Banrisul correrá riscos enormes ao adiantar o 13o para os servidores estaduais.

O Banrisul corre enorme risco com os empréstimos, já que não exigirá garantia alguma e concederá o dinheiro até para quem estiver com registros continuados no SPC e na Serasa. A operação é temerária e nenhum outro banco quis acompanhar o negócio. 

O Banrisul confirmou estas manhã todas as informações que o editor passou aos seus leitores ontem a noite, informando que os empréstimos do "13o" para os servidores estaduais são um negócio do qual o governo estadual não faz parte.

Foi em coletiva para a imprensa.

O risco é todo do banco e os servidores não possuem garantia de que o governo vá pagá-los no mesmo prazo do contrato assinado com o banco - seis meses de carência e seis parcelas.

O Banrisul já realizou operações temerárias com o governo estadual, seu controlador, no passado, só não quebrando porque o governador Antonio Brito conseguiu salvá-lo no programa do Proes. 

Os juros sobre os empréstimos serão idênticos à remuneração que o governo pagará pelo atraso: 25%.

O editor não conseguiu as informações com o banco, mas no mercado e com servidores que ontem começaram a encaminhar pedidos de dinheir (veja fac simile ao lado).

Nos governos Rigotto e Yeda, os governos de então garantiram pagar ao banco, caso os servidores não quitassem suas dívidas.

7 comentários:

Anônimo disse...

Políbio,

Eu não gosto de bancos estatais!!

JulioK

S.M. disse...

O que mais me impressionou nesse episódio dos atrasos de salários foi constatar a falta de disciplina financeira do povo - e aqui não estamos falando do povo humilde, mas de funcionários públicos, isto é, pessoas de maior nível de instrução e poder aquisitivo, que poderiam muito bem ter algum dinheiro guardado para emergências.

Foi só o governo anunciar a medida, e deu aquele alvoroço! Ainda se fosse atraso de um mês para o outro... mesmo assim seria digno de nota, mas vá lá. Ocorre que não foi nem isso: foi apenas o parcelamento no mesmo mês.

Isso revela como é frágil a situação financeira das pessoas.

No Facebook e na vida diária, perante os amigos, é só ostentação e vaidade. Mas por trás disso estão todos na berlinda, endividados.

Agora imaginem se ocorre de abater-se sobre o país, ou sobre o mundo, uma crise financeira de maior dimensão. Se funcionários públicos já pasam por dificuldade, imaginem o povo mais humilde, das vilas e das favelas, que tem o dinheiro contado até para pegar ônibus.

Que Nossa Senhora nos ilumine e proteja.

"Vai, ó preguiçoso, ter com a formiga, observa seu proceder e torna-te sábio:
ela não tem chefe, nem inspetor, nem mestre;
prepara no verão sua provisão, apanha no tempo da ceifa sua comida."
(Provérbios 6:6-8)

Os Provérbios falam do preguiçoso, mas aplicam-se também ao consumidor indisciplinado.

Anônimo disse...

Ué, mas não é o governo o avalizador??? Então pq não poderia dar para quem tá no SPC, Cerasa, etc...é uma obviedade....ou será que não???? Quer dizer q o servidor fica responsabilizado? EEEEEEPPPPAAA

Anônimo disse...

Isto é uma piada, prova que o atual governo é composto por um bando de "MERDAS" que vão do gpvernador, secretarios e demais bostas. Deppis falam dos PTralias mas conseguem ser piores. Incompetentes burros do interior que vem para a capital fazer merda aqui. Se fossem bonn os municípios não precisaram mandar pacientes para Porto Alegre. Cambada de Guaiacas.

Anônimo disse...

16 de dezembro de 2015 15:26

Porto Alegre é CAPITAL, cidade de BURROCRATAS.

E por isso a crise aqui é mais AGUDA, pois no interior a maior parte do povo TRABALHA, PRODUZ, e não é militante pago como o Sr.

E não, NINGUÉM É MAIS BURRO que um PETRALHA. Está se afogando mas continua segurando a bigorna.

Anônimo disse...

Não sejamos ingênuos, o Banrisul é do mercado. Jamais tomaria um risco sem calculá-lo. Engane-se quem pensa que o Estado apita dentro do Banrisul; se assim fosse, os salários jamais teriam sido parcelados.

Anônimo disse...

16 de dezembro de 2015 15:26

Tá falando o Tarso e do Olivio, únicos que fedem e são do interior.

Único da Capital foi Collares, não fede por ter cinco remunerações as custas produtores de riquezas, os verdadeiros trabalhadores. Né?