Artigo, Luiz Padilla - E a mídia ainda trata bandidos com "amor"

Surreal é a hipocrisia da grande mídia brasileira: Tratam bandidos com "amor", os decentes com hipocrisia e as vítimas com desprezo, porque estas nada mais tem para roubarem!

. Sou visceralmente contra a pena de morte aplicada contra 170 brasileiros assassinados a cada dia nessa disfarçada escravidão. 

. Vivemos em uma nação submergente fracassada, o país mais violento do mundo, com 31 assassinatos e 22 mortes no trânsito para cada 100 mil pessoas (em Porto Alegre é mais de 40/100.000) temos 16 das 50 cidades mais violentas do planeta; índice Gini de 0,5,  altíssima desigualdade, posição 85 no IDH (ridícula), renda per capita baixa US$ 11 mil; 8º país do mundo em analfabetismo ( ¾ da população é analfabeta funcional); piores colocações nos rankings internacionais de educação (PISA etc.), falta de mão de obra qualificada, crescimento econômico raquítico (pibinho baixo), políticos corroídos pela corrupção, democracia puramente formal, estado patrimonialista, igualdade material utópica, sociedade incivil, justiça precária Este é o País que aumenta os impostos para financiar porto em Cuba, rodovia na Bolívia, no Sudão, ou para dar empréstimos a Cuba e Angola, financiar metro na Venezuela, hidrelétrica na Nicaragua.

. São 154 assassinatos por dia (média) 11% dos assassinatos do mundo, se usarmos os resultados oficiais que escondem muitos, milhares de assassinatos, os quais tem sido "classificados" como de"outras causas", para mascarar o tremendo aumento nos últimos anos e que sustentam a média anual de 57 mil. Contudo, são mais de 63 mil por ano. Em Porto Alegre, chegamos a ter - há dois meses, em 6 horas - 8 assassinatos sem ligação direta, crimes distintos...

. Ou seja: mais de 170 assassinatos por dia; mais de 8 por hora. Enquanto eu escrevia e você leu, brutalmente assassinaram mais dois brasileiros: 👺

. Agora, lê rápido ou... Os bandidos assassinaram outro brasileiro... Mais outro!

. O Brasil é o 1º em uso de craque, o 2º em cocaína!

CLIQUE AQUI para ler tudo.

* O autor é procurador do Estado e professor universitário. 


6 comentários:

Anônimo disse...

Que alívio. Ainda temos alguém com juízo Brasil!!!!!!!

Anônimo disse...

Tambem tenho ido na mesma linha, ele foi perfeito na analise.O que aconteceu com o brasileiro na Indonesia podemos chamar de "Pena da Vida".Se dentro da lei vc tira um bandido contumaz do seio da sociedade vc esta evitando que esse bandido tire a vida de muitas outra pessoas.Quando vc ouve que um bandido e dedo mole e ja matou mais de dez pessoas, se tivesse a "Pena de Vida" na reicidencia vc alicaria a Pena De Vida e pouparia futuras mortes.

Anônimo disse...

Sugiro que cada defensor de traficantes adote um em sua casa por um ano. Depois disto façamos uma enquete entre os defensores de bandidos, que sobreviverem, e vejamos sua opinião. Colírio nos olhos da gente é pimenta no c* dos outros!

Anônimo disse...

O PROFESSOR FOI PERFEITO NA ANALISE...

Anônimo disse...

Caro promotor estas mortes ( em roubos,transito e outros eventuais) não sào uma. instituição do estado(lei) e. ocorrem em todos os paises em menor ou maior quantidade ja a pena de morte e lei onde se aplica portanto incomparavel o seu texto ou o Sr. sabe que na africa (a pobre) morrem ao dia os mesmos 170 citados no texto de conflitos raciais,religiosos, terrorismo sem falar na SIDA e EBOLA.abraços ao Sr. e demais comentaristas que podem me criticar pois sou liberal.

ganhatudo disse...

Pois é doutor.
Enquanto isto o PGJ atua de imediato para recompor o auxilio moradia.
Se para proteger a cúpula de agentes políticos do Estado ações podem ser adotadas e com a solução encontrada de imediato, por quê o mesmo PGJ não entra com ações para resolver os problemas da segurança, da saúde, da educação, da infraestrutura, estas em especial, mas não desmerecendo outras e por quê um Juiz de plantão não despacha de imediato uma liminar resolvendo a questão?
Ou seja. Para algumas coisas temos vontade política e ação pronta e imediata; em especial quando se referem a cúpula do poder. Já as que interessam os demais mortais, a coletividade em geral, estas não tem pressa alguma e que outros as solucionem, pois os agentes da cúpula não sofrem as consequências desses problemas.
Já o auxílio moradia pesa no bolso.