Câmara de Porto Alegre publica lista de cargos e salários dos servidores

Foi publicada na tarde desta segunda-feira a lista nominal dos cargos e salários dos servidores da Câmara Municipal de Porto Alegre. A relação aberta está disponível na seção de “Recursos Humanos - Remunerações” no site de transparência do Legislativo. 

No sistema, a população poderá encontrar o nome completo, o cargo e os salários, bruto e líquido, de cada funcionário da Câmara. A resolução autorizou a publicação da lista foi aprovada na quinta-feira da semana passada pela Mesa Diretora.

Entrevista, José Roberto Mendonça de Barros, Folha - BC força a mão na alta dos juros e vai quebrar muita gente

O economista José Roberto Mendonça de Barros, 71, sócio da MB Associados, concedeu entrevista  para a repórter Raquel Landin, publicada na Folha de S. Paulo deste domingo, e avisou que o Banco Central exagera no aumentos de juros e agrava a recessão.

Leia toda a entrevista:.

Folha - Por que a economia brasileira está em recessão?
José Roberto Mendonça de Barros - A economia brasileira está caindo em degraus, e não desacelerando devagar. Tivemos uma combinação de crise política e ajuste fiscal. Logo no primeiro mês do mandato a presidente perdeu o poder de determinar a agenda do país para o Congresso. Isso jamais aconteceu e teve um efeito imediato nas expectativas para a economia. No fim de janeiro, já estava totalmente claro que tínhamos grandes problemas em grandes setores.

Que setores?
Houve uma parada súbita de vendas no setor automotivo e no mercado imobiliário. Além disso, temos a crise na Petrobras e em seus fornecedores. Com esses três setores paralisados, está configurado um grande problema de PIB. A crise da Petrobras ajudou a paralisar o mercado de crédito e consolidar a virada no mercado de trabalho. No início do ano, a Petrobras suspendeu contratos com fornecedores, que desativaram obras no país inteiro: as refinarias no Nordeste, o Comperj, a fábrica de fertilizantes em Mato Grosso. Quando desmancha um canteiro de obras desse porte, é a rádio peão ao vivo dizendo que o mercado de trabalho virou de forma definitiva.

O desemprego vai aumentar?
O desemprego vai subir continuamente até o fim do ano e chegar a um patamar de 9%. Como a taxa estava em apenas 5%, será um aumento significativo. As demissões vão continuar ocorrendo porque nem todas as empresas perceberam rapidamente que o mercado tinha virado. O comércio ainda estava vendendo bem. Na construção civil, chega a um ponto em que a obra não pode parar. No setor automotivo, os acordos com sindicatos são muito cheios de regras. Por isso, demorou para o ajuste no mercado de trabalho ocorrer.

Existe algum setor da economia que vai bem?
A rigor, só agronegócio, tecnologia da informação e um pouco da área de saúde. É insuficiente para gerar uma recuperação da atividade. Construção civil, indústria de máquinas, setor automotivo, petróleo, setor elétrico --todos os grandes setores pararam de investir. E, com o desemprego, os consumidores vão reduzir a demanda, o que afeta o comércio. Poucas vezes na economia vimos tantos setores piorarem tão fortemente ao mesmo tempo. Também não podemos contar com a exportação, porque demora uns dois anos para as vendas reagirem. Ou seja, hoje não temos fonte de crescimento do PIB.

Há alguma perspectiva de recuperação da economia neste ano ou no próximo?
Estamos estimando queda do PIB de 1,5% a 2% neste ano. Em 2016, um crescimento nulo será o teto. É ilusão achar que o pior já ficou para trás. Esse autoengano circulou pelo governo em Brasília, mas não vejo isso em nenhuma hipótese. A prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez na sexta-feira reforça a percepção de que os investimentos podem cair 8% neste ano e 4% no ano que vem. O deserto que teremos que atravessar em 2015 e 2016 será ainda mais quente.

O que o governo pode fazer para estimular a economia?
O papel do governo é prosseguir no ajuste fiscal e complementá-lo com uma política monetária menos esticada e com reformas de longo prazo. A questão central é a Previdência e, por isso, é tão grave acabar com o fator previdenciário. Além disso, é preciso colocar na rua ações construtivas que permitam uma recuperação de demanda no futuro: investimentos em infraestrutura, aumento de produtividade e uma política comercial que dê suporte à exportação industrial. Isso é que daria um horizonte para a economia, o que todos nós queremos, mas muito pouco tem sido feito.

