Caxias livrou-se do analfabetismo e acabou com a miséria
Clipping / O Estado de S. Paulo / Domingo, 23 de novembro
Cidade com maior IDF do País eliminou analfabetismo; lá só 5% precisam do Bolsa-Família A cidade de Caxias do Sul (RS) foi considerada, no ano passado, município livre de analfabetismo pelo Ministério da Educação. Com uma taxa de apenas 3,6% de pessoas que não sabem escrever, Caxias tem níveis de alfabetização considerados europeus. Quase 100% da cidade é atendida por rede de água e esgoto, a renda per capita é de quase R$ 21 mil e apenas 5,3% dos moradores estão abaixo da linha de pobreza e precisam ser atendidos pelo Bolsa-Família. As famílias têm um Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF) de 0,71, o mais alto do País. É ali que os pobres brasileiros são menos pobres.
PP justifica ações na greve dos professores e no debate sobre os pedágios
Eis o que respondeu a esta página o presidente do PP do RS, deputado JerônimoGorgen, incomodado com a nota desta página sobre a omissão da base do governo na defesa do governo do RS:
Gostaria de trazer meu respeitoso contraponto ao que foi apresentado quanto a omissao da base da governadora aos temas do pedágio e assinatura do documento do Cepers:
1) quanto a greve, fomos intermediadores do encontro com o governo. Disse ao Cepers que existem greves de professores e greve do Cepers. esta foi na verdade de professores que não tiveram a oportunidade de conhecer o projeto que lhes dizia respeito e para mostrar que o diálogo estava sendo reposto e os alunos não teriam prejuízos, nem os pais, cumprimos nosso papel de mediadores, sem nenhum problema para que simbolizássemos isto em um documento, para que houvesse o bom encaminhamento do final da grev, o que ainda está pendente. Aliás tambem sou homem de honrar o fio de bigode, como fiz ao não aceitar o cargo de secretário da Agricultura, por nao concordar com o aumento de impostos
2) quanto aos pedágios, nossa bancada está discutindo com o governo tudo aquilo que considera importante que seja alterad, sem deixar de levar em conta que algo precisa ser urgentemente feito na área de infraestrutura e logística, já que Duplica tem uma linha interessante de desenvolvimento, mas estamos levando o debate no campo técnico, conforme o próprio secretário Daniel Andrade tem defendido: para o secretário de Infra-Estrutura, Daniel Andrade, o debate sobre a prorrogação dos contratos com as concessionárias de pedágios, dentro do projeto Duplica RS, "precisa ser técnico".
Jeronimo Goergen
Presidednte do PP
Nota do editor
- É intolerável que deputados da base aliada assinem documentos do Cpers para confirmar o que garantiram de palavra. O Cpers humilhou os deputados que deram a palavra e não tiveram ela aceita.
- O caso dos debates sobre o pedágio não é apenas técnico, como se percebeu esta semana pelas mentiras veiculadas desde Brasília, cujo protagonista foi o próprio líder do governo do PT, Henrique Fontana. A discussão é mais política do que técnica e a base não tem reagido às intrigas, futricas, desestabilizações e mentiras. Isto inclui o PP, que abriga um dos deputados que mais ferozmente bate no governo, o deputado Francisco Appio.
Escolas sonegam lista de pontos dos professores que não estão em greve
. A secretária Marisa Abreu informou neste domingo que muitas escolas estão sonegando o envio das listas com os nomes dos professores que não estão em greve. Para não cometer injustiça e adotar providências em relação ao caso, o governo mandará enviados a todas as coordenadorias para buscar as informações em cada local.
