Artigo, Marcelo Aiquel - O Grenal da política brasileira

Nesta data festiva em que comemoramo a independência do Brasil, farei uma breve e necessária reflexão sobre o ódio e a intolerância, fomentados por uma esquerda radical que busca dividir o país entre nós e eles
         
Será que alguma pessoa que consegue “ligar o Tico e o Teco” (e eu me refiro àqueles que sabem usar corretamente os seus neurônios) acha que somos todos, uns parvos?
         
Pra quem não ainda não aprendeu (ou não quis aprender), parvo é um adjetivo da língua portuguesa que significa tonto; abestalhado; idiota.

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2 comentários:

Anônimo disse...

Os 51 milhões (7a maior apreensão de dinheiro em espécie do mundo) do Geddel, do PMDB, do cunha, jucá, temer, gato angorá, cabral, Lobão Pai, Lobão Filho, Eduardo Braga, Eunicio, etc?

Anônimo disse...

OFF TOPIC

Um panorama das quadrilhas de corrupção no Brasil !

Resumo efetuado pelo Excelentissimo Juiz Dr. Erick Bretas para entender o que se passa no Brasil Corrupto.

"Se você analisa as delações da JBS, as da Odebrecht, a conclusão é mais ou menos a seguinte:

O Brasil foi dividido entre cinco grandes quadrilhas nas últimas duas décadas.

A maior e mais perigosa, diferentemente do que diz o Joesley, é a do PT. Era a mais estruturada, mais agressiva, mais eficiente e com planos de perpetuação no poder. Comandava a Petrobras, vários fundos de pensão e dividia o poder com as quadrilhas do PMDB nos bancos públicos.

A segunda maior é a do PMDB da Câmara. Seus principais chefões eram Temer e Eduardo Cunha. Eliseu Padilha, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco e Henrique Eduardo Alves eram os subchefes e Lúcio Funaro era o operador financeiro. Mandavam no FI-FGTS, em diretorias da Caixa Econômica, em fundos de pensão e no ministério da Agricultura.

A terceira é a do PMDB do Senado. Seu chefão é Renan Calheiros. Seu guru e presidente honorário, José Sarney. Edison Lobão, Jader Barbalho e Eunício Oliveira são outras figuras de proa. Mandava nas empresas da área de energia e tinha influência nos fundos de pensão e empreiteiras que atuavam no setor.

A quarta é o PSDB paulista, cuja figura de maior expressão é o Serra. Tinha grande independência das quadrilhas de PT e PMDB porque o governo de São Paulo era terreno fértil em licitações e obras.

A quinta e última é o PSDB de Minas -- ou, para ser mas preciso, o PSDB do Aécio. Era uma quadrilha paroquial, mandava em Furnas e usava a Cemig como operadora de esquemas nacionais, como o consórcio da hidrelétrica do Rio Madeira.



Digo tudo isso não para reduzir a importância do PT e o protagonismo do Lula nos crimes que foram cometidos contra o Brasil. Lula tem de ser preso e o PT tem que ser reduzido ao tamanho de um PSTU.

Mas ninguém pode dizer que é contra a corrupção se tolerar as quadrilhas do PMDB ou do PSDB em nome da "estabilidade", "das reformas" ou de qualquer outra tábua de salvação que esses bandidos jogam para si mesmos.

E que ninguém superestime as rivalidades existentes entre esses cinco grandes grupos. Em nome da própria sobrevivência eles são capazes de qualquer tipo de acordo ou acomodação e farão de tudo para obstruir a Lava Jato."

Didático e definitivo.