhos não fazem… porcaria e gostam de casa limpinha.
A doença: Em abril do ano passado, Dutra deixou a presidência do PT. Estaria com uma depressão severa. Ele mesmo chegou a comentar seu estado de saúde, alegando alguns estranhos transtornos.
Nestlé é obrigada a indenizar consumidora gaúcha por vender produto contaminado
A empresa Nestlé Brasil foi condenada a pagar indenização de R$ 5 mil para uma consumidora de Santa Maria que ingeriu bombons da marca Especialidades Nestlé, contendo larvas e cascudos. Embora tenha sido condenada em primeira e segunda instâncias, ainda cabe recurso à empresa.
. O processo tramitou na Comarca de Santa Maria e, segundo a juíza Márcia Inês Doebber Wrasse, a prova pericial confirmou a contaminação do produto.
. O processo tramitou na Comarca de Santa Maria e, segundo a juíza Márcia Inês Doebber Wrasse, a prova pericial confirmou a contaminação do produto.
Ayres Britto, presidente do STF, avisa: "Mensalão será o julgamento do século". Efeitos para o PT em ano eleitoral serão devastadores.
- Em pleno ano eleitoral, o PT enfrentará momentos devastadores para os seus candidatos a prefeito e vereador, porque líderes petistas como Lula, Zé Dirceu e José Genoíno serão linchados politicamente durante o julgamento do Mensalão. Rádios, TVs, jornais e redes sociais multiplicarão por mil os problemas de corrupção que a todo momento afligem os governos do PT em todo o País. A notícia a seguir é do site www.veja.com.br desta sexta-feira:
O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, parece atrair causas de grande repercussão. Foi dele o voto que abriu o debate sobre a necessidade de políticos terem ficha limpa para se candidatar - um marco de progresso no processo político brasileiro. Ele também relatou processos determinantes para a sociedade, que resultaram na proibição do nepotismo no serviço público e na liberação da união civil entre pessoas do mesmo sexo e de pesquisas com células-tronco. Sergipano de Propriá, poeta, vegetariano e praticante de meditação, Ayres Britto assume no próximo dia 19 a presidência do STF. Ficará no cargo até novembro, quando completa 70 anos, e terá no julgamento do mensalão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira, a missão mais difícil e, certamente, a mais marcante de sua carreira.
O senhor terá apenas sete meses no comando do Supremo, mas deve presidir o julgamento mais complexo da corte, o mensalão. Como está se preparando para isso?
Eu já venho estudando o processo, como todos os demais ministros. Já tenho até uma minuta de voto. Tenho aqui um quadro separando, como fez o Ministério Público, os denunciados e os respectivos núcleos, o político, o financeiro e o publicitário.
CLIQUE AQUI para ler toda a entrevista.
O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, parece atrair causas de grande repercussão. Foi dele o voto que abriu o debate sobre a necessidade de políticos terem ficha limpa para se candidatar - um marco de progresso no processo político brasileiro. Ele também relatou processos determinantes para a sociedade, que resultaram na proibição do nepotismo no serviço público e na liberação da união civil entre pessoas do mesmo sexo e de pesquisas com células-tronco. Sergipano de Propriá, poeta, vegetariano e praticante de meditação, Ayres Britto assume no próximo dia 19 a presidência do STF. Ficará no cargo até novembro, quando completa 70 anos, e terá no julgamento do mensalão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira, a missão mais difícil e, certamente, a mais marcante de sua carreira.
O senhor terá apenas sete meses no comando do Supremo, mas deve presidir o julgamento mais complexo da corte, o mensalão. Como está se preparando para isso?
Eu já venho estudando o processo, como todos os demais ministros. Já tenho até uma minuta de voto. Tenho aqui um quadro separando, como fez o Ministério Público, os denunciados e os respectivos núcleos, o político, o financeiro e o publicitário.
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Hugo Chavez, em missa da Quinta-feira Santa: "Deus, não me leve ainda !"
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, que enfrenta um câncer desde 2011, pediu "mais tempo" de vida, durante uma missa da Quinta-feira Santa celebrada na cidade de Barinas, o que comoveu seus familiares. "Digo a Deus que se o que já vivi e enfrentei não foi o suficiente, aceito isto (a doença), mas dê-me vida (...) porque ainda me restam coisas a fazer por este povo e por esta pátria, não me leve ainda", pediu Chávez, que chorou durante a missa. "Agradeço muito por esta iniciativa (a missa) desta Quinta-feira Santa. Obrigado pelas orações, obrigado por este sagrado presente", disse Chávez durante a cerimônia, transmitida pelo canal estatal VTV.
. Chávez, que voltou de Cuba na quarta-feira após um segundo ciclo de radioterapia contra o câncer, estava acompanhado de vários familiares, incluindo o pai e a mãe, suas filhas e o irmão Adán, governador de Barinas, estado natal do presidente. "Não pude evitar as lágrimas quando senti a mão amorosa da minha mãe e, ao mesmo tempo, a mão amorosa do meu pai (...) e pensei: Deus, há quanto tempo não sentia estas duas mãos ao mesmo tempo", revelou Chávez, que carregava um terço no pescoço.
. O presidente garantiu que se "recupera" bem, após retirar um segundo tumor maligno em Cuba, no mês de fevereiro, no mesmo local onde um câncer foi detectado em 2011. Chávez, 57 anos, não permite que se revele o local e o tipo de câncer que o afeta.