A crise já derrubou o consumo, diz Renner
Domingo, 23 de novembro
Folha de S. Paulo
Mercado Aberto
GUILHERME BARROS
guilherme.barros@uol.com.b
Crise chegou ao consumo, diz Renner
As Lojas Renner já sentem uma redução nas vendas como conseqüência da crise. No cenário traçado pelo presidente da empresa, José Galló, o consumo deve se retrair ainda mais no começo de 2009. Para ele, uma melhoria no varejo só virá no segundo semestre de 2010."A crise já chegou ao consumidor brasileiro", disse. Para ele, os primeiros afetados foram pessoas das classes A e B, com relação mais direta no mercado financeiro. Os próximos a sentir a força da crise serão os consumidores das classes D e E, através do desemprego, que Galló espera que ganhará força em fevereiro de 2009.Para enfrentar a crise, Galló iniciou um plano focado em cortes de gastos e ganhos de produtividade, há 45 dias. Ele está negociando com fornecedores melhores condições de compra e substituindo importados. Neste ano, 15% da matéria-prima era importada -em 2009, a meta é de 12%.Outra reação é a redução do quadro de funcionários, mas sem demissões. "Como a nossa rotatividade é alta, não precisamos demitir. Apenas paramos de repor o pessoal que sai."A crise econômica provocou impacto até nas decisões sobre o foco da coleção. As Lojas Renner apostaram na simplificação das peças. "Vamos ter mais roupas com estampas menos marcantes, para que a pessoa compre pensando que poderá usar mais vezes", disse Galló.Além da queda nas vendas, a empresa também sente a crise na escassez do crédito e na desvalorização de seus papéis na Bolsa. Sem conseguir captar, a empresa suspendeu uma negociação em curso para adquirir a rede fluminense Leader."Nesta crise, a regra é sentar em cima do caixa para garantir liquidez. Nós éramos uma companhia se preparando para crescer. Agora vamos ter que nos readequar", afirma.Na Bolsa, as perdas da companhia no ano já superam 50%. Segundo Galló, a empresa vai apresentar, na próxima reunião do conselho administrativo, um programa de recompra das ações. "O dilema é manter caixa ou investir na recompra."Apesar do cenário negativo, Galló também vê oportunidades nesta crise. Para ele, as grandes redes, como as Lojas Renner, podem ganhar parte do mercado das pequenas. "Os pequenos varejistas vão sofrer mais. Eles não vão conseguir se financiar." Além do aperto no crédito, Galló acredita que a falta de confiança na economia levará os consumidores a optarem por marcas conhecidas.
Crise (PF x Abin) ocorre por falta de governo, afirma Brossard
Folha de S. Paulo
Domingo, 22 de novembro.
Entrevist
Crise ocorre por falta de governo, afirma Brossard
Lucas Uebel
Paulo Brossard, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal DA REPORTAGEM LOCAL
Paulo Brossard, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e ex-ministro da Justiça no governo Sarney, vê "ausência de governo" na troca de acusações entre dirigentes da Polícia Federal e da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) sobre métodos de investigação na Operação Satiagraha. "Não existe uma autoridade do governo capaz de por ordem", afirma. (FREDERICO VASCONCELOS)
FOLHA - Como o sr. avalia o desgaste das instituições oficiais, com a troca pública de acusações entre a Polícia Federal e a Abin? PAULO BROSSARD - Com apreensão e tristeza. Com apreensão, pois não posso entender como dois serviços públicos importantes entram em litígio. E com tristeza, porque qualquer que seja o resultado não será bom.
FOLHA - O que mais o incomoda nesse caso? BROSSARD - Acho que não é possível que um órgão, como a Polícia Federal, e outro, como a Abin, entrem nesse bate-boca pelos jornais.
FOLHA - Por que, na sua opinião, isso acontece? BROSSARD - Porque não existe uma autoridade do governo capaz de por ordem. É ausência de governo. É alguma coisa sem rumo. Li declarações de um ministro de Estado dizendo que o inquérito deveria ser refeito. Dias depois, não aconteceu nada. Quando é que se fala sério?
FOLHA - O sr. entende que as provas obtidas pela Abin na Operação Satiagraha podem comprometer a investigação? Elas seriam provas ilícitas, contaminadas? BROSSARD - Não conheço muita coisa sobre o caso. Mas as provas devem ser licitamente obtidas. Se um órgão do governo recorre a processos ilícitos, onde estamos? Acho estranho que essa coisa se prolongue. O governo tem que ser respeitável. A legalidade foi contaminada no Brasil.
FOLHA - Como o sr. vê as discussões públicas entre juízes? BROSSARD - Cada um deve cumprir o seu dever.
FOLHA - Como o sr. avalia a decisão do Supremo de pedir ao Conselho Nacional de Justiça a instauração de um procedimento disciplinar em relação ao juiz Fausto De Sanctis? BROSSARD - O Conselho Nacional de Justiça deve cumprir estritamente suas atribuições. Deve cumprir plenamente suas atribuições. Não conheço caso a caso.
FOLHA - O CNJ deve fazer só o controle administrativo do Judiciário? BROSSARD - O conselho tem poderes maiores. Sou muito cauteloso e falo em tese. Mas a autoridade, se têm determinada atribuição, deve exercê-la.
