Na eleição passada eles foram companheiros de chapa, mas no pleito do ano que vem poderão marchar separados.
Pesquisa realizada pelo Instituto Methodus e pela Foca
Comunicação mostra que a vida dos políticos que querem concorrer à Prefeitura
de Porto Alegre em 2020 não será nada fácil. Além das mudanças das regras
eleitorais - como o fim das coligações proporcionais, que tende a aumentar o
número de candidaturas majoritárias - e de o financiamento coletivo não ter
decolado da eleição passada, a rejeição aparece como mais uma barreira a ser
superada pelos candidatos.
Questionados se a eleição para prefeito de Porto Alegre
fosse hoje, se votariam ou anulariam o voto, 35,5% anularia o voto. Ou seja, de
um universo de 1.064.870 eleitores da Capital gaúcha, quase 380 mil anulariam,
independente de candidatos. Em 2016, no primeiro turno da eleição de Porto
Alegre, 59.698 votaram Branco; 75.597 votaram Nulo; e 247.240 sequer foram
votar.
O eleitor que afirma querer anular o voto é, em sua
maioria, mais velho, com ensino médio e com renda familiar de até cinco
salários mínimos.
Os candidatos com maiores chances de serem eleitos, segundo a pesquisa, pela ordem:
Sebastião Melo, MDB; Juliana Brizola, PDT; Miguel Rosseto, PT; Manu, PCdoB: Fernanda Melchionna, Psol; Felipe Camozzato, Novo; Gustavo Paim, PP; Marchezan Júnior, PSDB.