Você disse que a política monetária está muito esticada. Na sua opinião, o BC está subindo demais os juros?
O Banco Central foi reconhecidamente leniente com a inflação por três anos consecutivos e de repente encasquetou --e a palavra é essa mesmo-- que as estimativas para o IPCA têm que convergir para a meta de 4,5% no fim de 2016. A mensagem do BC é que não vai parar de aumentar os juros enquanto isso não acontecer. Não acho que isso seja o mais adequado, porque a inflação vai cair em 2016 por causa da recessão e porque o grande impacto do reajuste da energia já terá passado. Forçar a mão nos juros é destruir a demanda, o que vai quebrar muita gente. E, se isso acontece, a arrecadação diminui e atrapalha o ajuste fiscal. É um meio tiro no pé.

O BC está pagando o preço dos erros passados? O banco pode parar de elevar os juros sem perder credibilidade?
Querem recuperar três anos em três meses. É a mesma coisa de quem está com excesso de peso tentar resolver o problema correndo três horas no sábado. Vai ter um ataque do coração. Hoje não existe mais essa alternativa de parar de subir os juros, porque o BC caiu numa armadilha depois de tudo que já disse. Com esses juros altos, o BC está atraindo capital especulativo e afundando o câmbio. Se o dólar ficar abaixo de R$ 3, o único sinal positivo para os empresários também se tornará uma dúvida.

Odebrecht resolve encarar juiz Sérgio Moro, MPF e PF. Marcelo renega delação premiada. Grupo empresarial tira duro manifesto.

Após a prisão de presidente, a empresa optou pelo enfrentamento e divulgou um manifesto pago, em jornais, questionando os fatos usados pelo juiz Sergio Moro na ação da Lava Jato.

Em trecho bastante longo, a companhia afirma que, no e-mail endereçado à Odebrecht, a palavra "sobrepreço" refere-se ao lucro sobre o valor de cada sonda que estava sendo negociada com a Sete Brasil, e não a superfaturamento,

Em pedido de habeas corpus dos diretores, apresentado neste domingo, a defesa da Odebrecht também alega constrangimento ilegal, prisão baseada apenas nas palavras de um delator "pródigo em mentiras", Alberto Youssef, e "equívocos cometidos" por parte de Moro "na análise de documentos essenciais"

Presidente da Andrade Gutierrez diz que intermediário pediu dinheiro para o PMDB

O presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo (foto, à esquerda), que está preso na superintendência da PF em Curitiba, afirmou em depoimento ter sido procurado por Fernando Antônio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, para que a empreiteira fizesse doações de campanha ao PMDB:

- O que foi prontamente rechaçado, haja vista que já existia um critério pré estabelecido de doação para o diretório nacional sem a existência de intermediários.

Fernando Baiano também está preso e já é réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro; ele é apontado como operador do PMDB na Petrobrás

A caminho do cadafalso, deputado Bassegio é ouvido na Comissão de Ética da Assembléia do RS

Corregedor da Comissão de Ética Parlamentarm da Assembléia do RS, deputado Marlon Santos (PDT), iniciou às 16h06 o depoimento do deputado Diógenes Basegio (PDT), acusado pelo ex-chefe de gabinete, Neuromar Gatto, de práticas que agridem o decoro parlamentar.

 O deputado está acompanhado de seu advogado, ex-desembargador Marco Aurélio Oliveira.

Dioógenes Bassegio dificilmente escapará da cassação.

Mande esta mensagem para os deputados estaduais gaúchos agora mesmo. Proteste contra manobra petista sobre Ideologia de Gênero.

Será votado amanhã o projeto que inclui ideologia de gênero nos currículos escolares.É mais uma armação lulopetista petista para desorganizar, desmoralizar e, por fim, dominar a sociedade. 

Vale a pena participar da campanha de e-mails a seguir, enviando protestos para os deputados estaduais.

É a hora de lotar as caixas de emails dos deputados com mensagens contrárias à Ideologia de Gênero. A votação, no plenário da Assembleia, é amanhã, terça, e a situação é muito delicada. 