FOLHA - Quando o sr. foi ministro da Justiça, enfrentou problemas semelhantes com a PF? BROSSARD - Hoje há uma ausência de poder. Quando assumi o Ministério da Justiça, houve uma reunião de delegados. Foram recebidos por mim, junto com Romeu Tuma. Fiz uma única recomendação. Disse-lhes que a Polícia Federal, que tinha sido criada em 1964/1965 apenas com setores ligados a portos e aeroportos, tinha que ser melhor do que qualquer outra polícia, para justificar a sua existência. E em dois Estados tinha que ser melhor do que em outros: no Maranhão, o Estado do presidente [Sarney] e no Rio Grande do Sul, Estado do ministro da Justiça [Brossard]. A autoridade da Polícia Federal é para cumprir a lei. E não apenas quando quer.
Saiba como Chavez tenta manter a família nos governos, neste domingo.
. Seu pai, irmãos e parentada de toda ordem dominam postos chaves em Estados e municípios da Venezuela.
LEIA (o posto é deste domingo e foi despachado desde Caracas ainda há pouco):
http://www.elpais.com:80/articulo/reportajes/Chavez/feudo/elpepusocdmg/20081123elpdmgrep_1/Tes?print=1
Crescente violência na venezuela pode sacramentar derrota de Chávez
Oposição levanta bandeira do combate à crescente violência
Enquanto o presidente Hugo Chávez tenta transformar as eleições regionais de hoje num plebiscito em torno da sua figura, a oposição assumiu o combate à violência como sua principal bandeira de campanha.Nas campanhas em Sucre, o município mais pobre da região metropolitana de Caracas, e no Estado de Carabobo, os candidatos oposicionistas lideram com uma plataforma focada na melhoria da segurança pública.Todas as pesquisas de opinião do país revelam que a violência se transformou na principal preocupação dos venezuelanos a partir de 2006. Levantamento realizado nesta semana pelo instituto Keller e Associados mostra que 43% dos entrevistados vêem na delinqüência "o problema mais importante para a família". Num distante segundo lugar, está o desemprego, com 15%.Os homicídios na Venezuela saltaram de pouco menos de 6.000 em 1999, o primeiro ano do governo Chávez, para 13.156 no ano passado, segundo números oficiais. Com isso, a taxa de homicídios no país em 2007 ficou em 48 casos por 100 mil habitantes. É quase o dobro da média brasileira -25,4 por 100 mil no ano passado, segundo o Ministério da Saúde.Em Caracas, onde ocorrem mais de 40 assassinatos por fim de semana, a taxa de homicídios alcança 130 mortos por 100 mil habitantes. No Estado de São Paulo, por exemplo, foram 12 assassinatos por 100 mil habitantes no ano passado.A violência esteve no centro da campanha do candidato oposicionista ao governo distrital de Caracas, Antonio Ledezma, que dedicou ao tema boa parte de seu discurso de encerramento de campanha: "Sonhamos com uma Caracas onde possamos caminhar por esses espaços sem o medo de sermos vítimas da inegurança".Para o analista Luis Vicente León, porém, Chávez tem sido mais bem sucedido em "polarizar" a eleição do que a oposição em transformar a violência em tema central de campanha, inclusive na grande Caracas."A insegurança é um peso a mais, porém não tem o peso fundamental no processo político", diz León. Para ele, os bons índices de oposicionistas nas pesquisas de opinião em regiões violentas, como os Estados de Barinas e Carabobo, se devem mais ao rechaço aos governos do que uma resposta à alta criminalidade.
A origem do prestígio do diretor da Abin
22/11/2008
Circulam em Brasília teorias sobre a origem do prestígio do delegado Paulo Lacerda, diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), afastado do comando há quase três meses, desde que se descobriu que seus espiões haviam se metido clandestinamente em uma investigação policial, vigiando, fotografando e grampeando ilegalmente telefones de autoridades. Lacerda tem dito a amigos que sairá definitivamente, mas não pela porta dos fundos. O presidente Lula, que admira o delegado, pretendia reconduzi-lo ao cargo no fim das investigações que tentam identificar os autores da interceptação clandestina de uma ligação entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres. Lula estava certo de que Lacerda seria isentado de culpa no caso. Não é mais assim. O presidente confidenciou a um assessor que a volta do delegado ao comando da Abin não é mais possível diante da profusão de ilegalidades que já foram descobertas no curso da chamada Operação Satiagraha.
