Joaquim Barbosa ataca advogados que usam a política para livrar bandidos que roubam dos cofres públicos

"Se vc é advogado num processo criminal e entende que a polícia cometeu excessos/deslizes, vc recorre ao juiz. Nunca a políticos! Os que recorrem à política para resolver problemas na esfera judicial não buscam a Justiça. Buscam corrompê-la. É tão simples assim", postou no Twitter, ontem, segunda-feira de carnaval, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa. Após pedir a demissão do ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, por receber advogados da Lava Jato, o ex-ministro volta a atacar. Expulso por Barbosa de uma sessão, o advogado Luiz Fernando Pacheco (foto ao lado,s em barba) disse que o novo episódio revela o "caráter populista" do ex-ministro do STF;. O criminalista Kakay também ironiza caso; "Como é Carnaval parece ser uma piada de salão: um ex-ministro do Supremo sair do ostracismo para tentar pressionar a presidente da República e pedir a demissão do ministro da Justiça".. Para o PT, JB busca projeção com "ativismo jurídico". A ira de Joaquim Barbosa tem razão, porque Kakai e Pacheco, mas não só eles, ao defenderem bandidos celerados do Mensalão, recorreram a pressões políticas do governo para dobrar os juízes do STF. Agora, novamente, advogados que defendem os empreiteiros no Paraná, tentam até legislar no TCU para livrar seus clientes da cadeia. 

8 comentários:

Anônimo disse...

Sr Polibio Braga:

A cara do Brasil prostituído.
kakai e pacheco

Saudações

Anônimo disse...

A caixa-preta (II)



O depoimento de Pedro Barusco aos investigadores da Lava Jato tinha uma frase sobre o tesoureiro do PT que não fazia muito sentido. A partir de agora, isso deve mudar.

Pedro Barusco disse que procurou João Vaccari Neto porque sabia de sua boa relação com o grupo Schahin. Qual relação? Por que? Desde quando?

O documento do Banco Central que questiona os empréstimos suspeitos do banco Schahin pode fornecer uma resposta a essas perguntas.

Entre 2002 e 2005, o banco Schahin fez dez empréstimos irregulares às empresas Cliba e Dados Empreendimentos, num total de 48,8 milhões de reais. O dono dessas empresas era Romero Teixeira Niquini, que se tornou sócio do concunhado de Ronan Maria Pinto, de Santo André, e faturou uma fortuna em contratos com as prefeituras do PT.

A Folha de S. Paulo, em 2002, publicou a seguinte reportagem sobre ele, já então desconfiando que se tratasse da principal fonte pagadora do petismo:

"O empresário de transportes Romero Teixeira Niquini herdou, em seis meses, quase R$ 70 milhões em contratos para serviços de limpeza em duas capitais administradas pelo PT. O presidente de empresas de seu grupo é Willian Ali Chaim, ex-tesoureiro da campanha a deputado federal de Rui Falcão, secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo, e ex-assessor do presidente nacional do PT, deputado José Dirceu. Os contratos de Niquini com as prefeituras petistas estão sob a mira do Ministério Público e de vereadores, que desconfiam de um suposto beneficiamento a empresas de lixo e de transporte. O promotor Fernando Capez acredita que "há claramente um esquema para beneficiar essas empresas nos municípios administrados pelo partido".

A Folha de S. Paulo publicou também, no mesmo período, uma reportagem sobre o crescimento de suas empresas de ônibus nas prefeituras petistas de Santo André e São Paulo:

"Romero Teixeira Niquini substituiu Baltazar José de Souza, de quem comprou a Viação Iguatemi - cujo nome foi alterado para Expresso Urbano São Judas Tadeu. A empresa tinha como sócios o próprio Baltazar, concunhado de Ronan Maria Pinto, e Ozias Vaz, sócio de Ronan. Em agosto de 1999, Niquini comprou outra empresa de Baltazar, a Viação Santo Expedito, por R$ 1,8 milhão. Com as aquisições, ele passou a ser o segundo maior empresário de ônibus na cidade, com 900 veículos - cerca de 10% da frota paulistana".

As suspeitas de pagamento de propina ao PT por parte de empresas de transporte e limpeza - e que dizem respeito tanto à campanha de Lula, em 2002, quanto ao assassinato de Celso Daniel - nunca foram provadas judicialmente porque ninguém conhecia o caminho do dinheiro. Agora a Lava Jato pode resolver o enigma, a partir do documento do Banco Central.