A seguir, vai uma mensagem padrão e é preciso que seja enviada aos parlamentares por email, utilizando o seguinte procedimento:

- Coloquem como "destinatário" da mensagem vocês mesmos. Por exemplo, no meu caso eu vou enviar o email para mim mesmo (rodolfocanonico@gmail.com);
- No campo "Cco" (cópia oculta), coloquem a lista de emails dos deputados. Já excluímos os membros de partidos favoráveis à Ideologia; a lista está disponível na primeira mensagem deste tópico.

A lista dos e-mails dos deputados:

adilson.troca@al.rs.gov.br; ajbrito@al.rs.gov.br; alexandre.postal@al.rs.gov.br; aloisio.classmann@al.rs.gov.br;alvaro.boessio@al.rs.gov.br; any.ortiz@al.rs.gov.br; bombeiro.bianchini@al.rs.gov.br; cirosimoni@al.rs.gov.br;dr.basegio@al.rs.gov.br; edson.brum@al.rs.gov.br; eduardo.loureiro@al.rs.gov.br; elton.weber@al.rs.gov.br;enio.bacci@al.rs.gov.br; frederico.antunes@al.rs.gov.br; gabriel.souza@al.rs.gov.br; gerson.borba@al.rs.gov.br;gilberto.capoani@al.rs.gov.br; gilmar.sossella@al.rs.gov.br; ibsen.pinheiro@al.rs.gov.br; joao.fischer@al.rs.gov.br;pozzobom@al.rs.gov.br; juliana.brizola@al.rs.gov.br; liziane.bayer@al.rs.gov.br; deputado.lara@al.rs.gov.br;marcel.vanhattem@al.rs.gov.br; marcelo.moraes@al.rs.gov.br; mario.jardel@al.rs.gov.br; marlon.santos@al.rs.gov.br;mauricio.dziedricki@al.rs.gov.br; missionario.volnei@al.rs.gov.br; pedro.pereira@al.rs.gov.br; regina.becker@al.rs.gov.br;ronaldo.santini@al.rs.gov.br; sergio.peres@al.rs.gov.br; sergio.turra@al.rs.gov.br; silvana.covatti@al.rs.gov.br;gab.tiagosimon@al.rs.gov.br; zanchin@al.rs.gov.br; zila.breitenbach@al.rs.gov.br

- Não esqueçam de colocar os dados pessoais no fim da mensagem: nome, telefone e endereço. Isso é fundamental para a credibilidade da mensagem.
- Após enviar aos deputados a mensagem padrão, enviem aos seus amigos a mensagem e a lista de deputados, e peçam para eles seguirem exatamente este procedimento descrito aqui e também passarem adiante a mensagem.

Texto a ser enviado imediatamente:

PELA RETIRADA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
Caríssimo deputado(a),
Na próxima terça-feira, 23 de junho, será votado no plenário da Assembleia Legislativa o Plano Estadual de Educação (PEE). Universalização do ensino, percentuais de investimento e qualificação dos professores constituem tópicos naturais de debate. Contudo, venho chamar a máxima atenção do senhor(a) contra o grave perigo da inclusão da denominada “Ideologia de Gênero” entre as diretrizes do plano. Vale ressaltar que, após amplo debate, o Congresso Nacional retirou das diretrizes e metas do Plano Nacional da Educação (PNE) qualquer menção a essa ideologia – que aparece abundantemente no PEE em expressões como “identidade de gênero”, “igualdade de orientação sexual” e similares.
Os defensores da ideologia de gênero utilizam o falso argumento do combate à discriminação para promover uma campanha que tem por consequência a destruição da família como instituição fundamental da sociedade. Isso acontece porque não defendem a igualdade entre homens e mulheres (o que sempre se chamou de igualdade de gênero), mas, exatamente ao contrário, dizem que ninguém é homem ou mulher por nascimento e, portanto, que qualquer pessoa pode se considerar homem ou mulher, independentemente dos aspectos biológicos – essa é a definição da chamada “identidade de gênero”. O gênero é, para os teóricos desta ideologia, tão somente uma construção, alheia à realidade biológica da pessoa.
Ainda, destaco que as famílias possuem o direito de educar seus filhos de acordo com suas convicções e, portanto, a inserção da Ideologia de Gênero como diretriz educacional consiste em uma clara agressão a essas liberdades ao determinar que as escolas acolham uma teoria que prega a completa alienação da sexualidade frente à realidade biológica da pessoa, contrariando a visão consensual da população.
Algumas bancadas apresentarão emendas que propõe a retirada dos termos da Ideologia de Gênero do PEE. Dessa forma, o plano estará adequadamente alinhado às diretrizes estabelecidas no PNE – que rejeitou esta ideologia. Portanto, venho por meio desta mensagem solicitar apoio à aprovação dessas emendas, garantindo que nosso estado tenha um plano alinhado ao que foi definido pelo Congresso Nacional e que respeite o direito das famílias em educar seus filhos de acordo com suas convicções.