Está provado que a Abin, sob o comando de Lacerda, destacou mais de oitenta espiões para fazer uma investigação que deveria ser exclusiva da Polícia Federal. Na incursão, que tinha o objetivo de pegar o banqueiro Daniel Dantas, eles manipularam material protegido por segredo de Justiça e produziram relatórios com base em escutas telefônicas – algumas legalmente autorizadas, outras não. Os espiões também monitoraram os passos do presidente do Supremo, grampearam seus telefones, vigiaram parlamentares e produziram relatórios com base nesse material clandestino – tudo dentro da Abin, com o conhecimento do delegado Paulo Lacerda. Há depoimentos formais que comprovam que a legião de arapongas agiu acreditando estar cumprindo uma "missão presidencial". Como Lula, até onde se sabe, nada tem a ver com a operação, fica óbvio que o nome do presidente foi indevidamente usado para justificar ações ilegais – o que já seria motivo mais que suficiente para, no mínimo, demitir os responsáveis. Imagine se tudo o que foi descoberto realmente tiver origem em uma "missão presidencial". Melhor nem imaginar.
Nova empresa aérea promete passagens 75% menores
. E em vez da barrinha de cereal, os vôos terão self-service.
. Ele diz que o lobby de Sérgio Cabral que impediu vôos no Santos Dumont, levando a sede da Azul para SP, vai custar ao Rio R$ 1,4 bilhão por ano.
FHC quer que PSDB defina candidato para 2010 já no ano que vem
. "É cedo para definir [esse nome] agora, mas não é cedo para iniciarmos as conversas entre nós. E não temos medo. Se houver divisão, fazemos a convenção. Mas [o partido] tem de ter um candidato. Caso contrário, as forças da sociedade não têm por onde ecoar, não têm como se exprimir porque não há outro lado. Nós temos de apresentar o outro lado", disse.
Obama apresenta sua equipe econômica na segunda-feira
. Ambos estarão ao lado do presidente eleito nesta segunda-feira para uma coletiva com a imprensa, em Chicago. Geithner terá entre suas responsabilidades dar uma resposta da nova administração sobre a crise econômica global e o aperto no crédito. Summers irá responder pela participação do governo em fusões econômicas por meio de agências federais.
. A equipe econômica deve incluir também Peter R. Orszag como chefe do orçamento da Casa Branc. Atualmente, ele exerce uma função similar no Congresso. O presidente eleito ainda não definiu quem será o presidente do Fed, o banco central americano. Especula-se que Ben Bernanke pode ser mantido no cargo.
CLIQUE aqui para ler a matéria completa no jornal O Estado de S.Paulo.
Pontal do Estaleiro: réplica e tréplica para Fogaça ler e tomar coragem para decidir.
-A resposta do editor vai postada ao pé da opinião da leitora.
Você é nosso parceiro na defesa da Zona Sul, através do movimento contra o antigo projeto do Socio-Ambiental e a famosa câmara de carga a céu aberto, intitulada de "Merdódromo"; e também pelas orientações na defesa do bem-estar animal. Porém ao ler o teu newsletter onde citas "A nova lei aprovada pela Câmara há poucos dias, apenas ampliou o destino da área, permitindo também a construção de edificações residenciais", não me parece que a coisa seja tão simples assim, pois esta aprovação da lei, permitirá a abertura para outras construções de edificios na orla que ainda resta. Não sou contra o desenvolvimento, mas desde haja mais preocupação com o meio ambiente e o que vemos é a fúria imobiliária. Precisa ser dosada esta liberação, para que não abra precedentes prejudiciais a nossa cidade. Lourdes Sprenger, Porto Alegre, RS.
RESPOSTA DO EDITOR
Lourdes:
1) em 1947, o Estaleiro Só foi construído, empestou a região, impediu o povo de ir ao rio. Até agora. Está lá o monturo. Ninguém entra lá.
2) em 2002, constatando que a prefeitura não tem dinheiro e nem interesse na área, o prefeito Tarso Genro fez aprovar a lei 470, mudando a destinação do local, que era industrial, para comercial e de serviços, submetendo tudo ao Plano Diretor, ou seja, é a prefeitura, com base no disposto no Plano Diretor, que fixará alturas, volumetria, despejos cloacais, compensações (tem lei sobre compensações, com parâmetros bem definidos). Isto tudo está na lei, foi discutido, aprovado. Não é maluquice. São regras definidas em lei, após anos e anos de audiências públicas, audiência a técnicos e enormes debates na Câmara. Leia o texto. Publico na capa do meu site. Procura ali ao lado direito.
