A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, durante a madrugada desta sexta-feira, a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. A votação ocorreu depois de um dia marcado por uma greve geral e por uma marcha de setores de esquerda ao Congresso, que terminou com incidentes e detidos. Para conseguir a aprovação, o governo Milei cedeu em alguns pontos do projeto, como o que propunha reduzir em 50% o salário de trabalhadores em licença médica por acidentes fora do local de trabalho.
O texto foi aprovado por 135 votos a favor e 115 contra. Por conta das mudanças, a proposta ainda precisará retornar ao Senado argentino.
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