O que está havendo com a saúde de Dilma Roussef ?

Esta nota do blog do Coronel, ontem, acabou provocando muitas interpretações, a principal delas sobre inquietantes preocupações sobre o real estado de saúde de Dilma. Leia a nota de ontem, antes do início da circulação de notas de conteúdo mais alrmante:

Ontem à noite Dilma Rousseff participou do casamento da filha do senador Eunício de Oliveira (PMDB), em Brasília. Uma festa para 2.000 convidados. Permaneceu apenas na cerimônia religiosa e deu o motivo ao se retirar: " amanhã tenho que andar de bicicleta". Temos uma presidente para quem pedalar se transformou em agenda intransferível. Tanto para destruir a economia do país como para manter a forma física. Não, ela não está no volume morto. Ela já foi abduzida pelo PT, ninguém mais quer saber da sua existência, a começar por Lula, seu criador. Todo mundo quer que ela pedale para o lugar mais distante possível. A pergunta que não quer calar é: quem vai  despachar a presidente extraterrestre para Plutão?

Osmar Terra acha que o governo matará o SUS até o final do ano

A foto ao lado é de cena filmada pela TV Verdes Mares, 23 de maio, conforme site G1.



O deputado Osmar Terra, que foi por duas vezes secretário da Saúde do RS, disse esta tarde ao editor que o SUS vai acabar:

- O governo federal mata o programa à míngua. Até o final do ano, terão matado o SUS.

Logo abaixo, artigo de Terra sobre o assunto, conforme publicação feita em "O Globo" de hoje.

Chefe de Polícia diz que tem medo de sair à noite em Porto Alegre

O Chefe de Polícia do RS, delgado Guilherme Wondracek, repetiu esta tarde um mantra que já faz parte da vida das maioria dos gaúchos há bastante tempo:

- Evito sair de casa à noite. Porto Alegre está muito perigosa.

Foi numa entrevista para o programa Gaúcha Atualidade, Rádio Gaúcha, RBS.
Eis o que a análise do Chefe de Polícia:


–  Do jeito que vai, nós vamos em breve... efetivamente não sair mais de casa. Eu evito sair de casa à noite e parar na rua – relatou o chefe de Polícia ao se referir a sensação de insegurança ao estacionar os veículos à noite na rua.

Depois de reunião com chefes de Poderes, governo Sartori anuncia que ampliará calotes no RS

Logo depois  reunião do governo estadual com demais poderes do Rio Grande do Sul, o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, admitiu que o Estado ampliará calotes, inclusive sobre salários dos servidores.

Não há solução a curto prazo e, caso exista, o secretário não anunciou qual seria. O pacote de ajustes enviado à Assembléia, é tímido, insuficiente e apenas aborrecido, porque o governo não tem vontade política, acha-se sem condições políticas e por isto não demonstra coragem para cortar para valer, preferindo insistir na via de comer o mingau pelas bordas, o que representa uma via lenta e gradual, embora segura.

O drama para Sartori é que seu "tempo da graça" esvaiu-se. 

Eis o que disse o secretário, sem fazer qualquer tipo de rodeio e sem dar esperanças a ninguém:


— Repetiremos os mesmos expedientes do mês passado e, obviamente, em função do déficit mensal, de mais de R$ 400 milhões que nos faltam no tesouro do Estado, obrigatória e forçosamente teremos de deixar de pagar outros compromissos, nas mais variadas áreas para garantir o pagamento da folha de junho em dia, como nos obrigam decisões judiciais.