3) este ano, o vereador Brasinha apresentou projeto para mudar a destinação de uso comercial e de serviços, para também residencial. É da boa prática urbanistica. Neste aspecto, tudas colocações precisam ser bem entendidas, porque tem gente que está fazendo confusão na área sem saber ou porque sabe muito. O PSOL, derrotado humilhantemente nas urnas, foi ao prefeito José Fogaça, sexta, tentando assustá-lo. Fogaça parece assustado. Não devia. Essa gente não votou nele e quer que ele fracasse. É a vanguarda do atraso.
A CAMARA NÃO APROVOU O PONTAL, MAS A NOVA DESTINAÇÃO DE USO
1) LEGALIDADE - A iniciativa do projeto não é viciada. É da competência do Legislativo ou do Executivo. A Câmara só não teria competência caso se atrevesse a aprovar a edificação, atribuição exclusiva da prefeitura. Mente o PSOL. A Câmara não aprovou o projeto do Pontal, mas aprovou a alteração de destinação para multiuso, mantendo tudo o que o Plano Diretor e a lei de compensações exige, inclusive altura, volumetria, controle de despejos clocais - tudo o que a lei exige e define.
2) A LEI DIRÁ O QUE FAZER - Qualquer projeto que sair na área, só poderá sair na área, porque a Câmara decidiu apenas sobre o multiuso daquela área do Estaleiro Só e nenhuma outra. Cada caso, será um caso, se surgirem - e espero que surjam outros. Só sai projeto com aprovação da prefeitura, dentro do que a lei há anos e anos fixa claramente, depois de dezenas de audiências públicas, debates e o que for fixado nas leis. Se o Pontal for aprovado, será dentro dos critérios legais já existentes, mas se o projeto não se enquadrar, como qualquer outro, terá que pedir as contas e vender a área.
3) A ORLA ESTÁ NAS MÃOS DE MACONHEIROS, VAGABUNDOS, RATOS, MARICÁS E CAMPINHOS DE FUTEBOL - Vamos deixar aquilo ali entregue aos escombros, aos maricás, aos clubes de futebol que se adonaram da área defronte o shopping e não deixam ninguém passar ? Vamos ficar sem passarelas, ramblas, marinas, ciclovias, bares, restaurantes, serviços, prédios residenciais e comerciais em alturas compatíveis e espaçados, exatamente dentro do que já dispunha a lei ? Que diabo de bom senso é este ? Que diabo de cidade atrasada é esta que queremos ? isto é o fim da picada.
4) ATÉ ADELI SELL, DO PT, CHOROU POR SER OBRIGADO A VOTAR CONTRA O PROJETO - Leia o voto do Adeli Sell, do PT, postado aí do lado direito, porque ele se mostra envergonhado e chorou por ter votado contra. Fogaça tem que ouvir Adeli e seu secretário do Planejamento, José Fortunatti, em vez de ficar dando trela e foto para o PSOL. Está na capa do meu site. Procura ali.
5) LEIA E NÃO SE DEIXE EMPRENHAR PELA VANGUARDA DO ATRASO - Eu estudei cada linha das 92 páginas de todo o processo que está na Câmara, participei e ouvi todas as audiências públicas, como também compareci aos debates em plenário. Não falo por ouvir falar. Ninguém me paga por esta posição. Se alguém se atrever a insinuar qualquer coisa em contrário e se identificar, interpelo e meto na cadeia. É meu dever como comunicador e cidadão. Eu já fui governo em PortoAlegre. Aquela beira-rio do Collares, quem pagou fui eu, com o dinheiro dos contribuintes, como secretário da Fazenda. Sei o que os ressentidos, pervertidos, demagogos, populistas, politiqueiros, reacionários - a vanguarda do atraso - naquela ocasião, fizeram, para impedir a implementação de utilidades à beira da orla, o que nos tornaria uma belíssima Montevidéu ou Barcelona, com rambla e tudo - ou uma Puerto Madero, Pier 17 ou Navy Pier. O Projeto Cais do Porto não saiu até hoje por causa dessa gente atrasada e por falta de governantes corajosos e capazes de enfrentá-los.
Por que a base aliada de Yeda cala tanto: o que a acovarda ?