As relações entre o grupo Schahin e o PT não são apenas boas - elas são uma chave para abrir a caixa-preta do partido.



A caixa-preta (I)
Brasil 17.02.2015

A empreiteira Schahin está enrolada na Lava Jato.

...............



O banco Schahin é a caixa-preta do PT? Leia o próximo texto.


http://www.oantagonista.com/

Anônimo disse...

Caro Polibio, o Millor Fernandes já disse que " no Brasil, os advogados inteligentes conhecem a jurisprudência e a lei. Os advogados geniais conhecem os juízes..." E também os ministros, os senadores, os presidentes e etc, etc, e põe etcétera nisso aí.

Anônimo disse...

Caro Polibio, o Millor Fernandes já disse que "no Brasil, os advogados inteligentes conhecem a jurisprudência e a lei. Os advogados geniais conhecem os juízes..." E também os ministros, senadores, governadores, presidentes e etc..., e põe etcétera nisso aí! Essa dupla aí navega em águas mui profundas...

Anônimo disse...

não culpo os advogados, estão fazendo o papel deles. culpado e alguém do governo cedendo a eles.

fred oliveira disse...

Tudo bem, senhor Joaquim Batbosa. Admirei seu trabalho no mnalao. Sou grato por ter cumprido seu dever, agora, o senhor nao deu um pio nas eleiçoes qundo um apoio seu `a oposiçao poderia ter gerado mais votos contra o pt. Sabendo das falcatruas do pt e do modus operandi do partido, o senhor lavou as maos. Foi omisso. Pena! E ainda se aposentou precocemente, deixando em aberto uma vaga para Dilma preencher. Agora, pelo twiter, o senhor expressa sua indignaçao com o ministro do partido no qual o senhor afirma ter votado ( duas vezes em Lula e uma Dilma. Nao sei na ultima eleiçao). Sinceramente, para mim, nao tem mais o mesmo peso sua indignaçao. Enquanto muitos brasileiros se mudam do pais pois nao aguentam mais tantas falcatruas e impunidade, os que nao podem sair, ou os que nao querem pois preferem ficar e tentar resgatar nosso pais, se posicionam,nao se omitem, alertando o eleitor brasileiro e cobrando das autoridades a atitude exemplar. Repense, a apartir de agora, essa omissao e contribua para a melhoria do Brasil de orma efetiva.

NEWTON disse...

Anônimo das 11:39, tu por acaso já ouviste falar do caso CELSO DANIEL? Joaquim Barbosa conseguiu condenar Marcos Valério a uma pena de 40 anos, e esta pena esta sendo a "chave" da operação lava jato, os empreiteiros estão se identificando muito mais com Valério do que com Genuíno ou Delúbio. Os empreiteiros estão "confessando", suprindo o judiciário ( leia-se Juiz Sérgio Moro ) com as famigeradas provas.
Bem, no futuro quando conhecermos o teor das ameaças que JB recebeu da politicalha do A. F., talvez estas singelas manifestações, possam se reverter em atos de suprema coragem.

Anônimo disse...


O sem barba é aquele que se meteu durante o julgamento no mensalão gaguejando feito maluco, parece que inclusive embriagado, acabou sendo retirado pelos seguranças do STF por solicitação de Joaquim Barbosa. O outro, o da barba, faz parte do "grupinho" que em nome do direito e da justiça, trabalha contra todos os brasileiros honestos, ao defender "inocentes clientes", agindo contra a contra própria nação e enriquecendo com honorários que em última análise, vem dos impostos escorchantes pagos por todos os brasileiros. São do tipo conhecido como "adevogados (com e mesmo)de porta de cadeia" mas, claro, em uma versão refinada, sofisticada. O sem barba ainda não faz parte da “nata”, mas suas ações e manifestações tem por objetivo exatamente chegar lá. Com o falecimento do mtb, a estrutura do grupinho vai se mexer e aí, quem sabe o sem barba se insere no grupo de notáveis? Tomara que um dia, haja leis que possam condenar adevogados que defendam seus clientes, sem fundamento, na base da maracutaia, ainda que jurídica, como está a fazer o Ministro da Justiça, a AGU e (pasmem) o TCU, para "mudar radicalmente os rumos da lava jato" e livrar empreiteiros políticos e.... de sentar no banco dos réus. Mas acho que a manobra não vai ter êxito.

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