Plano Safra da Agricultura Familiar terá 20% mais recursos para este ano, mas juros serão maiores

O Plano Safra da Agricultura Familiar acaba de ser anunciado pelo governo federal. Ele veio com mais dinheiro para o produtor, mas juros mais altos na temporada 2015-2016. Serão R$ 28,9 bilhões para financiamentos, algto como 20% mais do que o total da safra anterior. Os juros também subiram. O governo estipulou taxas de 0,5% a 5,5% para o acesso a R$ 26 bilhões (Pronaf) — na edição anterior variou de 0,5% a 3,5%. Em outros R$ 2,9 bilhões de financiamentos os juros ficam entre 7,5% (investimento) e 7,75% (custeio). O Plano Safra da Agricultura Familiar também ampliou o valor do seguro, que quase triplicou o limite da indenização. O novo seguro poderá cobrir até 80% da receita esperada pelo produtor, saltando de R$ 7 mil para R$ 20 mil.
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Para o Rio Grande do Sul, a estimativa é de que o produtores gaúchos acessem R$ 7,2 bilhões na próxima safra. 

Destinado aos pequenos produtores, o Plano Safra da Agricultura Familiar teve altas similares às do seu irmão voltado para agricultura empresarial. O reforço no financiamento para produção familiar seguiu a tendência de mais recursos e juros maiores definida pelo governo para os médios e grandes produtores, que também tiveram aumento de 20% no crédito, que fica em R$ 187,7 bilhões no ciclo 2015-2016. 

Marcos Rolim reclama da fivela country do deputado Eduardo Cunha

O ex-deputado Marcos Rolim não gostou do cinto com fivela country do deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara.

E nem do seu anel de formatura.

Ele acha que ambos são símbolos do obscurantismo, típico da agtenda "medieval" imposta por Eduardo Cunha na Câmara.

Está tudo num artigo cujo título é exageradamente de mau gosto e inconsistente com o conteúdo da análise.

CLIQUE AQUI para ler todo o artigo de Rolim. O editor concede que reduziu em demasia o conteúdo do artigo e por isto recomenda a leitura completa, porque existem colocaçõdes bem apropriadas.


Governos Tarso e Sartori deram calote de R$ 210 milhões nos hospitais

Os hospitais gaúchos protestam - e com razão - pelo total calote aplicado pelo anterior e pelo atual governo estadual, que não pagou e não quer pagar R$ 210 milhões devidos de repasses, tudo referente aos meses de novembro e dezembro.

As congtas não foram deixados por Tarso Genro e pelo PT, mas pelo governo de Tarso Genro e do PT.

Se algo estiver errado, que se glose tudo e se punam os responsáveis.

Editorial, Gazeta do Povo, Curitiba - Educação e teoria de gênero

Observa-se uma tentativa de impor aos estudantes teorias controversas e carentes de fundamentação científica.

Estados e municípios em todo o país estão correndo para aprovar seus planos estaduais e municipais de educação, que devem conter metas e estratégias para o setor até 2024. E, em praticamente todos os casos, a maior polêmica, com grande mobilização na forma de abaixo-assinados e presença maciça da população nas sedes dos Legislativos locais, tem sido a tentativa de inclusão de itens relacionados à teoria de gênero. 

Em 2014, quando o Congresso Nacional votou o Plano Nacional de Educação, a presença da teoria de gênero foi refutada pelos congressistas, também após intensos debates e pressão popular. Isso não seria, em si, impeditivo para que o tema também fosse discutido nos âmbitos estadual e municipal – justamente as esferas que estão mais próximas do cidadão. Mas o que tem havido é uma pressão do Ministério da Educação para que os responsáveis pelos planos estaduais e municipais contemplem o que foi rejeitado no Congresso – isso, sim, constitui um desrespeito ao Legislativo federal e uma forma inaceitável de “virada de mesa”. 

Mas, para entender o motivo de tanta polêmica, é preciso em primeiro lugar entender o que está em jogo. A simples menção de “gênero”, para o senso comum, faz pensar em masculino e feminino, e buscar a “igualdade de gênero” em um plano de educação não seria um problema se isso contemplasse apenas o necessário combate ao machismo e a outras formas de discriminação. No entanto, o mundo acadêmico – justamente a “casa” de muitos dos formuladores dos planos de educação – encara as “questões de gênero” por um viés muito diferente daquele da maioria da população.