. O jogo de Fontana, do PT e dos seus aliados é "f...." com essa mulher, com esse governo, como disse o líder, em Brasília, aos deputados Sossela e Marcon, conforme testemunhos em poder deste editor. É ganhar 2010 de qualquer modo.
. O discurso foi do deputado Alexandre Postal. Postal, como outros deputados da base, consideram que é possível melhorar a proposta, mas não consideram que a melhor alternativa é afundar o barco e reduzir tudo a pó. Isto nem Lula e o PT fazem, porque o que combatem no RS, replicam em todo o País através do ministério dos Transportes.
. Onde estão os líderes do PSDB, do PTB, do PP, do PPS e do PMDB, excessão de Postal, que não demonstram coragem e competência para desmascarar os factóides plantados de maneira mentirosa, diariamente, como foram os casos de Fontana e do pedágio comunitário de Portão ? O que os leva a se alinhar com a mistificação e a demagogia barata ? Não se pode esperar muito de deputados governistas que descem à indignidade de assinar documentos para o Cpergs, comprometendo-se a honrar o que garantiram com seus fios de bigode, portanto sendo tratados como cachorrinhos da madame.
. A discussão tornou-se histérica mais uma vez no RS, porque grupos ressentidos da oposição, aliados a setores corporativistas, demagógicos e interesseiros, estão pouco se lixando para o estado da infraestrutura rodoviária estadual, incapaz de responder pela demanda que o desenvolvimento exige. No mundo todo, em todos os Estados, a aliança entre governo e iniciativa privada, asseguram investimentos pesados em rodovias. Só isto resolve. No RS, nada disto é aceito. Por isto o trecho da BR-116 entre Novo Hamburgo e Porto Alegre mata e estrangula a economia. As obras de ampliação não saem ali há 30 anos, porque existe dura oposição à aliança. Sofrem pessoas e a economia. Isto se replica em quase todo o Estado. Enquanto isto o RS vai perdendo posição dentro da economia brasileira e atualmente mal responde por 6,5% do PIB. Paraná, SC e Bahia já ameaçam a quarta posição do RS.
Abaixo as cercas que impedem ao rio na frente do BarraShoppingSul
Fui esta tarde visitar o BarraShoppingSul, na zona Sul, de cara para o rio Guaíba. Quis almoçar, mas nenhum dos cinco restaurantes estava aberto. O shopping já é um marco de progresso e dá para esperar pelo almoço.
O que estranhei é aquela área ocupada, cercada, que separa a pista da ciclovia do rio: há um alambrado que impede a passagem para o rio, onde seria possível instalar piers, calçadas, bares, restaurantes, ramblas muio belas.
Nunca fi ninguém reclamando pela apropriação privada daquele espaço, ao contrário do que fazem agora com o caso do Pontal do Estaleiro ? E é uma área infinitamente maior e mais bonita, sobretudo agora, com a chegada do shopping.
O que diz o PSOL e os ambientalistas fundamentalistas guascos ? Tá tudo dominado por essa esquerdalha ressentida abominável de Porto Alegre ?
Francisco Lopes, Porto Alegre, RS.
Missão gaúcha volta ao Canadá para insistir com novos negócios com o RS
. O primeiro destino é a cidade de Winnipeg, capital da Província-Irmã do Rio Grande do Sul no Canadá, Manitoba, nesta segunda e terça-feira (dias 24 e 25 de novembro), quando a comitiva gaúcha encontrará autoridades governamentais, institucionais e empresários ligados ao desenvolvimento a ao agronegócio. A partir de quarta-feira (26) até sexta (29), na cidade de Regina, os gaúchos participarão da 38º Canadian Western AGRIBITION, que ocorrerá no período de 24 a 29 de novembro. O Governo do Estado, por meio de Sedai, Caixa RS e Secretaria da Agricultura, com apoio da Farsul, apresentarão o Rio Grande do Sul, conforme a área de atuação, em seminário durante a feira. A Agribition é considerada uma feira muito semelhante à Expointer, tendo o objetivo de promover a expansão e o desenvolvimento da agricultura e pecuária canadense, bem como a interatividade dos países irmãos com exportação de produtos e tecnologia.
. Este ano, depois de visita e convite feito pela governadora Yeda Crusius, o Canadá retornou à Expointer, após dez anos de ausência. "A proximidade com os canadenses é crescente. Nossa intenção é estreitar ainda mais as relações comerciais e de troca de tecnologia, especialmente na área de maquinário agrícola", afirma o secretário substituto da Agricultura, Gilmar Tietböhl.