. O presidente confessou que precisava "desabafar, especialmente após esta nova operação, do reaparecimento da doença que o obrigou a uma nova intervenção e a todo este processo, do qual graças a Deus venho me recuperando". "Hoje sinto necessidade de dizer o que venho enfrentando há um ano, quando comecei a assumir que dentro de mim havia uma doença muito maligna e que, como sabemos, é uma verdadeira ameaça que marca o fim do caminho de muita gente".
. Chávez, no poder desde 1999, promete ser reeleito para um terceiro mandato de seis anos nas eleições de outubro próximo.
. Chávez, que voltou de Cuba na quarta-feira após um segundo ciclo de radioterapia contra o câncer, estava acompanhado de vários familiares, incluindo o pai e a mãe, suas filhas e o irmão Adán, governador de Barinas, estado natal do presidente. "Não pude evitar as lágrimas quando senti a mão amorosa da minha mãe e, ao mesmo tempo, a mão amorosa do meu pai (...) e pensei: Deus, há quanto tempo não sentia estas duas mãos ao mesmo tempo", revelou Chávez, que carregava um terço no pescoço.
. O presidente garantiu que se "recupera" bem, após retirar um segundo tumor maligno em Cuba, no mês de fevereiro, no mesmo local onde um câncer foi detectado em 2011. Chávez, 57 anos, não permite que se revele o local e o tipo de câncer que o afeta.
. O presidente confessou que precisava "desabafar, especialmente após esta nova operação, do reaparecimento da doença que o obrigou a uma nova intervenção e a todo este processo, do qual graças a Deus venho me recuperando". "Hoje sinto necessidade de dizer o que venho enfrentando há um ano, quando comecei a assumir que dentro de mim havia uma doença muito maligna e que, como sabemos, é uma verdadeira ameaça que marca o fim do caminho de muita gente".
. Chávez, no poder desde 1999, promete ser reeleito para um terceiro mandato de seis anos nas eleições de outubro próximo.
Chefs boicotam vinho brasileiro por conta de restrições à importação de vinhos estrangeiros
Entidades representativas do setor vitivinícola condenam o boicote promovido por alguns chefs de cozinha, restaurantes e lojas contra os rótulos nacionais. O diretor-executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Raimundo Paviani, afirma que algumas lojas de vinhos trabalhavam com menos de 5% de vinhos brasileiros, o que representa uma interferência à liberdade dos consumidores decidirem por um vinho brasileiro.
.“O boicote é precipitado porque o pedido de salvaguarda aos vinhos brasileiros está em análise no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)”, alertou o diretor-executivo da Agavi (Associação Gaúcha dos Vinicultores), Darci Dani. Ele lembrou que a medida é injusta porque se adianta a um resultado ainda desconhecido e também por prejudicar milhares de viticultores do Brasil e suas famílias, que fornecem uvas para as grandes, médias e pequenas vinícolas nacionais.
. Um pedido de salvaguarda junto ao MDIC já foi feito pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Associação Gaúcha dos Vinicultores (Agavi), (Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho), União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), a Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho) e a decisão será dada em alguns meses, após amplo período de debates.
.“O boicote é precipitado porque o pedido de salvaguarda aos vinhos brasileiros está em análise no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)”, alertou o diretor-executivo da Agavi (Associação Gaúcha dos Vinicultores), Darci Dani. Ele lembrou que a medida é injusta porque se adianta a um resultado ainda desconhecido e também por prejudicar milhares de viticultores do Brasil e suas famílias, que fornecem uvas para as grandes, médias e pequenas vinícolas nacionais.
. Um pedido de salvaguarda junto ao MDIC já foi feito pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Associação Gaúcha dos Vinicultores (Agavi), (Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho), União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), a Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho) e a decisão será dada em alguns meses, após amplo período de debates.
Farsul acha que licenciamentos ambientais truncam programas estaduais de irrigação
O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto, considera o programa de irrigação, anunciado pelo governo gaúcho em março, importante, mas insuficiente para resolver o problema da seca no Estado. A afirmação foi feita após palestra na sede da Federasul do secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Mainardi, quarta-feira, na Federasul, que cobrou adesão dos produtores rurais ao "Programa Estadual de Expansão da Agropecuária Irrigada – Mais Água, Mais Renda".
. O presidente da entidade afirma que o problema da demora nos licenciamentos ambientais, por exemplo, continua acontecendo, embora o secretário Mainardi considere a questão solucionada. “O licenciamento continua demorando e um programa não se desenvolve quando tudo está estagnado”, critica Sperotto.
. Para ele, o projeto está dentro do que o governo pode oferecer neste momento, entretanto, as medidas anunciadas não abrangem os desafios da agropecuária irrigada, pois contemplam apenas alguns tipos de propriedade
. O presidente da entidade afirma que o problema da demora nos licenciamentos ambientais, por exemplo, continua acontecendo, embora o secretário Mainardi considere a questão solucionada. “O licenciamento continua demorando e um programa não se desenvolve quando tudo está estagnado”, critica Sperotto.
. Para ele, o projeto está dentro do que o governo pode oferecer neste momento, entretanto, as medidas anunciadas não abrangem os desafios da agropecuária irrigada, pois contemplam apenas alguns tipos de propriedade
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