Como explicou a Gazeta do Povo em reportagem publicada no dia 14 de junho, o principal postulado dos ideólogos da teoria de gênero é o de que masculino e feminino são meras construções sociais e que independem do sexo biológico de cada indivíduo. Sendo assim, cada pessoa poderia inclusive mudar sua opção de “gênero” ao longo da vida. A reportagem traz frases de escritoras feministas que não poderiam ser mais claras a respeito das bases da teoria de gênero: “As diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”, escreveu Shulamith Firestone em The Dialectic of Sex, de 1970; “O gênero é uma construção cultural; por isso não é nem resultado causal do sexo, nem tão aparentemente fixo como o sexo (...) homem e masculino poderiam significar tanto um corpo feminino como um masculino; mulher e feminino tanto um corpo masculino como um feminino”, afirmou Judith Butler em Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. 

Trata-se, em si mesmo, de um assunto extremamente controverso. Tanto que, mesmo nos países escandinavos, conhecidos, entre outros fatores, por apresentarem um maior grau de liberalidade no que diz respeito a temas sexuais, os governos de Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia e Finlândia cortaram o financiamento, em 2010, do Instituto Nórdico de Gênero após o documentário Hjernevask (“Lavagem cerebral”), que colocava frente a frente as afirmações dos ideólogos de gênero e pesquisas nos campos da neurociência e biologia evolutiva, demonstrando a fraqueza da teoria de gênero (o instituto foi posteriormente reestruturado e reativado). 

Além disso, incluir a teoria de gênero nos planos de educação seria trazer para as escolas, de forma indiscriminada, convicções morais e de valores que não necessariamente correspondem às dos pais dos alunos. Nada impede que, assim como há escolas particulares confessionais, haja colégios privados que adotem a teoria de gênero e pautem nela seu dia a dia, dando aos pais que compartilham dessas ideias a opção de lá matricular seus filhos. Mas, quando se trata da escola pública – que, sabemos, para a maioria dos alunos e seus pais não é exatamente uma opção –, a situação é diferente. Correr-se-ia o risco de violar o artigo 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos, segundo a qual “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”.


Essa tentativa de impor aos estudantes teorias em si controversas e carentes de fundamentação científica levanta dois debates. O primeiro é sobre a teoria de gênero em si, que exige discussão aberta (inclusive sobre os estratagemas daqueles que desejam implantá-la sem dizer com todas as letras o que pretendem). E o segundo, igualmente importante, trata dos limites entre as responsabilidades de família e escola na educação das crianças sobre temas morais e de valores. Um sistema educacional que já amarga os últimos lugares em testes internacionais pode estar perdendo o bonde da inovação e da preparação para um mercado de trabalho cada vez mais exigente por estar priorizando temas que, no fundo, seriam competência não das escolas, mas das famílias.

Economia dá sinais de piora e enfrenta processo de ‘estagflação’

O repórter Ricardo Leopoldo, contou na edição de ontem do jornal  "O Estado de S. Paulo" que segundo economistas com os quais conversou, o IPCA neste ano pode ficar perto de 9% e o PIB deverá cair até 2%; dados de inflação, emprego e atividade econômica reforçam expectativas ruins.

Leia a reportagem completa:

Está mais profunda a estagflação do Brasil. Indicadores econômicos divulgados hoje e ontem mostram que a inflação sobe com rapidez enquanto o nível de atividade mergulha numa grave recessão. "O IPCA neste ano pode ficar perto de 9% e o PIB deverá cair 1,5%", comentou José Márcio Camargo, professor da PUC-RJ e economista-chefe da Opus Gestão de Recursos. "O quadro de estagflação já existe desde o ano passado, mas agora ingressa num estágio ainda mais grave", comentou.

"A inflação neste ano deverá subir 9% e o Produto Interno Bruto terá forte queda, entre 1,5% e 2%", disse Monica de Bolle, pesquisadora do instituto Peterson de economia internacional em Washington.

O Banco Central divulgou logo cedo que o IBC-Br de abril caiu 0,84% ante março, acima de 0,50% que era a mediana das previsões apurada pelo AE Projeções, serviço da Agência Estado. O BC fez revisões para o indicador nos últimos meses. Em fevereiro, a alta de 0,59% subiu mais um pouco, para 0,70%, na margem. Mas em março, a contração de 1,07% passou para uma queda de 1,51% na mesma base de comparação. O indicador caiu 1,3% em abril no acumulado em 12 meses.