RS perderá R$ 1 bi, o que economizou para o déficit zero, com a reforma do PT
Folha de S. Paulo
Sábado, 21 de novembro, 15h30m.
Mercado Aberto
GUILHERME BARROS -
guilherme.barros@uol.com.br
RS perderá R$ 1 bi com reforma tributária
A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, calcula que o Estado perderá R$ 1 bilhão em arrecadação por ano com as mudanças propostas pela reforma tributária, aprovada pela comissão especial da Câmara nesta semana. Yeda disse que está disposta a "lutar até o fim" para tentar barrar o projeto de lei. Ela afirmou estar em contato constante com os governos de SP e MG, também insatisfeitos com a proposta. "Essa mudança traz uma perda para o RS de R$ 1 bilhão na arrecadação. Esse valor foi o que eu economizei neste ano para zerar o déficit público." A governadora anunciou neste mês que conseguirá zerar o déficit público do Estado neste ano. O RS está há 37 anos com as contas no vermelho, e a previsão inicial do governo era zerar o déficit no ano que vem. No início da gestão de Yeda, o déficit era de R$ 2,4 bilhões. Segundo Yeda, a fórmula para acertar as contas incluiu um corte de 30% nos gastos de custeio de cada secretaria e o controle da folha de pagamento. A governadora também implementou a substituição tributária em vários setores. O novo sistema, que recolhe o ICMS total do produto na indústria ou no atacado, garantiu um aumento nominal de 23,5% na arrecadação entre janeiro e outubro, para R$ 12,7 bilhões. Segundo ela, o sistema permite um controle fiscal mais rígido, dificultando a sonegação. Apesar de ter conseguido colocar as contas em dia, Yeda reconhece que o custo para o Estado foi alto. Na sua gestão, não quis pegar empréstimos e precisou atrasar pagamentos de servidores. Ela também não pagou precatórios judiciais neste ano. "Eu optei por não pagar juro. O RS gasta R$ 300 milhões com juros por ano." O governo também não abriu mão neste ano do ICMS dos empresários gaúchos antigamente beneficiados pelo Simples Estadual. Com a aprovação do Simples Nacional em 2007 e a revogação das leis estaduais equivalentes, alguns tiveram aumento de impostos. E apenas em setembro Yeda sancionou uma lei para corrigir a diferença, com isenção de impostos a empresas que faturam até R$ 240 mil no ano em 2009. Para ela, no entanto, o maior sacrifício para acertar as contas públicas foi o corte de investimentos. Com investimento zero em 2007 e de apenas R$ 400 milhões em 2008, ela reconhece que o Estado enfrenta problemas, como uma infra-estrutura rodoviária deficiente e falta de viaturas para a polícia. "O RS está um ano atrasado." Na proposta orçamentária de 2009, ela prevê investimentos de R$ 1,25 bilhão. Se a crise derrubar a arrecadação, no entanto, admite que pode sacrificar novamente os investimentos. A reeleição em 2010, por enquanto, não está nos seus planos. "Se eu pensasse em reeleição não teria feito o que fiz. Isso gerou muita impopularidade.
" Frases "- Essa mudança [reforma tributária] traz uma perda para o Rio Grande do Sul de R$ 1 bilhão na arrecadação. Esse valor foi o que eu economizei neste ano para zerar o déficit público""O Rio Grande do Sul está um ano atrasado"YEDA CRUSIUS governadora do Rio Grande do Sul
Brigada ajudou a acelerar assentamentos do MST no RS
Veja só. Faz uma analise.
Será que o MST não deveri agradecerao comandante Paulo Mendes e ao governo Yeda ?
Com as ações da Brigada Militar contra as invasões de terra no RS, o que restou:
1) O fim da indústria das invasões no Estado!
2) O Governo Federal está implementando a reforma agrária (de sua responsabilidade), comprando áreas. Assentando familias.... ou seja, a BM ajudou a retirar seus integrantes dos leitos das rodovias. Isto não foi bom?
Mércio Cardoso Lins, Porto Alegre, RS.
Arapongagem derruba Tubino na Polícia Civil do RS
Conselheiros no olho do furacão!