Logo depois, o IBGE informou que o IPCA-15 de junho subiu 0,99%, a maior elevação para o mês desde 1996, quando aumentou 1,11%. O indicador atingiu uma alta de 8,80% no acumulado em 12 meses, marca mais expressiva desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,86%. No primeiro semestre, o índice avançou 6,28% e ficou bem próximo do teto de 6,5% da inflação para todo o ano, como foi determinado pelo Conselho Monetário Nacional. Este patamar para o índice entre janeiro e junho é o mais elevado desde os 7,75% alcançados em 2003.

Devido à intensa retração da economia, o mercado de trabalho continua em plena deterioração. Em maio, o fechamento de vagas formais superou a criação em 115.599, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse número é pior que o corte de 100 mil vagas como manifestaram nesta semana fontes do governo ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado. A mediana das previsões obtidas pelo AE Projeçõesera o encerramento de 52 mil postos.

A piora do mercado de trabalho formal em maio foi a maior para o mês da série histórica levantada pelo ministério do Trabalho e Emprego a partir de 1992. Segundo o governo, as indústrias lideraram os resultados negativos do Caged no mês passado, com a perda de 60.989 vagas, seguida por -32.602 em Serviços, -29.795 na Construção Civil e -19.351 no Comércio. A boa notícia veio da agricultura, que gerou 28.362 empregos.

E ontem o IBGE divulgou que a Receita Bruta de Serviços em abril subiu 1,7% ante o mesmo mês de 2014. Contudo, ao ser descontada a inflação medida pelo IPCA, ocorreu uma queda de 6,1%, de acordo com Alessandra Ribeiro, economista e sócia da consultoria Tendências.


Para ela, o indicador deve acentuar a queda, em termos reais, de 2,3% em 2014 para perto de 4,5% neste ano devido a vários fatores, como inflação alta, recuo da produção industrial próxima a 5%, piora do mercado de trabalho e redução da renda disponível das famílias. "Neste contexto, o fraco nível de atividade deve levar o PIB a uma queda de 1,4% neste ano", disse. E o IPCA, com a correção de preços administrados e do câmbio, segundo ela, deverá subir 8,9% em 2015.

Eleitor optaria por Bruno Covas entre os nomes do PSDB para a prefeitura de SP

O Instituto Paraná Pesquisas quis saber qual destes nomes tucanos o eleitor prefere como candidato do PSDB para a prefeitura de São Paulo:

Bruno Covas, 18,9%
Aloysio Nunes, 18,1%
Ricardo Tripoli, 11%
Andrea Matarazzo, 9,7%
João Dória, 5%
José Aníbalo, 4,8%

Bruno Covas, deputado federal, é filho do ex-governador Mário Covas. Aloysio é um dos dois senadores do PSDB de SP.

32,5% não escolheriam nome algum.

Russomano venceria fácil as eleições para prefeito de São Paulo, diz Instituto Paraná Pesquisas

Caso as eleições para prefeito de São Paulo fossem hoje, o deputado Russomano seria eleito com grande vantagem sobre os dois principais adversários, Marta Suplicy e Fernando Haddad, este o atual prefeito, PT.

Foi o que informou há pouco ao editor o Instituto Paraná Pesquisas, que acaba de concluir pesquisa de intenções de votos em São Paulo.

Eis os resultados da pesquisa estimulada, portanto com apresentação de nomes:

Russomano, 40,8%
Marta Suplicy, 18,1%
Haddad, 13,8%
Gabriel Chalita, 5,6%
Andrea Matarazzo, 5%
Eduardo Joge, 2,7%¨

N o caso de pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes, 84,6% dos eleitores não votariam em njinguém neste momento, quase todos por não saberem os nomes. Entre os demais, estas seriam as escolhas:

Haddad, 5,2%
Russomano, 3,9%
Marta, 1,8%
Paulo Maluf, 0,9%
Kassab, 0,7%
Serra, 0,7%
Andrea Matarazzo, 0,3%
Ricardo Patah, 0,3%
Aloysio Nunes Ferreira, 0,2%
Eduardo Jorge, 0,2%
Luísa Erundina, 0,2%
Outros, 1,2%


MPF terá ajuda do FBI para investigar e desmascarar grupo Odebrecht

O jornal O Estado de S. Paulo informa hoje que a  força-tarefa do Ministério Público Federal terá ajuda de autoridades dos Estados Unidos — onde está a mais estruturada e eficiente rede de combate à corrupção do mundo — para tentar desmontar a engrenagem usada pela Construtora Norberto Odebrecht para supostos pagamentos de propinas no esquema de desvios que atuou na Petrobras. O sistema teria usado empresas offshore em nome de terceiros e contas secretas no exterior.

Leia tudo: 

A empreiteira é um dos alvos da 14ª fase da Operação Lava-Jato, batizada de Erga Omnes, que prendeu na sexta-feira o presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, e o da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, além de dez executivos das duas companhias.

Órgãos de investigação dos Estados Unidos atuarão, a pedido dos nove procuradores da República da Lava-Jato, na triagem de depósitos de propina feitos em contas do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Primeiro delator da operação, ele devolveu US$ 23 milhões apreendidos na Suíça e que são uma das provas materiais do Ministério Público de que a Odebrecht estaria envolvida no esquema. Em setembro, Costa confessou que o dinheiro era propina paga pela empreiteira, que nega a acusação.

Apontado como operador de propinas da Odebrecht, o doleiro Bernardo Freiburghaus está na lista vermelha de procurados da Interpol e é tratado como figura central para as investigações da Lava Jato em parceria com os EUA.

Por meio de um novo pedido de cooperação internacional, a força-tarefa requisitará a autoridades norte-americanas a ampliação do rastreio de dados bancários, agora envolvendo o suposto operador de propinas da Odebrecht, referentes a transações bancárias que passaram pelos Estados Unidos. Um pedido anterior mirava os depósitos recebidos por Costa.

Uma offshore aberta no Panamá em 2006, a Constructora Internacional Del Sur, e contas indicadas por Costa que seriam dele, mas controladas por Freiburghaus, são o ponto de partida para essa apuração em cooperação com os Estados Unidos.

Documentos em poder da Lava-Jato indicam que a Constructora Del Sur foi a origem de pelo menos cinco depósitos feitos em contas secretas do ex-diretor operadas por Freiburghaus, em nome das offshores Sygnus Assets S.A., Quinus Services S.A. e Sagor Holding S.A.

Outro delator, o ex-gerente de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco, também apontou a Del Sur como origem de suposta propina paga pela Odebrecht. Documentos obtidos em outro acordo de cooperação internacional, com Mônaco, revelaram depósitos provenientes de conta da Del Sur mantida no Credicorp Bank S.A destinados a uma conta no Banco Julius Baer que seria do ex-diretor de Serviços Renato Duque, preso desde março.

O Ministério Público brasileiro espera que a eventual prisão de Freiburghaus traga novas informações sobre as propinas pagas no esquema de desvios na Petrobras e obter provas materiais contra a Odebrecht e seus executivos.


Sartori está reunido com Poderes para demonstrar contas críticas do governo do Estado

O governador José Ivo Sartori convocou uma reunião de emergência com representantes do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Contas do Estado, da Defensoria Pública e da Procuradoria-Geral do Estado. A reunião ocorre a portas fechadas no Piratini. Sartori quis aprsentar cenário dramático da situação financeira e pedir apoio. 

Da reunião participam também o vice-governador José Paulo Cairoli, os secretários da Casa Civil, Márcio Biolchi, da fazenda, Giovani Feltes, da Secretaria-Geral, Carlos Búrigo, da Comunicação, Cleber Benvegnú, e o chefe de gabinete, João Carlos Mocellin e mais o líder do governo na Assembleia, Alexandre Postal. Além dos chefes dos poderes, assessores superiores de cada órgão estão ouvindo as ponderações do governo sobre a crise.

O governo não sabe como pagar os salários deste mês (leia nota abaixo) porque só tem previsão de recursos para quitar valores de até R$ 2,5 mil por cabeça. Acontece que liminares garantem pagamento integral ao funcionalismo.


Sai hoje o Plano Safra da Agricultura Familiar

Será lançado hoje o Plano Safra da Agricultura Familiar, que terá aumento de 120% nos recursos disponíveis.
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