Jornalista Polibio Braga, o TCE não está dando sorte com as últimas indicações para compor o colegiado de Conselheiros. Primeiro as acusações contra o ex-Deputado João Luiz Vargas de apropriação de recursos públicos, notadamente no episódio do DETRAN. Agora a suspeita de que o ex-Deputado João Osório possui patrimônio incompatível com sua renda, citando-se como exemplo uma casa na beira-mar em Xangri-lá com mais de 700 m2, com 7 suítes, piscina térmica, etc.
Dos antigos Conselheiros, nem todos, sabe-se que costumam se beneficiar com viagens desnecessárias, diárias polpudas, cargos em comissão dentro e fora do TCE, FGs com valores significativos para distribuir, etc., mas nada do porte do que está sendo aventado ultimamente.
Para um órgão que fiscaliza as contas de políticos isto é simplesmente terrível.
Sem prejulgar o Conselheiro, informa-se que no site http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/politicosdobrasil/ é possível averiguar o patrimônio declarado pelo ex-Deputado João Osório em 1998 e 2002 à Justiça Eleitoral.
Francisco Silva, Porto Alegre, RS, sábado, 21 de novembro, 14h.
Depois de denunciado no TCE pelo conselheiro João Osório, que o acusou de vasculhar sua casa na praia em companhia de um jornalista investigativo, abusando da autoridade que tem e assediando o seu caseiro, o delegado Luiz Fernando Tubino acabou exonerado do cargo de diretor da Divisão de Pessoal do Departamento de Administração da Polícia Civil do RS.
. Foi o delegado Luiz Tubino quem denunciou o deputado Luiz Fernando Zacchia ao Ministério Público do Tribunal de Contas do Estado, sob a acusação de enriquecimento ilícito. Tubino instruiu sua denúncia com fotos que obteve em Porto Alegre e na praia.
. Outros dossiês estavam sendo montados.
. O delegado foi Chefe de Polícia no governo Olívio, do PT, protagonizando uma insólita cena de gravação clandestina de conversa com o então homem forte do Partido no Piratini,Diógenes Oliveira. A revelação da gravação desmontou a armação que o governo e o PT mantinham na ocasião com a jogatina (bicho e bingo) no RS, conforme desvendou a CPI da Segurança Pública.
- Tubino e o jornalista teriam não apenas ingressado na casa, como fotografado a residência de 700 metros quadrados de área construída, sete suítes, uma das quais com sauna, tudo à beira da praia de Xangri Lá e registrada em nome da mulher de João Osório.
Governo manda fazer a Folha com desconto para grevistas do magistério
500 dias de greve, o que corresponde a mais de dois anos de aulas não dadas.
Isto se deve ao fato de contarem greve como folgas, porque jamais tiveram
seus salários descontados antes.
O governo estadual já mandou a secretaria da Fazenda preparar tudo para pagar o pagamento da Folha de Pessoal dos professores estaduais em greve, pagando-lhes apenas 16 dos 30 dias do mês, portanto com desconto dos 14 dias em que devem permanecer sem trabalhar.
. Esta será a primeira vez que o governo descontará os dias de greve.
. Enfraquecidos em função de uma greve sem sustentação sindical, política e social, o Cpergs não conseguiu impor o pagamento nos termos da negociação para a volta ao trabalho.
Yeda irá ao ministro na quinta para apresentar proposta de concessões
A governadora Yeda Crusius viajará a Brasília na quinta-feira para conversar com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Ela apresentará pessoalmente o projeto de prorrogação dos pedágios previstos nos contratos de concessão de rodovias no Estado. Yeda havia solicitado a audiência para esclarecer a versão sustentada pelo líder do governo Lula, deputado federal Henrique Fontana (PT), de que Nascimento é contra a proposta de prorrogação.
. O governo gaúcho vem conversando com o ministério dos Transportes desde que começou a desenhar o programa Duplica RS. O ministro, por meio de sua assessoria, afirmou que ainda não tem conhecimento do projeto do governo gaúcho, o que não é verdade.Além de apresentar o Duplica RS, a governadora pretende encerrar a polêmica gerada acerca da anuência que o Estado precisa receber da União para implementar o programa de prorrogação dos pedágios por mais 15 anos no Estado, a partir de 2013. O aval do governo federal é imprescindível, pois a proposta do Executivo gaúcho abrange rodovias federais repassadas ao RS. Conforme o secretário de Infra-Estrutura e Logística, Daniel Andrade, as negociações com o governo federal iniciariam após a aprovação da matéria pela Assembléia Legislativa, mas a apresentação do programa já vem sendo feita há bastante tempo ao ministério, Dnit e ANTT.